{"id":25483,"date":"2011-04-04T15:41:29","date_gmt":"2011-04-04T15:41:29","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=25483"},"modified":"2011-04-04T15:41:29","modified_gmt":"2011-04-04T15:41:29","slug":"minc-reconhece-aperto-e-cancela-fundos-setoriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=25483","title":{"rendered":"MinC reconhece aperto e cancela fundos setoriais"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Enquanto a pol&ecirc;mica em torno da reforma dos direitos autorais tomou os holofotes nos primeiros meses de Ana de Hollanda &agrave; frente do Minist&eacute;rio da Cultura, paulatinamente a sa&uacute;de financeira da pasta chama a aten&ccedil;&atilde;o como preocupa&ccedil;&atilde;o da nova administra&ccedil;&atilde;o. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; do jornal Valor Econ&ocirc;mico desta quinta-feira (31\/3).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">De um in&eacute;dito or&ccedil;amento estipulado em R$ 2,1 bilh&otilde;es pela Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria de 2011, houve redu&ccedil;&atilde;o de R$ 766 milh&otilde;es em raz&atilde;o do veto presidencial de de R$ 237 milh&otilde;es e contingenciamento de R$ 529 milh&otilde;es. Para completar, de acordo com o secret&aacute;rio-executivo do MinC, Vitor Ortiz, os restos a pagar deixados pela gest&atilde;o anterior somam R$ 450 milh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&ldquo;Ser&aacute; um ano apertado, de organiza&ccedil;&atilde;o da casa, ajustes e avalia&ccedil;&atilde;o dos programas e processos futuros. Em um ano dif&iacute;cil como esse, estamos orientando nossos secret&aacute;rios a realizar planejamentos a longo prazo, pensando nos pr&oacute;ximos quatro anos&rdquo;, afirma Ortiz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">De passagem por Salvador, no m&ecirc;s passado, a ministra responsabilizou a gest&atilde;o anterior pela quantidade de d&eacute;bitos existente do programa Pontos de Cultura, estimada em cerca de R$ 60 milh&otilde;es. Entre conv&ecirc;nios, editais e premia&ccedil;&otilde;es, figuram pend&ecirc;ncias de quase um ano atr&aacute;s. &ldquo;Sabemos que esta gest&atilde;o acabou de chegar, mas temos um af&atilde; por respostas porque desde maio compromissos firmados com o programa est&atilde;o atrasados&rdquo;, diz Patricia Ferraz, secret&aacute;ria- executiva do Pont&atilde;o de Articula&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Nacional de Pontos de Cultura.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Mario Cohen, presidente do Audit&oacute;rio Ibirapuera, em S&atilde;o Paulo, est&aacute; entre os que t&ecirc;m mantido negocia&ccedil;&otilde;es com a pasta, no seu caso para saber quando ser&aacute; efetuado o pagamento de R$ 5 milh&otilde;es destinados &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o do rec&eacute;m-criado Centro de Refer&ecirc;ncia da M&uacute;sica Brasileira. &ldquo;Espero que os valores sejam mantidos. Depois da crise da ind&uacute;stria da m&uacute;sica, aumentou a import&acirc;ncia do Estado para a sobreviv&ecirc;ncia do setor.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Apesar do desconforto com o passivo deixado, a atual gest&atilde;o tem ressaltado que honrar&aacute; os compromissos, mas primeiramente seria preciso avaliar em que medida os cortes de or&ccedil;amento afetariam as suas contas. Ap&oacute;s veto e contingenciamento, cronogramas e prioridades est&atilde;o agora sendo definidos. N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel, no entanto, satisfazer a todos: &ldquo;Nossa batalha &eacute; chegar ao fim do ano com os restos a pagar bastante reduzidos. &Eacute; poss&iacute;vel que fique para 2012? &Eacute;. Mas vamos lutar para zerar&rdquo;, diz Ortiz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Na listagem de pend&ecirc;ncias n&atilde;o est&atilde;o inclu&iacute;dos investimentos anunciados pela gest&atilde;o Juca Ferreira que n&atilde;o tenham sido devidamente empenhados e previstos. Entre os principais recursos prometidos, est&atilde;o os R$ 300 milh&otilde;es que tornariam poss&iacute;vel o lan&ccedil;amento dos oito Fundos Setoriais Procultura que atenderiam a setores como audiovisual, m&uacute;sica, patrim&ocirc;nio e livro. Desse montante, est&atilde;o mantidos apenas os editais lan&ccedil;ados no fim de 2010 para &aacute;reas como artes c&ecirc;nicas, que somam ao todo R$ 58 milh&otilde;es. &ldquo;Isso a&iacute; [os R$ 300 milh&otilde;es] era uma expectativa, mas n&atilde;o conseguiram recursos nem para os R$ 58 milh&otilde;es&rdquo;, aponta o atual secret&aacute;rio-executivo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Na semana passada, o MinC come&ccedil;ou a anunciar os primeiros pagamentos de iniciativas como Cultura Viva e Pr&ecirc;mio Cultura Hip Hop 2010, deixando claro em seu site que se trata de regulariza&ccedil;&atilde;o de pend&ecirc;ncias anteriores.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto a pol&ecirc;mica em torno da reforma dos direitos autorais tomou os holofotes nos primeiros meses de Ana de Hollanda &agrave; frente do Minist&eacute;rio da Cultura, paulatinamente a sa&uacute;de financeira da pasta chama a aten&ccedil;&atilde;o como preocupa&ccedil;&atilde;o da nova administra&ccedil;&atilde;o. 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