Voz do Brasil terá flexibilidade de horário

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou, na quarta-feira (7), projeto que permite que emissoras de rádio escolham o horário de transmissão diária da Voz do Brasil. O programa, de acordo com o projeto, passa a poder ser apresentado entre 19 e 23 horas, com base na hora oficial de Brasília.

A obrigatoriedade de transmissão entre 19 e 20 horas é mantida para as rádios públicas educativas. As emissoras legislativas, entretanto, podem modificar eventualmente este horário se estiverem transmitindo sessões deliberativas nesse horário.

O horário de transmissão da Hora do Brasil é definida pelo Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/62). O programa é veiculado diariamente, de 19h às 20h, exceto sábados, domingos e feriados, ficando reservados 30 minutos para a divulgação de noticiário preparado pelas duas casas do Congresso Nacional e o restante para a divulgação de informações oficiais dos Poderes da República.

O texto aprovado pela CCT prevê que o programa será veiculado diariamente, durante 60 minutos, sem cortes, dos quais 25 minutos serão utilizados pelo Poder Executivo, cinco minutos pelo Poder Judiciário, dez minutos pelo Senado Federal e 20 minutos pela Câmara dos Deputados. O substitutivo também prevê que as emissoras informem às 19h o horário em que transmitirão a Voz do Brasil.

A matéria será examinada ainda pelas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Com informações da Agência Senado.

* Esta matéria foi corrigida em 12/7/2010. A nota anteriormente reproduzida do M&M Online não trazia a informação de que o substitutivo ainda seria apreciado por outras comissões do Senado.

Pressa da Anatel em liberar concessões amplia apoio à nova lei no Senado

Os movimentos de senadores para acelerar a tramitação da proposta de uma nova legislação de TV por assinatura não são casuais. O senador Gim Argello (PTB/DF) foi o primeiro a iniciar um movimento para que a tramitação do PLC 116/2010 (antigo PL 29/2007) seja conjunta em todas as cinco comissões do Senado que foram designadas para analisar a matéria. A novidade é que a medida não terá resistência das operadoras de TV a cabo (inclusive a Net), da ABTA (exceto Sky e programadores internacionais) e da Globo, segundo apurou este noticiário.

Segundo fontes ouvidas por este noticiário, operadores de TV a cabo e a ABTA estariam preocupados que a liberação de concessões pela Anatel sem um regramento novo possa gerar grandes distorções no mercado. Esse assunto foi debatido e deliberado pela associação em reunião de conselho nesta quarta, dia 7, e ficou decidido que não haverá resistência da associação. A Sky e os canais estrangeiros foram contra.

A preocupação é que, com a política de outorgas ilimitadas de cabo em cada cidade que a Anatel adotou, haja a rápida legalização de operações clandestinas de TV paga de um lado e, de outro, uma corrida às concessionárias de energia elétrica para o direito de uso dos postes. Como o espaço nesse tipo de infraestrutura urbana é limitado, haveria fatalmente um forte aumento de preços. Além disso, a projeção de cenário que alguns operadores começam a fazer é que se a Oi e outras empresas de telecomunicações obtiverem concessões de cabo da Anatel ainda este ano, sem a aprovação de uma nova legislação, passariam a ter o mesmo tipo de prerrogativa de transição em relação às futuras regras de cotas que poderão vir no futuro. Pelas regras de transição debatidas no PL 29, as cotas de programação só se aplicam a operadores existentes dois anos depois de a nova lei entrar em vigor. Ou seja, a competição com as teles seria ainda mais agressiva se as concessões saírem antes do fim da tramitação do PLC 116/2010, e por isso o apoio ao projeto.

Preocupações da Globo

Já o grupo Globo está preocupado com a possibilidade que uma rápida expansão do mercado de cabo sem proteção das regras debatidas no PL 29/2007 (atual PLC 116/2010), o que ameaçaria o modelo federativo da radiodifusão, ou seja, a plena garantia de distribuição dos sinais de TV aberto locais. Além disso, pelas regras atuais, nada impede empresas de telecomunicações de atuarem na exploração direta de conteúdos, seja financiando produções, seja contratando direitos. O PL 29 contém garantias da preservação de espaços empresariais ao limitar as teles de atuar no setor de conteúdo.

Segundo fontes ouvidas por este noticiário, na conta do grupo Globo está também a percepção de que, na situação atual, a política de cotas não será prejudicial à atividade empresarial das operadoras que distribuem os canais Globosat. Além disso, como a Globosat tem posição consolidada no setor de programação, seria certamente o provedor preferencial de canais nacionais à maior parte dos novos operadores.

