{"id":23911,"date":"2010-02-05T15:41:49","date_gmt":"2010-02-05T15:41:49","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23911"},"modified":"2010-02-05T15:41:49","modified_gmt":"2010-02-05T15:41:49","slug":"anatel-e-minicom-veem-parceria-com-empresas-como-caminho-natural-ao-pnbl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23911","title":{"rendered":"Anatel e Minicom veem parceria com empresas como caminho natural ao PNBL"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">O assunto mais comentado no setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es nos &uacute;ltimos meses tamb&eacute;m foi alvo de todos os discursos da mesa de abertura da 9&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Semin&aacute;rio de (Tele)Comunica&ccedil;&otilde;es, realizado pela revista TELETIME e pelo Centro de estudos de Pol&iacute;ticas de Comunica&ccedil;&atilde;o da UnB nesta quinta, 4. Como n&atilde;o podia deixar de ser o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi apontado pelo Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e pela Anatel como a grande promessa para 2010. Ambos os &oacute;rg&atilde;os defendem uma parceria com as empresas privadas, como forma de complementar o desafio de levar conex&atilde;o em alta velocidade para todo o Pa&iacute;s. &quot;Para a implementa&ccedil;&atilde;o desse plano &eacute; necess&aacute;rio um forte engajamento do setor, uma pol&iacute;tica regulat&oacute;ria e de redu&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria&quot;, avaliou o secret&aacute;rio de Telecomunica&ccedil;&otilde;es do Minicom, Roberto Pinto Martins.<\/p>\n<p>Ele rememorou a proposta feita pelo minist&eacute;rio no ano passado, na qual foi sugerido um cen&aacute;rio de atendimento de 90 milh&otilde;es de usu&aacute;rios at&eacute; 2014. Nesse trabalho, a proje&ccedil;&atilde;o &eacute; de um aumento de arrecada&ccedil;&atilde;o de impostos na casa dos R$ 40 bilh&otilde;es considerando a conex&atilde;o de todos os munic&iacute;pios com banda larga. Assim sendo, Martins defende que h&aacute; um espa&ccedil;o n&iacute;tido para a desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria das telecomunica&ccedil;&otilde;es &quot;e os governos n&atilde;o ter&atilde;o do que reclamar&quot;.<\/p>\n<p>Na vis&atilde;o de Ant&ocirc;nio Bedran, vice-presidente da Anatel, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que a banda larga ser&aacute; um dos principais pontos da agenda de 2010 e que a ag&ecirc;ncia ter&aacute; um importante papel nesse contexto &quot;propondo regras est&aacute;veis&quot; para o setor. Bedran tamb&eacute;m defende uma conversa mais estreita entre governo e empresas como o caminho a ser seguido para a constru&ccedil;&atilde;o de um plano de amplia&ccedil;&atilde;o da banda larga no Brasil. Ao ser questionado sobre como a Anatel se comportaria na eventualizadade de ter que regular uma empresa estatal, Bedran evitou pol&ecirc;mica e disse apenas que, na vis&atilde;o da ag&ecirc;ncia, a regula&ccedil;&atilde;o setorial deve ser praticada com isonomia.<\/p>\n<p>O conselheiro destacou o trabalho da ag&ecirc;ncia na aprova&ccedil;&atilde;o da nova destina&ccedil;&atilde;o da faixa de 3,5 GHz, permitindo o uso do espectro pelas empresas m&oacute;veis; e a licita&ccedil;&atilde;o da Banda H, que ser&aacute; realizada ainda neste ano e pode assegurar a entrada de um quinto competidor na terceira gera&ccedil;&atilde;o de celulares, como a&ccedil;&otilde;es relevantes para a consolida&ccedil;&atilde;o de um projeto de expans&atilde;o das conex&otilde;es de Internet no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Mais qualidade<\/strong><\/p>\n<p>Para os representantes do Congresso Nacional, o ponto mais importante &eacute; que os servi&ccedil;os sejam prestados com qualidade e que as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas possam colaborar na redu&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de reclama&ccedil;&atilde;o dos consumidores. &quot;A busca da qualidade &eacute;, hoje, o maior desafio imposto &agrave;s telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;, diagnosticou o deputado Eduardo Gomes (PSDB\/TO), presidente da Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados. &quot;Infelizmente, o r&aacute;pido crescimento da demanda n&atilde;o tem sido acompanhado pelos investimentos necess&aacute;rios para garantir a qualidade&quot;, complementou. Gomes sugeriu especial aten&ccedil;&atilde;o &agrave; meta, classificada como de longo prazo no Plano Geral de Atualiza&ccedil;&atilde;o da Regulamenta&ccedil;&atilde;o (PGR), de estudar uma melhor apura&ccedil;&atilde;o da qualidade percebida pelo consumidor.<\/p>\n<p>O senador Flexa Ribeiro (PSDB\/PA), presidente da Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o (CTCI) do Senado Federal, cobrou mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o plano que est&aacute; sendo tra&ccedil;ado pelo governo. &quot;O Plano Nacional de Banda Larga precisa conter dados expl&iacute;citos de pre&ccedil;o e oferta do servi&ccedil;o. E os meios de financiamento tamb&eacute;m&quot;, afirmou o parlamentar. &quot;Tem que ficar claro os pap&eacute;is das empresas privadas e do Estado&quot;.<\/p>\n<p>Ribeiro defendeu um &quot;caminho do meio&quot; entre a presta&ccedil;&atilde;o de banda larga feita apenas pelas empresas privadas e uma oferta direta por meio da Telebr&aacute;s, caso a estatal seja revitalizada. Para o senador, n&atilde;o h&aacute; problemas em o Estado buscar alternativas para garantir a oferta do servi&ccedil;o onde n&atilde;o &eacute; economicamente vi&aacute;vel para as empresas que j&aacute; atuam no setor. Mesmo assim, &eacute; imprescind&iacute;vel, na vis&atilde;o de Ribeiro, que o modelo privado de explora&ccedil;&atilde;o das telecomunica&ccedil;&otilde;es seja mantido.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O assunto mais comentado no setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es nos &uacute;ltimos meses tamb&eacute;m foi alvo de todos os discursos da mesa de abertura da 9&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Semin&aacute;rio de (Tele)Comunica&ccedil;&otilde;es, realizado pela revista TELETIME e pelo Centro de estudos de Pol&iacute;ticas de Comunica&ccedil;&atilde;o da UnB nesta quinta, 4. 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