{"id":24471,"date":"2010-05-27T17:09:44","date_gmt":"2010-05-27T17:09:44","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24471"},"modified":"2010-05-27T17:09:44","modified_gmt":"2010-05-27T17:09:44","slug":"com-atuacao-da-telebras-provedores-garantem-massificacao-da-banda-larga-sem-aporte-do-governo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24471","title":{"rendered":"Com atua\u00e7\u00e3o da Telebr\u00e1s, provedores garantem massifica\u00e7\u00e3o da banda larga sem aporte do governo"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><a name=\"lblTitulo\" title=\"lblTitulo\"><\/a><a name=\"lblTexto\" title=\"lblTexto\"><\/a>O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) recebeu franco apoio dos provedores de Internet ligados &agrave; associa&ccedil;&atilde;o Global Info nesta quarta-feira, 26. Em debate na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (CCT) do Senado Federal, o presidente da associa&ccedil;&atilde;o, Madgiel da Costa, garantiu que o projeto governamental de baixar os custos de acesso &agrave; infraestrutura de dados &eacute; suficiente para que os provedores massifiquem a banda larga no pa&iacute;s. &quot;Se o senhor Rog&eacute;rio Santanna (presidente da Telebr&aacute;s) me entregar a R$ 200 o mega, deixa que o resto eu fa&ccedil;o&quot;, assegurou Costa. <\/p>\n<p>Pelas proje&ccedil;&otilde;es da Global Info, a oferta de capacidade de rede a R$ 200 por 1 mbps &#8211; a proje&ccedil;&atilde;o do PNBL &eacute; oferecer a R$ 230 &#8211; permitir&aacute; a duplica&ccedil;&atilde;o dos pontos de presen&ccedil;a dos provedores, saindo de 200 para 400 pontos, em apenas um m&ecirc;s. E isso sem considerar financiamento p&uacute;blico para as pequenas empresas. &quot;Os provedores de acesso &agrave; Internet n&atilde;o precisam de nenhum aporte financeiro do governo. Eu sempre fiz isso sem ajuda do governo; nunca precisamos de nada para ir aos rinc&otilde;es do pa&iacute;s&quot;, afirmou. <\/p>\n<p>A barreira para a expans&atilde;o ainda maior dos provedores no modelo atual est&aacute; no alto custo do acesso &agrave; rede, segundo Costa, al&eacute;m da pol&iacute;tica empresarial de controlar o conte&uacute;do trafegado por estas empresas. A m&eacute;dia cobrada pelas teles para uma capacidade de 1 megabyte &eacute; de R$ 5 mil pelos c&aacute;lculos da Global Info. Assim, a redu&ccedil;&atilde;o para R$ 230 prometida no PNBL j&aacute; representaria um grande avan&ccedil;o. <\/p>\n<p>Pelas proje&ccedil;&otilde;es feitas pela associa&ccedil;&atilde;o, caso o governo viabilize algum tipo de financiamento para os provedores, a expans&atilde;o seria ainda mais vultosa. &quot;Se nos der subs&iacute;dio, via BNDES, em menos de um ano j&aacute; podemos estar em 90% do pa&iacute;s&quot;, calcula o presidente da Global Info. <\/p>\n<p>Outro item em que os provedores aguardam melhoras com a atua&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s no mercado &eacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; neutralidade de rede. Segundo Costa, as teles praticam traffic shaping, controlando a transmiss&atilde;o dos pacotes comercializados pelos provedores em suas redes para evitar que essas empresas fa&ccedil;am telefonia por IP ou outros servi&ccedil;os que minem o mercado explorado pelas concession&aacute;rias. <\/p>\n<p>Caso a Telebr&aacute;s consiga cumprir as premissas fixadas para o PNBL, Costa confia que a oferta ao consumidor final poder&aacute; ser abaixo dos R$ 35 estipulado como pre&ccedil;o-alvo pelo governo. O presidente da Global Info deixou claro ainda que n&atilde;o &eacute; ideologicamente favor&aacute;vel ao plano, mas que os provedores o ap&oacute;iam por ser uma forma vi&aacute;vel de gerar concorr&ecirc;ncia nos insumos de telecomunica&ccedil;&otilde;es. &quot;Como empres&aacute;rio, eu sou contra a interven&ccedil;&atilde;o do Estado. Mas n&oacute;s j&aacute; sofremos tanto com essas teles que n&atilde;o tem outro jeito de fazer as coisas no momento&quot;, afirmou. <\/p>\n<p><strong>Grandes teles <\/strong><\/p>\n<p>As grandes empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es, representadas no debate pelo diretor-executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, refor&ccedil;aram seu interesse de serem o principal ve&iacute;culo para a massifica&ccedil;&atilde;o da banda larga no pa&iacute;s. E tamb&eacute;m asseguraram que n&atilde;o precisam de aporte p&uacute;blico para atender todo o Brasil com Internet em alta velocidade. &quot;Dinheiro &eacute; sempre bom, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio&quot;, afirmou Levy. &quot;N&oacute;s temos convic&ccedil;&atilde;o que somos o melhor meio de massificar a banda larga com menor pre&ccedil;o&quot;, complementou. <\/p>\n<p>Mais uma vez, a alta carga tribut&aacute;ria foi apontada como o principal motivo dos pre&ccedil;os do setor n&atilde;o ca&iacute;rem. &quot;Os impostos no Brasil s&atilde;o mais do que o dobro da m&eacute;dia da Am&eacute;rica do Sul. Quem paga isso &eacute; o consumidor. N&atilde;o tem nada a ver com as empresas; elas s&atilde;o arrecadadoras. E ainda arrecadam quando o consumidor n&atilde;o paga a conta&quot;, reclamou o diretor. A carga tribut&aacute;ria m&eacute;dia que incide sobre o setor &eacute; de 40,15%. Al&eacute;m disso, Levy reclamou do baixo uso dos fundos setoriais (Fust, Fistel e Funttel), que j&aacute; acumulariam R$ 32,2 bilh&otilde;es nos cofres p&uacute;blicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) recebeu franco apoio dos provedores de Internet ligados &agrave; associa&ccedil;&atilde;o Global Info nesta quarta-feira, 26. 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