Esse, aliás, é o ponto que pode ainda gerar atritos na tramitação da nova legislação de TV a cabo no Senado. Grupos que disputam o mercado de programação com a Globo, como Bandeirantes e Record, podem voltar a se manifestar insatisfeitos com a possibilidade de que a concorrente se aproveite mais do que eles da política de expansão do conteúdo nacional prevista nas cotas. Vale lembrar que há cerca de dois anos a Band, Abril e a Record defendiam abertamente um percentual mínimo de canais nacionais independentes nos lineups, justamente para assegurar que não só a Globosat se beneficiasse das cotas. De lá para cá, a Abril deixou de produzir canais pagos.

Oposição

Mantido esse cenário, restarão em oposição ao PLC 116/2010 (pelo menos no que diz respeito às cotas) apenas os programadores internacionais, que temem disputar em condições desvantajosas espaço no lineups das operadoras. Empresas de cabo e DTH, dizem os programadores estrangeiros, certamente darão prioridade a canais que possam contar para o cumprimento das cotas legais. Outro ponto bastante criticado pelos canais estrangeiros é a introdução de conteúdos brasileiros em sua própria programação. A Sky também mantém a sua posição crítica e de oposição ao projeto de uma nova legislação para a TV paga nos moldes da que está sendo discutida no Senado. O esforço dos canais e da operadora de DTH é convencer os senadores a abrir o debate sobre os termos do projeto. O senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que relata a matéria na Comissão de Constituição e Justiça, sinalizou que só pretende tratar do assunto após setembro.

Entidades brasileiras criticam liberdade de expressão no país em relatório enviado à SIP

A Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) enviaram à Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) um relatório contendo críticas à censura imposta a jornais e à violência sofrida por profissionais de imprensa no país.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o documento das entidades cita os casos dos veículos Diário do Grande ABC e O Estado de S. Paulo, que foram proibidos pela Justiça de publicar reportagens de denúncias a determinadas personalidades – o primeiro, não pode fazer matérias sobre o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT-SP); e o segundo, sobre o filho de José Sarney, o empresário Fernando Sarney.

As entidades lembraram, também, quatro casos de jornalistas brasileiros, que foram vítimas de violência quando exerciam a profissão, como forma de intimidação. Um dos exemplos dados pelas três instituições foi o de um grupo que tentou retirar de circulação uma edição do jornal O Globo, que trazia denúncias de corrupção de um ex-prefeito da cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

O relatório também critica a tentativa feita para a volta da exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão, e normas criadas pela Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) que limita a publicidade de alimentos e bebidas industrializados.

Globo entra com liminar contra UOL

Depois de travar uma briga judicial com o portal Terra por conta dos direitos de transmissão de imagens de jogos de futebol, agora é a vez da Globo travar uma briga com o UOL pelo mesmo motivo. Nessa segunda-feira 5, as Organizações Globo entraram com uma liminar na Justiça do Rio de Janeiro alegando que o portal estaria se aproveitando de forma ilícita das imagens da Copa do Mundo, cujos direitos são exclusivos da emissora.

No processo, a Globo acusa a emissora de estar desrespeitando a Lei Pelé, que determina as regras para as transmissões esportivas. De acordo com a justificativa do UOL, publicada no portal nesse dia 7 de julho, o site está de pleno acordo com as determinações da lei, que permite a exibição de até 3% de transmissão, em relação ao tempo total, por veículos que não detêm os direitos oficiais.

A emissora dos Marinho ainda acusa o portal de usar indevidamente a veiculação dos gols em 3D, alegando que tal transmissão é exibida por entretenimento e não por fins jornalísticos, como determina a lei. Em junho, o portal alega ter recebido a primeira notificação judicial, com diversas solicitações para a retirada de todo o conteúdo relacionado a Copa do Mundo, mas alega ter se recusado a acatar as determinações por notar irregularidades na conduta da Globo.

Nos meses anteriores, o portal Terra também foi alvo de um processo semelhante movido pela Globo, mas acabou fazendo um acordo e acatou as determinações judiciais. O UOL cita o próprio Terra na nota publicada no portal e afirma que não seguirá tal exemplo e nem cederá as ordens da emissora.

A Lei Pelé

No dia 9 de fevereiro, a Câmara dos Deputados aprovou algumas mudanças na Lei Pelé, que tem o intuito de regulamentar os negócios entre os clubes de futebol e sua relações com os veículos que realizam a cobertura da modalidade esportiva. Segundo as emendas da Lei, ficou atestado que as emissoras e veículos que não possuem os direitos de transmissão de campeonatos e torneios poderão utilizar imagens, desde que a exibição delas tenha fim jornalístico, educativo ou desportivo.

