{"id":25091,"date":"2010-11-16T00:00:00","date_gmt":"2010-11-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=25091"},"modified":"2010-11-16T00:00:00","modified_gmt":"2010-11-16T00:00:00","slug":"regulacao-garante-pluralidade-e-estimula-competicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=25091","title":{"rendered":"Regula\u00e7\u00e3o garante pluralidade e estimula competi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Um processo que est&aacute; em curso e que ningu&eacute;m vai deter. Assim o ministro  Franklin Martins, da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Presid&ecirc;ncia da  Rep&uacute;blica, definiu a converg&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica de m&iacute;dias no pa&iacute;s, durante  um semin&aacute;rio internacional realizado esta semana em Bras&iacute;lia. &ldquo;O futuro  &eacute; a converg&ecirc;ncia. Em pouco tempo, para o cidad&atilde;o ser&aacute; indiferente se o  sinal vem da radiodifus&atilde;o ou das empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es. E regular  o setor neste cen&aacute;rio &eacute; um desafio necess&aacute;rio. Sem isso n&atilde;o h&aacute;  seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, nem como a sociedade produzir um ambiente onde o  interesse p&uacute;blico prevale&ccedil;a sobre os demais&rdquo;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Em busca  de respostas e alternativas para enfrentar tamanho desafio, o governo  brasileiro convidou uma s&eacute;rie de especialistas e representantes de  &oacute;rg&atilde;os reguladores de outros pa&iacute;ses para apresentar ao p&uacute;blico  brasileiro como cada uma dessas na&ccedil;&otilde;es tem lidado com essas quest&otilde;es. A  id&eacute;ia, como afirmou Martins, n&atilde;o &eacute; copiar modelos, mas, considerando a  realidade brasileira, beber da experi&ecirc;ncia internacional.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&ldquo;Com  tantos novos atores provendo conte&uacute;do para o mercado, a regula&ccedil;&atilde;o da  infra-estrutura &eacute; algo importante para a converg&ecirc;ncia&rdquo;, afirmou Dimitri  Ypsilanti, Chefe da Divis&atilde;o de Informa&ccedil;&atilde;o, Comunica&ccedil;&atilde;o e Pol&iacute;tica do  Consumidor da OCDE (Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento  Econ&ocirc;mico), que conta com 33 pa&iacute;ses membros. &ldquo;Nossas pesquisas mostram  que as pessoas est&atilde;o migrando da televis&atilde;o para a busca de conte&uacute;do na  internet. Da perspectiva de uma organiza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, as novas  tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o tem um impacto significativo na  gera&ccedil;&atilde;o de empregos e oportunidades&rdquo;, acrescentou.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Na Fran&ccedil;a,  por exemplo, o r&aacute;pido desenvolvimento da economia digital foi facilitado  pela vontade dos organismos de regula&ccedil;&atilde;o e pela exist&ecirc;ncia de um marco  regulat&oacute;rio atualizado. &quot;A harmoniza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia  para o setor &eacute; muito avan&ccedil;ada, o que facilita o desenvolvimento interno  de cada pa&iacute;s&quot;, explicou Emmanuel Gabla, diretor adjunto do Conselho  Superior de Audiovisual franc&ecirc;s.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O marco legal europeu separa a  regula&ccedil;&atilde;o por camadas: conte&uacute;do, servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica  (telefonia, dados e v&iacute;deo) e infraestrutura (redes fixas, m&oacute;veis, cabo,  etc). &quot;A partir disso, aprovamos uma lei francesa espec&iacute;fica sobre  economia digital, para garantir a seguran&ccedil;a jur&iacute;dica necess&aacute;ria para o  desenvolvimento econ&ocirc;mico na internet. A legisla&ccedil;&atilde;o hoje determina o que  &eacute; regulado ou n&atilde;o neste universo; e nos permitiu fazer a ponte entre os  diferentes setores&quot;, acrescentou Gabla.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O mesmo aconteceu na  Espanha, que no ano passado aprovou medidas urgentes em mat&eacute;ria de  telecomunica&ccedil;&otilde;es para garantir a universaliza&ccedil;&atilde;o da TV digital.  Atualmente, as operadoras n&atilde;o operam um &uacute;nico servi&ccedil;o, mas recebem uma  banda do Estado e podem, atrav&eacute;s dela, oferecer canais digitais de TV,  transmiss&atilde;o de dados e com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. No entanto, quem produz  conte&uacute;do n&atilde;o pode deter o controle tamb&eacute;m da estrutura de transmiss&atilde;o.  No caso espanhol, o programador de um canal de TV contrata o servi&ccedil;o de  um operador de rede para distribuir seu conte&uacute;do. A mesma id&eacute;ia de  separa&ccedil;&atilde;o funcional e estrutural &eacute; adotada por diversos pa&iacute;ses da OCDE.