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Globosat acredita em negociação, mas vê riscos e excessos no PL 29

A Globosat tem se mantido discreta, pelo menos publicamente, em relação ao PL 29/2007. São poucas as manifestações da maior programadora nacional de TV por assinatura sobre o projeto que, justamente, cria novas regras para o setor. Em entrevista a este noticiário, Alberto Pecegueiro, presidente da empresa, mostra que isso não quer dizer satisfação com o que esteja sendo feito. "Temos convicção de que é inevitável que se trate das questões da convergência em um projeto de lei, e nesse sentido PL 29/2207 tem um grande mérito. Mas temos discordâncias e estamos tentando convencer o Legislativo de que algumas coisas podem ser melhoradas", conta, referindo-se aos contatos que já manteve com o relator Jorge Bittar (PT/RJ) e as sugestões feitas, algumas consideradas, outras não.

Antes de entender as queixas é preciso ter em mente que a Globo é um grupo que tem interesses na TV aberta e na TV por assinatura, e que esses interesses normalmente não são alinhados. É o que parece ser o caso aqui.

"Achamos que o projeto exagera no intervencionismo em alguns aspectos. Ele parte do princípio de que todas as obrigações e punições que são colocadas levarão o mercado a crescer para muito além dos patamares atuais, e que esse será o grande ganho no final das contas. Acho que essa perspectiva precisa ser melhor discutida", diz o executivo. Ele se refere especialmente à questão das cotas quando fala em "obrigações e punições". "Nessa questão (das cotas) o projeto exagera. O argumento é de que elas existem em outros países com ótimos resultados. Mas tenho dúvidas se elas existem todas ao mesmo tempo, em um mercado com as características do brasileiro, em algum lugar".

Canal Brasil

Alberto Pecegueiro aponta ainda algumas contradições no texto. "O Canal Brasil é, por exemplo, um caso de canal de produção nacional, que tem distribuição garantida, originalmente, por uma determinação da Lei do Cabo. No PL 29/2007 não há garantia de que um canal dedicado ao cinema nacional deverá ser distribuído". Além disso, diz o executivo, o conceito de programadora independente deixa o Canal Brasil em uma situação mais complicada ainda, porque por ser vinculado à Globosat, ele não teria os benefícios previstos no projeto.

Sobre a cota de que um canal de jornalismo nacional seja sempre distribuído em conjunto com um outro canal jornalístico, Pecegueiro, cuja programadora é responsável pelo GloboNews, considera um contra-senso. "É contra a lógica econômica das operadoras", diz. Este mesmo dispositivo é criticado pela Band (responsável pelo BandNews), mas com o argumento contrário: o de que o segundo canal jornalístico corre o risco de ser discriminado e colocado em pacotes escondidos ou caros. Foi o ponto levado pelo presidente do grupo Bandeirantes, Johnny Saad, durante a Comissão Geral da Câmara para discutir o PL 29/2007, na semana passada. Na ocasião, o próprio relator Jorge Bittar esclareceu dizendo que os canais teriam que estar em um mesmo pacote. Ou seja, se agradar a Band, vai desagradar a Globo, e se agradar a Globo, Bittar arrumará um ponto de atrito com a Band.

Para Pecegueiro, é preciso haver maior flexibilidade nas cotas, inclusive no que diz respeito ao que se entende por canais nacionais. "Canais tipicamente brasileiros como GloboNews e SporTV não entram na conta, a não ser que a gente abra espaço no horário nobre para programas qualificados, que não têm o perfil destes canais. Com isso, cria-se uma categoria de canais mais nacionais que outros".

Alinhamento

Mas há outros pontos do PL 29/2007 que são, aparentemente, muito alinhados aos interesses da Globosat, e que vêm sendo apontados por outros programadores como aspectos de interesse do grupo Globo. Por exemplo, a exceção dada a pacotes com até 10 canais, que poderia permitir a montagem de pacotes mínimos apenas com canais Globosat sem o ônus do cumprimento de cotas de programação, ou a possibilidade de compensar as cotas necessárias para um canal com o excesso de conteúdo nacional em outro canal da mesma programadora. "Nesse caso, não foi um pedido nosso, e sim de programadores estrangeiros. Em relação aos pacotes de até 10 canais, o ponto importante é que se as cotas fossem aplicadas sobre eles, não haveria pacotes de baixo custo no Brasil", diz Pecegueiro.

Apesar das críticas ao projeto, o presidente da Globosat considera possível construir um consenso: "Sempre cito o exemplo da Lei do Cabo, que era tão complicada quanto e mesmo assim foi concretizada depois de um intenso e democrático processo de negociação".

