{"id":27490,"date":"2013-07-04T15:03:12","date_gmt":"2013-07-04T15:03:12","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=27490"},"modified":"2013-07-04T15:03:12","modified_gmt":"2013-07-04T15:03:12","slug":"intervozes-expressa-preocupacao-com-conducao-de-conselho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=27490","title":{"rendered":"Intervozes expressa preocupa\u00e7\u00e3o com condu\u00e7\u00e3o de conselho"},"content":{"rendered":"<p>A constru&ccedil;&atilde;o de mecanismos de participa&ccedil;&atilde;o da sociedade civil na formula&ccedil;&atilde;o, acompanhamento e fiscaliza&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o tem sido uma das principais bandeiras levantadas pelo movimento de democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o. Est&aacute; na plataforma dos 20 pontos selecionados a partir do que foi proposto pela Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Os conselhos s&atilde;o alguns exemplos da possibilidade de efetivar essa amplia&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica, por&eacute;m enfrentam diversos obst&aacute;culos. Nesse sentido, o Intervozes lan&ccedil;ou nota apresentando preocupa&ccedil;&atilde;o com o &ldquo;esvaziamento&rdquo; do Conselho de Comunica&ccedil;&atilde;o da Bahia, &uacute;nico estadual que funciona atualmente.<\/p>\n<p>Em nota, o Coletivo Intervozes expressa sua preocupa&ccedil;&atilde;o com a atual situa&ccedil;&atilde;o de esvaziamento do Conselho Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o da Bahia e defende a necessidade urgente de elabora&ccedil;&atilde;o do Plano Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o. Para Pedro Carib&eacute;, membro do coletivo que comp&otilde;e o conselho baiano, &ldquo;a situa&ccedil;&atilde;o do Conselho &eacute; sintom&aacute;tica de concep&ccedil;&atilde;o retrograda sobre as pol&iacute;ticas no setor, a que j&aacute; estamos mais familiarizados no governo federal. A l&oacute;gica de Paulo Bernardo e Helena Chagas &eacute; a mesma do secret&aacute;rio de comunica&ccedil;&atilde;o e presidente do Conselho, Robinson Almeida&rdquo;.<\/p>\n<p>Carib&eacute; afirma que o Conselho tem se negado a discutir quest&otilde;es de grande impacto no &acirc;mbito estadual, como a das verbas da publicidade oficial e a da radiodifus&atilde;o p&uacute;blica. &ldquo;H&aacute; tamb&eacute;m uma s&eacute;rie de problemas operacionais, inclusive deslegitima&ccedil;&atilde;o dos encaminhamentos do colegiado e at&eacute; do fr&aacute;gil regimento; bem como falta de transpar&ecirc;ncia e fluxo informacional com a sociedade e tamb&eacute;m com membros do Conselho&rdquo;, critica.<\/p>\n<p>De acordo com o representante do Sindicato dos Trabalhadores de R&aacute;dio, TV e Publicidade (Sinterp-BA), Everaldo Monteiro, o Conselho deveria implementar primeiro o que j&aacute; foi definido como prioridade pela Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o (Confecom), antes de tentar realizar uma confer&ecirc;ncia estadual. &ldquo;Est&atilde;o comprando um desafio grande na realiza&ccedil;&atilde;o da confer&ecirc;ncia estadual sem um projeto estadual baseado no que foi tirado pela conferencia nacional. Se voc&ecirc; n&atilde;o consegue implementar o que foi acordado, voc&ecirc; n&atilde;o pode criar qualquer alternativa que substitua o que tem que ser feito. O Conselho agora deveria pegar um dos 20 pontos definidos pelo FNDC e pelo pr&oacute;prio Conselho e ver o que &eacute; prioridade&rdquo;, defende.