{"id":24892,"date":"2010-08-31T17:15:49","date_gmt":"2010-08-31T17:15:49","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24892"},"modified":"2010-08-31T17:15:49","modified_gmt":"2010-08-31T17:15:49","slug":"ministerio-publico-federal-divulga-diretrizes-para-e-commerce-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24892","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal divulga diretrizes para e-commerce no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p class=\"padrao\">S&Atilde;O PAULO &#8211; Na pr&oacute;xima quarta-feira, dia 1&ordm; de setembro, representantes do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) e do Comit&ecirc; Gestor da Internet Brasileira (CGI.br) divulga a Carta de Princ&iacute;pios do Com&eacute;rcio Eletr&ocirc;nico, em Bras&iacute;lia (DF). O documento tem como objetivo colaborar para a cria&ccedil;&atilde;o de um quadro jur&iacute;dico seguro para com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico no Brasil, bem como fortalecer a confian&ccedil;a tanto do consumidor como de outras partes envolvidas nas rela&ccedil;&otilde;es comerciais eletr&ocirc;nicas.<\/p>\n<p class=\"padrao\">O documento &eacute; resultado de cinco meses de trabalho do F&oacute;rum de Com&eacute;rcio Eletr&ocirc;nico (FCE), iniciativa criada em fevereiro pelo Grupo de Trabalho de Tecnologias da Informa&ccedil;&atilde;o e da Comunica&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (GTTIC) reunindo representantes de empresas, &oacute;rg&atilde;os de defesa do consumidor, entidades de governan&ccedil;a da internet e do setor acad&ecirc;mico para discutir defini&ccedil;&otilde;es do e-commerce no pa&iacute;s e fazer recomenda&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p class=\"padrao\">&quot;O prop&oacute;sito &eacute; que a carta sirva como um guia tanto para orienta&ccedil;&atilde;o do poder p&uacute;blico, como autorregulamenta&ccedil;&atilde;o ao setor privado, e mesmo ao consumidor no que se refere a cuidados com dados pessoais&quot;, afirma o procurador da Rep&uacute;blica e coordenador do GTTIC, Luiz Costa.<\/p>\n<p class=\"padrao\">Entre os princ&iacute;pios detalhados na carta est&atilde;o o papel dos estabelecimentos virtuais, a prospec&ccedil;&atilde;o de clientes online, o compartilhamento de dados dos internautas para fins comerciais, contratos celebrados por meios eletr&ocirc;nicos e responsabilidade dos prestadores de servi&ccedil;os, incluindo sites de leil&atilde;o e comparadores de pre&ccedil;os, e seguran&ccedil;a nas compras online.<\/p>\n<p class=\"padrao\">&quot;A ideia &eacute; orientar futuras decis&otilde;es judiciais e produ&ccedil;&otilde;es legislativas ligadas ao com&eacute;rcio via internet&quot;, acrescenta o advogado Leonardo Palhares, s&oacute;cio do Almeida Advogados e coordenador jur&iacute;dico da C&acirc;mara Brasileira de Com&eacute;rcio Eletr&ocirc;nico (camara-e.net), que &eacute; um dos participantes do f&oacute;rum.<\/p>\n<p class=\"padrao\">Na avalia&ccedil;&atilde;o de Palhares, embora a maior parte das quest&otilde;es ligadas ao com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico encontre suporte no C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC) e no C&oacute;digo Civil, o poder judici&aacute;rio tende a aplicar preceitos do com&eacute;rcio f&iacute;sico em suas decis&otilde;es. &quot;O com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico tem uma complexidade maior do que o &#39;f&iacute;sico&#39;. O ato de comprar um livro importado em uma livraria online brasileira envolve de 14 a 16 empresas no processo &#8211; incluindo fornecedores, varejistas, empresas de transporte, log&iacute;stica e tecnologia&quot;, compara o advogado.<\/p>\n<p class=\"padrao\">O F&oacute;rum de Com&eacute;rcio Eletr&ocirc;nico reuniu entidades de defesa do consumidor como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a Pro Teste, o Departamento de Prote&ccedil;&atilde;o e de Defesa do Consumidor do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a (DPDC) e representantes da Funda&ccedil;&atilde;o Procon. Entre os participantes do setor acad&ecirc;mico estavam representantes do Comit&ecirc; Gestor da Internet Brasileira (CGI.br) e da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV), enquanto as empresas foram representadas pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas de Cart&otilde;es de Cr&eacute;dito e Servi&ccedil;os (ABECS), pela consultoria E-bit, do grupo Buscap&eacute;, e pela camara-e.net.<\/p>\n<p class=\"padrao\">&quot;As reuni&otilde;es do f&oacute;rum, que eram abertas ao p&uacute;blico, tamb&eacute;m contaram com participa&ccedil;&otilde;es ativas de empresas como Google, Mercado Livre, Saraiva e Wal-Mart, entre outras que t&ecirc;m atua&ccedil;&atilde;o marcante no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico&quot;, nota Palhares.<\/p>\n<p class=\"padrao\">Inicialmente, a Carta de Princ&iacute;pios ser&aacute; divulgada no Blog do FCE (http:\/\/forumdocomercioeletronico.wordpress.com), mas outras formas de divulga&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o definidas pelo grupo, informa Costa, que idealizou a iniciativa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&Atilde;O PAULO &#8211; Na pr&oacute;xima quarta-feira, dia 1&ordm; de setembro, representantes do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) e do Comit&ecirc; Gestor da Internet Brasileira (CGI.br) divulga a Carta de Princ&iacute;pios do Com&eacute;rcio Eletr&ocirc;nico, em Bras&iacute;lia (DF). 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