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\"><strong>Limites &agrave; propriedade<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O  mesmo princ&iacute;pio que determina a separa&ccedil;&atilde;o entre empresas produtoras de  conte&uacute;do e empresas operadoras de rede, que fazem a gest&atilde;o da  infraestrutura, &eacute; o que est&aacute; por tr&aacute;s de regula&ccedil;&otilde;es de imp&otilde;em limites &agrave;  propriedade dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o em diversos pa&iacute;ses. Trata-se da  garantia da pluralidade e da promo&ccedil;&atilde;o &agrave; competi&ccedil;&atilde;o e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;Regular  o setor como um todo &eacute; importante para evitar a concentra&ccedil;&atilde;o da  propriedade e evitar a domin&acirc;ncia de mercado&quot;, disse Wijayananda  Jayaweera, Diretor da Divis&atilde;o de Desenvolvimento da Comunica&ccedil;&atilde;o da  Unesco. &quot;As democracias colocam regras contra a concentra&ccedil;&atilde;o da  propriedade porque o Estado n&atilde;o pode simplesmente deixar o mercado agir.  No Brasil, por exemplo, seria importante regular o controle dos meios,  introduzindo limites para a propriedade cruzada&quot;, avaliou Toby Mendel,  consultor da Unesco.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O mecanismo j&aacute; &eacute; empregado h&aacute; muito tempo  em pa&iacute;ses como Inglaterra, Estados Unidos, Portugal e Fran&ccedil;a, onde um  mesmo grupo econ&ocirc;mico, por exemplo, se det&eacute;m 3 concess&otilde;es de TV aberta,  n&atilde;o pode ter concess&otilde;es de r&aacute;dio que alcancem mais de um milh&atilde;o de  ouvintes, tampouco publicar um jornal.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;Nenhum grupo pode ter a  maioria do mercado de TV, de r&aacute;dio e da imprensa escrita, porque isso  certamente geraria um problema de pluralismo&quot;, explicou Gabla. &quot;Num  cen&aacute;rio de converg&ecirc;ncia, a atua&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o regulador &eacute; necess&aacute;ria  justamente por isso. Em 2009, a TF1 [principal canal de TV aberta]  comprou dois canais de TV digital, reduzindo a diversidade. Por isso  temos a prerrogativa de regular economicamente o mercado, para fazer com  que o pluralismo esteja sempre presente&quot;, alertou.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Foi este o  principal objetivo da Lei de Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Audiovisual,  aprovada recentemente na Argentina, e que recebeu tantas cr&iacute;ticas dos  grandes meios de comunica&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s. Antes da nova lei, vigorava no  pa&iacute;s uma legisla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo da ditadura militar que propiciou um  cen&aacute;rio de alta concentra&ccedil;&atilde;o da propriedade da m&iacute;dia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;Chegamos a  um n&iacute;vel em que o problema n&atilde;o era apenas econ&ocirc;mico; criou-se um  oligop&oacute;lio totalmente incompat&iacute;vel com uma sociedade democr&aacute;tica&quot;,  relatou Gustavo Bulla, diretor nacional de supervis&atilde;o da Autoridade  Federal de Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Audiovisual (AFSCA), &oacute;rg&atilde;o regulador  argentino. &quot;Apesar do custo pol&iacute;tico, a presidenta Cristina Kirchner  decidiu revogar a lei da ditadura porque concluiu que seria imposs&iacute;vel  modificar a ordem social injusta que existe no pa&iacute;s com o sistema de  comunica&ccedil;&otilde;es concentrado como ele &eacute; hoje&quot;, disse.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">A aposta de  redigir um pr&eacute;-projeto de lei foi feita em 2008. O documento elaborado  pelo governo teve como esqueleto um manifesto com 21 pontos elaborado  pela Coaliza&ccedil;&atilde;o por uma Comunica&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica&quot;, que re&uacute;ne mais de 300  organiza&ccedil;&otilde;es sociais e acad&ecirc;micas de toda a Argentina. O pr&eacute;-projeto foi  colocado em discuss&atilde;o em 24 f&oacute;runs populares e contou com a  contribui&ccedil;&atilde;o direta de mais de 10 mil pessoas. Recebeu 1300 sugest&otilde;es,  foi aprimorado e ent&atilde;o enviado ao congresso em agosto de 2009. Depois de  muito embate, inclusive na Justi&ccedil;a, a lei est&aacute; em vigor.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Entre  as regras previstas para propriedade est&atilde;o o limite de 10 outorgas de  r&aacute;dio ou TV aberta (antes eram 24). Na TV a cabo, nenhuma empresa pode  deter o controle de mais de 35% dos assinantes. O cabo, na Argentina,  tem uma penetra&ccedil;&atilde;o de 65% dos lares. Criou-se tamb&eacute;m uma reserva de um  ter&ccedil;o do espectro da TV aberta para as emissoras privadas sem fins  lucrativos (comunit&aacute;rias, universit&aacute;rias, etc).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O &oacute;rg&atilde;o  respons&aacute;vel por regular o mercado hoje &eacute; a Autoridade Federal de  Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Audiovisual, uma autarquia independente do Poder  Executivo. Seu corpo diretor conta com 7  pessoas: 3 indicadas pelo  Parlamento, 2 pelo Executivo e 2 por um conselho de 38 membros  representantes da sociedade civil.