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Campanha pela Ética na TV divulga 15º Ranking da Baixaria

Depois de quatro meses de apuração, a campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania" divulga o 15º Ranking da Baixaria na TV. Foram analisados os cinco programas de televisão que receberam maior número de denúncias. De acordo com a Coordenação da campanha os programas que aparecem neste ranking são reincidentes e merecem atenção de todos, sociedade civil, telespectadores e professores, para que não continuem a desrespeitar os Direitos Humanos na televisão.

A campanha foi lançada em novembro de 2002 e já registrou um total de 34.374 denúncias, sendo que, de maio a setembro deste ano, foram contabilizadas aproximadamente 1.500 reclamações de telespectadores insatisfeitos com a qualidade e a falta de ética da programação televisiva. As denúncias foram analisadas pelo Comitê de Acompanhamento da Programação, formado por representantes das mais de 60 entidades da sociedade civil parceiras da campanha.

Os programas mais denunciados foram: "Terceiro Tempo" (Rede Bandeirantes), "Pânico na TV" (Rede TV), "Super Pop" (Rede TV), "SP no AR" (Rede Record) e "A Tarde é Sua" (Rede TV). O "Pânico na TV" e o "Super Pop" aparecem pela 4º vez e "A tarde é Sua" pela 2º vez no Ranking da Baixaria na TV.

Com isso a coordenação da campanha, juntamente com os deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e Adão Pretto (PT – RS), presidente da Comissão de Legislação Participativa, ambas da Câmara dos Deputados, decidiram encaminhar as denúncias ao Ministério Público Federal, para que seja elaborado um termo de ajustamento de conduta, pelo qual as emissoras venham a assumir o compromisso de não mais veicularem conteúdos ofensivos aos direitos dos cidadãos previstos na Constituição e na legislação em vigor.

Na próxima quinta-feira (9), a TV Brasil e a TV Câmara vão transmitir o programa "Ver TV" sobre o 15º Ranking da Baixaria na TV, a partir das 22h30. Para mais informações acesse www.camara.gov.br ou ligue (61) 3216-6576. A sistematização de denúncias e os pareceres dos programas estão no site eticanatv@camara.org.br

Sessão da Anatel sobre PGO e PGR permitirá comentários do público

A aguardada sessão aberta onde serão votadas as versões finais do novo Plano Geral de Outorgas (PGO) e do Plano Geral de Regulamentação (PGR) se parecerá em muito com as audiências públicas feitas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A agência divulgou nesta quarta-feira, 8, os procedimentos da reunião e uma surpresa é que será permitida a manifestação dos participantes (o documento com a íntegra dos procedimentos está disponível na homepage do site TeleTime).

O método é o mesmo das audiências: os participantes que queiram fazer comentários deverão se inscrever antes do início da sessão e será permitida apenas uma intervenção por cada instituição.

A única diferença é que o controle de entrada na sessão será mais forte do que nas audiências públicas. Dos interessados em fazer manifestações, será exigido nome completo, número da identidade, número do CPF e nome da empresa ou entidade que representa. Nas audiências, não há a solicitação de documentos para a inscrição. Os que pretendem apenas assistir à votação também serão obrigados a se inscrever antes da sessão. Nestes casos não há menção à exigência de documentos.

O texto divulgado pela Anatel também dá a entender que a agência não permitirá que as pessoas fiquem em pé dentro do Auditório do Espaço Cultural da agência, onde será realizada a sessão. Segundo os procedimentos definidos, "serão admitidos convidados no auditório até o limite de sua capacidade e estarão disponíveis nos ambientes externos, meios audiovisuais para assistência".

Longa agenda

A previsão da Anatel é que a sessão comece 9h. Entre às 8h e 9h será feito o cadastramento dos participantes e espectadores. A perspectiva da agência é que a sessão seja encerrada às 20h40, mas a própria autarquia admite que poderá adiar a continuação da sessão para o dia seguinte ou outra data a ser agendada caso haja necessidade.

O primeiro documento a ser apresentado é o relatório final do conselheiro Pedro Jaime Ziller sobre a proposta de PGO. Depois disso, ocorrerá o período de manifestações dos inscritos. Apenas depois de todas as manifestações serem feitas é que o conselheiro Antônio Bedran fará a leitura do seu relatório sobre o PGR. Ou seja, quem tiver comentários a fazer sobre o PGR, terá que se manifestar sem conhecer o parecer final do conselheiro.

Após a apresentação de Bedran é que serão colhidos os votos dos conselheiros. Primeiro, o Conselho Diretor deliberará sobre o PGR e, só depois de concluída esta deliberação, será votado o PGO. Assim, se houver a necessidade de prorrogação da sessão, muito provavelmente serão os votos do PGO que ficarão para coleta em outro dia.

