{"id":27492,"date":"2013-07-05T17:47:14","date_gmt":"2013-07-05T17:47:14","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=27492"},"modified":"2014-09-07T03:03:13","modified_gmt":"2014-09-07T03:03:13","slug":"ministro-responde-criticas-do-movimento-de-democratizacao-da-comunicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=27492","title":{"rendered":"Ministro responde cr\u00edticas do movimento de democratiza\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">O F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC) lan&ccedil;ou nota no dia 28 de junho criticando as declara&ccedil;&otilde;es do ministro das Comunica&ccedil;&otilde;es Paulo Bernardo &agrave; revista Veja. Destacando as recentes manifesta&ccedil;&otilde;es nas ruas em defesa da democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, o texto afirma que &ldquo;ao se posicionar contrariamente ao que definiram a nossa Carta Magna e as delibera&ccedil;&otilde;es das 1&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, Paulo Bernardo despreza as vozes que ecoaram em todas as ruas nas &uacute;ltimas semanas e de todo conjunto da sociedade civil de nosso pa&iacute;s, que h&aacute; meses definiu a democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es como uma de suas bandeiras principais de luta&rdquo;.<\/p>\n<p>O movimento que luta pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o aponta nas atitudes e na fala do ministro a insist&ecirc;ncia em evitar a regulamenta&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o no Brasil, se apresentando como &ldquo;guardi&atilde;o dos interesses dos pr&oacute;prios donos da m&iacute;dia&rdquo;. A cr&iacute;tica do FNDC ganha refor&ccedil;o com a informa&ccedil;&atilde;o divulgada no dia 7 pela <strong><a href=\"&lt;http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/painel\/2013\/07\/1305292-programa-mais-medicos-sera-anunciado-na-segunda-e-abrira-12-mil-vagas-de-residencia.shtml&gt;\" target=\"_blank\">Folha de S&atilde;o Paulo<\/a><\/strong>, em que se afirma que na reuni&atilde;o da presidenta com os ministros, Paulo Bernardo teria afirmado que n&atilde;o &eacute; o momento da discuss&atilde;o da regula&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia. Em fevereiro, o <a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=27374\" target=\"_blank\"><strong>secret&aacute;rio executivo do minist&eacute;rio<\/strong>,&nbsp; Cezar Alvarez<\/a>, j&aacute; havia declarado que n&atilde;o seria discutido um novo marco regulat&oacute;rio em ano pr&eacute;-eleitoral. <\/p>\n<p>Para a revista Veja, o ministro &eacute; um &ldquo;daqueles raros e bons petistas que abandonaram o radicalismo no discurso e na pr&aacute;tica&rdquo; e &ldquo;critica os companheiros que defendem a censura &agrave; imprensa&rdquo;. Esta rota de colis&atilde;o entre Paulo Bernardo e a esquerda &eacute; evidente. O pr&oacute;prio diret&oacute;rio nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) j&aacute; aprovou uma resolu&ccedil;&atilde;o em que &ldquo;conclama o governo Dilma a reconsiderar a atitude do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, dando in&iacute;cio &agrave; reforma do marco regulat&oacute;rio das comunica&ccedil;&otilde;es, bem como a abrir di&aacute;logo com os movimentos sociais e grupos da sociedade civil que lutam para democratizar as m&iacute;dias no pa&iacute;s&rdquo;.<\/p>\n<p>Em resposta ao Observat&oacute;rio do Direito &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o, o ministro Paulo Bernardo afirma que &ldquo;em todas as oportunidades em que sou perguntado ou em que apresento as linhas de trabalho do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, tenho defendido a regula&ccedil;&atilde;o e deixado claro nosso apoio a iniciativas que se proponham regulamentar os artigos da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal sobre a &aacute;rea das comunica&ccedil;&otilde;es.