{"id":24024,"date":"2010-03-03T20:59:45","date_gmt":"2010-03-03T20:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24024"},"modified":"2010-03-03T20:59:45","modified_gmt":"2010-03-03T20:59:45","slug":"senador-prepara-projeto-para-mexer-na-regra-de-reversibilidade-de-bens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24024","title":{"rendered":"Senador prepara projeto para mexer na regra de reversibilidade de bens"},"content":{"rendered":"<p> \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><a name=\"lblTitulo2\" title=\"lblTitulo2\"><\/a><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\">O senador Flexa Ribeiro (PSDB\/PA) apresentar&aacute; esta semana mais um projeto com forte impacto no setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es. Segundo adiantou o senador a este notici&aacute;rio, a proposta do novo projeto &eacute; mexer em um dos instrumentos mais relevantes do modelo atual de telecomunica&ccedil;&otilde;es: a reversibilidade dos bens. A proposta que deve ser apresentada prev&ecirc;, basicamente, que o mecanismo da reversibilidade deixa de ser exigido sobre redes que estejam sendo utilizadas tamb&eacute;m para servi&ccedil;os privados. Assim, a rede de par de cobre hoje utilizada no STFC, por exemplo, n&atilde;o seria mais revers&iacute;vel, pois ela &eacute; parte da oferta de servi&ccedil;o de acesso banda larga. A proposta pode parecer vantajosa apenas para as empresas, mas h&aacute; uma contrapartida ao governo: primeiro, o projeto de lei do senador exigir&aacute; uma regulamenta&ccedil;&atilde;o posterior para regular o acesso &agrave;s redes privadas para a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o p&uacute;blico. Seria uma forma de garantir que servi&ccedil;os como o STFC pudessem ser prestados em cima de redes privadas. <\/p>\n<p>Depois, o projeto prev&ecirc; que haja uma esp&eacute;cie de acerto de contas entre governo e empresas pelo fim da reversibilidade, em que a Uni&atilde;o seja reembolsada pelas empresas, seja financeiramente, seja na forma de novas metas de universaliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os como banda larga, por exemplo, por abrir m&atilde;o da propriedade das redes que voltariam ao seu controle com o fim das concess&otilde;es. <\/p>\n<p>Atualmente, a infraestrutura associada &agrave; presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de STFC em regime p&uacute;blico pelas concession&aacute;rias &eacute; revers&iacute;vel &agrave; Uni&atilde;o ao final dos contratos, em 2025. O backhaul de banda larga que est&aacute; sendo instalado na troca de metas do PGMU tamb&eacute;m &eacute; revers&iacute;vel. O problema &eacute; que muitas das redes instaladas pelas empresas se prestam tanto ao STFC quanto a servi&ccedil;os privados, como transmiss&atilde;o de dados, banda larga etc. <\/p>\n<p><strong>Conjunto <\/strong><\/p>\n<p>&quot;Esse novo projeto se soma aos outros tr&ecirc;s projetos que eu j&aacute; apresentei e que tratam do modelo de telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;, explica o senador. Os outros projetos mencionados s&atilde;o o PLS 280\/2007, que estabelece regras para a explora&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos audiovisuais por meios digitais, como Internet e telefones m&oacute;veis; o PLS 283\/2009, que j&aacute; foi aprovado no Senado e est&aacute; na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica da C&acirc;mara com o n&uacute;mero 6585\/2009 (este projeto permite, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, que recursos do Fust sejam aplicados para financiar o consumo de servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es); e o PLS 06\/2010, que cria o Fundo de Investimentos em Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Fitel), por meio da aplica&ccedil;&atilde;o de parte dos recursos do Fistel e Fust, permitindo assim que as empresas apliquem diretamente os recursos que recolheriam aos fundos em projetos pr&eacute;-aprovados de infraestrutura. <\/p>\n<p>Segundo Flexa Ribeiro, &eacute; ruim para os investimentos das teles e para os consumidores que a reversibilidade esteja colocada da forma atual. &quot;As empresas n&atilde;o se sentem motivadas a investir na rede, porque a rede volta ao governo no final da concess&atilde;o, e com isso a qualidade dos servi&ccedil;os &eacute; prejudicada&quot;, sustenta o senador. Al&eacute;m disso, diz, ao terem seguran&ccedil;a sobre a propriedade de suas redes, as empresas poder&atilde;o avan&ccedil;ar na oferta de servi&ccedil;os banda larga, e o governo, depois do acerto de contas que precisar&aacute; ser feito, poder&aacute; cobrar novas metas. <\/p>\n<p>Flexa Ribeiro lembra que 2010, pelo calend&aacute;rio eleitoral, ser&aacute; um ano complicado, mas espera que a discuss&atilde;o se desenvolva melhor se houver apoio do governo ao projeto, como houve em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; proposta que permite o subs&iacute;dio direto dos servi&ccedil;os com recursos do Fust.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O senador Flexa Ribeiro (PSDB\/PA) apresentar&aacute; esta semana mais um projeto com forte impacto no setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es. 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