{"id":24642,"date":"2010-07-08T14:17:06","date_gmt":"2010-07-08T14:17:06","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24642"},"modified":"2010-07-08T14:17:06","modified_gmt":"2010-07-08T14:17:06","slug":"sociedade-civil-nao-aceita-transferir-para-proximo-governo-os-encaminhamentos-dos-resultados-da-conf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24642","title":{"rendered":"Sociedade civil n\u00e3o aceita transferir para pr\u00f3ximo governo os encaminhamentos dos resultados da Conf"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Para o pa&iacute;s avan&ccedil;ar na democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o, as resolu&ccedil;&otilde;es da Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, realizada em dezembro de 2009, precisam ser encaminhadas independentemente de este ser um ano de elei&ccedil;&otilde;es para o Congresso e os poderes Executivos estaduais e federal. <\/p>\n<p>A recente declara&ccedil;&atilde;o do ministro-chefe Franklin Martins, da Secretaria da Comunica&ccedil;&atilde;o Social do Planalto &#8211; durante audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na C&acirc;mara dos Deputados, no &uacute;ltimo dia 10 de junho &#8211; de que as delibera&ccedil;&otilde;es da Confecom ter&atilde;o de ser conduzidas pelo pr&oacute;ximo governo desagrada o movimento social que participou intensamente da Confecom e vem lutando h&aacute; mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas para que se crie no pa&iacute;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas no setor. Para o F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC), a manifesta&ccedil;&atilde;o do ministro foi equivocada. <\/p>\n<p>A coordena&ccedil;&atilde;o-executiva do FNDC,&nbsp;presente na &uacute;ltima quinta-feira (&agrave; exce&ccedil;&atilde;o do seu coordenador-geral, Celso Schr&ouml;der) no semin&aacute;rio que reuniu em Bras&iacute;lia as entidades que protagonizaram a constru&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o da 1&ordf; Confecom, manifesta-se a favor do imediato encaminhamento das suas proposi&ccedil;&otilde;es. A cria&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o do Executivo &eacute; uma dessas prioridades. Leia as manifesta&ccedil;&otilde;es de todos seus integrantes.<\/p>\n<p><strong>Celso Schr&ouml;der &ndash; Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (Fenaj)<\/strong><br \/>A agenda da democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ser anulada pela agenda eleitoral brasileira. H&aacute; espa&ccedil;os e necessidades de que algumas decis&otilde;es da Confecom j&aacute; sejam encaminhadas. N&atilde;o podemos permitir que se esfrie o enorme apoio popular que a Confecom ganhou no Pa&iacute;s. Nem podemos perder este momento hist&oacute;rico, porque h&aacute; mudan&ccedil;as a serem feitas que s&atilde;o amplamente amparadas, validadas pela Confecom. Ressalto aqui a urg&ecirc;ncia na instala&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, que poderia e deveria ser feito este ano. <\/p>\n<p><strong>Nascimento Silva &ndash; Federa&ccedil;&atilde;o Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifus&atilde;o e Televis&atilde;o (Fitert)<\/strong><br \/>A gente vai mostrar para o Franklin que ele est&aacute; equivocado. Este &eacute; o sentimento da Fitert, &eacute; o sentimento tamb&eacute;m do FNDC e de todos os movimentos que participaram da Confecom. Porque a gente n&atilde;o esteve l&aacute; s&oacute; para dizer que esteve. Quando o ministro fala assim, parece que j&aacute; est&aacute; tudo definido. Parece que &eacute; o governo que manda e ponto final.<\/p>\n<p>O momento, no pa&iacute;s, para o movimento pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o, &eacute; de pressionar o Executivo e o Legislativo, iniciar uma interlocu&ccedil;&atilde;o com os candidatos para essas elei&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a&iacute;. E pressionar os poderes Executivos, no &acirc;mbito federal, estadual e municipal. Afinal, quem &eacute; que est&aacute; compromissado com a comunica&ccedil;&atilde;o? Esse &eacute; um momento rico para cobrarmos do governo, dos pol&iacute;ticos, &#8211; muitos deles, a maioria, estiveram fora deste processo.<\/p>\n<p>Hoje podemos falar com mais propriedade sobre a confer&ecirc;ncia, que existiu e tem seus desdobramentos. <\/p>\n<p><strong>Rosane Bertotti &ndash; Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT)<\/strong><br \/>O rico e intenso processo vivenciado antes, durante e depois da Confecom, realizada ao longo de 2009, demonstrou que a democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o imprescind&iacute;vel quanto espinhosa em determinada esfera pol&iacute;tica.