{"id":24620,"date":"2010-07-05T16:05:54","date_gmt":"2010-07-05T16:05:54","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24620"},"modified":"2010-07-05T16:05:54","modified_gmt":"2010-07-05T16:05:54","slug":"operadoras-criticam-limite-de-espectro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24620","title":{"rendered":"Operadoras criticam limite de espectro"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><a name=\"lblTitulo\" title=\"lblTitulo\"><\/a><a name=\"lblTexto\" title=\"lblTexto\"><\/a>A limita&ccedil;&atilde;o de 80 MHz para cada operadora do SMP foi duramente criticada pelos representes das operadoras presentes no Semin&aacute;rio Wireless Broadband, que aconteceu nesta quinta-feira, 1, em S&atilde;o Paulo. <\/p>\n<p>A limita&ccedil;&atilde;o foi um instrumento encontrado pela ag&ecirc;ncia para impedir a concetra&ccedil;&atilde;o de espectro, quando foram leiloadas as primeiras faixas de frequ&ecirc;ncia depois da privatiza&ccedil;&atilde;o. Mas hoje, com a introdu&ccedil;&atilde;o da banda larga nessas redes, cada vez mais as operadoras querem novas faixas e, para isso, desejam que a Anatel aumente esse cap. Bruno Ramos, gerente de regulamenta&ccedil;&atilde;o da superintend&ecirc;ncia de servi&ccedil;os privados da Anatel, lembra que o limite existe apenas para as faixas de 800 MHz, 1900 MHz e 1800 MHz. <\/p>\n<p>Hoje a Vivo &eacute; a operadora que tem menos espectro. De acordo com &Eacute;rcio Zilli, vice-presidente de regulamenta&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o de Minas Gerais, em nenhum outro lugar a empresa tem mais que 55 MHz. O diretor de planejamento da Vivo, Leonardo Capdeville, explica que com menos espectro a operadora precisa adensar os sites, o que significa mais custo para as operadoras e, consequentemente, para os clientes. &quot;Custa acreditar que onde as empresas tem mais de 130 MHz, n&atilde;o haja competi&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma, em refer&ecirc;ncia a mercados como o franc&ecirc;s, onde o teto de frequ&ecirc;ncias &eacute; muito maior que o brasileiro. <\/p>\n<p>Outra solu&ccedil;&atilde;o que a Vivo tem buscado para driblar o limite tem sido o reaproveitamento de frequ&ecirc;ncias. No caso da Vivo, com a desativa&ccedil;&atilde;o da rede EVDO e com a progressiva diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de clientes na rede CDMA (o desligamento total da tecnologia est&aacute; previsto para 2011) foi poss&iacute;vel, por exemplo, implantar a tecnologia HSPA+ na faixa de 850 MHz. <\/p>\n<p>Segundo Capdeville, a m&aacute; qualidade do servi&ccedil;o muitas vezes &eacute; causada pela pouca disponibilidade de espectro. O executivo ainda lembra que existem algumas prefeituras com regulamenta&ccedil;&otilde;es restritivas para a instala&ccedil;&atilde;o de antenas, o que dificulta ainda mais a vida das empresas. <\/p>\n<p><strong>Uso eficiente do espectro<\/strong><\/p>\n<p>O diretor de planejamento corporativo da Claro, Christian Wickert, entende que o limite de espectro &eacute; um instrumento conflitante com o uso eficiente do espectro. &quot;A Anatel deveria aumentar consistentemente o limite e focar no uso eficiente&quot;, defende ele. Para &Eacute;rcio Zilli, da Vivo, o conceito de uso eficiente toma por base a quantidade de usu&aacute;rios que ocupam a faixa. &quot;A pr&oacute;pria Anatel deveria utilizar o princ&iacute;pio de efici&ecirc;ncia ao licenciar faixas do espectro&quot;, disse.<\/p>\n<p>Para Bruno Ramos, a Anatel n&atilde;o pensa a efici&ecirc;ncia espectral apenas do ponto de vista t&eacute;cnico, mas considera ainda a vari&aacute;vel social e a concorrencial ao tomar as suas decis&otilde;es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A limita&ccedil;&atilde;o de 80 MHz para cada operadora do SMP foi duramente criticada pelos representes das operadoras presentes no Semin&aacute;rio Wireless Broadband, que aconteceu nesta quinta-feira, 1, em S&atilde;o Paulo. 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