{"id":24485,"date":"2010-05-31T16:25:25","date_gmt":"2010-05-31T16:25:25","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24485"},"modified":"2010-05-31T16:25:25","modified_gmt":"2010-05-31T16:25:25","slug":"pl-29-continua-com-futuro-incerto-no-congresso-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24485","title":{"rendered":"PL 29 continua com futuro incerto no Congresso Nacional"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">N&atilde;o &eacute; novidade a tramita&ccedil;&atilde;o tumultuada do PL 29\/2007 na C&acirc;mara dos Deputados, um dos projetos mais controversos envolvendo o setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es, sen&atilde;o o mais pol&ecirc;mico. A proposta, que inicialmente visava apenas derrubar as barreiras legais para que as concession&aacute;rias de telefonia entrassem no mercado de TV a cabo, ganhou novo escopo ao longo dos tr&ecirc;s anos de discuss&atilde;o na C&acirc;mara dos Deputados e agora abrange tamb&eacute;m uma intricada pol&iacute;tica p&uacute;blica de fomento do audiovisual, que definitivamente n&atilde;o agrada a todos os segmentos afetados pelo projeto.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Nesta semana, um recurso foi apresentado pelo deputado R&eacute;gis Oliveira (PSC\/SP) para que o PL 29 seja votado tamb&eacute;m pelo Plen&aacute;rio da Casa. A manobra, articulada pela Sky e pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Programadores de Televis&atilde;o por Assinatura (ABPTA), j&aacute; era aguardada. Ainda assim, a apresenta&ccedil;&atilde;o do recurso com 113 assinaturas reacendeu as disputas pol&iacute;ticas que envolvem a mat&eacute;ria e ainda causa muita confus&atilde;o aos n&atilde;o familiarizados com as peculiaridades do rito regimental da C&acirc;mara dos Deputados.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">A ala defensora do projeto j&aacute; conseguiu convencer 39 deputados a retirarem suas assinaturas do recurso, que foi publicado nessa quinta-feira, 27, com 74 signat&aacute;rios v&aacute;lidos. Mas esta publica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significa que o destino do PL 29 est&aacute; selado para ir a Plen&aacute;rio. Para que se possa entender o funcionamento do recurso, algumas regras regimentais precisam ser esclarecidas.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Confirma&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Um Recurso nada mais &eacute; do que um instrumento classificado como &quot;ordin&aacute;rio&quot; para que os deputados pe&ccedil;am uma an&aacute;lise do pleno de parlamentares. Ele n&atilde;o serve apenas para levar projetos terminativos (como o PL 29) para o Plen&aacute;rio. D&uacute;vidas sobre a regra regimental na tramita&ccedil;&atilde;o de um projeto, por exemplo, podem virar objeto de recurso ao pleno, onde a maioria dos deputados d&aacute; a palavra final sobre o assunto discordante.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Por ser uma mat&eacute;ria ordin&aacute;ria, o recurso tamb&eacute;m precisa cumprir o rito de qualquer mat&eacute;ria legislativa. Isso significa que, mesmo com o apoio de 74 deputados, a solicita&ccedil;&atilde;o contida no recurso n&atilde;o tem efeito autom&aacute;tico e precisa ser deliberada, como qualquer projeto ou requerimento, pelos deputados antes de ser realmente v&aacute;lido. Ou seja, as assinaturas valeram apenas para que o deputado R&eacute;gis Oliveira pudesse entrar com o recurso, mas agora o pedido tem que ser votado no Plen&aacute;rio para que o PL 29 realmente passe pelo pleno.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>A regra do recurso<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Para um parlamentar apresentar um recurso s&atilde;o necess&aacute;rias 52 assinaturas apoiando a iniciativa, o que corresponde a 10% do n&uacute;mero de deputados mais um. Recursos sem o n&uacute;mero m&iacute;nimo de assinaturas sequer s&atilde;o recebidos pela Secretaria Geral da Mesa Diretora. No caso do pedido relacionado ao PL 29, Oliveira conseguiu mais do que o dobro do necess&aacute;rio: 113 signat&aacute;rios.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Os parlamentares que assinam um recurso t&ecirc;m o direito de se &quot;arrepender&quot; e retirar suas assinaturas at&eacute; a data de publica&ccedil;&atilde;o. No caso do PL 29, os apoiadores do envio do projeto diretamente ao Senado Federal conseguiram convencer 39 deputados a cancelarem o apoio &agrave; iniciativa. Assim, a lista final publicada no Di&aacute;rio da C&acirc;mara dos Deputados ontem ficou com apenas 74 signat&aacute;rios, n&uacute;mero ainda assim superior ao m&iacute;nimo regimental.