O texto também salienta que as imagens exibidas por essas emissoras que não possuem direito de transmissão não podem ultrapassar o período máximo de 90 segundos. A Lei também determina que fica proibida a associação dessas imagens com qualquer tipo de patrocínio ou propaganda.

Leia também:
– Futebol é motivo de briga entre Terra e Globo

Sociedade civil não aceita transferir para próximo governo os encaminhamentos dos resultados da Conf

Para o país avançar na democratização da comunicação, as resoluções da Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro de 2009, precisam ser encaminhadas independentemente de este ser um ano de eleições para o Congresso e os poderes Executivos estaduais e federal.

A recente declaração do ministro-chefe Franklin Martins, da Secretaria da Comunicação Social do Planalto – durante audiência pública na Câmara dos Deputados, no último dia 10 de junho – de que as deliberações da Confecom terão de ser conduzidas pelo próximo governo desagrada o movimento social que participou intensamente da Confecom e vem lutando há mais de três décadas para que se crie no país políticas públicas no setor. Para o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), a manifestação do ministro foi equivocada.

A coordenação-executiva do FNDC, presente na última quinta-feira (à exceção do seu coordenador-geral, Celso Schröder) no seminário que reuniu em Brasília as entidades que protagonizaram a construção e realização da 1ª Confecom, manifesta-se a favor do imediato encaminhamento das suas proposições. A criação do Conselho Nacional de Comunicação do Executivo é uma dessas prioridades. Leia as manifestações de todos seus integrantes.

Celso Schröder – Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
A agenda da democratização da comunicação não pode ser anulada pela agenda eleitoral brasileira. Há espaços e necessidades de que algumas decisões da Confecom já sejam encaminhadas. Não podemos permitir que se esfrie o enorme apoio popular que a Confecom ganhou no País. Nem podemos perder este momento histórico, porque há mudanças a serem feitas que são amplamente amparadas, validadas pela Confecom. Ressalto aqui a urgência na instalação do Conselho Nacional de Comunicação, que poderia e deveria ser feito este ano.

Nascimento Silva – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert)
A gente vai mostrar para o Franklin que ele está equivocado. Este é o sentimento da Fitert, é o sentimento também do FNDC e de todos os movimentos que participaram da Confecom. Porque a gente não esteve lá só para dizer que esteve. Quando o ministro fala assim, parece que já está tudo definido. Parece que é o governo que manda e ponto final.

O momento, no país, para o movimento pela democratização da comunicação, é de pressionar o Executivo e o Legislativo, iniciar uma interlocução com os candidatos para essas eleições que estão aí. E pressionar os poderes Executivos, no âmbito federal, estadual e municipal. Afinal, quem é que está compromissado com a comunicação? Esse é um momento rico para cobrarmos do governo, dos políticos, – muitos deles, a maioria, estiveram fora deste processo.

Hoje podemos falar com mais propriedade sobre a conferência, que existiu e tem seus desdobramentos.

Rosane Bertotti – Central Única dos Trabalhadores (CUT)
O rico e intenso processo vivenciado antes, durante e depois da Confecom, realizada ao longo de 2009, demonstrou que a democratização da comunicação é tão imprescindível quanto espinhosa em determinada esfera política.

Estamos em pleno 2010 e nos causa estranhamento que o ministro responsável pela Secretaria da Comunicação Social do Planalto declare que este governo não poderá por em pratica nenhuma das propostas aprovadas na Confecom. Que razões levam o ministro Franklin Martins a desconsiderar o esforço de uma conferência de tamanha transcendência para a própria democracia? Vale ressaltar que, driblando as sabotagens dos setores reacionários, o evento mobilizou milhares de pessoas em todo o País e, por meio do diálogo e do debate, conseguiu construir consensos entre a representação de trabalhadores, empresários e governos, isolando a direita mais empedernida.

Ao longo destes sete anos de governo Lula, são incontáveis os avanços obtidos, medidas que transformaram, inquestionavelmente, a vida do povo nas mais diferentes áreas. Infelizmente, tais medidas não se refletem no que diz respeito à comunicação, onde os latifúndios midiáticos mantêm bem altas as suas cercas, dentro de uma lógica que transforma a informação em mercadoria e o cidadão em mero consumidor.

Reforçamos que a convocação de um Conselho Nacional de Comunicação se faz premente, pois a responsabilidade e os compromissos assumidos com a sociedade brasileira não nos permitem manter guardada na gaveta decisões de tamanha importância para o presente e o futuro do país.

José Luiz Sóter – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço)
Acho que o ministro Franklin falou de improviso, foi apressado. Depois de toda a expectativa em torno da Confecom e o consenso em torno de temas polêmicos debatidos, foi criada uma base política para sua implementação. Então, acreditamos que existe, sim, condições de implementar várias medidas. Algumas coisas definidas pela 1ª Confecom e que dizem respeito diretamente ao Executivo Federal já começaram a ser implementadas, mas só as que já estavam de acordo com a política mais ou menos apontada pelo governo.

