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R$ 70 mil para produções audiovisuais infantis

Reproduzido da Revistapontocom 

 

Boas novas para a área de produção audiovisual infantil: já estão abertas as inscrições para o edital Curta Criança 2010, do Ministério da Cultura. A seleção vai apoiar com R$ 70 mil a produção de 13 obras inéditas de curta metragem com temática voltada à infância, dos quatro aos oito anos. Com duração de 12 minutos, a obra pode ser de ficção, documentário ou animação. Os interessados têm até o dia 25 de janeiro para confirmar participação.

De acordo com o edital, o argumento utilizado deve desenvolver histórias para crianças, sem obrigatoriedade de protagonismo infantil em cena. No caso de projetos do gênero documentário, as seguintes categorias deverão ser contempladas: como as coisas são feitas; natureza e animais; o mundo que nos cerca; e histórias de vida de crianças.

Os projetos deverão ser inscritos por pessoas físicas que detenham os seus direitos autorais nas condições de roteirista, produtor, diretor, ou que cumulativamente apresentem-se em tais condições na obra proposta. Todos os projetos selecionados serão submetidos à Oficina de Capacitação e Desenvolvimento do Projeto, podendo, durante a dinâmica, sofrer adaptações de formato, ajuste, abordagem de conteúdo – visando a uma maior aproximação com o público infantil.

 

Confira o edital na íntegra.  

 

(Da Redação)

Estreia hoje série sobre afrodescendentes nas Américas

Diferentes tons de pele negra, redutos, histórias individuais e coletivas, denúncias e estratégias de superação do racismo. Esses são alguns dos conteúdos da série “As Américas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Século XXI", que restabelece e leva os laços da diáspora negra na América Latina para a tela da televisão. Quatro reportagens bilíngues Português-Espanhol recontam histórias de uma América Negra e os desafios para o combate ao racismo.

As matérias foram produzidas no Brasil, Equador, Panamá e Uruguai como resultado da parceria entre Canal Integración/Empresa Brasil de Comunicação, Grupo de Trabalho Afrodescendentes das Américas Censos de 2010 e UNIFEM Brasil e Cone Sul, por meio do Programa Regional de Gênero, Raça e Etnia desenvolvido no Brasil, Bolívia, Guatemala e Paraguai. As reportagens serão veiculadas de 8 a 29 de janeiro de 2010 pelo Canal Integración no sistema público de televisão brasileiro – NBr, TV Brasil, TV Câmara e TV Senado -, e disponibilizado para uma rede de emissoras associadas de televisões públicas e privadas de 14 países americanos: Argentina, Brasil,Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

 

A estratégia de veiculação prevê a reprodução dos conteúdos em emissoras de televisão comunitárias, legislativas, culturais, educativas e universitárias para reprodução das reportagens em estados e municípios brasileiros. Todo o conteúdo também será postado no Youtube pelo Canal Integración (www.youtube.com/canalintegracion) para ampliar ainda mais as possibilidades de difusão e consumo da informação pela sociedade latino-americana e caribenha.

 

Confira também os horários e dias de exibição das reportagens nos canais de TV. 

Com informações do site da Unifem. 

Plano de Banda Larga será mostrado a Lula antes do carnaval

Reproduzido de TeleSíntese

O Plano Nacional de Banda Larga – com todas as medidas, decretos e políticas que precisarão ser implementadas para diferentes perfis de clientela – será apresentado ao presidente Lula na segunda semana de fevereiro, antes do carnaval, informou Cezar Alvarez, coordenador do projeto.

Segundo ele, o documento final trará incorporada a maioria das propostas formuladas pelo Ministério das Comunicações, com algumas mudanças em relação às metas previstas pelo Minicom (que estabelecia a implementação de 90 milhões de acessos banda larga fixa e móvel em quatro anos).