&rdquo;. Como exemplos, explica que &ldquo;aprovamos e estamos implementando planos nacionais de outorga para radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria e educativa, revisamos regulamentos importantes, inclusive os relativos ao Canal da Cidadania e tenho discutido procedimentos para garantir a implanta&ccedil;&atilde;o da TV digital sem nenhum preju&iacute;zo &agrave; popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>O ministro reitera que sua cr&iacute;tica diz respeito &agrave;s exig&ecirc;ncias de &ldquo;parte da milit&acirc;ncia&rdquo; para que haja intromiss&atilde;o do poder p&uacute;blico na &ldquo;m&iacute;dia impressa&rdquo; especificamente. &ldquo;Em documentos p&uacute;blicos e textos de blogs, alguns ativistas sustentam que o Estado deve intervir no cotidiano da m&iacute;dia impressa. N&atilde;o me furto a dizer que discordo dessa vis&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo Paulo Bernardo, &ldquo;o FNDC j&aacute; foi recebido em v&aacute;rias ocasi&otilde;es no Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, por mim e por outras autoridades da pasta. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; audi&ecirc;ncia para discutir o projeto de lei de iniciativa popular mencionado, ainda n&atilde;o recebemos nenhum pedido formal da entidade&rdquo;. O FNDC, por&eacute;m, afirma em nota ter protocolado um pedido de audi&ecirc;ncia com a presidenta Dilma Roussef, que abriu sua agenda para receber diversos movimentos sociais ap&oacute;s as manifesta&ccedil;&otilde;es que v&ecirc;m ocorrendo no pa&iacute;s.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=27321\" target=\"_blank\"><strong>No balan&ccedil;o de 2012<\/strong> feito pelas entidades que lutam pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o<\/a>, destacou-se as hesita&ccedil;&otilde;es, as evasivas e o descaso (com certo desd&eacute;m) do Governo Federal frente a suas demandas, destacadamente para o pedido de abertura de uma consulta p&uacute;blica sobre a regulamenta&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es. A coordenadora do FNDC, Rosane Bertotti, reafirmou o conte&uacute;do da nota publicada pela entidade ap&oacute;s tomar conhecimento das respostas do ministro.<br \/>&nbsp;<\/p>\n<p>Leia abaixo a nota na &iacute;ntegra e a resposta do ministro:<\/p>\n<p><em><strong>FNDC repudia declara&ccedil;&otilde;es do ministro Paulo Bernardo &agrave; revista Veja<\/strong><\/p>\n<p>Em meio a uma s&eacute;rie de manifesta&ccedil;&otilde;es leg&iacute;timas realizadas pela popula&ccedil;&atilde;o brasileira por transforma&ccedil;&otilde;es sociais, o F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC) continua atuando e contribuindo com a luta pela democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, pauta expressa continuamente pela popula&ccedil;&atilde;o nas ruas. Em todos os estados do pa&iacute;s, acontecem manifesta&ccedil;&otilde;es e assembleias populares que expressam o descontentamento do povo com a m&iacute;dia hegem&ocirc;nica brasileira.<\/p>\n<p>A situa&ccedil;&atilde;o de monop&oacute;lio das comunica&ccedil;&otilde;es no Brasil afeta diretamente a democracia nacional, e possibilita que grupos empresariais de comunica&ccedil;&atilde;o manipulem a opini&atilde;o p&uacute;blica de acordo com seus pr&oacute;prios interesses. Isto ficou mais do que claro nas &uacute;ltimas semanas: a grande m&iacute;dia criminalizou os protestos durante as primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es e depois partiu para a tentativa de ressignifica&ccedil;&atilde;o dos movimentos, com o objetivo de pautar as vozes das ruas.<\/p>\n<p>Apesar desses fatos, o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es insiste em n&atilde;o propor ou apoiar a regulamenta&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o no Brasil. E mais: tem se apresentado como guardi&atilde;o dos interesses dos pr&oacute;prios donos da m&iacute;dia. A fala do atual ministro, Paulo Bernardo, em entrevista &agrave; revista Veja desta semana, &eacute; uma afronta aos lutadores hist&oacute;ricos pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o e &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira como um todo.<\/p>\n<p>O ministro valida, na entrevista, a teoria conspirat&oacute;ria de que &ldquo;a milit&acirc;ncia pretende controlar a m&iacute;dia&rdquo; e, novamente &ndash; n&atilde;o &eacute; a primeira vez que se vale desse artif&iacute;cio &ndash;, tenta confundir o debate da democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es ao tratar a proposta popular como uma censura &agrave; m&iacute;dia impressa.