{"id":26949,"date":"2012-06-24T18:05:06","date_gmt":"2012-06-24T18:05:06","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=26949"},"modified":"2012-06-24T18:05:06","modified_gmt":"2012-06-24T18:05:06","slug":"4g-acende-debate-sobre-compartilhamento-de-infraestrutura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=26949","title":{"rendered":"4G acende debate sobre compartilhamento de infraestrutura"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">A chegada da tecnologia de quarta gera&ccedil;&atilde;o (4G) traz &agrave; tona o debate sobre o compartilhamento de infraestrutura entre as operadoras de telefonia. Isso porque na 4G s&atilde;o necess&aacute;rios muito mais antenas e dispositivos acoplados a elas para suportar o volume de tr&aacute;fego de dados. Analistas avaliam que de tr&ecirc;s a cinco vezes mais antenas dever&atilde;o ser utilizadas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; tecnologia 3G.<\/p>\n<p>A velocidade com que esses dados passar&atilde;o pela estrutura (chamada de backhaul) &eacute; dez vezes maior na 4G do que na gera&ccedil;&atilde;o anterior. Seria menos custoso, ent&atilde;o, as teles dividirem esse backhaul, avalia Luiz Vergueiro, gerente-comercial da Telebras. Para ele, entretanto, essa tarefa n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. &#39;O brasileiro n&atilde;o gosta de dividir nada, de modo que vemos um mesmo grupo econ&ocirc;mico montando a mesma infraestrutura uma ao lado da outra, deixando antenas e postes um emaranhado de fios e aparelhos&#39;, afirmou.<\/p>\n<p>O resultado, ressalta o executivo, &eacute; o desordenamento dos projetos. Para Vergueiro, o ideal &eacute; se utilizar da tecnologia, colocando aparelhos menores nas antenas, de modo a caber mais. &#39;Porque a mudan&ccedil;a do comportamento ter&aacute; de acontecer, mas &eacute; mais lenta&#39;, disse.<\/p>\n<p>Hoje, no pa&iacute;s, h&aacute; cerca de 53 mil antenas. A conta para a instala&ccedil;&atilde;o de antenas 4G n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples, mas levando em conta que ser&atilde;o necess&aacute;rias cinco vezes mais, o pa&iacute;s precisar&aacute; de mais 200 mil antenas para cobrir o territ&oacute;rio inteiro.<\/p>\n<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel) vem afirmando que est&aacute; estudando uma maneira de solucionar a quest&atilde;o do compartilhamento de infraestrutura entre as empresas. &#39;&Eacute; complicado fiscalizar quem usa mais, menos e quem deve arcar com isso&#39;, disse Fernando Carvalho, diretor de novos neg&oacute;cios da Nokia Siemens Networks, fabricante de equipamentos de redes e antenas.<\/p>\n<p>Uma outra solu&ccedil;&atilde;o, segundo Jo&atilde;o Moura, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Prestadoras de Servi&ccedil;o de Telecomunica&ccedil;&otilde;es Competitivas (TelComp), seria otimizar as obras de infraestrutura em geral. &#39;Quando uma concession&aacute;ria de energia vai fazer uma manuten&ccedil;&atilde;o, por que n&atilde;o j&aacute; dar oportunidade para as operadoras de telefonia passarem seus cabos? Assim, o transtorno para o cidad&atilde;o &eacute; feito de uma vez s&oacute;&#39;, disse.<\/p>\n<p>Em agosto, o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es dever&aacute; mandar ao Congresso um projeto de lei que trata da uniformiza&ccedil;&atilde;o da infraestrutura de telecomunica&ccedil;&otilde;es, incluindo o compartilhamento dos postes com as empresas de energia.<br \/>&nbsp;<br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A chegada da tecnologia de quarta gera&ccedil;&atilde;o (4G) traz &agrave; tona o debate sobre o compartilhamento de infraestrutura entre as operadoras de telefonia. Isso porque na 4G s&atilde;o necess&aacute;rios muito mais antenas e dispositivos acoplados a elas para suportar o volume de tr&aacute;fego de dados. 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