Votação do PL 29/07 deve ficar para o dia 7 de maio

A reunião desta terça-feira, 29, da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados não deverá deliberar sobre o principal item de sua pauta: a votação do PL 29/2007, que regulamenta o mercado de TV por assinatura e o audiovisual. O mais provável é que a proposta só seja votada na primeira semana de maio, na reunião do dia 7, segundo informações do gabinete do relator, deputado Jorge Bittar (PT/RJ).

Vários fatores contribuem para que o projeto não tenha sua tramitação concluída na comissão nessa terça-feira. O principal é a provável falta de quórum considerável na reunião para apreciar uma matéria tão polêmica quanto o PL 29. Às vésperas do feriado do Dia do Trabalho (1º de maio) há poucas chances de que os deputados compareçam em massa à reunião. Outro empecilho é que o autor do projeto, deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC), está em Londres para um debate sobre telecomunicações e solicitou que o texto não fosse votado durante sua ausência.

Mas o mais forte fator para que o projeto não seja apreciado nesta semana é que o deputado-relator pretende apresentar um novo substitutivo nesta semana. O documento deve se restringir a correções na proposta atual e não deve alterar sensivelmente o conteúdo conhecido atualmente, ainda que haja grande movimento de setores interessados em tentar modificações de última hora. Este novo substitutivo – será o terceiro desde que o projeto chegou à Ciência e Tecnologia – não permite pedidos de vista, uma vez que, regimentalmente, os deputados só podem solicitar a suspensão da votação para uma análise mais apurada da proposta uma única vez.

A opção de apresentar um novo substitutivo, no entanto, exige o cumprimento de alguns trâmites burocráticos que seriam evitados caso o relator optasse por fazer uma complementação de voto. No caso do substitutivo, é necessário que o documento seja publicado com antecedência ao momento da votação, para que seja dada a publicidade adequada à proposta. Se Bittar optasse pela complementação de voto, a atualização do texto poderia ser apresentada na própria sessão deliberativa, antes da votação.

Para cumprir esse rito regimental, o gabinete de Bittar trabalha para consolidar o novo texto até a quarta-feira, 30. Novamente, como há um feriado na quinta, é imprescindível que o substitutivo seja encaminhado para publicação na quarta para que a proposta seja deliberada na sessão ordinária da próxima semana, prevista para o dia 7. A presidência da comissão e o próprio relator vinham defendendo que o projeto fosse votado ainda em abril, para agilizar a tramitação da proposta dentro da Câmara. Após passar pela Ciência e Tecnologia, o texto ainda precisa ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para o Senado Federal. Isso se não houver solicitação para que ele vá ao plenário da Câmara.

Divulgação precária de edital é causa de baixa adesão

Encerrado em 3 de março o prazo para inscrição de entidades interessadas em prover o serviço de radiodifusão comunitária previsto em Aviso de Habilitação (uma espécie de edital) publicado pelo Ministério das Comunicações em dezembro de 2007, uma conclusão preliminar é possível: mesmo após a prorrogação do prazo por mais 45 dias (foram 90 no total) a adesão ao aviso foi baixa, mesmo se computadas as entidades destes locais já cadastradas há anos e que foram automaticamente incluídas na lista. Pesquisa feita pelo Observatório do Direito à Comunicação a partir de dados do ministério aponta que das 950 localidades em todo o Brasil onde foram disponibilizados canais para rádios comunitárias, em aproximadamente 47% (ou 450 localidades) não houve uma única associação interessada.

Ao todo, 751 entidades foram inscritas, sendo que em muitas cidades existe grande concorrência pelo único canal disponível. Até o final do processo, quando toda a documentação tiver sido analisada pelo Minicom e as entidades receberem a certificação de que realmente podem prestar o serviço, o número de entidades habilitadas deve diminuir drasticamente, o mesmo acontecendo com o número de localidades que devem ter pelo menos uma associação apta a receber a autorização. Muitas dessas associações, por exemplo, não devem conseguir reunir a papelada necessária. Outras, por terem sido inscritas há anos e agora automaticamente cadastradas, possivelmente nem existem mais.

A resposta à baixa procura não é difícil de ser encontrada. A divulgação do Aviso 06/2007 se deu de duas maneiras: a publicação no Diário Oficial da União e na página do Minicom na internet. E justamente a maioria das localidades atualmente habilitadas não tem acesso à internet, e o DOU, como se sabe, não está entre as publicações mais lidas do país. Como esperar, então, que as entidades tivessem conhecimento do aviso em, por exemplo, Ipixuna, no interior do Amazonas?

Segundo o Ministério das Comunicações, as localidades situadas no Estado de São Paulo tiveram um procedimento diferente, e as associações destes locais que fizeram o pedido de autorização antes do Aviso 06/2007 não foram automaticamente cadastradas. O Minicom afirma, entretanto, que enviou carta a todas estas entidades para que pudessem manifestar interesse no aviso atual.