<\/p>\n<p>Ora, &eacute; de conhecimento p&uacute;blico que o projeto de Lei da M&iacute;dia Democr&aacute;tica, um projeto de iniciativa popular realizado pelos movimentos sociais para democratizar as comunica&ccedil;&otilde;es no Brasil, n&atilde;o prop&otilde;e a regula&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia impressa, muito menos a censura. &Eacute; uma proposta de regulamenta&ccedil;&atilde;o para o setor das r&aacute;dios e televis&otilde;es no pa&iacute;s para a efetiva execu&ccedil;&atilde;o dos artigos 5, 220, 221, 222 e 223, que pro&iacute;bem, inclusive, os oligop&oacute;lios e monop&oacute;lios no setor. No Brasil, 70% da m&iacute;dia no Brasil s&atilde;o controlados por poucas fam&iacute;lias, que dominam os meios de comunica&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o concess&otilde;es p&uacute;blicas. Dessa maneira, estabelecer normas n&atilde;o &eacute; censurar, mas garantir o direito &agrave; liberdade de express&atilde;o de todos os brasileiros e n&atilde;o apenas de uma pequena oligarquia.<\/p>\n<p>Ao se posicionar contrariamente ao que definiram a nossa Carta Magna e as delibera&ccedil;&otilde;es das 1&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, Paulo Bernardo despreza as vozes que ecoaram em todas as ruas nas &uacute;ltimas semanas e de todo conjunto da sociedade civil de nosso pa&iacute;s, que h&aacute; meses definiu a democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es como uma de suas bandeiras principais de luta.<\/p>\n<p>Diante desses acontecimentos, o FNDC vem a p&uacute;blico repudiar o posicionamento do ministro e informar que, nesta semana, protocolou mais uma vez um pedido de audi&ecirc;ncia com a presidenta Dilma Roussef (o primeiro foi enviado em setembro do ano passado),que abriu sua agenda para receber os movimentos sociais brasileiros, para apresentar a campanha &ldquo;Para Expressar a Liberdade&rdquo;, o projeto de Lei da M&iacute;dia Democr&aacute;tica.<\/p>\n<p><\/em><br \/><strong>Respostas ao pedido de entrevista do Intervozes baseado em nota p&uacute;blica do FNDC<\/strong><\/p>\n<p>Agrade&ccedil;o a oportunidade de me manifestar a respeito do tema e reiterar minhas posi&ccedil;&otilde;es j&aacute; tantas vezes apresentadas na m&iacute;dia, em eventos e no Congresso Nacional. Posi&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o condizem com as ila&ccedil;&otilde;es contidas na nota publicada pelo F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC). <\/p>\n<p>Vivemos um momento em que se aprofunda a vis&atilde;o de que a transpar&ecirc;ncia e a &eacute;tica s&atilde;o valores que n&atilde;o podem ser suplantados por a&ccedil;&otilde;es demag&oacute;gicas.<\/p>\n<p>N&atilde;o creio que seja do interesse da sociedade civil realmente comprometida com a luta pela liberdade de express&atilde;o e pela democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es ser tomada pela parte que se faz passar pelo todo.<\/p>\n<p>Para esclarecer o que penso, apresento minhas considera&ccedil;&otilde;es acerca dos pontos destacados da nota:<\/p>\n<p><strong>1- &quot;Paulo Bernardo despreza as vozes que ecoaram em todas as ruas nas &uacute;ltimas semanas e de todo conjunto da sociedade civil de nosso pa&iacute;s, que h&aacute; meses definiu a democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es como uma de suas bandeiras principais de luta&quot;.<\/strong><\/p>\n<p>N&atilde;o vejo como posso ser acusado de desprezar o conjunto das leg&iacute;timas reivindica&ccedil;&otilde;es que emanaram das manifesta&ccedil;&otilde;es ocorridas em diversas capitais do Pa&iacute;s nas &uacute;ltimas semanas de junho de 2013. Liderado pela presidenta Dilma, venho trabalhando diuturnamente com meus colegas de outras pastas na busca por solu&ccedil;&otilde;es para as principais demandas apresentadas pelos jovens e pela sociedade civil brasileira. <\/p>\n<p><strong>2-&quot;&eacute; de conhecimento p&uacute;blico que o projeto de Lei da M&iacute;dia Democr&aacute;tica, um projeto de iniciativa popular realizado pelos movimentos sociais para democratizar as comunica&ccedil;&otilde;es no Brasil, n&atilde;o prop&otilde;e a regula&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia impressa, muito menos a censura&quot;.