{"id":24228,"date":"2010-04-08T19:16:17","date_gmt":"2010-04-08T19:16:17","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24228"},"modified":"2014-09-07T02:59:43","modified_gmt":"2014-09-07T02:59:43","slug":"portaria-abre-caminho-para-decisao-sobre-radio-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24228","title":{"rendered":"Portaria abre caminho para decis\u00e3o sobre r\u00e1dio digital"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t   <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Em uma de suas &uacute;ltimas a&ccedil;&otilde;es &agrave; frente do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, o ex-ministro H&eacute;lio Costa publicou, em 31 de mar&ccedil;o, portaria que cria o Sistema Brasileiro de R&aacute;dio Digital. Apesar de conter resolu&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ricas e n&atilde;o apontar, como pretendiam as empresas de comunica&ccedil;&atilde;o, o padr&atilde;o tecnol&oacute;gico a ser utilizado na digitaliza&ccedil;&atilde;o do r&aacute;dio no Brasil, ela abre caminho para uma tomada de decis&atilde;o. Entidades da sociedade civil, no entanto, acreditam que o processo tocado pelo minist&eacute;rio tem sido pouco transparente e injustificadamente apressado. <\/p>\n<p>Apesar de existirem v&aacute;rios padr&otilde;es tecnol&oacute;gicos para a digitaliza&ccedil;&atilde;o dos sinais de transmiss&atilde;o, o governo tem concentrado esfor&ccedil;os em testar apenas dois. O primeiro &eacute; o HD Radio\/Iboc, de propriedade  da  empresa estadunidense Ibiquity. O segundo &eacute; o DRM (Digital Radio Mondiale), desenvolvido por um cons&oacute;rcio internacional e adotado em alguns pa&iacute;ses da Europa, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia. Ambos apresentaram at&eacute; agora algumas qualidades e defeitos consider&aacute;veis. <\/p>\n<p>A Portaria 290\/2010 rec&eacute;m publicada pelo Minicom n&atilde;o traz a defini&ccedil;&atilde;o por nenhum modelo tecnol&oacute;gico porque os testes com as duas tecnologias ainda n&atilde;o se encerraram. Segundo a secret&aacute;ria de Servi&ccedil;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Eletr&ocirc;nica do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, Beatriz Abreu, a expectativa &eacute; que pesquisadores de universidades brasileiras, a partir dos estudos, criem um sistema brasileiro, que pode ter como base o HD Radio\/Iboc, dos Estados Unidos, ou o DRM, da Europa. <\/p>\n<p>Segundo informa o site do minist&eacute;rio, os testes com os dois padr&otilde;es devem prosseguir por aproximadamente dois meses. Em seguida ser&aacute; feito um relat&oacute;rio t&eacute;cnico, que ser&aacute; analisado por um grupo de trabalho do Minicom, que envolve tamb&eacute;m universidades como a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), o Centro de Estudos em Telecomunica&ccedil;&otilde;es da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro (Cetuc), a Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel), a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normatiza&ccedil;&atilde;o e Qualidade Industrial (Inmetro). Depois da aprova&ccedil;&atilde;o do ministro das Comunica&ccedil;&otilde;es, o presidente da Rep&uacute;blica tomar&aacute; a decis&atilde;o final. <\/p>\n<p><strong>Dois sistemas ao mesmo tempo<\/strong><\/p>\n<p>Com a indefini&ccedil;&atilde;o em torno dos padr&otilde;es, chegou-se a cogitar que uma das solu&ccedil;&otilde;es seria o minist&eacute;rio decidir que os dois sistemas &ndash; HD Radio\/Iboc e DRM &ndash; funcionassem ao mesmo tempo no pa&iacute;s. O HD Radio, que teria se mostrado mais eficiente para a FM, e o DRM, que teria sido mais robusto para operar em AM. Com isso, os cidad&atilde;os tamb&eacute;m deveriam comprar equipamentos diferentes nos dois casos. No entanto, a portaria deixa claro que isso n&atilde;o ir&aacute; acontecer. O texto diz que para o servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o sonora em Onda M&eacute;dia (OM) e em Frequ&ecirc;ncia Modulada (FM) deve ser adotado padr&atilde;o que