{"id":26981,"date":"2012-07-13T15:20:14","date_gmt":"2012-07-13T15:20:14","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=26981"},"modified":"2012-07-13T15:20:14","modified_gmt":"2012-07-13T15:20:14","slug":"governo-limita-aumento-de-volume-do-comercial-de-tv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=26981","title":{"rendered":"Governo limita aumento de volume do comercial de TV"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Os canais digitais da TV aberta n&atilde;o poder&atilde;o mais aumentar deliberadamente o volume dos intervalos comerciais durante sua programa&ccedil;&atilde;o. De acordo com portaria do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, que deve ser publicada hoje no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, o limite m&aacute;ximo de varia&ccedil;&atilde;o de som aceita ser&aacute; de 2 decib&eacute;is (dB), praticamente impercept&iacute;vel ao ouvido humano.<\/p>\n<p>Conforme o Estado noticiou no in&iacute;cio de junho, a proposta original previa um limite m&aacute;ximo de 1dB de varia&ccedil;&atilde;o, mas durante a fase de consulta p&uacute;blica o corpo t&eacute;cnico do minist&eacute;rio optou por dobrar essa toler&acirc;ncia, seguindo padr&otilde;es internacionais. Para se ter um par&acirc;metro de compara&ccedil;&atilde;o, uma conversa sussurrada entre dois adultos normalmente alcan&ccedil;a um patamar entre 30 e 40 dB.<\/p>\n<p>Segundo o secret&aacute;rio de servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica da pasta, Genildo Lins, as emissoras que descumprirem a portaria e continuarem aumentando o volume da transmiss&atilde;o dos intervalos comerciais ser&atilde;o notificadas e podem at&eacute; mesmo ter seu sinal suspenso temporariamente. &quot;O fato &eacute; que esse problema precisa ser corrigido porque incomoda muito qualquer telespectador&quot;, afirmou.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia<br \/><\/strong><br \/>Desde 2001 j&aacute; existe uma lei com essa determina&ccedil;&atilde;o, mas devido &agrave; falta de tecnologia para implement&aacute;-la a regulamenta&ccedil;&atilde;o com os crit&eacute;rios para a medi&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o sonora dessas transmiss&otilde;es s&oacute; agora ficou pronta. De acordo com Lins, um comit&ecirc; formado por membros do minist&eacute;rio e da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel), al&eacute;m de representantes dos radiodifusores, ir&aacute; avaliar em um prazo de 12 meses se o limite de 2 dB &eacute; suficiente, podendo realizar uma revis&atilde;o da portaria daqui a um ano.<\/p>\n<p>A portaria tamb&eacute;m atende a um pedido da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert), para que a norma seja aplicada apenas &agrave;s transmiss&otilde;es digitais, que atualmente alcan&ccedil;am menos de 50% dos domic&iacute;lios brasileiros.<\/p>\n<p>Para o presidente da entidade, Roberto Antonik, o modelo de medi&ccedil;&atilde;o existente n&atilde;o &eacute; suficientemente confi&aacute;vel para ser aplicado aos sinais anal&oacute;gicos. Mesmo assim, Genildo Lins garantiu que as transmiss&otilde;es anal&oacute;gicas de TV e todas as de r&aacute;dio ser&atilde;o fiscalizadas, ainda que sem um contorno t&atilde;o r&iacute;gido. <br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os canais digitais da TV aberta n&atilde;o poder&atilde;o mais aumentar deliberadamente o volume dos intervalos comerciais durante sua programa&ccedil;&atilde;o. 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