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Venezuela anuncia data para nacionalização da CANTV

O governo da Venezuela anunciou nesta terça-feira que vai assumir em 4 de junho o controle operacional da Compañía Anónima Teléfonos de Venezuela (CANTV), a maior empresa de telecomunicações do país.

O ministro de Telecomunicações, Jesse Chacón, informou que o governo lançou na segunda-feira uma oferta pública de aquisição de ações da CANTV.

Chacón disse que, conforme as regras de mercado, a oferta ficará aberta por 20 dias, e a liquidação da compra de ações ocorrerá no dia 18 de maio.

'O controle operacional da empresa seria (efetivado) no dia 4 de junho', disse o ministro em uma coletiva de imprensa.

Até 18 de maio, o governo venezuelano espera adquirir pelo menos 70% das ações da companhia, o que lhe garantirá o controle operacional.

Segundo o ministro, no dia 4 de julho será realizada uma assembléia extraordinária para nomeação do presidente e do conselho diretor da CANTV.

A oferta pública de aquisição de ações foi lançada depois que o governo chegou a um acordo com a empresa americana Verizon para adquirir os 28,5% que esta detinha da CANTV, por um total de US$ 572 milhões.

Chacón disse queo preço oferecido na oferta pública é de 4.560,43 bolívares (US$ 2,12) por ação da CANTV na Bolsa de Caracas, e aproximadamente US$ 14,84 por ADS (American Depositary Share), os papéis da CANTV negociados na Bolsa de Nova York, que equivalem a sete ações comuns.

'A intenção do Estado é fomentar a economia nacional, ou seja, a intenção do Estado depois de adquirir a CANTV é trazer todas as ações para a Bolsa de Caracas', afirmou Chacón.

'Haverá uma mudança de dono e uma mudança de filosofia, na qual se substituirá a rentabilidade a curto prazo, dosdonos atuais, por uma rentabilidade social, maior penetração e melhor acesso ao serviço', disse o ministro.

A nacionalização da CANTV foi anunciada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, no início do ano, como parte de um programa maior de nacionalizações nos principais setores da economia do país.

Lei Geral não pode passar de 2008, diz secretário do Minc

Em entrevista à Carta Maior – em parceria com o Cultura e Mercado -, o secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Orlando Senna, lembra das ofensivas da imprensa contra o projeto da Ancinav, que apontava marcos de regulação das convergências tecnológicas, e acredita que “a necessidade pela regulação do setor falará mais alto neste ano”.

A regulação do setor da comunicação está de volta à ordem do dia. Depois das declarações do ministro das Comunicações Hélio Costa sobre a criação de uma “rede pública” (leia-se estatal) e sobre suas propostas de criação de uma Lei Geral de Comunicações, a sociedade civil recolocou em discussão a necessidade de democratização dos meios de produção e difusão dos conteúdos e a constituição do sistema público de radiodifusão previsto na Constituição.

Em entrevista à Carta Maior – em parceria com o Cultura e Mercado -, o secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Orlando Senna, lembra das ofensivas da imprensa contra o projeto da Ancinav (Agência Nacional de Cinema e do Audiovisual), que apontava marcos de regulação das convergências tecnológicas, e acredita que “a necessidade pela regulação do setor falará mais alto neste ano”.

Hélio Costa já anunciou que sua pasta deve apresentar até julho uma proposta para avaliação no governo que, em seguida, deve ser encaminhada aos parlamentares. A “bancada” da radiodifusão tem peso na Casa, a recém-criada frente parlamentar já conta com mais de 120 assinaturas, e tem membros “orgânicos” do setor.

A Frente Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital, reunida no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro nos últimos dias 15 e 16 de março, reafirmou o compromisso expresso em sua fundação e questiona a política estabelecida pelo governo Lula para o setor de Comunicações, especialmente no que se refere à implantação da tecnologia digital no País.

Em entrevista ao site da Abert (que defende os interesses dos grandes radiodifusores), Hélio Costa prometeu uma minuta da Lei Geral até julho. Esta proposta deve ser entregue à Casa Civil, posteriormente à Presidência da República, que deve encaminhar um Projeto de Lei ao Congresso Nacional. No Congresso, Hélio Costa acredita que o projeto “vai ter um ano ou até mais de discussão”.

Hélio Costa defendeu claramente seu favorecimento às empresas de radiodifusão: “a radiodifusão é mais antiga, a radiodifusão é uma empresa nacional, a radiodifusão é uma empresa que vem há 50 anos prestando um enorme serviço no rádio a na televisão para a população brasileira”, enquanto “o telefone é mais moderno, o telefone não tem limites para investimentos com capital estrangeiro”. Por fim, afirma que “temos que defender a indústria nacional, e a indústria nacional é a radiodifusão”.