possibilite a opera&ccedil;&atilde;o eficiente em ambas as modalidades do servi&ccedil;o. <\/p>\n<p>Mas essa &eacute; uma das poucas informa&ccedil;&otilde;es objetivas contidas na portaria (<em>veja a &iacute;ntegra da medida abaixo<\/em>). De resto, ela estabelece 14 objetivos para o Sistema Brasileiro de R&aacute;dio Digital. Alguns importantes como &ldquo;promover a inclus&atilde;o social, a diversidade cultural do Pa&iacute;s e a l&iacute;ngua p&aacute;tria por meio do acesso &agrave; tecnologia digital, visando &agrave; democratiza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;propiciar a transfer&ecirc;ncia de tecnologia para a ind&uacute;stria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isen&ccedil;&atilde;o de royalties&rdquo;.<\/p>\n<p>A portaria causou impress&otilde;es diferentes. Para a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert), uma das entidades que tem cobrado uma decis&atilde;o r&aacute;pida do governo sobre o padr&atilde;o, o sinal do governo foi positivo. &ldquo;A decis&atilde;o [da portaria] significa mais um passo dado no processo de defini&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o a ser adotado pelo Brasil, o que permitir&aacute; &agrave;s emissoras de r&aacute;dio ingressar na era digital&rdquo;, diz o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o, Daniel Slaviero, ao site da Abert.  <\/p>\n<p>J&aacute; Arthur William, integrante do Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, avalia que o fato de a portaria ter ficado gen&eacute;rica pode indicar que o governo esteja deixando a decis&atilde;o sobre o padr&atilde;o nas m&atilde;os do mercado. &ldquo;Ela abre espa&ccedil;o para que cada emissora comece a fazer testes e a transmitir pelo padr&atilde;o que ache mais interessante&rdquo;, diz Arthur.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">A avalia&ccedil;&atilde;o de Arthur &eacute; corroborada por uma fala do pr&oacute;prio H&eacute;lio Costa, que dias antes de deixar a fun&ccedil;&atilde;o de ministro disse: &quot;Estamos dando o caminho para que as empresas, com seus t&eacute;cnicos e com apoio valios&iacute;ssimo da Anatel e do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, possam concluir por um sistema que vai poder atender a necessidade brasileira.&rdquo;<\/span>  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><strong>DRM x Iboc<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto segue incerto o padr&atilde;o que ser&aacute; adotado no Brasil, pesquisadores e entidades v&atilde;o formando suas opini&otilde;es sobre o assunto. A Abert, por exemplo, j&aacute; demonstrou sua prefer&ecirc;ncia pelo sistema HD Radio\/Iboc. Argumenta que esta tecnologia, al&eacute;m de permitir que as emissoras continuem funcionando nas mesmas frequ&ecirc;ncias atuais, &eacute; mais barata que o DRM. Segundo a associa&ccedil;&atilde;o, enquanto os equipamentos de transmiss&atilde;o do modelo americano custam cerca de US$ 35 mil, o europeu fica entre US$ 70 mil e US$ 90 mil. Algumas das 4,5 mil emissoras comerciais de AM e FM j&aacute; adquiriram equipamentos para migrar do modelo anal&oacute;gico para o digital. <\/p>\n<p>Para o representante do Intervozes, a quest&atilde;o do custo deve ser relativizada, pois tanto o HD Radio quanto o DRM s&atilde;o &ldquo;pacotes fechados&rdquo; que dificultariam o uso de equipamentos compat&iacute;veis a eles pela ind&uacute;stria brasileira. Al&eacute;m disso, o Iboc &eacute; um padr&atilde;o propriet&aacute;rio e seria necess&aacute;rio pagamento de royalties pelo seu uso. Mas para Arthur William esses fatores geradores de custos poderiam ser amenizados caso houvesse acordos e parcerias entre o governo brasileiro e os desenvolvedores das tecnologias. Ele tamb&eacute;m defende que &eacute; importante a realiza&ccedil;&atilde;o de testes com outros padr&otilde;es, como o ISDB-TSB (japon&ecirc;s), o DAB+ (europeu) e o DMB (coreano). &ldquo;O Brasil precisa entender e testar todos os padr&otilde;es&rdquo;, diz. <\/p>\n<p>A quest&atilde;o financeira &eacute; ainda