{"id":25336,"date":"2011-02-10T17:00:16","date_gmt":"2011-02-10T17:00:16","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=25336"},"modified":"2011-02-10T17:00:16","modified_gmt":"2011-02-10T17:00:16","slug":"a-informacao-alternativa-a-servico-das-mobilizacoes-politicas-e-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=25336","title":{"rendered":"A informa\u00e7\u00e3o alternativa a servi\u00e7o das mobiliza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e sociais"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Por iniciativa da Ritimo, uma organiza&ccedil;&atilde;o francesa voltada para a comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o da solidariedade internacional e do desenvolvimento sustent&aacute;vel, da Ciranda e do Intervozes, organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras, realizou-se semin&aacute;rio reunindo m&iacute;dias alternativas de v&aacute;rios pa&iacute;ses, durante este primeiro dia de atividades autogestionadas no FSM Dacar. Na busca da constru&ccedil;&atilde;o &ldquo;de um mundo menos desigual, que d&ecirc; a palavra aos exclu&iacute;dos&rdquo;, disse Myriam Merlant, da Ritimo, &ldquo;estas organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o essenciais para o contraponto com a grande m&iacute;dia&rdquo;. O objetivo do semin&aacute;rio, que constou de tr&ecirc;s momentos, foi a troca de experi&ecirc;ncias e a proposi&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es conjuntas, que levem &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o de um novo F&oacute;rum Mundial de M&iacute;dias Livres.<\/p>\n<p>Um panorama das novas m&iacute;dias nos continentes foi desenvolvido no primeiro momento, reunindo experi&ecirc;ncias diversas realizadas na &Aacute;frica, Am&eacute;rica Latina, &Aacute;sia e Europa. Na Fran&ccedil;a, onde h&aacute; boas leis para a garantia da liberdade de express&atilde;o, &ldquo;a realidade mostra que a liberdade de imprensa j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grande assim, como diz David, do Rep&oacute;rter Cidad&atilde;o. A classifica&ccedil;&atilde;o desse quesito, medido anualmente naquele pa&iacute;s europeu, mostra uma queda do 31&ordm; lugar para o 44&ordm;, segundo o jornalista. &ldquo;Metade dos franceses dizem hoje que as coisas n&atilde;o acontecem como a m&iacute;dia diz, 66% acham que a grande imprensa est&aacute; sob dom&iacute;nio dos pol&iacute;ticos, e principalmente as classes populares acreditam cada vez menos na grande m&iacute;dia&rdquo;.<\/p>\n<p>A concentra&ccedil;&atilde;o dos meios tamb&eacute;m &eacute; algo que vem acontecendo na Fran&ccedil;a nos &uacute;ltimos anos, inclusive com novos decretos de Sarkozy, um dos quais determina a nomea&ccedil;&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o da televis&atilde;o p&uacute;blica pelo governo. &ldquo;Nos &uacute;ltimos trinta anos, os pequenos ve&iacute;culos de m&iacute;dia deixaram de existir&rdquo;, conta David, e a informa&ccedil;&atilde;o vem se concentrando nos grandes meios, cujos donos s&atilde;o, por exemplo, dois grandes industriais que fabricam armas e avi&otilde;es; outro investidor da m&iacute;dia &eacute; um negociante de minera&ccedil;&atilde;o na &Aacute;frica. &ldquo;Estamos cada vez mais dependentes dos grandes meios, mas este n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico problema&rdquo;, continua o rep&oacute;rter cidad&atilde;o. &ldquo;Antes, os movimentos sociais gostavam quando a m&iacute;dia aparecia, hoje os movimentos querem a m&iacute;dia longe, e as pessoas perguntam porque as coberturas s&atilde;o todas iguais&rdquo;.