<\/p>\n<p>Estamos em pleno 2010 e nos causa estranhamento que o ministro respons&aacute;vel pela Secretaria da Comunica&ccedil;&atilde;o Social do Planalto declare que este governo n&atilde;o poder&aacute; por em pratica nenhuma das propostas aprovadas na Confecom. Que raz&otilde;es levam o ministro Franklin Martins a desconsiderar o esfor&ccedil;o de uma confer&ecirc;ncia de tamanha transcend&ecirc;ncia para a pr&oacute;pria democracia? Vale ressaltar que, driblando as sabotagens dos setores reacion&aacute;rios, o evento mobilizou milhares de pessoas em todo o Pa&iacute;s e, por meio do di&aacute;logo e do debate, conseguiu construir consensos entre a representa&ccedil;&atilde;o de trabalhadores, empres&aacute;rios e governos, isolando a direita mais empedernida.<\/p>\n<p>Ao longo destes sete anos de governo Lula, s&atilde;o incont&aacute;veis os avan&ccedil;os obtidos, medidas que transformaram, inquestionavelmente, a vida do povo nas mais diferentes &aacute;reas. Infelizmente, tais medidas n&atilde;o se refletem no que diz respeito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o, onde os latif&uacute;ndios midi&aacute;ticos mant&ecirc;m bem altas as suas cercas, dentro de uma l&oacute;gica que transforma a informa&ccedil;&atilde;o em mercadoria e o cidad&atilde;o em mero consumidor.<\/p>\n<p>Refor&ccedil;amos que a convoca&ccedil;&atilde;o de um Conselho Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o se faz premente, pois a responsabilidade e os compromissos assumidos com a sociedade brasileira n&atilde;o nos permitem manter guardada na gaveta decis&otilde;es de tamanha import&acirc;ncia para o presente e o futuro do pa&iacute;s. <\/p>\n<p><strong>Jos&eacute; Luiz S&oacute;ter &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Radiodifus&atilde;o Comunit&aacute;ria (Abra&ccedil;o)<\/strong><br \/>Acho que o ministro Franklin falou de improviso, foi apressado. Depois de toda a expectativa em torno da Confecom e o consenso em torno de temas pol&ecirc;micos debatidos, foi criada uma base pol&iacute;tica para sua implementa&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, acreditamos que existe, sim, condi&ccedil;&otilde;es de implementar v&aacute;rias medidas. Algumas coisas definidas pela 1&ordf; Confecom e que dizem respeito diretamente ao Executivo Federal j&aacute; come&ccedil;aram a ser implementadas, mas s&oacute; as que j&aacute; estavam de acordo com a pol&iacute;tica mais ou menos apontada pelo governo.<\/p>\n<p>A implementa&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga &#8211; PNBL, por exemplo, com o restabelecimento da Telebr&aacute;s. A banda larga, inclusive, &eacute; uma das bandeiras levantadas pela Abra&ccedil;o desde o in&iacute;cio dos debates. A recria&ccedil;&atilde;o das delegacias do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, que j&aacute; ocorreu em sete estados e est&aacute; em andamento, &eacute; outra bandeira da Abra&ccedil;o. Por outro lado, oficialmente, o caderno com as resolu&ccedil;&otilde;es da Confecom foi entregue apenas nesta semana ao presidente Lula. <\/p>\n<p>Em reuni&atilde;o nesta segunda-feira com o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, a Abra&ccedil;o cobrou algumas das propostas aprovadas na Confecom e que foram acordadas pelo Executivo para implement&aacute;-las. A cria&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o do Executivo, depende s&oacute; do pr&oacute;prio faz&ecirc;-la.<\/p>\n<p>O governo pode, at&eacute; final do ano, trabalhar na proposta de uma nova lei geral de comunica&ccedil;&atilde;o para encaminhar ao Congresso Nacional e a pr&oacute;xima candidatura, os calouros, j&aacute; ter&atilde;o de in&iacute;cio com que trabalhar.<\/p>\n<p><strong>Roseli Goffman &ndash; Conselho Federal de Psicologia (CFP)<\/strong><br \/>Se observarmos na linha de tempo, percebemos que s&oacute; para criar o regimento da Confer&ecirc;ncia demorou quase seis meses, algo totalmente diferente de todas as outras confer&ecirc;ncias j&aacute; feitas no Brasil. A divulga&ccedil;&atilde;o do resultado da Confecom tamb&eacute;m levou seis meses. Este aspecto j&aacute; nos d&aacute; uma no&ccedil;&atilde;o da dificuldade que &eacute; implantar um marco regulat&oacute;rio na &aacute;rea da comunica&ccedil;&atilde;o, mesmo depois de um processo de debate que reuniu em torno do tema quase 30 mil pessoas, em todo o pa&iacute;s. <\/p>\n<p>Diferente do que declarou o Franklin