mais importante se analisadas as dificuldades que ter&atilde;o as pequenas r&aacute;dios privadas e tamb&eacute;m as emissoras p&uacute;blicas do pa&iacute;s para fazer a transi&ccedil;&atilde;o para o modelo digital. Esse &eacute; um dos motivos que faz a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de R&aacute;dios Comunit&aacute;rias (Abra&ccedil;o) descartar a ado&ccedil;&atilde;o do HD Radio\/Iboc, que cobra royalties pelo seu uso. Al&eacute;m disso, esse padr&atilde;o n&atilde;o garante a possibilidade de se ampliar o n&uacute;mero de canais no dial. &ldquo;&Eacute; preciso ter mais espa&ccedil;o no espectro para mais canais. Hoje, as r&aacute;dios comunit&aacute;rias t&ecirc;m apenas um canal por localidade&rdquo;, lembra Josu&eacute; Franco Lopes, coordenador de Comunica&ccedil;&atilde;o da Abra&ccedil;o. A entidade defende a cria&ccedil;&atilde;o de um padr&atilde;o digital nacional para as r&aacute;dios. <\/p>\n<p>Para que a digitaliza&ccedil;&atilde;o amplie o n&uacute;mero de emissoras &eacute; preciso tamb&eacute;m que, al&eacute;m de uma solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, se tenha vontade pol&iacute;tica. Para Arthur William, n&atilde;o se pode repetir o que ocorreu na defini&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o para a TV digital, onde n&atilde;o houve abertura de licita&ccedil;&atilde;o para novos concorrentes e os canais digitais foram concedidos aos atuais concession&aacute;rias. Por esta raz&atilde;o, o decreto que criou o Sistema Brasileiro de TV Digital est&aacute; sendo contestado em uma A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (<a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=23063\">saiba mais<\/a>).<\/p>\n<p>Segundo Arthur, &eacute; preciso compreender que o r&aacute;dio digital &eacute; um novo servi&ccedil;o e, por isso, sua implementa&ccedil;&atilde;o exigiria a abertura de novas concess&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>Tempo<\/strong> <\/p>\n<p>O processo que est&aacute; sendo conduzido pelo Minicom para a escolha do padr&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o tem agradado alguns setores da &aacute;rea. A condu&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo criticada por entidades  como a Abra&ccedil;o, o Intervozes, o F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC) e a Associa&ccedil;&atilde;o das R&aacute;dios P&uacute;blicas do Brasil (Arpub). <\/p>\n<p>&ldquo;A escolha do padr&atilde;o n&atilde;o pode se limitar a um debate t&eacute;cnico e n&atilde;o pode ser decidido em um gabinete fechado. Preferimos que demore mais um  pouco, desde que tenha mais controle social nesse processo&rdquo;, opina o presidente da Arpub, Orlando Guilhon. As entidades cobram uma participa&ccedil;&atilde;o mais efetiva nas discuss&otilde;es sobre o tema que est&atilde;o sendo feitas no governo. <\/p>\n<p>Uma defini&ccedil;&atilde;o correta neste momento pode ser fundamental para uma revitaliza&ccedil;&atilde;o do r&aacute;dio no pa&iacute;s. Al&eacute;m de possibilitar o surgimento de novas emissoras, a digitaliza&ccedil;&atilde;o vai melhorar significativamente a qualidade da transmiss&atilde;o, fazendo por exemplo que o &aacute;udio dos ve&iacute;culos que operam em AM sejam equivalentes ao do FM e que este soe como o som de um CD. Isso sem falar nos novos servi&ccedil;os agregados que podem surgir a partir do momento que se consiga transportar imagens e textos pelas ondas do ar e criar interatividade do ouvinte com o emissor. <\/p>\n<p>No Brasil, existem cerca de 250 milh&otilde;es de receptores de r&aacute;dio funcionando, que est&atilde;o presentes em em 86% das resid&ecirc;ncias do pa&iacute;s. S&atilde;o 4.339 emissoras de r&aacute;dio comerciais e 3.865 r&aacute;dios comunit&aacute;rias, segundo dados de novembro do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es. Das emissoras comerciais, 2.425 funcionam no FM, 1.774 s&atilde;o AM, 74 operam em ondas tropicais e 66 em ondas curtas.