TVs públicas do Nordeste discutem formação de rede nacional com a TV Brasil

As emissoras de televisão públicas do Nordeste reúnem-se nesta sexta-feira (10) para tratar da formação da rede nacional com a TV Brasil. Na reunião, que acontece na sede da Detelpe, em Recife, serão discutidas as alterações nas grades de programação de cada emissora com o objetivo de formação de uma grade única da rede. A data prevista para estréia é o dia 2 de dezembro. A Aperipê TV coordenará a reunião.

A novidade nesta etapa de construção da rede é que as emissoras estaduais apresentarão projetos de programas que irão compor a grade nacional. Todas as emissoras poderão apresentar projetos que, após aprovação do comitê executivo, receberão apoio financeiro da TV Brasil para sua produção.

Estes programas serão organizados em quatro horas de programação distribuídas em faixas temáticas como meio ambiente, conteúdo infantil, juventude, ciência e tecnologia, entre outros. Duas faixas de conteúdo infantil estão previstas. Uma aportada pela TV Brasil, num total de duas horas, e uma hora composta por produções oriundas das emissoras parceiras.

Após a definição deste conteúdo a rede terá dez horas de programação simultânea obrigatória. Os horários não poderão ser alterados individualmente pelas associadas.

Reforma do Artigo 222 abriu setor ao capital estrangeiro

O Artigo 222 da Constituição Federal, que garantia que os meios de comunicação em operação no país fossem controlados exclusivamente por cidadãos brasileiros, foi o único do capítulo Da Comunicação Social a ser alvo de reforma nestes 20 anos. Em 2002, a Emenda Constitucional 36 alterou seus dispositivos, permitindo a presença de até 30% de capital estrangeiro no quadro acionário das empresas jornalísticas e de radiodifusão.

O novo texto estabeleceu também algumas salvaguardas. A gestão das atividades, a definição da programação e a responsabilidade editorial dos conteúdos deveriam ser controladas exclusivamente por brasileiros. A título de manter o controle sobre a entrada dos capitais estrangeiros, foi previsto que as alterações dos quadros societários decorrentes da entrada de investidores de outros países deveriam ser comunicadas ao Congresso Nacional.

A nova redação do artigo ainda remetia a regulamentação em lei específica. Apesar de ter se comprometido a enviar um projeto de lei para o Congresso como base da norma que detalharia a nova redação do Artigo 222 da Constituição, o governo Fernando Henrique publicou uma Medida Provisória (a 70/2002) no início de outubro.

No apagar das luzes daquele ano, em 20 de dezembro, foi aprovada a Lei 10.610, que disciplinou a entrada dos investimentos internacionais no setor. O uso de uma MP e a tramitação rápida foram um recurso do governo tucano em resposta à pressão do empresariado, que queria evitar que a definição destas regras ficasse a cargo do recém-eleito governo de Luis Inácio Lula da Silva.

Motivos nada nobres

Esta agilidade também já havia marcado a tramitação da Emenda Constitucional 36. Em menos de um ano, seus operadores no Congresso Nacional conseguiram resgatar a Proposta de Emenda Constitucional 203/B, de 1995, do deputado Laprovita Vieira (PPB-RJ), e aprová-la, em maio de 2002. Jornalistas que trabalhavam em Brasília na época contam que a votação foi comandada em plenário pelo vice-presidente de relações institucionais das Organizações Globo, Evandro Guimarães, articulador do acordo para viabilizar a concordância dos parlamentares com todos os partidos, à exceção do PDT. O PT, que se notabilizava por uma postura combativa em relação aos interesses do empresariado, acabou também aceitando o projeto, reivindicando durante a negociação a instalação do Conselho de Comunicação Social (saiba mais).

A mudança de postura das emissoras, que até poucos anos antes eram refratárias à presença de capital estrangeiro do setor, se deu por motivos muito concretos: o conjunto de dívidas contraídas ao longo da década de 1990. “A aprovação da emenda foi feita para atender os interesses dos empresários, que estavam em um momento delicado do ponto de vista financeiro, pois haviam fracassado na sua tentativa de participar do processo de privatização das teles. Foi na esteira destes fracassos que capital estrangeiro passou a ser luz no fim do túnel”, lembra o professor aposentado da UnB e pesquisador Venício Lima.

Além da desastrada investida sobre o espólio da Telebrás, citada por Lima, outra aventura dos empresários foi a reforma de seus parques de produção e transmissão. Exemplos são o Projac, inaugurado pela Rede Globo no Rio de Janeiro em 1995, e o Complexo Anhanguera, lançado pelo SBT em 2000. Tais iniciativas foram motivadas pela paridade entre o real e o dólar. Quando veio a desvalorização cambial, em 1998, a dívida contraída explodiu.

