{"id":26028,"date":"2011-08-26T16:35:23","date_gmt":"2011-08-26T16:35:23","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=26028"},"modified":"2011-08-26T16:35:23","modified_gmt":"2011-08-26T16:35:23","slug":"europa-nao-obriga-velocidade-minima-de-banda-larga-mas-exige-regras-de-transparencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=26028","title":{"rendered":"Europa n\u00e3o obriga velocidade m\u00ednima de banda larga, mas exige regras de transpar\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\"><strong>Reda&ccedil;&atilde;o &#8211; TeleTime News<\/strong><\/p>\n<p>Estudo realizado pela Cullen Internacional a pedido da Oi afirma que, nos principais pa&iacute;ses europeus, as ag&ecirc;ncias reguladoras n&atilde;o exigem valores fixos de velocidades m&iacute;nimas da banda larga fixa entre as anunciadas pelas operadoras e as efetivamente entregues. No Brasil, a Anatel, no regulamento do Servi&ccedil;o de Comunica&ccedil;&atilde;o Multim&iacute;dia (SCM) quer que a velocidade instant&acirc;nea da banda larga entregue ao usu&aacute;rio n&atilde;o fique abaixo de 20% da velocidade m&aacute;xima contratada, tanto para download como para upload em 95% das aferi&ccedil;&otilde;es. A meta de 20% &eacute; v&aacute;lida para os primeiros 12 meses de vig&ecirc;ncia do regulamento. Nos 12 meses seguintes ser&atilde;o exigidos 30% da velocidade contratada e, a partir da&iacute;, de 40%.<\/p>\n<p>O estudo aponta que na Fran&ccedil;a, Alemanha, It&aacute;lia, Holanda, Espanha, Reino Unido e Su&eacute;cia, n&atilde;o h&aacute; regras sobre o percentual m&iacute;nimo de velocidade a ser fornecida. H&aacute; por&eacute;m, regras para a comunica&ccedil;&atilde;o desta oferta ao cliente, com tratamentos diferenciados em cada pa&iacute;s. Na Espanha e It&aacute;lia, por exemplo, as regras s&atilde;o vinculantes. Na Espanha, o fornecedor de servi&ccedil;o eletr&ocirc;nico n&atilde;o pode anunciar velocidade de banda larga que exceda a velocidade permitida pela tecnologia, e deve informar ao cliente antes da assinatura do contrato tudo aquilo que pode limitar a velocidade real da banda larga.<\/p>\n<p>Na It&aacute;lia, h&aacute; a obriga&ccedil;&atilde;o de fornecer informa&ccedil;&atilde;o sobre as velocidades m&iacute;nimas, m&aacute;xima e m&eacute;dia de upload e download, queda de transmiss&atilde;o e retardo m&eacute;dio. Na maioria desses pa&iacute;ses h&aacute; tamb&eacute;m teste de velocidade dispon&iacute;vel para o usu&aacute;rio. Em alguns, os testes devem ser fornecidos pelas pr&oacute;prias operadoras de telecom, como na Alemanha e Reino Unido; em outros, por institui&ccedil;&otilde;es independentes, como na Su&eacute;cia, Holanda e Fran&ccedil;a. Na Espanha, h&aacute; ainda a oferta de testes pelas operadoras e por entidades independentes.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reda&ccedil;&atilde;o &#8211; TeleTime News Estudo realizado pela Cullen Internacional a pedido da Oi afirma que, nos principais pa&iacute;ses europeus, as ag&ecirc;ncias reguladoras n&atilde;o exigem valores fixos de velocidades m&iacute;nimas da banda larga fixa entre as anunciadas pelas operadoras e as efetivamente entregues. 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