{"id":24678,"date":"2010-07-14T16:44:12","date_gmt":"2010-07-14T16:44:12","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24678"},"modified":"2010-07-14T16:44:12","modified_gmt":"2010-07-14T16:44:12","slug":"para-idec-banda-larga-no-brasil-e-cara-e-lenta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24678","title":{"rendered":"Para Idec, banda larga no Brasil \u00e9 cara e lenta"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">BRAS&Iacute;LIA &#8211; O brasileiro paga caro pela internet e n&atilde;o recebe as informa&ccedil;&otilde;es corretas sobre o servi&ccedil;o que &eacute; oferecido. Essa &eacute; a conclus&atilde;o de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o pre&ccedil;o e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. &quot;A internet no Brasil &eacute; cara, lenta e restrita&quot;, ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, respons&aacute;vel pela pesquisa. Na vis&atilde;o do instituto, a concorr&ecirc;ncia &quot;quase inexistente&quot; &eacute; a principal vil&atilde; para os pre&ccedil;os da banda larga no mercado brasileiro.<\/p>\n<p>Para ter internet r&aacute;pida em casa, o brasileiro paga em m&eacute;dia US$ 28 por m&ecirc;s, valor que chega a 4,58% da renda per capita no Pa&iacute;s, segundo o Idec. Nos EUA, o valor &eacute; de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos e, na Fran&ccedil;a, &eacute; de 1,02%. Al&eacute;m disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro n&atilde;o recebe um bom servi&ccedil;o. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tr&aacute;fego da internet brasileira &eacute; uma das mais lentas do mundo.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que a velocidade m&eacute;dia &eacute; de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade m&eacute;dia da Coreia do Sul, l&iacute;der do ranking. Al&eacute;m disso, 20% das conex&otilde;es no Pa&iacute;s t&ecirc;m velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade m&iacute;nima estabelecida pela Uni&atilde;o Internacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (UIT), entre 1,5 e 2 Mbps.<\/p>\n<p>O Idec aponta ainda diversas defici&ecirc;ncias de qualidade na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o aos clientes. A principal queixa do &oacute;rg&atilde;o de defesa do consumidor &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; varia&ccedil;&atilde;o da velocidade, pois a maioria das empresas s&oacute; se compromete a entregar um porcentual m&iacute;nimo de conex&atilde;o. Segundo o Idec, o site e o Servi&ccedil;o de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ajato, por exemplo, nada falam sobre o problema. E o contrato prev&ecirc; que a operadora n&atilde;o se responsabiliza pelas diferen&ccedil;as de velocidade em decorr&ecirc;ncia de fatores externos.<\/p>\n<p>Na Net, o site e o SAC nada falam sobre varia&ccedil;&atilde;o de velocidade. Mas o contrato prev&ecirc; que a velocidade m&aacute;xima ofertada em cada uma das faixas &eacute; de at&eacute; 10% da indicada. No caso da Telefonica, o site n&atilde;o fala sobre varia&ccedil;&atilde;o de velocidade e o SAC informa que a velocidade pode variar. O contrato, por outro lado, prev&ecirc; que as velocidades est&atilde;o sujeitas a varia&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>O site da GVT n&atilde;o informa sobre varia&ccedil;&atilde;o de velocidade. O SAC informa que h&aacute; pouca varia&ccedil;&atilde;o de velocidade e o contrato prev&ecirc; que algumas velocidades m&aacute;ximas s&atilde;o garantidas apenas para o acesso &agrave; rede da GVT. A Oi, segundo o Idec, tamb&eacute;m n&atilde;o d&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre varia&ccedil;&atilde;o de velocidade no site da empresa. Seu SAC informa que a velocidade &eacute; sempre a mesma, em qualquer hor&aacute;rio, e o contrato, por outro lado, prev&ecirc; que as faixas de velocidade n&atilde;o s&atilde;o garantidas.<\/p>\n<p><strong>Outro lado<\/strong><\/p>\n<p>Procurada, a GVT informou que sua proposta de valor &eacute; oferecer &quot;o melhor custo-benef&iacute;cio do mercado&quot;. A Telef&ocirc;nica informou que &quot;tem compromisso com a garantia da qualidade na oferta e presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de banda larga, seja com a marca Speedy, seja com a marca Ajato&quot;. A Oi informou que &quot;os custos incorridos na presta&ccedil;&atilde;o do Oi Velox (&#8230;) s&atilde;o diferenciados por localidade&quot;. J&aacute; a Net disse que &quot;garante em contrato o m&iacute;nimo de 10% da velocidade contratada, e n&atilde;o apenas 10%&quot;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BRAS&Iacute;LIA &#8211; O brasileiro paga caro pela internet e n&atilde;o recebe as informa&ccedil;&otilde;es corretas sobre o servi&ccedil;o que &eacute; oferecido. 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