<\/p>\n<p>**********<br \/><strong>PORTARIA No- 290, DE 30 DE MAR&Ccedil;O DE 2010 <\/p>\n<p><\/strong>Institui o Sistema Brasileiro de R&aacute;dio Digital &#8211; SBRD e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. <\/p>\n<p>O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES, no uso das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere o art. 87, par&aacute;grafo &uacute;nico, inciso IV, da Constitui&ccedil;&atilde;o, e considerando o&nbsp; disposto no art. 27, inciso IV, al&iacute;nea &quot;b&quot;, da Lei no 10.683, de 27 de maio de 2003, resolve:<\/p>\n<p>Art. 1o Fica institu&iacute;do, por esta Portaria, o Sistema Brasileiro de R&aacute;dio Digital &#8211; SBRD. <\/p>\n<p>Art. 2o Para o servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o sonora em Onda M&eacute;dia (OM) e em Frequ&ecirc;ncia Modulada (FM) deve ser adotado padr&atilde;o que, al&eacute;m de contemplar os objetivos de que trata o art. 3o, possibilite a opera&ccedil;&atilde;o eficiente em ambas as modalidades do servi&ccedil;o. <\/p>\n<p>Art. 3o O SBRD tem por finalidade alcan&ccedil;ar, entre outros, alcan&ccedil;ar os seguintes objetivos: <br \/>I &#8211; promover a inclus&atilde;o social, a diversidade cultural do Pa&iacute;s e a l&iacute;ngua p&aacute;tria por meio do acesso &agrave; tecnologia digital, visando &agrave; democratiza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o;<br \/>II &#8211; propiciar a expans&atilde;o do setor, possibilitando o desenvolvimento de servi&ccedil;os decorrentes da tecnologia digital como forma de estimular a evolu&ccedil;&atilde;o das atuais exploradoras do servi&ccedil;o;<br \/>III &#8211; possibilitar o desenvolvimento de novos modelos de neg&oacute;cio adequados &agrave; realidade do Pa&iacute;s;<br \/>IV &#8211; propiciar a transfer&ecirc;ncia de tecnologia para a ind&uacute;stria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isen&ccedil;&atilde;o de royalties;<br \/>V &#8211; possibilitar a participa&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a necessidade do Pa&iacute;s;<br \/>VI &#8211; incentivar a ind&uacute;stria regional e local na produ&ccedil;&atilde;o de instrumentos e servi&ccedil;os digitais;<br \/>VII &#8211; propiciar a cria&ccedil;&atilde;o de rede de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia;<br \/>VIII &#8211; proporcionar a utiliza&ccedil;&atilde;o eficiente do espectro de radiofreq&uuml;&ecirc;ncias;<br \/>IX &#8211; possibilitar a emiss&atilde;o de simulcasting, com boa qualidade de &aacute;udio e com m&iacute;nimas interfer&ecirc;ncias em outras esta&ccedil;&otilde;es;<br \/>X &#8211; possibilitar a cobertura do sinal digital em &aacute;reas igual ou maior do que as atuais, com menor pot&ecirc;ncia de transmiss&atilde;o;<br \/>XI &#8211; propiciar v&aacute;rios modos de configura&ccedil;&atilde;o considerando as particularidades de propaga&ccedil;&atilde;o do sinal em cada regi&atilde;o brasileira;<br \/>XII &#8211; permitir a transmiss&atilde;o de dados auxiliares;<br \/>XIII &#8211; viabilizar solu&ccedil;&otilde;es para transmiss&otilde;es em baixa pot&ecirc;ncia, com custos reduzidos; e<br \/>XIV &#8211; propiciar a arquitetura de sistema de forma a possibilitar, ao mercado brasileiro, as evolu&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias.<\/p>\n<p>Art. 4o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Organiza&ccedil;&otilde;es criticam pressa e falta de transpar&ecirc;ncia no processo que vai definir a digitaliza&ccedil;&atilde;o do r&aacute;dio no Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[601],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24228"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=24228"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24228\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28098,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24228\/revisions\/28098"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=24228"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=24228"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=24228"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}