<\/p>\n<p>O Coordenador Especial de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o (Secom-BA) nega que existam os problemas apontados pela nota, criticando o que chamou de &ldquo;fogo amigo&rdquo;. &ldquo;N&atilde;o existe um plano estadual completo, mas existem diversos elementos que est&atilde;o se constituindo do ponto de vista pr&aacute;tico como plano&rdquo;, explica Ant&ocirc;nio do Carmo. Segundo ele, &ldquo;o conselho tem se apresentado como um p&oacute;lo para as principais quest&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o do estado&rdquo;. Como exemplo, aponta o debate organizado recentemente pelo Conselho sobre o audiovisual com os grupos ligados a&nbsp; esse setor na Bahia.<\/p>\n<p>O evento &ldquo;Di&aacute;logos de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo; &eacute; apontado por Ant&ocirc;nio do Carmo como exemplo de que as demandas da sociedade civil est&atilde;o sendo atendidas. No pr&oacute;ximo dia 12, na Assembl&eacute;ia Legislativa da Bahia acontece a terceira palestra do ciclo, que tematiza a &ldquo;Democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Participar&atilde;o do debate a coordenadora geral do F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC), Rosane Bertotti, a representante da Frente Parlamentar pelo Direito &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o (Frentecom), deputada Luiza Erundina, e o diretor da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert), Rodolofo Machado.<\/p>\n<p>Outros locais como o Rio Grande do Sul e o Distrito Federal recentemente iniciaram processos de implementa&ccedil;&atilde;o de conselhos estaduais, mas encontram-se estagnados. Em Alagoas, a &uacute;ltima gest&atilde;o do conselho que se encontra inativo se esfor&ccedil;a para a reinstala&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o e para voltar ao funcionamento.<\/p>\n<p>Segue abaixo nota na &iacute;ntegra:<\/p>\n<p><strong>Intervozes v&ecirc; com preocupa&ccedil;&atilde;o a condu&ccedil;&atilde;o do Conselho Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o da Bahia<\/strong><\/p>\n<p>Embora esteja previsto pela Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual de 1989, o Conselho Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o da Bahia s&oacute; come&ccedil;ou a virar realidade em 2007, quando organiza&ccedil;&otilde;es sociais passaram a pautar o tema, tendo em vista o quadro de renova&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do executivo estadual, sob compromisso de avan&ccedil;ar os mecanismos da democracia participativa. A partir de ent&atilde;o, o Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social esteve presente em todos os passos fundamentais, envolvendo, para isso, v&aacute;rios\/as de seus\/as associados\/as, tanto na Bahia quanto em outros estados.<\/p>\n<p>A organiza&ccedil;&atilde;o sempre esteve presente nas discuss&otilde;es, contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre Estado e sociedade. Nesse sentido, participou do Grupo de Trabalho (GT) que organizou as Confer&ecirc;ncias Estaduais, em 2008 e 2009, bem como do GT respons&aacute;vel pelo Projeto de Lei que serviu como base para a regulamenta&ccedil;&atilde;o do CEC, em 2011.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m h&aacute;, por parte do Intervozes, uma preocupa&ccedil;&atilde;o central com a articula&ccedil;&atilde;o dos movimentos sociais, o que foi visto durante a organiza&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Pr&oacute;-Confer&ecirc;ncia, em 2009; a constitui&ccedil;&atilde;o da Frente Baiana pelo Direito &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o, em 2011, al&eacute;m de in&uacute;meros semin&aacute;rios, encontros e reuni&otilde;es que contaram com a participa&ccedil;&atilde;o do Intervozes, que sempre atuou no sentido de incidir e positivar o direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Tal contribui&ccedil;&atilde;o