TV paga atinge 12 milhões de assinantes em setembro

Georgia Jordan – Tele.Síntese

O superintendente de Serviços de Comunicação de Massa  da Anatel, Ara Minassian, antecipou nesta sexta-feira (21) os dados de TV por assinatura da agência para o mês de setembro, anunciando que o serviço já atingiu a marca dos 12 milhões de assinantes em todo o país. Durante participação no Fórum TV do Futuro, realizado em São Paulo, Minassian afirmou que, desde dezembro, a base de clientes da TV paga cresceu 20%, volume esperado para todo o ano de 2011.

Os serviços de TV paga por satélite continuam liderando o mercado com 6,3 milhões de assinantes, enquanto a TV a cabo detém 5,3 milhões de clientes e o serviço de TV por assinatura por MMDS, 250 mil.

MinC e MDIC anunciam parceria estratégica no audiovisual

Redação – Cultura e Mercado

Na última terça-feira (18/10), foi anunciada a inserção do setor audiovisual no Plano Brasil Maior do Governo Federal, durante a premiação do Festival do Rio, no Cine Odeon. Para representar a aliança estratégica construída entre o Ministério da Cultura e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, estiveram presentes a Secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana e o Secretário de Comércio e Serviços, Humberto Ribeiro.

O objetivo do plano para o audiovisual é investir e fortalecer as cadeias produtivas e proteger a indústria nacional, atuando em formação e qualificação de mão de obra, buscando desonerar os elos da atividade do setor e desburocratizando todos os processos e entraves ao desenvolvimento do audiovisual no Brasil.

De acordo com o secretário Humberto Ribeiro, o Plano Brasil Maior contemplou segmentos produtivos que não faziam parte das políticas anteriores.

Clique aqui para mais informações sobre o Plano Brasil Maior.

Ancine promove seminário internacional de políticas de financiamento do audiovisual

Redação – Tela Viva News

 

A Ancine promove o Seminário Internacional Políticas de Financiamento do Audiovisual no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, de 27 a 29 de novembro. O evento reunirá os países participantes da Conferência de Autoridades Cinematográficas da Iberoamérica (CACI), além de países convidados. No encontro, serão apresentados os instrumentos de políticas públicas orientadas ao desenvolvimento e financiamento do cinema e do audiovisual dos países da comunidade ibero-americana e outros que mantêm políticas audiovisuais relevantes. O seminário é direcionado a autoridades representantes dos países participantes da CACI, produtores, diretores, exibidores, pesquisadores da área, servidores dos órgãos setoriais do audiovisual no Brasil e nos outros países ibero-americanos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Ancine até  11 de novembro. As vagas são limitadas.

ABRA pede a Minicom que preserva a faixa de 700 MHz para a televisão

Redação – Tela Viva News

A Abra, uma das associações que representa os broadcasters, enviou carta ao Ministério das Comunicações (Minicom) pedindo que o órgão intervenha junto à Anatel para preservar os canais na faixa de 700 MHz para o serviço de radiodifusão.

O motivo seria o fato da Anatel estar alterando os planos de canalização de TV. Segundo fonte que teve acesso ao documento, a Abra acusa a agência de estar cancelando canais que constam como vagos nos controles da Anatel, mas que na prática estão ocupados ou em fase de consulta junto ao ministério, o que estaria causando uma insegurança nos radiodifusores. Ou seja, a Anatel estaria excluindo canais de TV sem consulta prévia ao Minicom.

Segundo a associação, isto seria indicativo de uma intenção da Anatel de limpar o espectro para destiná-lo a outros serviços, como a comunicação móvel. Por isso, a Abra pede ao Minicom que determine publicamente a utilização destas faixas para a radiodifusão após o período de transição da TV digital, em 2016.

Wikileaks interrompe atividades por falta de dinheiro

A organização WikiLeaks, que publicou milhares de documentos comprometedores de governos do mundo todo, anunciou nesta segunda-feira (24) que deixará de funcionar por falta de financiamento.

O anúncio foi feito pelo fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em entrevista coletiva em Londres. Assange está retido no Reino Unido, aguardando a conclusão de um julgamento de extradição para a Suécia, onde é acusado de supostos abusos sexuais.

O WikiLeaks destacou que suspende a divulgação de documentos secretos oficiais devido ao "bloqueio arbitrário e ilegal" feito por empresas americanas, como Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e Western Union, que dificultaram o acesso a fontes de financiamento.

Segundo o site, o bloqueio destruiu 95% de sua receita e custou bilhões de euros pela perda de doações durante um período de 11 meses. Agora, o site se concentrará em arrecadar fundos

"Nossos poucos recursos devem se concentrar agora na luta contra o bloqueio bancário ilegal", afirmou Assange.

"Se não enfrentarmos este ataque financeiro, então haverá um precedente perigoso, opressivo e não democrático, com consequências que vão além do Wikileaks e seu trabalho", acrescentou.

O fundador do site também advertiu que outras organizações que denunciam as atividades de grupos poderosos podem correr o mesmo risco que o Wikileaks.

Revelou segredos das principais potências do mundo

O Wikileaks foi criado em 2006 com o objetivo de revelar ao grande público o conteúdo de documentos classificados como confidenciais. Pessoas que não eram identificadas enviavam documentos para o site. Após uma leitura e checagem dos dados, esses documentos eram disponibilizados para leitura.

A maior polêmica do Wikileaks foi o vazamento de cerca de 250 mil documentos diplomáticos confidenciais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, revelando detalhes da política externa americana.

As informações foram entregues a cinco grandes veículos de imprensa do mundo, entre eles o americano "The New York Times", o francês "Le Monde", e o britânico "The Guardian". O conteúdo dos documentos diplomáticos secretos revelavam uma visão pouco amistosa dos EUA com relação a alguns países e líderes mundiais.

Fundador do site é acusado de estupro

O fundador do Wikileaks, Julian Assange ganhou fama e problemas após a divulgação de milhares de documentos comprometedores de governos de todo o mundo em seu site.

Assange foi detido no fim do ano passado em Londres em virtude de uma ordem de captura europeia. Duas mulheres suecas o acusam de estupro. Depois de passar novo dias na prisão, responde em liberdade condicional e vive praticamente o tempo todo na mansão de um amigo a 200 km da capital inglesa.

A detenção aconteceu após o início da divulgação, em 2010, de milhares de telegramas diplomáticos confidenciais americanos pelo WikiLeaks, assim como de documentos secretos sobre as guerras do Iraque e do Afeganistão.

Os partidários de Assange denunciam que o caso tem motivações políticas e que a extradição para a Suécia seria apenas uma etapa antes do australiano ser entregue aos Estados Unidos, país que ainda estuda uma maneira de acusá-lo formalmente.