Comunicação ineficiente

Entre as associações que representam rádios comunitárias, não há dúvidas de que a divulgação exígua impede que muitas entidades participem do processo. Além disso, reclamam do prazo para inscrição e sustentam que o aviso deve ser permanente. O Ministério das Comunicações assume que a divulgação é insuficiente, mas diz que conta com a ajuda das organizações da sociedade civil para ampliar sua capacidade de chegar às cidades mais distantes. Mas o consenso para por aí.

José Luís Sóter, secretário-geral da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) é incisivo nas críticas ao Minicom. Para ele, se o ministério não dá publicidade ao aviso, não é por ineficiência, mas, deliberadamente, porque atribui facilidades às rádios ligadas a políticos e igrejas. “Não tem como as comunidades mais afastadas terem acesso ao aviso. Não há desinteresse, mas desinformação”. Sofia Hammoe, da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), faz coro com Sóter e condena a divulgação. “É claro que, sem a divulgação adequada, a adesão será baixa”.

O Ministério das Comunicações alega dificuldades em atingir as localidades mais distantes e defende a gestão do ministro Hélio Costa. A assessoria de imprensa do Minicom afirma que nunca houve tantos avisos de habilitação como agora, e cita justamente os abusos de políticos e igrejas como um dos fatores a dificultar a ação do ministério. “Realmente ainda há poucos funcionários. Estamos fazendo o máximo, colocando mais gente pra trabalhar. Antes, não existia nem arquivos das rádios. Agora organizamos isso”, diz a assessoria do Minicom.

Casos especiais

Dois estados chamam especialmente a atenção quando observada a adesão ao Aviso 06 e o histórico recente. Enquanto em São Paulo se estende a polêmica sobre a atuação das supostas rádios piratas, Sergipe se destaca por uma surpreendente adesão em 100% das localidades habilitadas.

O caso paulista é citado pelo Minicom como exemplo de má conduta das rádios. O ministério sugere que, por conta das “piratas”, o processo acaba sendo mais demorado. “Queremos apenas que quem não esteja legalizado o faça. Temos provas de que estas rádios interferem em aeroportos. É algo que não pode acontecer”, afirma. O estado, inclusive, foi o único onde os antigos cadastros não foram automaticamente renovados.

Sergipe, por sua vez, único estado onde o Aviso 06/2007 foi respondido em todas as cidades é, para Sóter, responsabilidade da atuação da Abraço. “Sergipe é um caso específico, tem muita atividade do movimento lá. Foi a Abraço quem tomou a iniciativa de levar a informação para as comunidades. Já em outros casos, nem a associação soube”.

Rádios cobram regularização e fim da repressão no Recife

Cartazes, panfletos, dois carros de som, um mini trio-elétrico e centenas de manifestantes de diversos municípios do Estado exigindo o direito de se comunicar. Esse foi o cenário do primeiro protesto já realizado pelas rádios comunitárias em Pernambuco que tomou conta do Centro do Recife na tarde da última sexta-feira (25). O protesto tinha como objetivo massificar a importância das rádios comunitárias para a sociedade e repudiar as ações da Anatel. Nos últimos anos, o Governo Federal tem sido lento no processo de concessões, mas foi rápida a ação de fechamento, pela polícia federal, contra as rádios comunitárias de Pernambuco.  "Estão querendo calar a nossa voz, mas não vão conseguir porque somos a voz do povo", repetia, ainda na concentração do grupo, na Praça Oswaldo Cruz, o coordenador da Associação Brasileira de rádios Comunitárias (Abraço), Napoleão Assunção.

Munidos de mordaças vermelhas como símbolo de repressão, apitos para se fazerem ouvidos à distância, e de paródias sendo tocadas nos carros de som, o grupo partiu em uma caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista até a Praça do Carmo, no Centro do Recife. "Rádio comunitária, sem a nossa voz não há democracia" era a frase que ecoava entre os manifestantes, com ênfase maior na palavra final, democracia. Representante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias, Amarc, Manina Aguiar definiu a mobilização como "um sucesso". "Do começo ao fim, foi pacífica e decisiva", declarou.

"Esse é apenas o ponto de partida. Estamos unidos para dizer que não queremos ser criminalizados, muito menos intitulados como rádios piratas", declarou Rebeca Oliveira, também da Abraço e representante da Rádio Cultural da Muribeca. Ela adiantou que o próximo passo na luta pela regularização das rádios comunitárias será uma audiência pública na Assembléia Legislativa de Pernambuco, marcada para as 9h do dia 27 de maio. "A intenção é lotar o auditório e mostrar nossa força. Iremos entregar um relatório sobre a repressão realizada pela Polícia Federal no fechamento de rádios comunitárias. Vamos também pedir direito de resposta e cobrar a criação de uma Comissão de Comunicação Comunitária", explicou Rebeca.