O resultado foi o acúmulo de prejuízos da ordem de R$ 7 bilhões em 2002, sendo R$ 5 bilhões apenas da Globopar, holding das Organizações Globo. A situação dramática gerou inclusive uma divisão entre os radiodifusores. As redes SBT, Record e Bandeirantes reivindicavam uma abertura maior do que os 30% previstos no projeto. A Globo foi contra. Ela precisava garantir a sua capitalização sem correr o risco de que o feitiço se voltasse contra o feiticeiro, ou seja, que suas concorrentes não utilizassem o apoio de investidores estrangeiros para fortalecerem demais sua atuação no país.

Pró-mídia

No entanto, a expectativa de que a abertura ao capital estrangeiro resolvesse os problemas financeiros das empresas de comunicação não se concretizou. Sem encontrarem interessados em seus negócios, os radiodifusores transferiram o foco de suas lamentações do Congresso para o Executivo. O recém-eleito governo Lula foi duramente pressionado a elaborar um programa de “resgate” das empresas, apelidado de Pró-Mídia. Em 2004, o BNDES assumiu a possibilidade de executar o programa e chegou a prometer R$ 4 bilhões para o setor, que àquela época acumulava dívidas de R$ 10 bilhões.

Em documento divulgado à época, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), questionou a necessidade da ajuda financeira e defendeu, caso ela fosse ser levada a cabo, a exigência de contrapartidas dos contratantes dos financiamentos como: transparência na gestão dos recursos obtidos, tratamento equânime para os veículos públicos e estatais, garantia de acesso por novos concorrentes e não apenas pelos endividados, e compromissos de que parte do empréstimo fosse usado para adquirir produção independente e regionalizada.

As divergências surgidas já durante a formatação do texto da Emenda Constitucional ressurgiram, levanto a um racha dentro da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert). Estas divergências internas dos radiodifusores foram importantes para a desistência do programa de apoio por parte do governo federal. A Globo, em situação mais dramática, iria resolver sua fragilidade financeira articulando a abertura de outro setor a investidores internacionais: o da televisão por assinatura.

Abertura nas telecomunicações

Após a aprovação da Emenda 36, a única empresa jornalística ou concessionária de rádio e TV a vender parte de seu capital a um grupo estrangeiro foi o Grupo Abril, controlador da principal editora no ramo de revistas. Em 2006, ela negociou 30% de suas ações para o grupo Naspers, uma empresa multinacional com base na África do Sul que atua na área de mídia eletrônica.

“Até onde se sabe, a questão da propriedade dos meios de comunicação no Brasil jamais esteve na pauta dos grupos financeiros internacionais, para efeito de controle econômico”, analisa o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Othon Jambeiro. Para ele, o setor mais atrativo para os empresários estrangeiros sempre foi o de serviços de telecomunicações. Quando houve a reforma constitucional, tal tendência já havia se confirmado na privatização do setor de telefonia. A espanhola Telefónica e a Portugal Telecom ficaram com o “filé” do fatiamento do Sistema Telebrás, ao adquirir a Telesp.

Dois anos após a aprovação da Emenda 36, em 2004, foi a vez da gigante latino-americana Telmex entrar no país com a compra da Embratel por US$ 360 milhões. “É preciso entender que, embora não pareça, TV aberta é um negócio em extinção e, num país como o Brasil, onde poucos lêem, editar jornais interessa menos ainda ao grande capital global. O negócio, agora, é a TV por assinatura e na sua regulamentação é que deveríamos estar centrando os nossos esforços”, indica Marcos Dantas, professor da PUC-RJ.

Se comparado à radiodifusão aberta, o mercado de TV por assinatura está sensivelmente mais tomado pelos grupos estrangeiros. O principal responsável por este cenário foi as Organizações Globo, que como resposta às suas dificuldades financeiras promoveu a desnacionalização deste mercado.

Na distribuição por cabo, a Globo passou o controle da Net à mexicana Telmex. Apesar da Lei do Cabo restringir a presença de capital externo a 49%, uma engenhosa operação financeira garantiu o repasse da maioria da operadora aos mexicanos com a anuência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A empresa GB Empreendimentos e Participações, formada por 51% da Globo e 49% da Telmex, comprou 51% das ações ordinárias da Net. Por meio da Embratel, a Telmex comprou 37,3% das ações ordinárias e 49% das preferenciais da Net, chegando ao controle real de 62% da companhia.