<\/p>\n<p>Sabemos bem como &eacute; essa hist&oacute;ria no Brasil, e as semelhan&ccedil;as n&atilde;o param por a&iacute;. &ldquo;Tenta-se produzir informa&ccedil;&atilde;o da forma mais barata poss&iacute;vel, n&atilde;o h&aacute; mais reportagem; os jornalistas tem o mesmo perfil social, a maioria vem das classes altas, estudam nas mesmas escolas&rdquo;. Al&eacute;m disso, segundo David, h&aacute; o &ldquo;mito do indiv&iacute;duo&rdquo;, onde se valoriza as personalidades por isso e aquilo. &ldquo;O indiv&iacute;duo constr&oacute;i a sociedade, n&atilde;o &eacute; a sociedade que constr&oacute;i o indiv&iacute;duo, para a m&iacute;dia; privilegia-se os eventos e n&atilde;o o contexto hist&oacute;rico e difunde-se um pensamento utilitarista. O leitor &eacute; consumidor, n&atilde;o cidad&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>America Latina, &Aacute;frica, tudo igual<\/strong><\/p>\n<p>Na Am&eacute;rica Latina o modelo de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; o das m&iacute;dias privadas americanas, n&atilde;o o das m&iacute;dias p&uacute;blicas da Europa, falou Sally .. , da ALAI &ndash; Agencia Latinoamericana de Informaci&oacute;n. &ldquo;As m&iacute;dias comunit&aacute;rias procuram preencher o espa&ccedil;o da m&iacute;dia p&uacute;blica, mas s&atilde;o ainda marginais e pequenas, s&atilde;o principalmente r&aacute;dios&rdquo;. Neste lado sul do planeta, &ldquo;falamos mais do direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o do que &agrave; informa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, nestes &uacute;ltimos quinze anos, quando fortalece-se um movimento de luta por esse direito essencial. Grandes empresas, mais que os governos, concentram a comunica&ccedil;&atilde;o e o debate aumentou com os novos governos mais &agrave; esquerda. Sally citou os exemplos da Argentina e da Venezuela, onde grandes mobiliza&ccedil;&otilde;es influ&iacute;ram nesta pauta, e onde o tema vem alcan&ccedil;ando os movimentos sociais, que percebem a necessidade de criar suas pr&oacute;prias m&iacute;dias.<\/p>\n<p>Como participante da comiss&atilde;o de comunica&ccedil;&atilde;o do FSM, a coordenadora da Ciranda, Rita Freire, salientou a import&acirc;ncia de que o F&oacute;rum Social Mundial seja portador da mensagem pela democracia nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o. Apresentando os contrastes existentes no Brasil, Rita destacou a criminaliza&ccedil;&atilde;o da pobreza e a mercantiliza&ccedil;&atilde;o feita pela m&iacute;dia, distorcendo a realidade, a imagem da mulher, escondendo a maioria afrodescendente, agredindo os direitos da inf&acirc;ncia. &ldquo;No Brasil, iniciou-se um movimento para que essa situa&ccedil;&atilde;o seja modificada, que nasceu dos ativistas da comunica&ccedil;&atilde;o, dos meios alternativos, dos jornalistas ligados aos movimentos sociais, e se transformou num chamamento para que a sociedade brasileira compreenda que essa estrutura de comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; natural, n&atilde;o &eacute; democr&aacute;tica e precisa ser modificada&rdquo;.<\/p>\n<p>Essa movimenta&ccedil;&atilde;o fez com que o governo brasileiro convocasse uma confer&ecirc;ncia nacional de comunica&ccedil;&atilde;o, e isso aconteceu no &uacute;ltimo FSM, em Bel&eacute;m, como lembra Rita. &ldquo;Essa confer&ecirc;ncia mostrou o quanto estamos cercados e controlados pelos grandes meios no Brasil, que passaram um ano fazendo esfor&ccedil;os para que o encontro n&atilde;o acontecesse&rdquo;. A jornalista lembrou ainda que no &uacute;ltimo per&iacute;odo houve o fechamento de 3 mil r&aacute;dios comunit&aacute;rias no Brasil e que os grandes meios atuam para criminalizar as m&iacute;dias populares, pois existe hoje concretamente um processo de articula&ccedil;&atilde;o das pequenas m&iacute;dias, que s&atilde;o agentes de defesa de novas pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o em nosso pa&iacute;s&rdquo;.<br \/><strong><br \/>Informa&ccedil;&atilde;o alternativa no continente africano<\/strong><\/p>\n<p>Para Alymana Bathily, da Amarc &ndash; S&eacute;n&eacute;gal, &ldquo;hoje, o cen&aacute;rio midi&aacute;tico na &Aacute;frica tem pluralismo de informa&ccedil;&atilde;o; mas isso vem da metade dos anos 90, e foi conseguido gra&ccedil;as a luta dos movimentos sociais e por conta das revolu&ccedil;&otilde;es, algumas violentas, como a do Mali, ou a conquista do fim do apartheid na &Aacute;frica do Sul. Vimos nascer m&iacute;dias plurais, temos m&iacute;dias estatais, que antes eram as &uacute;nicas, nada privado havia. Aqui no Senegal temos quinze jornais di&aacute;rios; em 1995 haviam dez r&aacute;dios comunit&aacute;rias em toda a Africa Ocidental, hoje temos 200&rdquo;. As televis&otilde;es privadas desenvolvem-se em toda a &Aacute;frica, s&oacute; no Senegal existem meia d&uacute;zia de canais, o que Alymana considera muito para um pa&iacute;s pequeno (12 milh&otilde;es de habitantes). H&aacute; muita diversidade, segundo o ativista, h&aacute; jornais pr&oacute; governo, contra, de opini&atilde;o, religiosos, etc.