Reafirmou que o plano prevê instrumentos regulatórios, tributários e uso dos ativos do governo para acelerar a massificação da banda larga. Se já há um consenso quanto ao uso das redes de fibras do governo pela Telebrás, Alvarez afirmou que nunca foi cogitado pelo grupo de trabalho que coordena a transferência da Telebrás, hoje vinculada ao Ministério das Comunicações, para a Casa Civil da Presidência da República, conforme informações que circularam na imprensa. Para ele, essa proposta não faz muito sentido, visto que a Casa Civil é um órgão de gestão, e não de operação.

Ele explicou ainda que não haverá uma consulta pública, nos moldes formais da Anatel, por exemplo, mas sim que será criado um fórum público, com representação de diferentes segmentos da sociedade, para aprofundar as medidas de implementação do PNBL.

(Marian Aquino)

Anatel vai reduzir preço da licença de SCM para pequeno provedor de internet

Reproduzido do TeleSíntese

A Anatel pretende reduzir o preço das licenças de SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) – que hoje custam R$ 9 mil – para estimular a legalização dos pequenos provedores de internet, que não podem prestar serviços de telecomunicações sem essa outorga. Segundo a conselheira Emília Ribeiro, a intenção é fazer com que a licença passe a ser cobrada a preços diferentes, conforme o porte da empresa e sua localização. “Em muitas cidades, o pequeno provedor de internet acaba instalando as redes de telecomunicações, mas atua sem licença, pois não consegue pagar o preço de R$ 9 mil cobrado pela agência”, alerta a conselheira.

Segundo Emília, a intenção é fazer com que sejam cobrados preços diferenciados para os pequenos provedores de internet, no valor máximo de até R$ 1,200 mil. “Essas pequenas empresas terão ainda mais importante papel após o lançamento do Plano Nacional de Banda Larga pelo governo”, ressaltou a conselheira. Segundo ela, hoje, muitas dessas empresas são lacradas pelos fiscais da agência, porque prestam serviços de telecomunicações sem outorga. “A população, que muitas vezes só tem acesso à internet pelo serviço prestado por esse pequeno provedor, acaba sendo a mais prejudicada”, conclui.

(Mirian Aquino)

Acordo entre Time Warner Cable e News Corp. pode levar a cobrança por canais abertos

Reproduzido Tela Viva News

Não é apenas no Brasil que operadores de TV por assinatura estão preocupados com a possibilidade de terem que pagar para distribuir conteúdos das redes abertas de televisão. Matéria publicada pelo site do jornal Washington Post nesta segunda-feira, 4 de janeiro, diz que o acordo entre a Time Warner Cable e a News Corp, que determina o pagamento de uma taxa pela operadora para a distribuição da programação de televisão aberta do grupo de comunicação (especialmente do canal Fox), abriu a porta para que outros broadcasters exijam um valor que pode chegar a US$ 5 bilhões por ano dos provedores e assinantes de TV paga, segundo analistas.

Depois do acordo entre Time Warner Cable e News Corp, assinado em 1° de janeiro, outros broadcasters disseram que podem solicitar o pagamento pela programação que atualmente é gratuita ao operador. Segundo fontes do setor, a News Corp solicitou uma quantia de até R$ 1 por mês por assinante da Time Warner Cable pelos direitos do canal Fox, que exibe programas como "The Simpsons" e "American Idol". Se outras redes (NBC, ABC e CBS) buscarem condições semelhantes às do canal Fox os operadores de cabo podem ter que investir cerca de US$ 5 bilhões por ano e provavelmente repassariam o custo aos assinantes, segundo Craig Moffett, analista da Sanford C. Bernstein, em Nova York. Ele afirmou ainda que as redes abertas têm lutado para encontrar um modelo de negócios viável, e estão vendo a solução no modelo das programadoras de cabo, que geram receita tanto com publicidade quanto com o operador.

De acordo com a publicação, os broadcasters acreditam que as emissoras merecem ser compensadas por oferecerem os programas mais assistidos da TV, como "NCIS", "Sunday Night Football" e "Desperate Housewives". No passado, as emissoras trocaram esses direitos para ganhar distribuição de novos canais a cabo, como ESPN2, ou taxas mais altas por seus canais já existentes.