{"id":23938,"date":"2010-02-11T18:12:20","date_gmt":"2010-02-11T18:12:20","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23938"},"modified":"2010-02-11T18:12:20","modified_gmt":"2010-02-11T18:12:20","slug":"autoridades-dos-eua-aplaudem-entrada-da-google-nas-telecomunicacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23938","title":{"rendered":"Autoridades dos EUA aplaudem entrada da Google nas telecomunica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Autoridades dos Estados Unidos v&ecirc;em de forma positiva a entrada da Google nas telecomunica&ccedil;&otilde;es. Segundo Julius Genachowski, diretor do Comit&ecirc; Federal das Telecomunica&ccedil;&otilde;es (FCC, na sigla em ingl&ecirc;s), o ensaio da Google na oferta de banda larga ser&aacute; &ldquo;um teste para novas gera&ccedil;&otilde;es de inova&ccedil;&otilde;es, com aplicativos e servi&ccedil;os de alta velocidade&rdquo;. Genachowski assegura que o Plano de Banda Larga norteamericano &nbsp;prev&ecirc; a participa&ccedil;&atilde;o de empresas privadas e facilidades para acelerar os investimentos no setor, b&aacute;sico para criar emprego e melhorar a competitividade da economia.<\/p>\n<p>Alguns analistas &nbsp;come&ccedil;aram a fazer c&aacute;lculos sobre quanto custar&aacute; para a Google o projeto de lan&ccedil;ar uma rede de alta velocidade em uma zona dos EUA. As cifras v&atilde;o desde 60 milh&otilde;es de d&oacute;lares a 1,6 bilh&atilde;o. V&aacute;rios comentaristas recordam a necessidade que a empresa tem de uma conex&atilde;o r&aacute;pida &agrave; Internet para consolidar sua aposta na <em>cloud computing <\/em><span style=\"font-style: normal\">(computa&ccedil;&atilde;o em nuvem), <\/span>programas que rodam na internet e n&atilde;o nos computadores dos usu&aacute;rios.&nbsp;O sistema operativo Chrome, que a Google lan&ccedil;ar&aacute; este ano, est&aacute; baseado neste princ&iacute;pio.<\/p>\n<p>A Google abriu uma nova frente de neg&oacute;cios e competir&aacute; diretamente com as operadoras. No seu blog corporativo, anunciou esta quarta-feira uma experi&ecirc;ncia para oferecer conex&atilde;o &agrave; uma velocidade cem vezes maior que a m&eacute;dia oferecida as operadoras dos EUA. Afirma que, neste piloto, a velocidade ser&aacute; de 1 gigabyte por segundo, por meio de fibra &oacute;tica. &quot;Planejamos oferecer esse servi&ccedil;o, com pre&ccedil;os competitivos, a um m&iacute;nimo de 50.000 pessoas. Esse n&uacute;mero pode aumentar para meio milh&atilde;o de pessoas&quot;.<\/p>\n<p>Segundo a empresa, seu objetivo &eacute; experimentar novos caminhos para uma internet melhor e mais veloz para todos. O texto registra que a Google pediu &agrave;s autoridades federais que contemplem novos m&eacute;todos de conex&atilde;o no Plano Nacional de Banda Larga.<\/p>\n<p>At&eacute; 26 de mar&ccedil;o, a Google receber&aacute; ofertas de poss&iacute;veis interessados, por exemplo governos locais, em oferecer seus territ&oacute;rios para o experimento.<\/p>\n<p>Ontem, o CEO Eric Schmidt, publicou um artigo no <em>Washington Post <\/em>sobre os d&eacute;ficits de inova&ccedil;&atilde;o dos EUA e uma das pol&iacute;ticas que recomendava era um acesso mais amplo &agrave; banda larga. Segundo Schmidt, a banda larga promove novos trabalhos e novos neg&oacute;cios e considera cr&iacute;tico que o Governo ap&oacute;ie a implementa&ccedil;&atilde;o.<strong><\/p>\n<p>Carta ao governo<\/p>\n<p><\/strong>Em junho de 2009, a Google remeteu uma carta &agrave; comiss&atilde;o federal respons&aacute;vel por regular o mercado das telecomunica&ccedil;&otilde;es com suas reflex&otilde;es sobre o futuro da banda larga nos EUA. As autoridades tem previsto apresentar ao Congresso norteamericano um plano sobre esse assunto no m&ecirc;s de fevereiro. Na carta, a Google apresenta suas opini&otilde;es sobre como o pa&iacute;s deveria enfrentar esse desafio. <\/p>\n<p>Em 2012, afirma o texto, os estadunidenses deveriam poder se conectar a uma velocidade de, pelo menos, 5 Mbps, tanto em upload como em download. Se trataria de um primeiro passo exequ&iacute;vel.<\/p>\n<p>A implementa&ccedil;&atilde;o da fibra &oacute;tica deveria aproveitar a constru&ccedil;&atilde;o ou repara&ccedil;&atilde;o de vias de comunica&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que 90% do custo de instala&ccedil;&atilde;o est&aacute; associado &agrave; abertura de condu&ccedil;&otilde;es, ou repara&ccedil;&atilde;o. Um primeiro objetivo seria dotar de acesso as bibliotecas, centros escolares, sanit&aacute;rios e da comunidade, que atuariam como n&uacute;cleo difusor da mesma, tanto para oferecer conex&atilde;o veloz como para incentivar a implementa&ccedil;&atilde;o das redes nas comunidades do entorno.<\/p>\n<p>O plano, sempre segundo a Google, deveria dar incentivos &agrave;queles que instalaram a fibra &oacute;tica para que, a seu tempo, aluguem ou vendam a capacidade de rede a outros operadores. Isso aumentaria a competitividade do setor.<\/span> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autoridades dos Estados Unidos v&ecirc;em de forma positiva a entrada da Google nas telecomunica&ccedil;&otilde;es. Segundo Julius Genachowski, diretor do Comit&ecirc; Federal das Telecomunica&ccedil;&otilde;es (FCC, na sigla em ingl&ecirc;s), o ensaio da Google na oferta de banda larga ser&aacute; &ldquo;um teste para novas gera&ccedil;&otilde;es de inova&ccedil;&otilde;es, com aplicativos e servi&ccedil;os de alta velocidade&rdquo;. 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