{"id":24690,"date":"2010-07-16T16:01:48","date_gmt":"2010-07-16T16:01:48","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24690"},"modified":"2010-07-16T16:01:48","modified_gmt":"2010-07-16T16:01:48","slug":"especialistas-dizem-que-80-das-criancas-ja-sofreram-experiencias-ruins-na-internet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24690","title":{"rendered":"Especialistas dizem que 80% das crian\u00e7as j\u00e1 sofreram experi\u00eancias ruins na internet"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">RIO &#8211; Cerca de 80% das crian&ccedil;as j&aacute; sofreram experi&ecirc;ncias negativas na internet, e quase metade sente medo da tecnologia. &Eacute; o que revela uma pesquisa feita pela Symantec em 14 pa&iacute;ses e divulgada esta semana. Segundo o levantamento, as crian&ccedil;as brasileiras s&atilde;o as que passam mais tempo na web: aproximadamente 18,3 horas semanais, enquanto a m&eacute;dia mundial &eacute; de 11,4 horas. Outra pesquisa, feita pela Norton Online Family Report, mostra que 46% delas sentem medo da internet depois do incidente e 39% perdem a confian&ccedil;a no ambiente online.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, cerca de 60% delas fazem download sem supervis&atilde;o de um adulto e 58% j&aacute; tiveram algu&eacute;m desconhecido tentando adicion&aacute;-las na internet, dados que revelam a inseguran&ccedil;a no ambiente online para os pequenos. A advogada Marcela Macedo, especialista em Direito Digital do Patricia Peck Pinheiro Advogados e volunt&aacute;ria do Movimento &quot;Crian&ccedil;a mais Segura na Internet&quot; (www.criancamaissegura.com.br), a internet pode ser uma ferramenta positiva de comunica&ccedil;&atilde;o e aprendizado. O importante &eacute; entender que a culpa n&atilde;o &eacute; da tecnologia ou do computador, mas sim da forma como ela &eacute; usada.<\/p>\n<p>&#8211; Os principais problemas que as crian&ccedil;as enfrentam na web costumam ser a n&atilde;o prote&ccedil;&atilde;o da senha, j&aacute; que ela n&atilde;o entende que isso &eacute; sua identidade digital no mundo virtual, o download de conte&uacute;do n&atilde;o permitido, a participa&ccedil;&atilde;o em comunidades duvidosas, o cyberbullying e a pedofilia &#8211; explica a advogada.<\/p>\n<p>Ela alerta que cada vez mais crian&ccedil;as est&atilde;o sendo v&iacute;timas do cyberbullying, a ofensa virtual que gera impacto psicol&oacute;gico e social e &eacute; praticada em blogs, portais de relacionamentos, comunicadores instant&acirc;neos e mensagens de texto enviadas pelo celular.<\/p>\n<p>O perito criminal Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security Solutions, lembra que os pais devem sempre monitorar todas as a&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o realizadas no computador da crian&ccedil;a.<\/p>\n<p>&#8211; Esta &eacute;, sem d&uacute;vida alguma, a melhor forma de preven&ccedil;&atilde;o. Assim, os pais saber&atilde;o antecipadamente o que os filhos est&atilde;o fazendo na rede e poder&atilde;o decidir a favor da crian&ccedil;a.<\/p>\n<p>Ele afirma que da mesma forma que os pais colocam regras no mundo f&iacute;sico dos filhos, devem estabelec&ecirc;-las tamb&eacute;m para o mundo virtual.<\/p>\n<p>&#8211; Estipule hor&aacute;rios, tenha sempre um respons&aacute;vel pr&oacute;ximo do computador para visualizar os canais que est&atilde;o sendo acessados e nunca deixe as crian&ccedil;as sozinhas trancadas no quarto com o computador e uma webcam ligados &ndash; completa.<\/p>\n<p><strong>Em caso de problemas graves<\/strong><\/p>\n<p>Se os pais notarem que h&aacute; algo errado, eles podem tomar algumas a&ccedil;&otilde;es para proteger a crian&ccedil;a. O primeiro passo &eacute; conversar com seu filho para saber todos os detalhes do ocorrido. Depois, comunique &agrave; escola (ou clube, ou casa de amigo etc.), se o incidente aconteceu em suas depend&ecirc;ncias. &Eacute; importante reunir todas as provas eletr&ocirc;nicas, como troca de mensagens de texto, emails, v&iacute;deos e fotos, e denunciar o site pelo seu canal de contato.<\/p>\n<p>&#8211; &Eacute; importante notificar extrajudicialmente caso haja necessidade de remo&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do e at&eacute; mesmo procurar um advogado especializado &#8211; explica Marcela Macedo.<\/p>\n<p>Castilho afirma que em certos casos &eacute; preciso fazer um boletim de ocorr&ecirc;ncia numa delegacia especializada em crimes digitais.<\/p>\n<p>&#8211; O bom di&aacute;logo &eacute; que nunca pode deixar de ocorrer entre os pais e os filhos- completa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RIO &#8211; Cerca de 80% das crian&ccedil;as j&aacute; sofreram experi&ecirc;ncias negativas na internet, e quase metade sente medo da tecnologia. &Eacute; o que revela uma pesquisa feita pela Symantec em 14 pa&iacute;ses e divulgada esta semana. 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