{"id":24090,"date":"2010-03-17T15:17:47","date_gmt":"2010-03-17T15:17:47","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24090"},"modified":"2010-03-17T15:17:47","modified_gmt":"2010-03-17T15:17:47","slug":"maioria-dos-pais-concorda-com-restricao-a-publicidade-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24090","title":{"rendered":"Maioria dos pais concorda com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 publicidade infantil"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Pesquisa divulgada hoje (16) mostra que 73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao p&uacute;blico infantil. De acordo com o Datafolha, que realizou o levantamento, as principais justificativas dos entrevistados para a restri&ccedil;&atilde;o &agrave;s propagandas s&atilde;o o consumismo infantil, a incita&ccedil;&atilde;o a m&aacute; alimenta&ccedil;&atilde;o, ao sexo e &agrave; viol&ecirc;ncia. Cerca de 70% dos pais entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra.<\/p>\n<p>A pesquisa, encomendada pelo projeto Crian&ccedil;a e Consumo, do instituto Alana, mostra ainda que para os pais o maior influenciador dos pedidos dos filhos s&atilde;o as propagandas (38%). Em seguida est&atilde;o os personagens de filmes ou de programas de TV (18% e 16%, respectivamente).<\/p>\n<p>&ldquo;Seria necess&aacute;rio que n&atilde;o houvesse hoje publicidade que falasse diretamente &agrave; crian&ccedil;a. A influ&ecirc;ncia sempre vai ser muito grande. &Eacute; uma verdadeira covardia endere&ccedil;ar mensagens comerciais pedindo &agrave;s crian&ccedil;as que comprem, que consumam servi&ccedil;os, muitas vezes produtos aliment&iacute;cios, porque elas n&atilde;o conseguem fazer uma an&aacute;lise cr&iacute;tica como os adultos&quot;, avalia Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Crian&ccedil;a e Consumo. Ela cita como exemplo pa&iacute;ses como a Su&eacute;cia e a Noruega, onde a publicidade na televis&atilde;o voltada ao publico infantil foi totalmente proibida.<\/p>\n<p>J&aacute; para o vice-presidente executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Anunciantes, Rafael Sampaio, &eacute; prefer&iacute;vel fazer publicidade diretamente ao publico infantil a deix&aacute;-lo apenas com a op&ccedil;&atilde;o das propagandas ao p&uacute;blico adulto.<\/p>\n<p>&ldquo;Achamos que a propaganda dirigida &agrave;s crian&ccedil;as tem de ser muito benfeita, com alt&iacute;ssimo n&iacute;vel de responsabilidade, mas n&atilde;o d&aacute; mais para deix&aacute;-las em uma redoma. Como &eacute; imposs&iacute;vel restringir o acesso das informa&ccedil;&otilde;es que as crian&ccedil;as recebem, a nossa tese &eacute; de que devemos fazer a publicidade para as crian&ccedil;as e ensin&aacute;-las a navegar em uma sociedade que tem esse excesso de ofertas&rdquo;.<\/p>\n<p>A pesquisa do Datafolha foi realizada na cidade de S&atilde;o Paulo nos dias 22 e 23 de janeiro. Foram ouvidos 411 pais e m&atilde;es de todas as classes econ&ocirc;micas com filhos de 3 a 11 anos. A maioria dos entrevistados, 52%, era da classe C.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa divulgada hoje (16) mostra que 73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao p&uacute;blico infantil. 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