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Anatel estende prorrogação às consultas também aos contratos de concessão e ao PGMQ

Reproduzido do Tele.Síntese

Além do PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização), cujo adiamento da consulta pública por 21 dias já havia sido anunciado nessa quinta-feira (28), o Conselho Diretor da Anatel anunciou oficialmente a prorrogação da proposta de revisão do Contrato de Concessão para Prestação do STFC, também com validade entre 2011 e 2015; e sobre a proposta de alteração do PGMQ (Plano Geral de Metas de Qualidade) do STFC. Com o adiamento, as contribuições a essas consultas poderão ser postadas no site da agência até o dia 22 de junho.

A prorrogação atende, em parte, as solicitações dos órgãos de defesa do consumidor e do Conselho Consultivo da Anatel, que haviam solicitado a ampliação do prazo das consultas públicas em 30 dias e 60 dias, respectivamente, em razão da complexidade das matérias. A agência justificou o adiamento pela “grande relevância dos temas para o público em geral, considerando que estão intimamente vinculados ao interesse público, os ganhos socioeconômicos que advirão para a sociedade”.

A decisão sobre a ampliação das consultas públicas dos Contratos de Concessão do STFC, do PGMU e PGMQ foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. O prazo anterior de conclusão das consultas estava previsto para a próxima segunda-feira.

Reativação da Telebrás será tema de audiência na Câmara

Reproduzido do Teletime News

O projeto do governo de reativar a Telebrás, usando a rede ociosa da Eletronet, será objeto de debate na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados. A comissão aprovou nesta quarta-feira, 27, requerimento do deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC), convidando representantes da Telebrás, Anatel, Abrafix, Telcomp, Oi, Telefônica, Embratel, Minicom e Ministério do Planejamento para esclarecer quais as supostas vantagens de o governo voltar a prestar serviços de telecomunicações e os eventuais impactos dessa iniciativa no setor. A data do encontro ainda não foi agendada.

Em seu requerimento, Bornhausen lista cinco questões que nortearão a discussão. Basicamente, o parlamentar quer esclarecer se o governo legalmente pode voltar a ser "empresário do setor de telecomunicações"; se essa oferta direta traz economia para a União e atende aos interesses coletivos; e se há impactos na geração ou manutenção de empregos públicos e privados caso o projeto siga adiante. Bornhausen também questiona se existem aspectos estratégicos e de segurança que tornem imprescindível o governo controlar sua própria comunicação. "Quais são eles? Estes aspectos surgiram apenas agora?", questiona o deputado. A discussão pretende esclarecer ainda qual modelo é economicamente mais atraente para o governo, se a contratação dos serviços de terceiros, como é hoje, ou a prestação por conta própria via Telebrás.

Elogios à privatização

Na justificativa para pedir a audiência pública, Bornhausen ressalta os avanços obtidos com a privatização da telefonia e confronta este cenário com as informações de que o governo estaria empenhado em reativar a Telebrás. Uma das preocupações manifestadas pelo deputado é que a iniciativa do governo afete o princípio da livre iniciativa no setor. "Apesar de todo esse avanço (provocado pela privatização) e de suas vantagens para os usuários, e à vista dos casos Eletronet e, principalmente, Telebrás, persiste no atual governo uma manifestada intenção de, senão reestatizar o setor, interferir no equilíbrio da competitividade naturalmente desenvolvida na iniciativa privada, cujo supedâneo se encontra claramente na Constituição Federal e na Lei Geral de Telecomunicações."

Juíza condena Folha por “leviandade” e “sensacionalismo” contra Zuanazzi

 Reproduzido do Portal do Partido dos Trabalhadores

A Folha de S.Paulo e a jornalista Renata Lo Prete foram condenadas a pagar R$ 139.500,00 a Milton Zuanazzi, ex-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a título de indenização por danos morais. A ação se refere a uma série de notas difamatórias publicadas em 20 de julho de 2007 na coluna Painel, editada por Lo Prete.

O jornal afirmou que a Anac mantinha relações “promíscuas” com as empresas de aviação, sugerindo que, no interior da Agência, Zuanazzi seria a pessoa encarregada de defender os interesses da Gol. Segundo a Folha, essa suposta interferência teria feito a Anac liberar a pista do aeroporto de Congonhas onde, três dias antes da publicação da nota, havia ocorrido o acidente com o avião da TAM.

Na ação, Zuanazzi lembra que não foi a Anac quem liberou a pista, mas a Infraero. E ressaltou que a Folha, buscando eleger um culpado pela crise aérea, produziu contra ele acusações que jamais conseguiu provar.

Após a analisar as razões de Zuanazzi e a defesa do jornal, a juíza Maria Lúcia Boutros Buchain Zoch Rodrigues, da Vara Civil do Fórum de Porto Alegre (RS), concluiu que a Folha foi “irresponsável”, “leviana” e “sensacionalista”, dando ganho de causa ao ex-presidente da Anac.

 Veja a sentença na íntegra

Minicom testa padrão europeu de rádio digital

Reproduzido do TeleSíntese

Representantes do Ministério das Comunicações, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) assistiram uma demonstração  do consórcio europeu de rádio digital, que utiliza a tecnologia DRM (Digital Radio Mondiale),  na sexta-feira 22, Brasília.

Novas apresentações dessa tecnologia vão fazer parte dos testes previstos no aviso de Chamamento Público, publicado pelo Minicom no Diário Oficial da União, para escolha do padrão digital de rádio pelo Brasil. A demonstração foi coordenada por Ruxandra Obreja, presidente do consórcio DRM.

Os interessados em rádio digital devem encaminhar ao Minicom, em 180 dias, suas manifestações sobre testes e avaliações nos sistemas atualmente existentes no mundo. A metodologia dos testes de campo deverá obedecer a Guia para Avaliação dos Sistemas de Rádio Digital, da Anatel. (Da redação, com assessoria de imprensa)

 

TV Cultura lançará programação adicional de perfil educativo

Reproduzido do TelaViva News

Após o imbróglio com o Ministério das Comunicações sobre o uso do sinal digital de TV para fazer multiprogramação, a Fundação Padre Anchieta (FPA), mantendora da TV Cultura de São Paulo, se prepara para colocar no ar seu canal educacional, o Univesp TV, agora com o consentimento do ministério.

O canal, que agora contará com conteúdo inédito e será transmitido no mesmo sinal digital aberto da TV Cultura, será inaugurado no dia 8 de junho. Além deste, a FPA recebeu ainda autorização para transmitir o canal Multicultura, que contará com conteúdos experimentais.

Uma das experiências que a TV Cultura quer fazer no canal é a transmissão de conteúdo 3D, conforme adiantou TELA VIVA em abril. Segundo José Chaves, diretor de engenharia da emissora paulista, a TV Cultura e o Laboratório de Sistemas Integrados da USP (LSI/USP) devem fazer estudos em conjunto. O LSI, explica o engenheiro, já vem fazendo pesquisas de produção em 3D usando a tecnologia mais simples de captação e exibição, que é o uso de filtros/óculos azul e vermelho.