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Senado aprova uso do Fust para subsidiar telefone fixo para baixa renda

Reproduzido de Tele.Síntese

 

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou projeto de lei que subsidia, com recursos do Fust  (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), as contas de telefone fixo dos consumidores de baixa renda. A proposta, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), pretende estender à telefonia fixa o mesmo tipo de benefício já estabelecido para os consumidores de baixa renda de energia elétrica.

O projeto modifica a Lei 9998, de 2000, que instituiu o fundo, para incluir entre os objetivos da utilização dos recursos do Fust o "subsídio direto ao consumo de serviços explorados em regime público", como a telefonia fixa.  “O projeto cria uma tarifa social e permite à população de baixa renda ter acesso ao telefone fixo. Aí, sim, teremos a universalização do sistema”,- disse Flexa Ribeiro, que preside a CCT.

Em seu voto favorável, o relator do projeto, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), recordou que o Fust já conta com recursos da ordem de R$ 7 bilhões, mas ainda não ajudou a colocar em prática iniciativas de universalização dos serviços de telecomunicação. "Entre as razões que explicam a falta de utilização dos recursos do Fust está a complexidade do procedimento estabelecido em lei", observou Azeredo.

(Da redação)

Banda larga popular pelas móveis passa pela isenção do Fistel, diz João Cox

Reprpduzido do Teletime 

 

O presidente da Claro, João Cox, disse nesta terça-feira, 27, que a questão tributária também deve ser considerada quando se fala em incentivar o uso da banda larga pelas camadas mais baixas da população. Para que as móveis tenham "condições equânimes" de participarem do programa de banda larga popular regulamentado em São Paulo é preciso que haja isenção do Fistel. "As fixas não pagam Fistel. Essa questão é imperativa para que as operadoras móveis tenham as mesmas condições que as fixas", disse ele. Na verdade, as operadoras fixas pagam Fistel por cada central telefônica; nas móveis o imposto incide também em cada telefone habilitado.

São Paulo, Pará, Distrito Federal e Rio Grande do Sul assinaram um convênio com o Confaz que isenta a cobrança do ICMS para o serviço de banda larga prestado até R$ 30. Em São Paulo e no Pará a isenção já foi regulamentada. A Telefônica é a única empresa que até o momento criou um serviço nos moldes do programa. João Cox lembrou também que o modem para acesso móvel é mais caro que o da banda larga fixa.

Rumores

João Cox brincou com a especulação de que ele estaria sendo cotado para assumir a presidência da companhia aérea TAM. "Devo estar com a cabeça nas nuvens mesmo. Primeiro falam que eu vou para a Gol e agora falam que eu vou para a TAM".

(Helton Posseti)
 

Ima Vieira é a nova presidente do Conselho Curador da EBC

Os membros do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) elegeu por aclamação a pesquisadora e coordenadora de pós-graduação do Instituto Emílio Goeldi, do Pará, Ima Célia Guimarães Vieira, como nova presidente do órgão. Ela substitui o economista Luiz Gonzaga Belluzo, que renunciou por razões pessoais.

A vice-presidência passa a ser exercida pela conselheira Ana Luiza Fleck. O cargo não existia na configuração inicial do orgão.

O Conselho Curador aprovou, ainda, a formação de uma comissão para elaborar um roteiro para a substituição dos oito conselheiros cujos mandatos expiram em dezembro. A proposta terá de ser apresentada em dez dias.

Também foi decidido pelos conselheiros a criação de comissões temáticas de avaliação da programação da TV Brasil.

Governo define que TVs educativas podem veicular propaganda institucional

Reproduzido do Tele.Síntese

As emissoras de TV educativas vinculadas ao poder executivo podem veicular propaganda institucional e apoio cultural, desde que não haja divulgação ou comercialização de produtos e serviços. Essas emissoras também podem veicular conteúdos de caráter recreativo, informativo ou de divulgação desportiva, desde que contenham elementos instrutivos ou enfoques educativos-culturais.

O entendimento consta do parecer jurídico do Ministério das Comunicações, referendado pela AGU (Advocacia-Geral da União) e que teve o aval do presidente da República. O documento responde a um questionamento levantado pela Fundação Padre Anchieta, que controla a TV Cultura, à AGU sobre o artigo 13 do Decreto-Lei 236/67.

Para a emissora educativa estatal, o artigo não foi recepcionado pela Constituição de 1988, enquanto que para o Minicom, foi. A AGU não quis se manifestar sobre essa questão, entendendo que os esclarecimentos do ministério atendem as principais reivindicações da emissora.

Segundo o consultor jurídico do Minicom, Marcelo Bechara, autor do parecer aprovado, há muitos documentos legais sobre a questão, o que reforça a necessidade de consolidação das normas do setor. O parecer foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União. (Lúcia Berbert)