foi reconhecida a ponto de organiza&ccedil;&otilde;es sociais terem votado em um integrante da organiza&ccedil;&atilde;o, Pedro Carib&eacute;, para que ocupasse uma das vagas da sociedade civil na primeira gest&atilde;o do Conselho (2012-2013). Desde ent&atilde;o, o Intervozes tem contribu&iacute;do para divulgar, ao m&aacute;ximo, todo o processo, com o qual nosso representante esteve organicamente envolvido. Apesar dessa disposi&ccedil;&atilde;o, as &uacute;ltimas movimenta&ccedil;&otilde;es internas ao Conselho tornaram dif&iacute;cil que mesmo um membro deste tenha condi&ccedil;&otilde;es de participar e, assim, prestar contas da atua&ccedil;&atilde;o &agrave; sociedade, em geral. <\/p>\n<p>O esvaziamento da presen&ccedil;a do movimento social foi percept&iacute;vel na &uacute;ltima reuni&atilde;o ordin&aacute;ria do Colegiado, realizada dia 29 de maio, quando apenas cinco dos onze membros que integram a Frente Baiana estiveram presentes. Nas Comiss&otilde;es, tamb&eacute;m h&aacute; dificuldade de se garantir a participa&ccedil;&atilde;o das entidades, o que fez com que, in&uacute;meras vezes, as reuni&otilde;es contassem exclusivamente com a participa&ccedil;&atilde;o de empres&aacute;rios e de representantes do governo. <\/p>\n<p>Nos dois &quot;Di&aacute;logos de Comunica&ccedil;&atilde;o&quot;, promovidos pelo Conselho, s&oacute; estiveram presentes nas mesas de discuss&atilde;o os membros de corpora&ccedil;&otilde;es empresariais e do governo. No primeiro, sobre inclus&atilde;o digital, a campanha nacional &quot;Banda Larga &eacute; Um Direito Seu!&quot; n&atilde;o foi convidada a contribuir. No segundo, que discutiu audiovisual, foi ignorada a contribui&ccedil;&atilde;o das associa&ccedil;&otilde;es de produtores independentes na mesa.<br \/>&nbsp;<br \/>S&atilde;o muitos os motivos para tal situa&ccedil;&atilde;o. Em termos operacionais, existem limita&ccedil;&otilde;es como a presid&ecirc;ncia vital&iacute;cia do Secret&aacute;rio de Comunica&ccedil;&atilde;o e a vig&ecirc;ncia de um regimento interno que engessa os encaminhamentos, j&aacute; que ele torna necess&aacute;ria a vota&ccedil;&atilde;o de 2\/3 dos membros para que qualquer tema seja aprovado. <\/p>\n<p>Ainda assim, pontos b&aacute;sicos n&atilde;o s&atilde;o cumpridos, haja vista: falta de transpar&ecirc;ncia dos processos com os conselheiros e tamb&eacute;m com a sociedade, em geral; aus&ecirc;ncia de funcion&aacute;rios suficientes que deem conta das demandas administrativas; n&atilde;o cumprimento de pontos regimentais, como divulga&ccedil;&atilde;o das pautas e mecanismos para participa&ccedil;&atilde;o dos membros como o aux&iacute;lio transporte; al&eacute;m de delibera&ccedil;&otilde;es do Conselho que s&atilde;o negligenciadas, como transmiss&atilde;o ao vivo das reuni&otilde;es e fluxo de informa&ccedil;&otilde;es dos encaminhamentos das comiss&otilde;es. <br \/>Existem tamb&eacute;m motivos pol&iacute;ticos que retiram a autonomia do Conselho, como a presen&ccedil;a de um representante diretor do setor empresarial na coordena&ccedil;&atilde;o da Assessoria de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o (Secom), respons&aacute;vel por secretariar o Conselho e desenvolver as pol&iacute;ticas aprovadas nas confer&ecirc;ncias &#8211; espa&ccedil;os privilegiados de participa&ccedil;&atilde;o e proposi&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas. <\/p>\n<p>Outro problema a ser destacado &eacute; a falta de encaminhamentos que correspondam &agrave;s suas atribui&ccedil;&otilde;es legais do Conselho, como a elabora&ccedil;&atilde;o de um Plano Estadual. Na falta deles, tem sido mantido o hist&oacute;rico conservador das pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m