O Ministério da Cultura, que faz parte do grupo interministerial criado para construir uma proposta de Lei Geral para o setor, desde a primeira gestão do governo Lula, demonstra divergências com o Ministério das Comunicações. O projeto da Ancinav, apresentado pelo MinC em 2004 e retirado da pauta pelo governo após linchamento dos grandes meios de comunicação, clarearam a intenção dos donos da mídia contra qualquer tipo de regulamentação para a comunicação.

“Hoje a Ancine (Agência Nacioinal de Cinema, que seria incorporada pela Ancinav) está plenamente instalada e pronta para regular o setor quando assim se decidir. Mas é preciso mais vontade política”, aponta Orlando Senna, que destaca como ponto fundamental para novos marcos regulatórios o momento de implantação da TV Digital. “Com a legislação que temos hoje, é impossível instalar a TV Digital. Não existem regras claras nem para os meios e as convergências que existem. Precisamos de uma legislação clara, estável e democrática”.

Outros especialistas consultados pela Carta Maior já apontaram que a guerra entre empresas de radiodifusão e de telecomunicações e um possível “empurrão” do governo federal devem fazer deslanchar a tão adiada Lei Geral de Comunicações ainda este ano (Leia reportagem aqui).

Senna, no entanto, acredita que “a conversa deverá vir em outro tom”, já que as necessidades de regulação tornaram-se mais evidentes e todos os interesses estão voltados para isso. “As teles estão mais atentas e os radiodifusores vão querer segurar seu filé. E a sociedade está participando mais do debate. Agora, não podemos ultrapassar 2008 sem um novo marco regulatório”, pontua o secretário.

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TV Cultura retoma dramaturgia com diretores de teatro

Após 30 anos sem produção de teledramaturgia, a TV Cultura anuncia para este ano o desenvolvimento de um projeto nessa área com a colaboração de Antunes Filho. O objetivo final é encontrar uma nova linguagem para a teledramaturgia brasileira. “As TVs comerciais ganharam muito espaço nessa área. Elas cresceram, contrataram profissionais experientes e se modernizaram. Isso não aconteceu com a TV pública”, afirma Marcos Mendonça, presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura.

Realizado em parceria com o Sesc, o projeto contará inicialmente com a participação de 16 diretores de teatro, estreantes em televisão. Cada um ficará responsável pela direção de uma obra de sua escolha, de 30 minutos – aos quais serão adicionados cerca de 15 minutos de making of –, a ser realizada em estúdio ou em locação. Serão exibidos dois programas juntos, completando uma hora e meia de programação. A idéia é que os projetos sejam formas de experimentação para esses diretores. “Em uma segunda fase, os profissionais que mais se adequarem à televisão serão selecionados para a realização de teleteatros completos, de uma hora e meia”, explica Analy Alvarez, coordenadora do Núcleo de Dramaturgia da TV Cultura, que ressurge com o projeto.

A seleção foi feita pela TV Cultura, a partir dos nomes indicados por Antunes Filho. Além da exibição pela Cultura, as obras poderão ser vistas também na SescTV, que fornece apoio conceitual ao projeto e prepara um programa para debater dramaturgia. O Sesc foi escolhido como parceiro, entre outros motivos, por possuir know-how em teatro. A TV Cultura tem financiado com recursos próprios as primeiras produções, com a coordenação do Núcleo de Dramaturgia. A primeira fase do projeto deve ir ao ar de julho a agosto, e a segunda, em setembro.

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Fiscais da baixaria

Encarregados de fazer a classificação indicativa, estudantes, cinéfilos e até mães nem de longe lembram os censores da ditadura.

É um bicho-de-sete-cabeças. Os cortes e proibições que marcaram a censura no regime militar, em nome do “combate à subversão e à imoralidade”, estão extintos há quase duas décadas. Hoje, todos podem ver a íntegra de qualquer filme ou  programa de tevê. Mas os abusos realizados durante a ditadura foram tão deletérios que a sociedade ainda olha com desconfiança o trabalho de quem, por obrigação profissional, classifica a produção audiovisual brasileira. A atividade é meramente indicativa e até mesmo as crianças ganharam o direito de ver filmes recomendados para maiores, desde que tenham autorização dos pais. Ainda assim, o estigma do autoritarismo paira sobre a cabeça dos classificadores.

Cinéfilo convicto, Lucas Brasil, de 19 anos, aparentemente encontrou o emprego dos sonhos. Há dois meses ele integra a equipe de classificação indicativa do Ministério da Justiça. Apesar do magro salário de estagiário (390 reais), o estudante de ciências sociais diverte-se ao assistir a dezenas de filmes e seriados todo mês, sem precisar interferir nas obras. A tarefa consiste em analisar a recorrência de cenas de violência e sexo para definir os horários em que os programas podem aparecer na tevê e indicar a faixa de idade recomendada para os filmes dos cinemas. Moídos de inveja, os amigos não perdoam. “Dizem que eu sou um censor, mas é brincadeira. Não dá para levar a sério esses comentários.”