No satélite (DTH), as Organizações Globo atuaram fortemente para viabilizar a fusão da DirecTV, da Hughes Eletronic Corporation, com sua operadora Sky, mantida em uma parceria com o conglomerado internacional News Corporation. Em 2006, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autorizou o negócio. Com ele, a nova operadora passou a controlar 97% do mercado, tendo controle majoritário pela News Corporation com 74% e a Globo com 26%.

A Abril, que competiu durante a década de 1990 com a Net, também vendeu sua operadora de TV por assinatura, TVA, para um grupo estrangeiro, a Telefónica. A empresa espanhola explora o serviço de telefonia fixa em São Paulo e detém 50% da Vivo, que atua na área móvel.

Intenção original: controle nacional

Apesar de ter sido o único artigo alterado do capítulo da Comunicação Social, o Artigo 222 esteve entre os poucos consensos dentro da subcomissão que discutiu capítulo Da Comunicação Social durante a Assembléia Constituinte. Em sua versão original, ele restringia o controle das empresas de mídia a “brasileiros natos e naturalizados há mais de 10 anos”, aos quais caberia “a responsabilidade por sua administração e orientação intelectual”.

A preocupação com o controle nacional unia os interesses dos grupos remanescentes alinhados aos militares aos da esquerda nascente. A internacionalização do parque produtivo, que viria a ser uma marca do projeto hegemônico no país durante a década de 1990, ainda não havia aportado no país como uma saída para os problemas nacionais.

Para Venício Lima, no texto prevaleceu a tradição constitucional brasileira do setor. “Por um princípio antigo, impediu-se também a participação das pessoas jurídicas.A racionalidade atrás disso era que se podia responsabilizar alguém pela calúnia, pela difamação”, explica.

Tal impedimento foi também revertido na Emenda Constitucional 36. Reivindicação dos evangélicos, a novidade tem contribuído para o ascenso da Rede Record no mercado de televisão aberta. Caso o crescimento da rede comandada por Edir Macedo confirme-se a ponto de tirar a liderança de mercado da Globo, estaremos diante de uma ironia: por caminhos tortos, a única reforma constitucional do capítulo Da Comunicação Social terá criado condições para uma mudança profunda nas comunicações brasileiras.


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Debates sobre matérias da área de comunicação serão intensificados na Câmara

Para além do Plano Geral de Outorgas, temas ligados à comunicação serão alvo de mais disputas políticas após o término das Eleições Municipais 2008. Entre eles estão a tramitação, na Câmara dos Deputados, do PL 29/07, que altera a regulamentação da TV paga no país e abre a o mercado do audiovisual para as teles, e a renovação das concessões de Rádio e TV. Já para os movimentos sociais, a prioridade deverá ser a convocação da Conferência Nacional de Comunicação.

As Eleições 2008 ocupam as atenções dos partidos políticos, parlamentares e governo principalmente desde junho. Os interesses presentes na disputa eleitoral tiveram reflexos – como baixo quorum – no encaminhamento de diversas matérias no Congresso Nacional. Mas após o 2º turno a dinâmica institucional deve ganhar outro ritmo.

Pressões para agilização, na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), dos encaminhamentos visando mudanças no Plano Geral de Outorgas (PGO) prosseguem. A perspectiva é de que ainda em outubro seja aprovada a proposta a ser encaminhada ao Ministério das Comunicações.

No debate sobre as mudanças na legislação sobre a TV paga, o Projeto de Lei 29/07 mudou de rumo já em setembro. Ele agora tramita na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara. E com a perspectiva de que alguns avanços obtidos nos debates anteriores na Comissão de Ciência, Comunicação, Tecnologia e Informática (CCTI) caiam por terra.

Há, também, uma pendência que incomoda os barões da mídia. As concessões de 184 emissoras de Rádio e TV estão vencidas. Em meio às pressões empresariais para renovação das concessões, além dos embates entre o Ministério das Comunicações e a CCTI, há na CCTI um debate inacabado sobre a atualização da legislação para tornar tal processo mais transparente.

Elo menos ouvido nesta disputa de correlação de forças, diversos movimentos sociais continuam empunhando a bandeira da democratização da comunicação. Entidades como a FENAJ e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação querem que o governo convoque um processo de Conferência Nacional de Comunicação com participação popular como espaço privilegiado para a formulação das políticas públicas para o setor.

O Movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação – que além de entidades e ativistas reúne, também, parlamentares e duas Comissões da Câmara – já conseguiu uma importante vitória, a previsão de verba no Orçamento da União para que tal processo ocorra. Já houve inclusive iniciativas de construção de Conferências Estaduais do setor. Mas falta, ainda, a disposição política do governo federal de convocação de tal processo.