<\/p>\n<p>Outra novidade, segundo ele, &eacute; a internet, embora tenha pouca penetra&ccedil;&atilde;o na &Aacute;frica subsariana (5 ou 6% da popula&ccedil;&atilde;o), em compara&ccedil;&atilde;o com a &Aacute;frica do norte. &ldquo;A internet desenvolve-se lentamente, mas &eacute; bem utilizada pelas r&aacute;dios comunit&aacute;rias (62% acesso) e pelos movimentos sociais. Outra coisa &eacute; o celular, metade da popula&ccedil;&atilde;o africana tem acesso, e isso fez diferen&ccedil;a enorme, mesmo que n&atilde;o possam ser usados de modo muito criativo. At&eacute; pouco tempo era dif&iacute;cil jornalistas sa&iacute;rem e passarem informa&ccedil;&atilde;o para a reda&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Exemplo disso foram as ultimas elei&ccedil;&otilde;es, quando os jornalistas puderam cobrir em todos os locais e isso permitiu que a oposi&ccedil;&atilde;o ganhasse. Por outro lado, existe um arsenal de leis sobre difama&ccedil;&atilde;o e cal&uacute;nia contra os chefes de estado, o que faz com que os jornalistas pratiquem autocensura; tamb&eacute;m a forma&ccedil;&atilde;o de jornalistas &eacute; outro problema, assim como a falta de equipamentos, principalmente para as r&aacute;dios comunit&aacute;rias.<\/p>\n<p>Mohammed Legtas, atua no E-Joussour, do Marrocos, projeto feito pelos movimentos sociais para coordenar a&ccedil;&otilde;es no norte da &Aacute;frica e no Oriente M&eacute;dio. Nessa regi&atilde;o, &laquo; o ambiente &eacute; hostil aos direitos das mulheres, &agrave; liberdade de express&atilde;o, as m&iacute;dias convencionais s&atilde;o totalmente controladas pelo Estado, jornalistas s&atilde;o mandados para a pris&atilde;o freq&uuml;entemente&rdquo;. O desenvolvimento da m&iacute;dia alternativa, com a internet, gerou novos militantes, que aprenderam a desenvolver novas plataformas, e filmaram, por exemplo, os soldados recebendo dinheiro da corrup&ccedil;&atilde;o. Mohammed lembra que nos recentes acontecimentos na Tun&iacute;sia o celular teve papel primordial, embora o 3G tenha chegado a apenas oito meses por l&aacute;. Promover o r&aacute;dio e a televis&atilde;o via web &eacute; muito importante devido ao analfabetismo.<\/p>\n<p>O E-Joussour n&atilde;o &eacute; apenas um site de informa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Somos muitos ativos na dinamiza&ccedil;&atilde;o dos movimentos sociais, trabalhamos muito com tradu&ccedil;&atilde;o,para permitir que o conhecimento chegue para a popula&ccedil;&atilde;o &aacute;rabe e tamb&eacute;m no uso do v&iacute;deo, inclusive com celular. Usamos o software livre, o mais f&aacute;cil poss&iacute;vel, e ensinamos a editar e publicar&rdquo;. Foi assim que se publicou muito do que ocorreu na Tunisia e Egito. Video-maker no Egito, Mahmoud El-adawy, nos disse que o caminho foi mostrado pelos tunisianos. &ldquo;Durante muito tempo n&atilde;o imaginamos que uma revolu&ccedil;&atilde;o podia acontecer no Egito, milit&aacute;vamos a partir do Facebook, trocando informa&ccedil;&otilde;es que t&iacute;nhamos acesso, e isso &eacute; at&eacute; meio ir&ocirc;nico, mas descobrimos que isso permitia realizar o sonho de a&ccedil;&atilde;o juntos&rdquo;. Sobre o Egito, veja entrevista exclusiva de Mahmoud para Ciranda.