{"id":24803,"date":"2010-08-12T00:01:25","date_gmt":"2010-08-12T00:01:25","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24803"},"modified":"2010-08-12T00:01:25","modified_gmt":"2010-08-12T00:01:25","slug":"filmes-e-minisseries-brasileiros-ocupam-apenas-1-dos-canais-de-tv-por-assinatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24803","title":{"rendered":"Filmes e miniss\u00e9ries brasileiros ocupam apenas 1% dos canais de TV por Assinatura"},"content":{"rendered":"<p> \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">O brasileiro paga caro para assistir aos enlatados estrangeiros. Esta &eacute; a constata&ccedil;&atilde;o a que se chega ao se defrontar com o estudo da Ancine (Ag&ecirc;ncia Nacional do Cinema) apresentado durante a ABTA 2010. Segundo o presidente da entidade, Manoel Rangel, al&eacute;m de o cliente brasileiro de TV por Assinatura pagar um dos pre&ccedil;os mais altos entre os pa&iacute;ses &iacute;bero-americanos, ele pouco conhece de sua pr&oacute;pria cultura. No ano passado, dos 5.538 filmes de longa-metragem que foram exibidos pelos 12 canais de filmes pagos (Canal Brasil, Cinemax, 3 canais HBO, Maxprime, 5 canais Telecine e TNT), 85,4% foram t&iacute;tulos estrangeiros. Rangel observou que a participa&ccedil;&atilde;o de 14,6% da produ&ccedil;&atilde;o nacional s&oacute; se confirma se for levada em conta a programa&ccedil;&atilde;o o Canal Brasil, que, por for&ccedil;a da Lei do Cabo, &eacute; obrigado a transmitir produ&ccedil;&atilde;o nacional. Sem esse canal, o conte&uacute;do nacional na TV paga brasileira &eacute; praticamente inexistente: s&oacute; foram exibidos 64 t&iacute;tulos nacionais, ou 1,4%&uml;do total de filmes exibidos no ano passado pelas operadoras de TV paga.<\/p>\n<p>No segmento de miniss&eacute;ries e seriados, a mesma situa&ccedil;&atilde;o se repete: dos 11 canais de TV paga monitorados pela Ancine foram exibidas 2,754 mil horas de miniss&eacute;rios e seriados e apenas 34,5 horas (duas miniss&eacute;ries) eram brasileiras. &quot;As miniss&eacute;ries e seriados estrangeiros ocuparam 98,8% das horas de exibi&ccedil;&atilde;o&quot;, afirmou. Para Rangel, esses n&uacute;meros respaldam a necessidade do estabelecimento de cotas ao conte&uacute;do nacional nas operadoras de TV pagas brasileiras. &quot;Embora alguns setores n&atilde;o concordem com as cotas, 90% dos agentes econ&ocirc;micos j&aacute; pactuaram a necessidade de aprova&ccedil;&atilde;o do PL 116, projeto que tem o grande m&eacute;rito de ser uma iniciativa do Congresso Nacional&quot;, enfatizou ele.<\/p>\n<p>Para Rangel, a rea&ccedil;&atilde;o dos produtores estrangeiros e da Sky contra as cotas estabelecidas no projeto n&atilde;o dever&aacute; impedir a sua aprova&ccedil;&atilde;o. Ele discorda da afirma&ccedil;&atilde;o desses players, de que nos mercados estrangeiros, as cotas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o audiovisual foram estabelecidas na TV aberta e n&atilde;o na TV fechada. Ele assinalou que, na TV aberta brasileira, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; menos desigual. Conforme a Ancine, em 2009, os canais de TV abertos exibiram 1,809 mil filmes de longa-metragem, dos quais 11,4% foram brasileiros e 78% norte-americanos. Entre as miniss&eacute;ries e s&eacute;ries, foram exibidos 4,708 mil horas, das quais 71,7% norte-americanas e 16,5% brasileiras.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O brasileiro paga caro para assistir aos enlatados estrangeiros. Esta &eacute; a constata&ccedil;&atilde;o a que se chega ao se defrontar com o estudo da Ancine (Ag&ecirc;ncia Nacional do Cinema) apresentado durante a ABTA 2010. 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