os limites &agrave; liberdade de express&atilde;o na Bahia, um estado marcado por tradi&ccedil;&otilde;es autorit&aacute;rias. Em suma, o Conselho n&atilde;o demonstra condi&ccedil;&otilde;es a dar respostas &agrave; Confer&ecirc;ncia Estadual de 2008 ou a elaborar um Plano Estadual, conforme aponta a Lei. Consequentemente, se solidifica um quadro no qual as entidades passam a desacreditar nos potenciais do &oacute;rg&atilde;o, e assim, se distanciar. <\/p>\n<p>Dessa forma, o &oacute;rg&atilde;o ainda n&atilde;o teve sequer acesso de como se d&aacute; a distribui&ccedil;&atilde;o das verbas publicit&aacute;rias oficiais; n&atilde;o articulou as institui&ccedil;&otilde;es competentes para encaminhar den&uacute;ncias de viola&ccedil;&atilde;o aos direitos humanos promovidas em programas policialescos ou mesmo teve condi&ccedil;&otilde;es de agir em rela&ccedil;&atilde;o ao cerceamento da atividade jornal&iacute;stica, a exemplo dos ataques do torturador &Aacute;tila Brand&atilde;o ao jornalista Emiliano Jos&eacute;; tamb&eacute;m n&atilde;o apontou uma a&ccedil;&atilde;o complementar estadual ao Plano Nacional de Banda Larga; muito menos a&ccedil;&otilde;es integradas para o desenvolvimento da comunica&ccedil;&atilde;o livre e comunit&aacute;ria. <\/p>\n<p>O resultado deste quadro &eacute; que um instrumento com caracter&iacute;sticas pioneiras pode terminar sua primeira gest&atilde;o muito aqu&eacute;m da expectativas geradas em todo pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Democracia se constr&oacute;i. &Eacute; um processo que envolve garantia de direitos, estabilidade e autonomia das institui&ccedil;&otilde;es, tudo isso com transpar&ecirc;ncia e participa&ccedil;&atilde;o popular. E at&eacute; o momento, o Conselho Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o da Bahia n&atilde;o tem materializado esses pilares.<\/p>\n<p>Por tudo isto, o Intervozes v&ecirc; com preocupa&ccedil;&atilde;o os pr&oacute;ximos passos sob responsabilidade do &oacute;rg&atilde;o, inclusive a realiza&ccedil;&atilde;o da 3&ordm; Confer&ecirc;ncia Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o, aprovada na &uacute;ltima reuni&atilde;o ordin&aacute;ria para acontecer at&eacute; o fim de 2013. As confer&ecirc;ncias no setor se configuraram como mecanismos &iacute;mpar para participa&ccedil;&atilde;o popular, por&eacute;m, j&aacute; h&aacute; experi&ecirc;ncia de que essa participa&ccedil;&atilde;o s&oacute; pode se tornar realmente efetiva se for acompanhada de vontade pol&iacute;tica e, em particular, de mecanismos institucionais que o Conselho Estadual ainda receia garantir, o que potencializa um quadro de dilui&ccedil;&atilde;o desse mecanismo.<\/p>\n<p>Ao final, mantemos a proposta apresentada em mar&ccedil;o deste ano de realizar a III Confer&ecirc;ncia Estadual no primeiro semestre de 2014, j&aacute; sob posse de um Plano Estadual e normaliza&ccedil;&atilde;o do cotidiano institucional do Conselho. <\/p>\n<p><em>Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em nota p&uacute;blica, entidade se diz preocupada com esvaziamento do Conselho de Comunica&ccedil;&atilde;o na Bahia e defende a cria&ccedil;&atilde;o de uma Plano Estadual de Comunica&ccedil;&atilde;o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[1454],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27490"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=27490"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27490\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=27490"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=27490"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=27490"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}