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Nova proposta da Anatel não permite mensalidade por ponto extra de TV paga

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) coloca em consulta pública a partir do dia 5 de agosto sua nova proposta sobre a cobrança do serviçco de ponto extra de TV por assinatura. A alteração do Regulamento de Proteção e Defesa dos Assinantes que será apresentada pela agência impede a cobrança continuada do serviço, mas permite que as operadoras cobrem taxas de ativação (instalação mais liberação do sinal).

A versão anterior do regulamento, que entrou em vigor em 2 de junho, proibia qualquer tipo de cobrança. A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) entrou com uma ação na Justiça e conseguiu retomar a cobrança mensal através de uma liminar.

Isso motivou a Anatel a rever a decisão, mas a decisão não atende o pleito das operadoras, que gostariam de seguir cobrando mensalidades dos pontos extras sob a justificativa de gastos com manutenção de rede. Para Pedro Jaime Ziller, do Conselho Diretor da Anatel, é “válido que o consumidor pague pelo ponto-extra na hora da instalação, o que não pode ser cobrado (com duplicidade) é a programação”.

Com informações da PayTV News e Portal Imprensa

Emissoras de TV tem 90 dias para implantar áudio-descrição

Reproduzido do TelaViva News

O Ministério das Comunicações publicou no Diário Oficial da União desta quinta (31/7) portaria regulamentando a implementação dos mecanismos de acessibilidade às pessoas com deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação. A portaria 466 estabelece o prazo de 90 dias para que geradoras e retransmissoras de televisão passem a veicular o recurso da áudio-descrição, destinado a pessoas com deficiências na visão. Trata-se de uma locução incluída no programa ou filme onde são descritas imagens, textos e demais informações que não podem ser percebidas ou compreendidas pelas pessoas com deficiência visual.

Há um mês o Minicom adiou a entrada em vigor das regras de acessibilidade, estabelecendo que um novo cronograma fosse apresentado em 30 dias. O adiamento foi um requerimento apresentado da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), que alegava não haver quantidade suficiente de profissionais especializados na produção do recurso de áudio-descrição. Para resolver a questão, Ministério das Comunicações promoveu neste mês de julho reunião com representantes do setor de radiodifusão, do setor de produção de áudio-descrição, do Comitê Brasileiro de Acessibilidade e da União Brasileira de Cegos. Na reunião, segundo a portaria do Minicom, representantes dos setores garantiram que a demanda requerida pelos radiodifusores poderia ser atendida dentro do prazo de três meses, com a formação de, aproximadamente, 160 profissionais.

Abrafix defende que grupos possam controlar concessões em todas as regiões

A Associação Brasileira de Concessionárias de Telefonia Fixa Comutada (Abrafix) defenderá, dentro do processo de consulta pública do novo Plano Geral de Outorgas (PGO), a possibilidade de um mesmo grupo deter concessões em todas as regiões do país.

O plano atual restringe a apenas uma área de atuação e a proposta apresentada pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) permite o controle de duas áreas. A mudança serve para legalizar a fusão entre a Brasil Telecom e a Oi.

José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que a liberação das consolidações é defendida por todas as concessionárias. "Quem detém o capital não quer ficar proibido de vender ou de comprar. Todos querem liberdade porque restrições retiram atratividade dos investimentos."

Com informações da TeleTime News

Consulta pública do ponto extra de TV paga terá menos de 30 dias

Reproduzido do site Tele.Síntese

O Conselho Ddiretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decide amanhã (31/7) a nova redação dos artigos do Regulamento dos Direitos dos Assinantes de TV por Assinatura que tratam da cobrança do ponto extra. O texto ainda terá que passar por consulta pública, em prazo menor do que 30 dias. A informação foi dada hoje pelo conselheiro Pedro Jaime Ziller, relator da matéria.

Segundo o conselheiro, além dos artigos suspensos (30, 31 e 32), outros pontos do regulamento devem ser alterados para assegurar a harmonia da norma. Inclusive o artigo 29, que assegura a gratuidade do ponto extra, que foi objeto de contestação na Justiça, admitiu.

O regulamento, que entrou em vigor dia 2 de junho, depois de 180 dias de prazo para adaptação das operadoras, e teve os efeitos dos artigos 30, 31 e 32 suspensos pela Anatel na semana seguinte por 60 dias, alegando falta de consenso de interpretação. A agência manteve, entretanto,o artigo 29, que garante para o assinante o direito ao ponto extra, sem qualquer ônus.

A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) entrou na justiça contra o artigo 29 e o juiz da 14ª Vara Federal, de Brasília, Roberto Luchi Demo, permitiu a cobrança e deu prazo para a Anatel resolver a questão.

Para defender mercado atual de TV por assinatura, ABTA opõem-se a mudanças no PGO

A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) entrou publicamente na disputa pelos rumos da revisão do Plano Geral de Outorgas (PGO). O presidente da associação, Alexandre Annenberg, adiantou que a manifestação pública da ABTA tratará de forma genérica a “defesa da concorrência em primeiro lugar” e “pela criação de salvaguardas para que não se fortaleçam oligopólios”.

O PGO estabelece as regras de distribuição das concessões de telefonia fixa e está sendo revisto basicamente para permitir a fusão entre as operadoras Brasil Telecom e Oi.

A ABTA está preocupada com o fato de que a chamada supertele passe a atuar também nos setores de banda larga e TV por assinatura.

Hoje, a presença das teles já é uma realidade em ambos os setores. No caso específico da TV por assinatura, a Embratel já tem participação acionária majoritária na Sky e na Net, que controlam cerca de 80% do mercado.

Com informações da PayTV News.