{"id":25126,"date":"2010-11-29T16:06:02","date_gmt":"2010-11-29T16:06:02","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=25126"},"modified":"2010-11-29T16:06:02","modified_gmt":"2010-11-29T16:06:02","slug":"mpf-sp-arquiva-inquerito-sobre-outorga-de-radios-comunitarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=25126","title":{"rendered":"MPF-SP arquiva inqu\u00e9rito sobre outorga de r\u00e1dios comunit\u00e1rias"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal em S&atilde;o Paulo pediu o arquivamento do inqu&eacute;rito civil p&uacute;blico (ICP) instaurado para apurar os crit&eacute;rios utilizados para a concess&atilde;o e a autoriza&ccedil;&atilde;o de funcionamento de r&aacute;dios comunit&aacute;rias. O MPF apurava o caso desde que recebeu uma den&uacute;ncia de que r&aacute;dios clandestinas e ilegais obtinham vantagens na obten&ccedil;&atilde;o da autoriza&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O MPF informa que recebeu do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, a garantia de que vai excluir entidades que exercem atividades irregulares da possibilidade de receberem autoriza&ccedil;&atilde;o para o exerc&iacute;cio do servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O MPF instaurou o ICP ap&oacute;s receber uma den&uacute;ncia de que entidades que aguardavam a concess&atilde;o para operarem, eram prejudicadas em face de entidades que exerciam a atividade de radiodifus&atilde;o de forma clandestina, sob a justificativa de que estas tinham mais representatividade popular.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Em 2008, a Secretaria de Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Eletr&ocirc;nica informou, que de fato o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es estava concedendo autoriza&ccedil;&atilde;o para o servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria a r&aacute;dios que haviam sido autuadas administrativamente ou sujeitas a inqu&eacute;rito policial ou processo criminal por opera&ccedil;&otilde;es irregulares.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es esclareceu, na mesma &eacute;poca, que realizava apenas a avalia&ccedil;&atilde;o documental, concedendo a autoriza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o &agrave;s entidades que se adequam aos par&acirc;metros estabelecidos em lei, e que a autua&ccedil;&atilde;o administrativa por opera&ccedil;&atilde;o irregular cabia &agrave; Anatel.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Em julho de 2010, o MPF recomendou ao Ministro das Comunica&ccedil;&otilde;es,&nbsp; Jos&eacute; Artur Filardi Leite, a ado&ccedil;&atilde;o de provid&ecirc;ncias administrativas e normativas para impedir que entidades &ldquo;clandestinas&rdquo; do servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria obtivessem outorga legal do mesmo servi&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">A Advocacia Geral da Uni&atilde;o (AGU) confirmou, em parecer, que o Minicom tem realizado atua&ccedil;&atilde;o conjunta com a Anatel a fim de constatar exerc&iacute;cios irregulares do servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o comunit&aacute;ria, excluindo tais entidades interessadas na outorga da autoriza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal em S&atilde;o Paulo pediu o arquivamento do inqu&eacute;rito civil p&uacute;blico (ICP) instaurado para apurar os crit&eacute;rios utilizados para a concess&atilde;o e a autoriza&ccedil;&atilde;o de funcionamento de r&aacute;dios comunit&aacute;rias. 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