As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
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Requião espera reação da sociedade contra censura prévia na TVE do Paraná
O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), disse nesta quinta-feira que espera uma reação da sociedade contra a decisão judicial que o proibiu de usar a TV Educativa do Estado para promoção pessoal, ofensas à imprensa, a adversários políticos e instituições. A decisão é do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em ação movida pelo Ministério Público Federal.
'Espero a manifestação de todas as entidades de classe, de veículos de comunicação, de sindicatos de jornalistas, da [OAB] Ordem dos Advogados do Brasil, da [ABI] Associação Brasileira de Imprensa, a respeito do estabelecimento da censura prévia no Paraná. Voltamos ao Ato Institucional 5 e à obscuridade da ditadura', afirmou o governador por meio de nota. 'Hoje, tentam censurar o governador. Amanhã, pode ser qualquer cidadão', afirmou.
As informações são da Folha Online.
Ministério Público Eleitoral de Goiás afirma que doação de TV a partido é ilegítima
Do Portal Imprensa
O Ministério Público Eleitoral em Goiás entrou com pedido de Mandado de Segurança no Tribunal Superior Eleitoral, contra a decisão que aprovou a prestação de contas referente às eleições do PFL em 2006.
De acordo com o Ministério, o partido recebeu R$ 100 mil da Rede Goiânia de Rádio e Televisão e R$ 350 mil da Sama – Minerações Associadas, o que vai contra a Lei das Eleições, que proíbe a doação em dinheiro, ou estimável em dinheiro, de concessionária ou permissionária de serviço público. As contas haviam sido aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás.
O MPE alega que, de acordo com a Lei Geral das Telecomunicações, o serviço público de comunicação é aquele explorado mediante concessão, em caráter universal, de forma contínua e adequada. Dessa forma, a Rede Goiânia não poderia ter feito a doação ao PFL.
Ministério da Justiça registra 14 queixas contra o “Big Brother”
O Ministério da Justiça já registrou 14 reclamações de telespectadores contra o "Big Brother Brasil 8", exibido pela Globo desde a última terça-feira (8). Uma das queixas é de que o programa incentiva o abuso no consumo de álcool.
Uma equipe do ministério analisa, diariamente, o reality show. Mas esse trabalho é limitado. Os técnicos só monitoram a versão mostrada na TV aberta, ou seja, ficam de fora as cenas exibidas no sistema "pay-per-view". O monitoramento vai durar 30 dias, a contar da data de estréia do programa (8).
O ministério informa que as reclamações dos telespectadores serão analisadas pelos técnicos. Por enquanto, "não foi encontrado nada no conteúdo que entre em desacordo com a classificação indicativa para o horário". O "BBB 8" tem classificação para ser visto por maiores de 16 anos.
Gilberto Gil defende PL 29 e TV Brasil
Na cerimônia de posse do novo secretário do Audiovisual, Silvio Da-Rin, nesta quinta, 10, o ministro Gilberto Gil saiu em defesa do PL 29/2007, que tramita na Câmara dos Deputados. "O projeto de Bittar (que, na verdade, é relator do PL) aponta para um audiovisual democrático e economicamente viável", disse.
Gil aproveitou o palanque para atacar aqueles que vão contra o projeto da TV Brasil. "A TV Brasil é uma realidade. Os mesmos que derrubaram a CPMF tentam derrubar a aspiração do brasileiro por uma TV democrática", disse. "Não acho que conseguirão", completou.