A implementação do Plano Nacional de Banda Larga – PNBL, por exemplo, com o restabelecimento da Telebrás. A banda larga, inclusive, é uma das bandeiras levantadas pela Abraço desde o início dos debates. A recriação das delegacias do Ministério das Comunicações, que já ocorreu em sete estados e está em andamento, é outra bandeira da Abraço. Por outro lado, oficialmente, o caderno com as resoluções da Confecom foi entregue apenas nesta semana ao presidente Lula.

Em reunião nesta segunda-feira com o Ministério das Comunicações, a Abraço cobrou algumas das propostas aprovadas na Confecom e que foram acordadas pelo Executivo para implementá-las. A criação do Conselho Nacional de Comunicação do Executivo, depende só do próprio fazê-la.

O governo pode, até final do ano, trabalhar na proposta de uma nova lei geral de comunicação para encaminhar ao Congresso Nacional e a próxima candidatura, os calouros, já terão de início com que trabalhar.

Roseli Goffman – Conselho Federal de Psicologia (CFP)
Se observarmos na linha de tempo, percebemos que só para criar o regimento da Conferência demorou quase seis meses, algo totalmente diferente de todas as outras conferências já feitas no Brasil. A divulgação do resultado da Confecom também levou seis meses. Este aspecto já nos dá uma noção da dificuldade que é implantar um marco regulatório na área da comunicação, mesmo depois de um processo de debate que reuniu em torno do tema quase 30 mil pessoas, em todo o país.

Diferente do que declarou o Franklin Martins, de que não há possibilidade de implementação das propostas ainda em 2010, acreditamos que, agora que estamos vivendo um processo eleitoral, precisamos comprometer as pautas partidárias sobre comunicação.

Essa reunião do CNPC em Brasília reconvocou o movimento para garantir os resultados da Conferência junto ao Parlamento e ao Executivo. Nossa principal preocupação agora é criar o Conselho Nacional de Comunicação do Executivo e produzir um marco regulatório. Se o governo federal se comprometeu com a Conferência, tem que estar comprometido com os resultados.

Berenice Mendes – Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (Aneate)
Quando saímos da Confecom, com mais de 600 proposições aprovadas, a gente tinha consciência de que não seria simples o tratamento e o seu encaminhamento. Até porque, para além dos objetivos concretos de cada uma, elas têm um significado simbólico, que é o da enorme demanda da sociedade brasileira de que sejam democratizados os meios de comunicação. Esse volume tão grande demonstra, sobretudo, o imenso vazio regulatório que existe nesse segmento no nosso país.

Todavia, as proposições podem ser tratadas de forma bem objetiva. É só aplicar o método. Tem propostas que são exequíveis a curtíssimo prazo, porque demandam apenas a vontade do Executivo (municipal, estadual ou federal) de colocá-las em prática. Outras dependem de gestões da sociedade junto ao Estado. Há as que demandam projetos de lei – são mais demoradas, assim como as que demandam dinheiro. Outras requerem ainda o próprio amadurecimento da sociedade e vão acontecer à medida em que o povo e o país vá se desenvolvendo.

O que me parece demais é tratar tudo como se fosse uma obra tipo uma ponte, um viaduto a se construir, com cronograma de começo, meio e fim, subordinado a contratação de empreiteiros para sua execução. Se o governo disser que tem coisas que não podemos fazer agora, ainda que por razões de conjuntura política nacional ou internacional, eu acho que é possível compreender. Mas dizer que nada pode ser feito agora, não podemos aceitar. E, sobretudo, a gente não está mais disposto a aceitar que alguém, uma única voz, uma única instância diga o que deve ou não deve ser feito.

Existe uma comissão que coordenou essa conferência e que tem que concluir seu trabalho.

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Em Brasília, na última quinta-feira, representantes de movimentos sociais e da comunicação, integrantes do Comitê Nacional Pró-Confecom (CNPC) participaram em Brasília do seminário proposto pelas deputadas Iriny Lopes (PT-ES), pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e Luiza Erundina (PSB-SP), pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, e entidades da sociedade civil.

O encontro estabeleceu critérios de importância entre as propostas da Confecom. Foram priorizadas 70 proposições para serem implementadas com mais celeridade.

“O seminário ajudou na articulação e na definição de ações para o segundo semestre deste ano. Foi o pontapé inicial pós-conferência. Aglutinamos entidades para fazer pressão no Executivo e no Legislativo”, relatou Nascimento Silva, representante do FNDC e da Fitert.