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;Tacharam o governo de  autorit&aacute;rio, mas historicamente na Argentina todas as decis&otilde;es sobre os  meios de comunica&ccedil;&atilde;o sempre foram tomadas apenas pelo Poder Executivo.  Agora &eacute; que existem colora&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias e representa&ccedil;&otilde;es sociais  diferentes&quot;, lembra Gustavo Bulla. &quot;Os movimentos sociais tomaram a  quest&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o como uma de suas bandeiras centrais porque  perceberam que, pela primeira vez, se est&aacute; discutindo poder na  Argentina&quot;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\"><strong>Est&iacute;mulo &agrave; competi&ccedil;&atilde;o e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">A  desconcentra&ccedil;&atilde;o dos mercados tamb&eacute;m &eacute; tida por pa&iacute;ses democr&aacute;ticos como  um mecanismo estrat&eacute;gico para o est&iacute;mulo &agrave; competi&ccedil;&atilde;o e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o  tecnol&oacute;gica. Na Uni&atilde;o Europ&eacute;ia, ap&oacute;s a diretiva aprovada para o bloco  que regulou o cen&aacute;rio de converg&ecirc;ncia, o pre&ccedil;o dos servi&ccedil;os de  telecomunica&ccedil;&otilde;es caiu 14% e o n&uacute;mero de canais se multiplicou  exponencialmente.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;A agenda digital para a Europa tem como meta  criar um c&iacute;rculo virtuoso para a economia digital, aumentando a demanda  por servi&ccedil;os, multiplicando a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do, garantindo  seguran&ccedil;a, inova&ccedil;&atilde;o, inclus&atilde;o digital e acesso r&aacute;pido&quot;, afirmou Harald  E. Trettenbrein, Chefe Adjunto da Unidade de Pol&iacute;ticas de Audiovisual e  de M&iacute;dias para a Sociedade de Informa&ccedil;&atilde;o e M&iacute;dia da Comiss&atilde;o Europeia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O  tema tamb&eacute;m est&aacute; entre as prioridades do Ofcom, o &oacute;rg&atilde;o regulador  ingl&ecirc;s, para o bi&ecirc;nio 2010\/11: regular para promover a efetiva  competi&ccedil;&atilde;o na banda larga e na TV por assinatura, estimular o consumidor  a usar cada vez mais a internet e levar a rede sem fio para as regi&otilde;es  das Olimp&iacute;adas de 2012.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Nos Estados Unidos, ber&ccedil;o do capitalismo,  a FCC (Comiss&atilde;o Federal de Comunica&ccedil;&otilde;es) tem adotado medidas  anti-dumping para promover a competi&ccedil;&atilde;o e aumentar a possibilidade de  escolha dos usu&aacute;rios. &quot;No processo de digitaliza&ccedil;&atilde;o da TV, temos feito  a&ccedil;&otilde;es de incentivo para que o espectro seja devolvido pelas empresas,  para abrir espa&ccedil;o para novos canais. Pelo menos 500 MHz ser&atilde;o realocados  pelo governo Obama para a banda larga e uso por pequenos neg&oacute;cios que  n&atilde;o dependem de outorgas&quot;, relatou Susan Ness, ex-executiva da FCC.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">&quot;O  espectro &eacute; um bem p&uacute;blico, escasso. A passagem do sistema anal&oacute;gico  para o digital tem como conseq&uuml;&ecirc;ncia uma libera&ccedil;&atilde;o grande de espectro.  Deveria ser natural que quem tinha as outorgas anal&oacute;gicas entendesse  que, com a libera&ccedil;&atilde;o do espectro, novas frequ&ecirc;ncias seriam outorgadas.  Mas muitas vezes as empresas tem a impress&atilde;o de que a licen&ccedil;a p&uacute;blica &eacute;  sua propriedade&quot;, analisou Jos&eacute; Amado da Silva, presidente do Conselho  de Administra&ccedil;&atilde;o da Anacom, a ag&ecirc;ncia reguladora da infraestrutura em  Portugal.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Na Fran&ccedil;a, a digitaliza&ccedil;&atilde;o da TV, cujo processo estar&aacute;  totalmente conclu&iacute;do at&eacute; o final de 2011,  trouxe consequencias  positivas para o aquecimento do mercado e a promo&ccedil;&atilde;o da pluralidade.    &quot;T&iacute;nhamos seis canais abertos e agora temos 19 digitais e uma centena de  canais regionais. Aumentou muito o apoio &agrave; pluralidade e &agrave; identidade  cultural dos franceses, com novas oportunidades para a produ&ccedil;&atilde;o  cinematogr&aacute;fica e audiovisual. Ficou claro que os aspectos t&eacute;cnicos e a  regula&ccedil;&atilde;o da estrutura devem estar a servi&ccedil;o dessa dimens&atilde;o cultural&quot;,  concluiu Emmanuel Gabla. <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um processo que est&aacute; em curso e que ningu&eacute;m vai deter. Assim o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, definiu a converg&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica de m&iacute;dias no pa&iacute;s, durante um semin&aacute;rio internacional realizado esta semana em Bras&iacute;lia. &ldquo;O futuro &eacute; a converg&ecirc;ncia. 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