<\/p>\n<p>Maris de la Cruz, do Network for transformative social protection, Filipinas, diz que sua rede trabalha pela dignidade e vida das pessoas, mas perceberam a import&acirc;ncia de lutar pela comunica&ccedil;&atilde;o. O trabalho come&ccedil;ou em 2009 juntando v&aacute;rios movimentos, envolvendo a Tail&acirc;ndia, Tun&iacute;sia e Vietn&atilde;, al&eacute;m das Filipinas. A id&eacute;ia &eacute; conseguir &ldquo;garantia dos direitos e fortalecer os movimentos sociais, e ajudando os pobres a conquistarem for&ccedil;a coletiva, econ&ocirc;mica e pol&iacute;tica, a partir de benef&iacute;cios concretos, e transform&aacute;-los em em atores do movimento social&rdquo;. Para ela, o processo de informa&ccedil;&atilde;o tem sido fundamental para a luta por qualquer outro direito. A constitui&ccedil;&atilde;o de 1987 garante o direito das pessoas &agrave; informa&ccedil;&atilde;o e declara que &eacute; necess&aacute;rio haver transpar&ecirc;ncia completa do Estado, mas at&eacute; agora o congresso n&atilde;o regulamentou essa legisla&ccedil;&atilde;o. Desde 2000 a sociedade civil luta por isso, &ldquo;lutam para construir m&iacute;dia alternativa, mas a influencia das empresas privadas ao governo constitui barreira muito forte, a grande m&iacute;dia s&oacute; difunde informa&ccedil;&otilde;es que sejam uteis para eles&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Assembleia de converg&ecirc;ncia e novo F&oacute;rum de M&iacute;dia Livre<\/strong><\/p>\n<p>Tanta converg&ecirc;ncia de situa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; grande m&iacute;dia foi mostrando a import&acirc;ncia de incrementarmos nossas redes mundiais e a urg&ecirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o de um novo F&oacute;rum Mundial de M&iacute;dia Livre, com propostas para que seja realizado antes do pr&oacute;ximo FSM. Mario Lubetkin, do IPS-Terra Via, de Roma, defendeu que seja realizado no Rio + 20, a realizar-se no pr&oacute;ximo ano no Brasil, aproveitando a presen&ccedil;a de pessoas do mundo todo.<\/p>\n<p>A proposta tamb&eacute;m foi defendida por Renato Rovai, da revista F&oacute;rum. Ele acredita que j&aacute; dev&iacute;amos ter realizado esse encontro de midialivristas, para que nos sent&iacute;ssemos mais empoderados. &quot;Precisamos de muitos ve&iacute;culos, inclusive com diverg&ecirc;ncias entre eles, para termos uma vis&atilde;o da diversidade. &Eacute; fundamental que disputemos a informa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o construamos nossos ve&iacute;culos nas mesmas bases da m&iacute;dia comercial, nossos meios n&atilde;o s&atilde;o verticais, n&atilde;o s&atilde;o comerciais, n&atilde;o utilizam a informa&ccedil;&atilde;o como mercadoria&quot;. O debate veio a prop&oacute;sito de uma coloca&ccedil;&atilde;o de Fazila Farouk, da ag&ecirc;ncia Sacsis, da &Aacute;frica do Sul, que defendeu nosso trabalho em conjunto com as m&iacute;dias j&aacute; existentes, pois n&atilde;o podemos competir com elas, e &quot;gastamos muito tempo falando uns com os outros&quot;. Participaram das mesas ainda Michel Lambert, do Alternatives, no Canad&aacute;, as francesas Agn&egrave;s Rousseaux, do Basta, e Anne Laurence Mazenq, da RadioForum, e Bia Barbosa, do Intervozes, Brasil. Para o encaminhamento da proposta de novo F&oacute;rum mundial de m&iacute;dia alternativa, Bia prop&ocirc;s a elabora&ccedil;&atilde;o de um documento conjunto a ser levado na assembl&eacute;ia de converg&ecirc;ncia dos comunicadores a ser realizada no dia 10, neste FSM. &quot;&Eacute; preciso envolver o FSM com a luta da comunica&ccedil;&atilde;o&quot;, disse ela, apoiada por v&aacute;rios dos participantes. O documento conjunto est&aacute; sendo constru&iacute;do, para que se fa&ccedil;a um proposi&ccedil;&atilde;o internacional da realiza&ccedil;&atilde;o do novo F&oacute;rum Mundial de M&iacute;dia Livre, provavelmente no ano que vem.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por iniciativa da Ritimo, uma organiza&ccedil;&atilde;o francesa voltada para a comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o da solidariedade internacional e do desenvolvimento sustent&aacute;vel, da Ciranda e do Intervozes, organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras, realizou-se semin&aacute;rio reunindo m&iacute;dias alternativas de v&aacute;rios pa&iacute;ses, durante este primeiro dia de atividades autogestionadas no FSM Dacar. 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