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Vota&ccedil;&atilde;o do recurso<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Com a publica&ccedil;&atilde;o, o recurso agora entra no regime de tramita&ccedil;&atilde;o tradicional das mat&eacute;rias que ir&atilde;o a Plen&aacute;rio. Ele entra na &quot;fila&quot; de documentos ordin&aacute;rios, onde constam n&atilde;o s&oacute; recursos, mas outros instrumentos legislativos como projetos de lei comuns, requerimentos, mensagens, etc. Para se ter uma ideia da dimens&atilde;o da &quot;fila&quot;, cerca de 100 recursos est&atilde;o na frente do 438\/2010, que pede a vota&ccedil;&atilde;o em Plen&aacute;rio do PL 29. Se forem contados apenas os projetos de lei aguardando an&aacute;lise do pleno, o n&uacute;mero atinge impressionantes 1,2 mil.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">O recurso 438 ficar&aacute; no fim desta fila de mat&eacute;rias, ou seja, com mais de mil propostas com prioridade de vota&ccedil;&atilde;o por terem chegado primeiro &agrave; Mesa Diretora. Ainda assim, h&aacute; maneiras de a proposta &quot;furar&quot; essa fila. Uma delas &eacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o de um requerimento de urg&ecirc;ncia, tal qual se faz com projetos. Esse requerimento de urg&ecirc;ncia tamb&eacute;m precisa ser votado pelo Plen&aacute;rio, mas esse tipo de documento n&atilde;o segue o rito tradicional na maior parte das vezes, sendo apreciado prioritariamente.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Outra maneira &eacute; pedir prioridade, urg&ecirc;ncia ou antecipa&ccedil;&atilde;o da vota&ccedil;&atilde;o por meio de um acordo firmado pelo Col&eacute;gio de L&iacute;deres. Essa estrat&eacute;gia exige um acordo das lideran&ccedil;as, uma vez que a C&acirc;mara dos Deputados tem por praxe passar &agrave; frente apenas projetos e propostas que j&aacute; disponham de acordo firmado. Por ora, nenhuma das duas alternativas foi adotada para agilizar a an&aacute;lise do recurso.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Retirada do recurso<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Por outro lado, h&aacute; mais uma ferramenta para bloquear a vig&ecirc;ncia de um recurso. A manobra regimental consiste na apresenta&ccedil;&atilde;o de um &quot;Requerimento de Retirada&quot;, mas essa alternativa tem suas peculiaridades quando se trata de um recurso ao Plen&aacute;rio. Os deputados contr&aacute;rios ao debate de um projeto no pleno devem convencer ao menos a metade mais um dos signat&aacute;rios do recurso a assinarem o requerimento de retirada. No caso o PL 29, os apoiadores do projeto precisam de 38 assinaturas para validar a estrat&eacute;gia. Mas vale frisar que essas assinaturas devem, necessariamente, ser de parlamentares que assinaram o pedido de recurso.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">O requerimento de retirada n&atilde;o tem um prazo fixo para ser apresentado. O prazo &eacute; o da vota&ccedil;&atilde;o do recurso. A l&oacute;gica &eacute; simples: se o recurso for aprovado pela maioria dos deputados no Plen&aacute;rio, n&atilde;o faz sentido deliberar sobre um pedido de retirada, mesmo que seja dos apoiadores da iniciativa. Assim, os deputados t&ecirc;m at&eacute; o dia da vota&ccedil;&atilde;o do recurso (ainda sem data por conta da longa fila) para se &quot;arrepender&quot;. Depois da decis&atilde;o do pleno n&atilde;o h&aacute; mais o que se fazer e o PL 29 ser&aacute; cabalmente votado no Plen&aacute;rio da C&acirc;mara dos Deputados.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Regime terminativo<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Toda a confus&atilde;o sobre a vota&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o no Plen&aacute;rio do PL 29 s&oacute; existe porque este &eacute; um projeto que tramita em regime &quot;terminativo&quot;. Esse tipo de projeto tem vota&ccedil;&atilde;o conclusiva nas comiss&otilde;es da C&acirc;mara dos Deputados, ou seja, n&atilde;o passa pela an&aacute;lise do pleno cabendo apenas &agrave;s &aacute;reas tem&aacute;ticas decidir o destino da mat&eacute;ria.