{"id":26688,"date":"2012-03-07T15:14:15","date_gmt":"2012-03-07T15:14:15","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=26688"},"modified":"2012-03-07T15:14:15","modified_gmt":"2012-03-07T15:14:15","slug":"tv-aberta-e-tv-por-assinatura-estao-em-mesmo-patamar-de-receitas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=26688","title":{"rendered":"TV aberta e TV por assinatura est\u00e3o em mesmo patamar de receitas"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">A TV aberta e a TV por assinatura est&atilde;o no mesmo patamar de receitas. Segundo Jo&atilde;o Maria de Oliveira, do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea), que apresentou nesta ter&ccedil;a-feira, 6, palestra sobre os impactos do SeAC durante o encontro da NeoTV, as receitas da cadeia do audiovisual da TV por assinatura (e aqui s&atilde;o consideradas atividades de distribui&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o) tiveram um crescimento de 49% de 2007 para 2009, com receitas de R$ 14,6 bilh&otilde;es em 2009. No mesmo ano, as receitas das atividades de televis&atilde;o aberta foram de R$ 15,7 bilh&otilde;es, com crescimento de 23,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007. &ldquo;Em dimens&atilde;o de receitas, a TV por assinatura j&aacute; faz frente &agrave; TV aberta&rdquo;, observa. A an&aacute;lise foi obtida a partir de dados do IBGE e do PAS 2009.<\/p>\n<p>Entre as atividades referentes &agrave; TV por assinatura, a distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; a respons&aacute;vel pela maior parte dos rendimentos: 73,4% das receitas s&atilde;o deste elo da cadeia, enquanto programa&ccedil;&atilde;o fica com 17,2% e produ&ccedil;&atilde;o com 9,5%.<\/p>\n<p>Quando o assunto s&atilde;o os custos das empresas, as distribuidoras de TV por assinatura e as programadoras t&ecirc;m em direitos e c&oacute;pias seus maiores custos: 31,3% dos custos das distribuidoras t&ecirc;m este fim, e 53% do custo das programadoras s&atilde;o com direitos. &ldquo;Os operadores pagam muito com direitos, mas o insumo b&aacute;sico das TVs &eacute; o conte&uacute;do&rdquo;, lembra Oliveira. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; que se as maiores receitas n&atilde;o s&atilde;o as das empresas de produ&ccedil;&atilde;o, mas os maiores custos s&atilde;o com conte&uacute;do, a maior parte do conte&uacute;do &eacute; estrangeiro e portanto as receitas s&atilde;o remetidas para o exterior.<br \/><strong><br \/>Concentra&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Ao avaliar as poss&iacute;veis conseq&uuml;&ecirc;ncias da Lei 12.485, Oliveira observa que deve haver uma redu&ccedil;&atilde;o no gap de mercado, com foco em &aacute;reas de maior rentabilidade. &ldquo;O mercado vem se concentrand, nos mercados mais rent&aacute;veis&rdquo;, diz. &ldquo;O Pa&iacute;s passou de 121 operadoras de cabo e 38 de MMDS em 2001, para 90 de cabo e 28 de MMDS em 2011, sem que houvesse um aumento grande no n&uacute;mero de munic&iacute;pios cobertos por essas tecnologias no per&iacute;odo. O crescimento do n&uacute;mero de assinantes foi mais incentivado pela tecnologia (no caso o DTH) do que pelo n&uacute;mero de operadoras&rdquo;, disse Oliveira. &ldquo;Como a TV a cabo n&atilde;o podia crescer, o DTH cresceu, mas agora essa din&acirc;mica se modifica&rdquo;.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A TV aberta e a TV por assinatura est&atilde;o no mesmo patamar de receitas. 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