{"id":23868,"date":"2010-01-27T18:54:33","date_gmt":"2010-01-27T18:54:33","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23868"},"modified":"2010-01-27T18:54:33","modified_gmt":"2010-01-27T18:54:33","slug":"minuta-de-decreto-preve-que-empresa-atuaria-atendendo-consumidor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23868","title":{"rendered":"Minuta de decreto prev\u00ea que empresa atuaria atendendo consumidor"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm; page-break-before: always\" class=\"western\"> <span class=\"padrao\">[T&iacute;tulo original: Plano de Banda Larga prop&otilde;e volta da Telebr&aacute;s]<\/p>\n<p>A minuta de decreto presidencial com as regras para a cria&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga, em discuss&atilde;o no governo, prev&ecirc; a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s e papel de destaque da estatal na presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os. De acordo com o texto obtido pela Ag&ecirc;ncia Estado, a Telebr&aacute;s atuaria tanto no atacado, fornecendo capacidade de transmiss&atilde;o de dados a outras empresas, quanto no varejo, ofertando servi&ccedil;os de internet r&aacute;pida ao consumidor final.<\/p>\n<p>A minuta &eacute; uma das propostas que est&atilde;o sendo discutidas no governo e ainda poder&aacute; sofrer mudan&ccedil;as at&eacute; a reuni&atilde;o marcada para o dia 10 de fevereiro entre o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva e os ministros envolvidos na discuss&atilde;o. Se for confirmado o texto do decreto que circula na Esplanada dos Minist&eacute;rios, ser&aacute; a volta do governo ao setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es, restituindo parte dos poderes da Telebr&aacute;s, extintos em 1998 com a privatiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A estatal, de acordo com a minuta, vai operar em munic&iacute;pios onde ainda n&atilde;o h&aacute; oferta de servi&ccedil;os de banda larga ou onde o pre&ccedil;o m&eacute;dio de mercado for 50% mais alto que o valor m&eacute;dio cobrado na capital de Estado mais pr&oacute;xima. Os defensores da presen&ccedil;a do Estado na banda larga argumentam que o principal objetivo &eacute; for&ccedil;ar a queda do pre&ccedil;o dos servi&ccedil;os.<\/p>\n<p>A tend&ecirc;ncia estatizante da proposta de decreto se contrap&otilde;e ao plano de expans&atilde;o da banda larga apresentado pelo ministro das Comunica&ccedil;&otilde;es, H&eacute;lio Costa, que prev&ecirc; uma parceria com as empresas privadas e n&atilde;o menciona a Telebr&aacute;s. A meta do minist&eacute;rio &eacute; ter 90 milh&otilde;es de acessos &agrave; banda larga em 2014, o que exigiria investimentos de R$ 75 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p>A minuta de decreto, por sua vez, n&atilde;o relaciona metas de acessos &agrave; banda larga nem o volume de recursos e fontes de financiamento. Diz apenas que caber&aacute; ao Comit&ecirc; Gestor do Programa de Inclus&atilde;o Digital, vinculado &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, fixar as a&ccedil;&otilde;es do plano de banda larga e acompanhar a sua implanta&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>A falta de detalhes sobre as metas no decreto j&aacute; vem gerando cr&iacute;ticas dentro do pr&oacute;prio governo. Alguns t&eacute;cnicos afirmam que &eacute; preciso trabalhar melhor o texto para dizer onde e de que forma ser&aacute; feita a massifica&ccedil;&atilde;o da banda larga. &quot;O decreto cria o plano, mas n&atilde;o diz qual &eacute; o plano. Parece que est&aacute; sendo editado s&oacute; para ativar a Telebr&aacute;s&quot;, disse uma fonte do Executivo.<\/p>\n<p>Revitalizada, a Telebr&aacute;s teria a finalidade de presta&ccedil;&atilde;o direta dos servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, com a possibilidade at&eacute; de criar subsidi&aacute;rias. O texto, no entanto, se restringe &agrave; banda larga e n&atilde;o trata de outros servi&ccedil;os. A estatal tamb&eacute;m seria respons&aacute;vel pela implanta&ccedil;&atilde;o da intranet do governo federal e pelo atendimento a pontos p&uacute;blicos, como universidades, centros de pesquisas, escolas e hospitais. <\/p>\n<p><span style=\"font-style: normal\"><strong>PROPOSTAS<\/strong><\/span><br \/><strong>Rede: <\/strong>Para prestar os servi&ccedil;os, a Telebr&aacute;s usaria a infraestrutura de empresas estatais, como as redes da Petrobr&Aacute;s, Eletrobr&aacute;s e Eletronet. O texto n&atilde;o diz se a Telebr&aacute;s construir&aacute; redes pr&oacute;prias para chegar ao consumidor final, mas permite que ela fa&ccedil;a contratos com empresas privadas para usar redes locais <br \/><strong>Ag&ecirc;ncia: <\/strong>O decreto imp&otilde;e atribui&ccedil;&otilde;es &agrave; Anatel, que ficar&aacute; respons&aacute;vel, por exemplo, pela defini&ccedil;&atilde;o da forma de c&aacute;lculo do pre&ccedil;o m&eacute;dio dos servi&ccedil;os, que levar&aacute; em conta tr&ecirc;s velocidades de conex&atilde;o: 256 quilobits por segundo (Kbps), 512 kbps e 1 megabit por segundo (Mbps)<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[T&iacute;tulo original: Plano de Banda Larga prop&otilde;e volta da Telebr&aacute;s] A minuta de decreto presidencial com as regras para a cria&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga, em discuss&atilde;o no governo, prev&ecirc; a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s e papel de destaque da estatal na presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os. 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