Martins, de que n&atilde;o h&aacute; possibilidade de implementa&ccedil;&atilde;o das propostas ainda em 2010, acreditamos que, agora que estamos vivendo um processo eleitoral, precisamos comprometer as pautas partid&aacute;rias sobre comunica&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Essa reuni&atilde;o do CNPC em Bras&iacute;lia reconvocou o movimento para garantir os resultados da Confer&ecirc;ncia junto ao Parlamento e ao Executivo. Nossa principal preocupa&ccedil;&atilde;o agora &eacute; criar o Conselho Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o do Executivo e produzir um marco regulat&oacute;rio. Se o governo federal se comprometeu com a Confer&ecirc;ncia, tem que estar comprometido com os resultados.<\/p>\n<p><strong>Berenice Mendes &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Nacional das Entidades de Artistas e T&eacute;cnicos em Espet&aacute;culos de Divers&otilde;es (Aneate) <br \/><\/strong>Quando sa&iacute;mos da Confecom, com mais de 600 proposi&ccedil;&otilde;es aprovadas, a gente tinha consci&ecirc;ncia de que n&atilde;o seria simples o tratamento e o seu encaminhamento. At&eacute; porque, para al&eacute;m dos objetivos concretos de cada uma, elas t&ecirc;m um significado simb&oacute;lico, que &eacute; o da enorme demanda da sociedade brasileira de que sejam democratizados os meios de comunica&ccedil;&atilde;o. Esse volume t&atilde;o grande demonstra, sobretudo, o imenso vazio regulat&oacute;rio que existe nesse segmento no nosso pa&iacute;s. <\/p>\n<p>Todavia, as proposi&ccedil;&otilde;es podem ser tratadas de forma bem objetiva. &Eacute; s&oacute; aplicar o m&eacute;todo. Tem propostas que s&atilde;o exequ&iacute;veis a curt&iacute;ssimo prazo, porque demandam apenas a vontade do Executivo (municipal, estadual ou federal) de coloc&aacute;-las em pr&aacute;tica. Outras dependem de gest&otilde;es da sociedade junto ao Estado. H&aacute; as que demandam projetos de lei &#8211; s&atilde;o mais demoradas, assim como as que demandam dinheiro. Outras requerem ainda o pr&oacute;prio amadurecimento da sociedade e v&atilde;o acontecer &agrave; medida em que o povo e o pa&iacute;s v&aacute; se desenvolvendo.<\/p>\n<p>O que me parece demais &eacute; tratar tudo como se fosse uma obra tipo uma ponte, um viaduto a se construir, com cronograma de come&ccedil;o, meio e fim, subordinado a contrata&ccedil;&atilde;o de empreiteiros para sua execu&ccedil;&atilde;o. Se o governo disser que tem coisas que n&atilde;o podemos fazer agora, ainda que por raz&otilde;es de conjuntura pol&iacute;tica nacional ou internacional, eu acho que &eacute; poss&iacute;vel compreender. Mas dizer que nada pode ser feito agora, n&atilde;o podemos aceitar. E, sobretudo, a gente n&atilde;o est&aacute; mais disposto a aceitar que algu&eacute;m, uma &uacute;nica voz, uma &uacute;nica inst&acirc;ncia diga o que deve ou n&atilde;o deve ser feito. <\/p>\n<p>Existe uma comiss&atilde;o que coordenou essa confer&ecirc;ncia e que tem que concluir seu trabalho.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>Em Bras&iacute;lia, na &uacute;ltima quinta-feira, representantes de movimentos sociais e da comunica&ccedil;&atilde;o, integrantes do Comit&ecirc; Nacional Pr&oacute;-Confecom (CNPC) participaram em Bras&iacute;lia do semin&aacute;rio proposto pelas deputadas Iriny Lopes (PT-ES), pela Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Minorias, e Luiza Erundina (PSB-SP), pela Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica, e entidades da sociedade civil. <\/p>\n<p>O encontro estabeleceu crit&eacute;rios de import&acirc;ncia entre as propostas da Confecom. Foram priorizadas 70 proposi&ccedil;&otilde;es para serem implementadas com mais celeridade. <\/p>\n<p>&ldquo;O semin&aacute;rio ajudou na articula&ccedil;&atilde;o e na defini&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es para o segundo semestre deste ano. Foi o pontap&eacute; inicial p&oacute;s-confer&ecirc;ncia. Aglutinamos entidades para fazer press&atilde;o no Executivo e no Legislativo&rdquo;, relatou Nascimento Silva, representante do FNDC e da Fitert.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para o pa&iacute;s avan&ccedil;ar na democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o, as resolu&ccedil;&otilde;es da Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, realizada em dezembro de 2009, precisam ser encaminhadas independentemente de este ser um ano de elei&ccedil;&otilde;es para o Congresso e os poderes Executivos estaduais e federal. 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