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Normalmente esse regime &eacute; aplicado a projetos t&eacute;cnicos, que podem tranquilamente ser avaliados pelos grupos tem&aacute;ticos, desafogando a pauta do Plen&aacute;rio. Mas, seguindo o princ&iacute;pio democr&aacute;tico, sempre &eacute; poss&iacute;vel pedir que o pleno delibere sobre o assunto, utilizando-se de v&aacute;rios argumentos pol&iacute;ticos: relev&acirc;ncia para o pa&iacute;s, controv&eacute;rsia nas comiss&otilde;es (pareceres contradit&oacute;rios) ou mesmo tens&otilde;es pol&iacute;ticas em torno das mat&eacute;rias. Para apresentar o recurso em si n&atilde;o &eacute; exigida uma justificativa clara, mas apenas a discord&acirc;ncia sobre a an&aacute;lise conclusiva de qualquer uma das comiss&otilde;es.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Reda&ccedil;&atilde;o final<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Caso a estrat&eacute;gia do recurso funcione, o PL 29 passar&aacute; por uma vota&ccedil;&atilde;o comum no Plen&aacute;rio. Sempre &eacute; poss&iacute;vel solicitar &quot;urg&ecirc;ncia&quot; ou &quot;urg&ecirc;ncia urgent&iacute;ssima&quot;, mas, em princ&iacute;pio, o projeto ir&aacute; para o fim da fila de entrada na pauta, o que pode retardar em meses a sua vota&ccedil;&atilde;o. Uma vez votado, o pleno decidir&aacute; a reda&ccedil;&atilde;o final do projeto e o despachar&aacute; ao Senado Federal. Para os parlamentares, apoiadores ou opositores do projeto, &eacute; certo que a vota&ccedil;&atilde;o em Plen&aacute;rio impedir&aacute; o encaminhamento ao Senado ainda em 2010.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Caso a estrat&eacute;gia seja frustrada, com a apresenta&ccedil;&atilde;o de um requerimento de retirada, o PL 29 n&atilde;o seguir&aacute; automaticamente ao Senado como muitos pensam. Uma &uacute;ltima etapa ainda precisa ser cumprida nas comiss&otilde;es antes do despacho aos senadores: a aprova&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o final do projeto. Se a proposta n&atilde;o passar pelo Plen&aacute;rio, ela ser&aacute; devolvida &agrave; Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ), &uacute;ltima &aacute;rea que analisou a mat&eacute;ria na C&acirc;mara. A CCJ ent&atilde;o ter&aacute; que compilar a reda&ccedil;&atilde;o final do projeto, considerando a tramita&ccedil;&atilde;o nas demais comiss&otilde;es. O trabalho &eacute; relativamente simples e consiste em uma mera pro forma regimental.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">No entanto, exatamente por ser uma pro forma, h&aacute; uma saga de prazos regimentais para a devolu&ccedil;&atilde;o do PL 29 da Mesa Diretora aos Avulsos e, depois, &agrave; CCJ para s&oacute; ent&atilde;o come&ccedil;ar a compila&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o final. A comiss&atilde;o tem o prazo de 10 sess&otilde;es (conta-se as realizadas pelo Plen&aacute;rio) para finalizar o texto. Conclu&iacute;do o documento, ele passa por uma vota&ccedil;&atilde;o praticamente simb&oacute;lica da reda&ccedil;&atilde;o. O tempo para a vota&ccedil;&atilde;o &eacute; de duas sess&otilde;es, contadas a partir da publica&ccedil;&atilde;o do texto ou da distribui&ccedil;&atilde;o aos gabinetes, o que acontecer primeiro.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">S&oacute; ent&atilde;o, o PL 29 ser&aacute;, de fato, encaminhado aos Avulsos novamente com destino ao Senado Federal. Essa jornada para a finaliza&ccedil;&atilde;o do texto mostra que, mesmo o esfor&ccedil;o para que o projeto siga ainda em 2010 para o Senado Federal pode ser frustrada com o simples fato de ter sido apresentado um recurso. Segundo t&eacute;cnicos da C&acirc;mara dos Deputados, a elabora&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o final e a vota&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido resolvidas rapidamente pela CCJ. Mas os deputados mais otimistas, que apostavam que o projeto poderia ser at&eacute; mesmo votado pelo Senado neste ano, j&aacute; n&atilde;o contam mais com essa tramita&ccedil;&atilde;o veloz do projeto. A perspectiva agora &eacute; que, com ou sem Plen&aacute;rio, o PL 29 s&oacute; retome concretamente sua tramita&ccedil;&atilde;o em 2011.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N&atilde;o &eacute; novidade a tramita&ccedil;&atilde;o tumultuada do PL 29\/2007 na C&acirc;mara dos Deputados, um dos projetos mais controversos envolvendo o setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es, sen&atilde;o o mais pol&ecirc;mico. 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