Nem todas as acusações são galhofas amistosas. Descontentes com as novas regras propostas pelo ministério na portaria 264, de 9 de fevereiro de 2007, as empresas de radiodifusão não hesitam em qualificar esse trabalho como uma forma mascarada de censura. No foco da disputa, a obrigatoriedade de respeitar o período entre 6 e 23 horas como um horário de “proteção à criança e ao adolescente”.

Adeptas de uma auto-regulação que nunca existiu, as emissoras de tevê torcem o nariz para os analistas do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação, entre eles o jovem Lucas. Mesmo depois de uma infância diante da tevê, a acompanhar as aventuras de Capitão Planeta e He-Man, o universitário pode ser confundido como uma versão atualizada dos censores da ditadura, como sugerem as propagandas da indústria audiovisual.

“Essa comparação sempre serviu de pretexto para evitar o debate”, contesta José Eduardo Romão, diretor do Departamento de Classificação. Em defesa da medida, ele lembra que as principais democracias do mundo impõem restrições aos conteúdos violentos e pornográficos em faixas de horário específicas. A coordenadora da equipe de analistas, Celva Reis, engrossa o coro: “A censura é marcada por proibições e cortes que mutilam as obras. Hoje, ninguém impede a exibição de nada. Só não podemos permitir sexo explícito às 2 da tarde”.

Ecos da ditadura? Não é bem assim. Se uma obra fosse considerada imoral ou subversiva pelos militares, ela poderia ser embargada, ou vinha com uma lista de cortes para a “adequação” do conteúdo. “Os produtores de cinema mobilizavam equipes em Brasília para tentar aprovar cenas proibidas”, conta o cineasta Eduardo Escorel, um dos principais montadores do Cinema Novo, parceiro de Glauber Rocha e Joaquim Pedro de Andrade.

De acordo com a historiadora carioca Beatriz Kushnir, autora do livro Cães de Guarda: jornalistas e censores, os serviços de informações das Forças Armadas passaram a orientar o trabalho da censura a partir de 1968, com o AI-5. “A sociedade tem a imagem de que os censores eram parvos, bilontras. Mas eles tinham normas claras sobre o que poderia ou não passar.” O jornalista Sérgio Augusto, que trabalhava para os jornais alternativos Pasquim e Opinião à época, confirma a tese. “A censura encaminhava uma lista de assuntos proibidos para a redação. Às vezes, descobríamos coisas que nem sabíamos. E, obviamente, não podíamos dizer nada.”

Durante 37 anos, Coriolano Fagundes trabalhou na Divisão de Censura de Diversões Públicas da Polícia Federal. “A imprensa coloca-se como baluarte da liberdade de expressão, mas os primeiros dez censores de Brasília eram jornalistas. Todos estavam interessados no salário dobrado que o governo pagava para quem estivesse disposto a ir para a capital federal.” Antes do golpe de 1964, os censores não participavam de cursos de capacitação. Uma vez no poder, os militares passaram a investir na formação dos funcionários. Além de conhecer técnicas de cinema e teatro, os analistas participavam de cursos obrigatórios sobre marxismo, segurança nacional e lei de imprensa.

“Os chefes da censura passaram a ser militares e o trabalho ganhou uma acepção de repressão política”, diz Fagundes. Sem arrependimentos, o ex-censor define-se como um liberal. “Eu poderia pedir demissão, mas preferi me ajustar da melhor maneira possível, até para abrandar a fúria da censura.” Não é o que parece ao analisar um documento de 1985, no qual ele solicita 38 cortes para liberar o filme Pixote, a Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco, na tevê.

Responsável pelo projeto Memória da Censura no Cinema Brasileiro (1964-1988), que organiza e divulga arquivos da época na internet, a atriz e pesquisadora Leonor Souza Pinto diz que o caso é representativo. “Com a abertura política, os filmes passaram a ser liberados com menos dificuldade para as salas de cinema, mas sofrem severa censura na televisão.”

A Constituição de 1988 encerrou de vez a carreira de Coriolano Fagundes, hoje pastor evangélico. No lugar da Divisão de Censura, criou-se o Departamento de Classificação, para analisar os conteúdos audiovisuais nos termos propostos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990. Nada de cortes e interdições. O trabalho resume-se a informar à sociedade sobre a presença de conteúdos violentos ou pornográficos e recomendar as obras para a faixa de idade mais adequada.

