{"id":27170,"date":"2012-10-05T23:29:09","date_gmt":"2012-10-05T23:29:09","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=27170"},"modified":"2012-10-05T23:29:09","modified_gmt":"2012-10-05T23:29:09","slug":"brasil-e-o-terceiro-pais-com-mais-mortes-de-jornalistas-em-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=27170","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 o terceiro pa\u00eds com mais mortes de jornalistas em 2012"},"content":{"rendered":"<p>Apenas nos seis primeiros meses deste ano, 110 jornalistas foram mortos no mundo em situa&ccedil;&atilde;o considerada de viol&ecirc;ncia e atentado &agrave; liberdade de imprensa, segundo a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) Press Emblem Campaign (PEC). No ano passado, foram registradas as mortes de 107 profissionais de imprensa no mundo. O Brasil est&aacute; na quarta posi&ccedil;&atilde;o, registrando seis jornalistas mortos no primeiro semestre de 2012.<\/p>\n<p>A PEC listou os 21 pa&iacute;ses mais violentos para o exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o. Na Am&eacute;rica Latina, os camp&otilde;es s&atilde;o o Brasil, em primeiro lugar, seguido por Honduras, Bol&iacute;via, Col&ocirc;mbia, Haiti e Panam&aacute;.<\/p>\n<p>Na rela&ccedil;&atilde;o dos mais violentos est&atilde;o a S&iacute;ria, que registrou 21 mortes em mais de um ano de crise; o M&eacute;xico, que identificou oito e vive um combate entre o governo e os cart&eacute;is de drogas e armas; a Som&aacute;lia, que vive uma guerra civil e registrou seis mortos; o Paquist&atilde;o, que registrou seis mortos; o Brasil, tamb&eacute;m com seis e Honduras, com quatro.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m est&atilde;o nessa lista Filipinas que registrou quatro mortos, a Nig&eacute;ria, tr&ecirc;s, a Bol&iacute;via dois, a &Iacute;ndia tamb&eacute;m dois. O Afeganist&atilde;o identificou um jornalista morto, assim como o Barhein, a Col&ocirc;mbia, o Haiti, a Indon&eacute;sia, o Iraque, o Nepal, Uganda, o Panam&aacute; e a Tail&acirc;ndia.<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de jornalistas mortos no cumprimento do dever &eacute; atualizado mensalmente, segundo a organiza&ccedil;&atilde;o, por isso alguns dados s&atilde;o modificados de acordo com o m&ecirc;s apurado. De 2007 a 2011, 545 jornalistas foram mortos.<\/p>\n<p>A PEC usa estat&iacute;sticas relacionadas a mortes suspeitas entre jornalistas, correspondentes, freelancers, cinegrafistas, t&eacute;cnicos de som, t&eacute;cnicos, fot&oacute;grafos, produtores, administradores e jornalistas de online. Os dados n&atilde;o incluem motoristas, seguran&ccedil;as nem tradutores, por exemplo.<\/p>\n<p>A organiza&ccedil;&atilde;o informou que recebe informa&ccedil;&otilde;es de associa&ccedil;&otilde;es de imprensa, sindicatos e federa&ccedil;&otilde;es, assim como das Na&ccedil;&otilde;es Unidas. A an&aacute;lise dos dados se baseia em quatro categorias: as v&iacute;timas que s&atilde;o alvos intencionais, os que s&atilde;o mortos acidentalmente, os relacionados a causas criminais, como no caso de traficantes, e fatores desconhecidos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apenas nos seis primeiros meses deste ano, 110 jornalistas foram mortos no mundo em situa&ccedil;&atilde;o considerada de viol&ecirc;ncia e atentado &agrave; liberdade de imprensa, segundo a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) Press Emblem Campaign (PEC). No ano passado, foram registradas as mortes de 107 profissionais de imprensa no mundo. 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