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Banda larga oferecida por operadoras de TV a cabo cresce 55%

A base de assinantes do serviço de internet banda larga oferecido por operadoras de TV a cabo encerrou o segundo trimestre do ano com 1,4 milhão de clientes, o que representa um crescimento de 55% em relação ao mesmo período de 2006. Na comparação com o primeiro trimestre, o avanço foi mais modesto, de 5%, o que sinaliza uma provável estabilização no crescimento da base para os próximos trimestres, segundo afirmou ontem o diretor executivo da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg. De acordo com ele, a expansão do nível de assinantes tende a se aproximar mais do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), à medida em que as operadoras forem atendendo a demanda reprimida por internet rápida. A base total de clientes das operadoras de TV paga atingiu 4,9 milhões no segundo trimestre, com alta de 12% sobre o mesmo período de 2006. Em relação ao primeiro trimestre, o aumento foi de 2%.

As informações são do Valor Online. 

 

STJ vai decidir sobre assinatura básica de telefonia

A legalidade da cobrança da assinatura básica nos serviços de telefonia fixa está entre as questões de grande relevância econômica que devem ser julgadas pelo Superior Tribunal de Justiça no segundo semestre do ano Judiciário, que começa nessa quarta-feira (1/8).

A Brasil Telecom recorreu da decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que deu ganho de causa a uma consumidora para impedir a cobrança. A análise do caso está nas mãos da 1ª Seção. O relator, ministro José Delgado, votou pela legalidade da assinatura básica por considerar que ela tem origem contratual, além deser destinada à infra-estrutura.

O ministro João Otávio de Noronha acompanhou o relator. O julgamento foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Antonio Herman Benjamim. Aguardam para votar os ministros Luiz Fux, Teori Albino Zavascki, Castro Meira, Denise Arruda e Humberto Martins. O ministro Francisco Falcão, presidente da Seção nesse julgamento, só vota em caso de empate.

As informações são do portal Consultor Jurídico.

CPqD tem novo diretor de TV digital

Juliano Castilho Dall'Antonia foi nomeado diretor da área de TV Digital do CPqD. Atuando no CPqD desde 983, Dall'Antonia é formado em Engenharia Eletrônica pela Unicamp e está na área de TV Digital desde sua criação, em 2004, na qual ocupava o cargo de Gerente de Planejamento e Análise. O executivo atualmente comanda sua equipe no desenvolvimento de serviços e aplicativos para uso em televisores com tecnologia digital a serem utilizados por diversas áreas, tais como financeira (T-Banking) e educacional.

As informações são da TeleSíntese.

TV pública: relatório final sobre a criação da emissora é adiado por 60 dias

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República publicou nesta segunda-feira, 30, portaria prorrogando por mais 60 dias a entrega do relatório final sobre a criação da TV pública. A nova data para a apresentação dos estudos passa a ser 27 de setembro. O prazo previsto no decreto de criação da TV pública expirou na última quinta-feira, dia 28.

A medida, assinada pelo ministro Franklin Martins, dá mais tempo para que o conjunto de ministros estude o modelo jurídico de implantação da nova rede de TV e como ela será financiada. De acordo com o texto do decreto, o governo não poderá prorrogar novamente a data de entrega do relatório ao presidente da República.


As informações são da Tela Viva News.

Segundo Costa, comitê pode decidir esta semana padrão de rádio digital

O jornal O Globo de ontem (30/07) traz a informação do ministro Hélio Costa de que o comitê encarregado de estabelecer o padrão da rádio digital brasileira deve decidir nesta quarta-feira, 1º de agosto, que sistema o Brasil vai adotar. Na entrevista, o ministro das Comunicações diz que o relatório final da reunião de quarta, com a escolha do padrão, será entregue à Casal Civil na sexta-feira, 3. Segundo o ministro, seria escolhido o padrão norte-americano IBOC para as emissoras AM e FM e o europeu DRM para as emissoras de ondas curtas (OC).  

 

Segundo o próprio jornal, a Abert, a Abinee e as organizações da sociedade civil que participam do Comitê não têm conhecimento que a  decisão já tenha sido tomada pelo governo.