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Globo diz estar de acordo com os limites legais de outorga em SP

Em resposta à matéria publicada por este Observatório [ler aqui], a Globo Comunicações, através de sua assessoria de imprensa, afirma que, tanto a CBN AM quanto a Rádio Globo AM de São Paulo' respeitam os limites legais de outorga previstos em lei, pois pertencem a diferentes titulares'. 

Leia, abaixo, a íntegra da nota da empresa:

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'A CBN AM e a Rádio Globo AM de São Paulo respeitam os limites legais de outorga previstos em lei, pois pertencem a diferentes titulares.

A Portaria 297, de 04/09/92, do Ministério das Comunicações, autorizou a Radio Excelsior AM a usar a denominação fantasia CBN. Em seguida, a Portaria 152, de 25/03/96, do mesmo órgão, autorizou que a Radio Excelsior (FM) de São Paulo passasse a usar denominação fantasia CBN – 90,5 FM, transmitindo a mesma programação.

Os pedidos de renovação dessas outorgas, com todas as documentações pertinentes, ocorreram dentro dos prazos legais e antes dos seus respectivos vencimentos. Não há que se falar, portanto, em outorgas vencidas, pois ambosos processos estão em tramitação no Ministério das Comunicações.'

Globo Comunicações e Participação S.A.

Ancine publica norma para regulamentar atividade cineclubista

Foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 4 de outubro a nova Instrução Normativa da ANCINE – Agência Nacional do Cinema que regulamenta a atividade cineclubista no Brasil.

Segundo cineclubistas e membros da agência reguladora, ao normatizar a atividade a Ancine contribui para equilibrar e desenvolver o funcionamento do mercado audiovisual, pois o movimento cineclubista confere um efeito multiplicador na difusão da cinematografia diversificada e brasileira. Além disso, a Agência poderá obter maiores informações do setor para uma melhor definição do perfil deste segmento de mercado não comercial.

Mercadante relata PL 280/07 na Comissão de Desenvolvimento Econômico do Senado

Enquanto na Câmara o substitutivo do deputado Wellington Fagundes (PR/MT) ao PL 29/2007 segue aberto para emendas da Comissão de Desenvolvimento Econômico, no senado o projeto 280/07, do senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), irá a votação na Comissão de Assuntos Econômicos logo após o feriado. O senador Aloízio Mercadante, que requereu o projeto na CAE, já assumiu a relatoria e começa a analisar o projeto na próxima semana. Nos bastidores do Senado, o rumor é de que ele colocaria o projeto em votação na próxima semana, o que não é confirmado pela sua assessoria.

As informações são da  TELA VIVA News.

Capa de biografia mostra Edir Macedo “preso”

A capa da biografia do bispo Edir Macedo será estampada com imagem dele próprio na prisão. A escolha da foto foi motivada pelo impacto de mostrar o bispo sentado, lendo uma bíblia, numa cela do 91º DP, Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo. A imagem foi capturada quando Macedo, dono da rede Record, estava preso em meados de 1992 sob acusações de charlatanismo e curandeirismo, das quais acabou inocentado. O livro será lançado em 15 de outubro pela editora Larousse e conta a história de um dos líderes religiosos e empresários mais polêmicos do país. 

Macedo se incomodou pela forma como a concorrente Rede Globo cobriu o assunto de sua prisão, em 92. Além disso, a revolta foi maior com o lançamento de uma minissérie em meados de 95, cujo conteúdo mostrava um bispo evangélico desonesto e ganancioso, interpretado por Edson Celulari. Na estréia do Record News, novo canal da emissora, o bispo alfinetou a liderança da Globo e disse que a melhor tática para vencer o monopólio desta empresa na mídia é "cutucar o fígado até ela cair".

"O Bispo – A História Revelada de Edir Macedo" tem 283 páginas e foi escrito por Douglas Tavolaro (diretor de Jornalismo da Record) em parceria com outra jornalista, Cristina Lemos. A tiragem será de 700 mil exemplares e terá grande divulgação pelas capitais do país. Cerca de cem entrevistas serviram como base para o conteúdo.

As informações são da Adnews.

Justiça condena TV Globo por morte de repórter

O Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo condenou a Rede Globo a pagar indenização de R$ 109 mil, mais multa por litigância de má-fé, à família do repórter Bruno Kauffman Abud, que morreu em acidente de trânsito durante o trabalho. A relatora da ação, juíza Jane Granzoto Torres da Silva, manteve a indenização por dano moral e a multa determinadas pela primeira instância.

Era o próprio repórter quem dirigia o carro até o local das reportagens. No dia do acidente, o repórter voltava de Barretos para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Os pais entraram com a ação de indenização com o argumento de que sofreram com a perda do filho e que a culpa pelo acidente foi da empresa, que não fornecia motorista profissional para transportar o repórter.

As informações são do Consultor Jurídico.