Recomendar. Não proibir. Desde julho de 2006, uma lei autoriza crianças e adolescentes a assistirem, com autorização dos pais, filmes indicados para maiores no cinema. Na tevê, o controle é feito por meio das faixas de exibição. “A idéia é passar os conteúdos impróprios para um horário mais avançado, quando os trabalhadores voltaram para casa. Só assim o direito dos pais à decisão pode ser plenamente exercido”, diz Otávio Mendonza, 21 anos, recém-formado em Audiovisual pela Universidade de Brasília, um dos 30 classificadores do Ministério da Justiça.

A analista Marina da Costa Sotero, de 27 anos, afasta a acusação de censura: “Não há perseguição política ou dirigismo cultural. O problema é que desconhecem o nosso trabalho”. A analista explica que não basta ter uma ou duas cenas de violência para a obra não ter classificação livre. “Levamos em consideração a gradação e o contexto das cenas.” Também pode acontecer de uma obra receber classificação mais branda que a sugerida pelos próprios produtores.

No lugar de militares e burocratas de carreira, jovens analistas, na faixa dos vinte e poucos anos. São estudantes ou profissionais de carreiras diversas, como pedagogia, direito, jornalismo, história. “Para evitar uma análise enviesada, todos os processos passam nas mãos de pelo menos dois funcionários, de diferentes formações”, antecipa-se Celva Reis.

Ainda assim, pesa o fato de quase todos os analistas serem brasilienses. “Queremos expandir o número de classificadores voluntários pelo País. Dessa forma, poderemos contemplar melhor as especificidades regionais”, explica Tarcizio Ildefonso, coordenador do grupo. Atualmente, há cerca de 70 colaboradores em Brasília e 30 em Belo Horizonte (MG). Eles avaliam os pedidos de reconsideração e atribuem o selo de Especialmente Recomendados para Crianças e Adolescentes.

Os voluntários costumam ter vínculos com organizações de direitos humanos e proteção à criança. Outros se inscrevem por conta própria no site do Ministério da Justiça, como Cristina Carvalho, pedagoga da rede pública de ensino do Distrito Federal. Mãe de um garoto de 10 anos, ela participou da análise de dois programas infantis recentemente e se diz preocupada com a baixaria na televisão. “Procuro oferecer livros e outras atividades para entreter meu filho e imponho restrições à tevê a partir das 19 horas”.  Em alguns casos, precisa fazer concessões. “Não gostaria que ele assistisse Malhação (da Globo). Tive de concordar, desde que estivesse ao meu lado.” É a contrapartida necessária para evitar a pecha de censora dentro do lar.

 

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8º Fisl sedia Festival Multimídia de Cultura Livre do Brasil

Música, criação compartilhada, cinema, vídeos, programas de TV e de rádios comunitárias. Todas as artes digitais, produzidas com o software livre, farão parte do Criei, Tive Como! – Segundo Festival Multimídia de Cultura Livre do Brasil, que acontece entre os dias 12 e 14 de abril, em Porto Alegre, RS, simultaneamente ao 8º Fórum Internacional Software Livre (FISL).

O 2º Festival Multimídia de Cultura Livre do Brasil terá ainda uma mostra de filmes e vídeos licenciados para livre distribuição, além de programas ao vivo, entrevistas e programas produzidos ao vivo por rádios comunitárias.

A noite de abertura terá como atrações os artistas Mombojó, Bataclã FC, DJ Dolores e os DJs Lucio K, do Rio de Janeiro, e JC, da África do Sul, vencedores do primeiro concurso internacional Overmix BraSA, promovido pelo Overmixter, através do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e do Overmundo, em parceria com o ccMixter da África do Sul. A entrada das apresentações será franca.Para o FISL, estão programadas mesas redondas sobre o acesso à cultura livre.

Elaboradas em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), as palestras incluem temas como “Acesso ao Conhecimento e Software Livre: programando a nova cultura da colaboração”, “Software Livre e Administração Pública: questionamentos sobre contratos, responsabilidade e licitações”, “O Presente e o Futuro da Propriedade Intelectual: um debate internacional” e “Novos Modelos de Negócio com Propriedade Intelectual”. Entre os participantes das mesas, o coordenador do Creative Commons Ronaldo Lemos e os advogados Carlos Affonso e Pedro Paranaguá, do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O Festival Criei, Tive Como! tem como principal objetivo consolidar um espaço de exibição e difusão da produção audiovisual livre das restrições do copyright tradicional. O curador do festival é o coordenador do Creative Commons no Brasil e do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Ronaldo Lemos. O festival, uma realização da produtora Mil e Uma Imagens, em parceria com FISL, Creative Commons, Overmundo e Tangolomango, com patrocínio da Petrobras e apoio da Fundação Getúlio Vargas e do PACC (Programa Avançado de Cultura Contemporânea) da UFRJ.

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