Com respaldo na lei, o representante da Rádio Comunitária Alternativa, do bairro de Engenho Maranguape (em Paulista), David Moreno contesta o fechamento de rádios. "A Constituição Federal nos garante o direito de nos comunicar. Como ainda podemos ser banidos de fazer disso um trabalho social?", questionou. A Rádio Comunitária Alternativa, em seus três anos e cinco meses no ar, já recebeu duas vezes a visita de técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "Fechamos duas vezes, mas também abrimos as duas", conta David. A comunidade de Engenho Maranguape possui 22 mil habitantes, todos beneficiados com a rádio. "Usamos esse meio de comunicação para informar a população sobre seus direitos. Temos programas especiais voltados aos deficientes, idosos, adolescentes e crianças. É uma maneira satisfatória de interagir com a comunidade", enfatiza David sobre a importância das rádios.

Ação da Polícia Federal

A Polícia Federal de Pernambuco fechou 30 rádios comunitárias do Estado no último dia 17 de março. Na chamada operação 'Segurança no ar', foram cumpridos 56 mandados de busca e apreensão dos equipamentos de rádios que funcionam sem outorga no Recife e em outras cidades como Olinda e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, Catende, na Mata Sul, Limoeiro e Caruaru, no Agreste. As rádios comunitárias esclarecem que não interferem no tráfego aéreo, partindo do princípio que seus equipamentos são autorizados e homologados pelo Ministério das Comunicações, que determina a potência de 25 Watts conforme a legislação federal.

A manifestação foi coordenada por organizações de rádios comunitárias, entre elas, a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (ABRAÇO), pela Associação Mundial das Rádios Comunitárias (AMARC), pela Federação de Rádios Comunitárias de Pernambuco e
Associação das Rádios Populares de Pernambuco. Organizações feministas que integram o Fórum de Mulheres de Pernambuco, como o SOS Corpo, apoiaram a ação e vem desde o começo contribuindo na divulgação das notícias sobre esse ato. Além disso, para fortalecer a programação local das rádios, o SOS Corpo produziu CDs com programas de rádio que tratam do combate à violência contra a mulher.

TVs universitárias questionam critérios definidos no PL 29/07

A decisão do deputado Jorge Bittar (PT/RJ), relator do PL 29/2007 – que trata do mercado de TV por assinatura e do audiovisual -, de incluir na proposta o direito ao uso compartilhado do Canal Universitário por instituições de ensino superior foi louvado pela Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU). Em carta encaminhada ao deputado, a associação disse se sentir "realizada com a sensibilidade" do parlamentar ao pensar na extensão do direito de entrada no canal por estas instituições. No entanto, a ABTU vê com preocupação os critérios de "precedência" estabelecidos na proposta do deputado, que dão prioridade às universidades frente aos centros universitários e às faculdades.

A preocupação ressaltada na carta, assinada pelo presidente da associação, Cláudio Márcio Magalhães, é que o sistema adotado por Bittar acabe deturpando a entrada das instituições no Canal, na medida em que o critério não inclui nenhum parâmetro para avaliar a excelência da universidade que pleitear o espaço na programação. De acordo com o último substitutivo do deputado, têm prioridade no uso do Canal Universitário – de veiculação obrigatória pelas TVs por assinatura – as universidade, seguidas pelos centros universitários e, por fim, as faculdades.

Qualidade

"Como V.Exa, bem sabe, o fato de ser 'universidade' não é sinal imediato de qualidade, assim como, o contrário, uma faculdade não é sinal de pouca eficiência acadêmica. Temos instituições boas e ruins em qualquer nomenclatura e a opção por se dedicar a um foco específico (como é o caso de algumas faculdades) não a deve denegrir", pondera Magalhães na carta. O temor é que "uma universidade, às vezes até mal intencionada" seja privilegiada com espaço de veiculação de sua produção audiovisual à revelia de uma faculdade que tenha um bom trabalho no campo do audiovisual.

Correção

De acordo com o presidente da ABTU, da forma com que está o projeto, universidades "sem excelência, mas de grande e poderoso porte físico e partidário" irão se sobrepor a instituições menores, mas que fazem um trabalho mais ousado e independente. A sugestão dada pela associação é que o deputado adapte a proposta com critérios mais objetivos que, segundo Magalhães, podem ser obtidos junto ao Ministério da Educação.

A proposta de Bittar ainda deve passar por uma última revisão por meio de um "complemento de voto", que deve ser apresentado no dia da votação da matéria. Porém, não há confirmação se esta será uma das questões revisadas no complemento. A Comissão de Ciência e Tecnologia pretende fazer uma primeira tentativa de votação do projeto na próxima terça-feira, 29, mas a matéria só será deliberada se houver um quórum alto na reunião.