<\/strong><\/p>\n<p>Nitidamente, houve m&aacute; interpreta&ccedil;&atilde;o do que eu afirmei em entrevista &agrave; revista Veja, na semana retrasada. Diferentemente do que a nota sugere, em momento algum me referi ou vinculei o projeto de lei de iniciativa popular, proposi&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima e oportuna liderada por algumas entidades da sociedade civil, &agrave; minha opini&atilde;o sobre o que parte da milit&acirc;ncia entende como regular a m&iacute;dia. Em documentos p&uacute;blicos e textos de blogs, alguns ativistas sustentam que o Estado deve intervir no cotidiano da m&iacute;dia impressa. N&atilde;o me furto a dizer que discordo dessa vis&atilde;o.<\/p>\n<p>A regula&ccedil;&atilde;o que acredito ser necess&aacute;ria para as comunica&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas no Brasil est&aacute; claramente defendida na entrevista como tamb&eacute;m foi sustentada no discurso que fiz na abertura do 26&ordm; Congresso Brasileiro de Radiodifus&atilde;o, realizado em 2012.<\/p>\n<p><strong>3-&quot;o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es insiste em n&atilde;o propor ou apoiar a regulamenta&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o no Brasil. E mais: tem se apresentado como guardi&atilde;o dos interesses dos pr&oacute;prios donos da m&iacute;dia&quot;. <\/strong><\/p>\n<p>Em todas as oportunidades em que sou perguntado ou em que apresento as linhas de trabalho do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, tenho defendido a regula&ccedil;&atilde;o e deixado claro nosso apoio a iniciativas que se proponham regulamentar os artigos da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal sobre a &aacute;rea das comunica&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p>Desde o in&iacute;cio da minha gest&atilde;o, temos empreendido esfor&ccedil;os significativos para dar transpar&ecirc;ncia e celeridade nos procedimentos relativos &agrave; radiodifus&atilde;o. Aprovamos e estamos implementando planos nacionais de outorga para radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria e educativa. Revisamos regulamentos importantes, inclusive os relativos ao Canal da Cidadania. Tenho discutido procedimentos para garantir a implanta&ccedil;&atilde;o da TV digital sem nenhum preju&iacute;zo &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Tenho ainda buscado dialogar sobre como incidiremos em quest&otilde;es igualmente importantes para a liberdade de express&atilde;o. N&atilde;o me furtarei a debater junto ao Congresso Nacional qualquer medida ou altera&ccedil;&atilde;o legal para a democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>&nbsp;<br \/><strong>4- Gostaria de saber tamb&eacute;m se o ministro pretende receber o FNDC para discutir o projeto de lei que este defende.<br \/><\/strong><br \/>O FNDC j&aacute; foi recebido em v&aacute;rias ocasi&otilde;es no Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, por mim e por outras autoridades da pasta. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; audi&ecirc;ncia para discutir o projeto de lei de iniciativa popular mencionado, ainda n&atilde;o recebemos nenhum pedido formal da entidade.<\/p>\n<p><em>Paulo Bernardo Silva<br \/>Ministro de Estado das Comunica&ccedil;&otilde;es<\/p>\n<p><\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">O ministro das comunica&ccedil;&otilde;es, Paulo Bernardo, diz defender regula&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia frente as cr&iacute;ticas apresentadas pelos movimentos sociais. F&oacute;rum Nacional pela Democrat&iacute;za&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o reafirma conte&uacute;do da nota p&uacute;blica.<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[366],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27492"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=27492"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27492\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28325,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27492\/revisions\/28325"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=27492"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=27492"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=27492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}