{"id":23852,"date":"2010-01-22T16:16:28","date_gmt":"2010-01-22T16:16:28","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23852"},"modified":"2014-09-07T02:59:21","modified_gmt":"2014-09-07T02:59:21","slug":"a-comunicacao-nos-dez-anos-do-forum-social-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23852","title":{"rendered":"A comunica\u00e7\u00e3o nos dez anos do F\u00f3rum Social Mundial"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">O ano de 2010 marca um importante per&iacute;odo para a unidade dos movimentos sociais em &acirc;mbito mundial. Neste janeiro comemora-se uma d&eacute;cada de realiza&ccedil;&atilde;o do F&oacute;rum Social Mundial (FSM), que teve a sua primeira edi&ccedil;&atilde;o em 2001, em Porto Alegre, com milhares de pessoas de diferentes lugares do mundo contrapondo-se a cartilha do  F&oacute;rum Econ&ocirc;mico de Davos, que se re&uacute;ne anualmente para determinar pol&iacute;ticas para o mundo ao sabor do capital e das grandes pot&ecirc;ncias mundiais. <\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">O resultado desses dez anos de mobiliza&ccedil;&atilde;o contra-hegem&ocirc;nica vai ser avaliado este ano com o modelo de F&oacute;rum, mais uma vez, descentralizado. Ele tem in&iacute;cio com as edi&ccedil;&otilde;es comemorativas que acontecem na Grande Porto Alegre, a partir da pr&oacute;xima segunda-feira (25), e em Salvador a partir do dia 29, al&eacute;m de Kpomass&eacute; (Benin), Madri (Espanha) e Praga (Rep&uacute;blica Checa). As atividades comemorativas dos dez anos do F&oacute;rum v&atilde;o durar todo o ano at&eacute; a edi&ccedil;&atilde;o de 2011, em Dakar (Senegal).<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Comunica&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">O debate sobre as comunica&ccedil;&otilde;es se inseriu aos poucos e de diferentes formas no contexto do F&oacute;rum Social Mundial ao longo desses dez anos. Foi aos poucos adquirindo a centralidade que hoje lhe &eacute; dada ao lado de outras importantes pautas, como desenvolvimento sustent&aacute;vel, economia, meio ambiente e pobreza. Nas primeiras edi&ccedil;&otilde;es, como lembra Bia Barbosa, do Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, o debate sobre a comunica&ccedil;&atilde;o era bastante pontual. &ldquo;Poucas organiza&ccedil;&otilde;es pautaram este tema nas atividades autogestionadas e a m&iacute;dia seguiu fora dos &lsquo;grandes pain&eacute;is&rsquo; do F&oacute;rum&rdquo;.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Com o passar do tempo e tamb&eacute;m em fun&ccedil;&atilde;o da cobertura que a grande m&iacute;dia passou a fazer do F&oacute;rum, acrescenta a jornalista, ficou evidente que outra divulga&ccedil;&atilde;o e outra comunica&ccedil;&atilde;o do F&oacute;rum tamb&eacute;m eram necess&aacute;rias. &ldquo;Ao mesmo tempo, o debate sobre o papel da m&iacute;dia na constru&ccedil;&atilde;o de outro mundo come&ccedil;ou a ganhar for&ccedil;a, em paralelo &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o da C&uacute;pula Mundial da Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o. Articula&ccedil;&otilde;es internacionais, ao lado de organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras, passaram a pautar este debate no seio da programa&ccedil;&atilde;o do F&oacute;rum&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Celso Schr&ouml;der, coordenador do F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC), avalia tamb&eacute;m que no primeiro F&oacute;rum o debate da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o teve o merecido destaque. Contudo, &ldquo;no segundo F&oacute;rum houve o in&iacute;cio dos debates sobre as formas imperialistas de comunica&ccedil;&atilde;o no mundo, em uma atividade articulada por mim, pelo Daniel Hertz e pelo Ign&aacute;cio Ramonet&rdquo;, lembra.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Assim como na maioria das outras tem&aacute;ticas debatidas, o desafio dos participantes do F&oacute;rum na discuss&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o sempre foi ir al&eacute;m da cr&iacute;tica ao modelo estabelecido. Para a organiza&ccedil;&atilde;o do F&oacute;rum e os militantes da democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o, t&atilde;o importante quanto identificar os problemas do modelo vigente era pensar em solu&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis e sustent&aacute;veis para um novo mundo e tamb&eacute;m uma nova forma de fazer comunica&ccedil;&atilde;o. A come&ccedil;ar pela cobertura daquele evento.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><strong>Colabora&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Como lembra Rita Freire, do Coletivo Ciranda, uma das entidades fundadoras da experi&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o colaborativa no FSM, &ldquo;a ideia inicial foi escapar ao crivo da grande imprensa, na produ&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es para o universo FSM, e de somar esfor&ccedil;os humanos, j&aacute; que n&atilde;o t&iacute;nhamos os recursos materiais&rdquo;. O que fez o projeto nascer, ressalta Rita, foi a aceita&ccedil;&atilde;o enorme que a proposta de trabalhar em conjunto, em vez de competir, provocou entre as m&iacute;dias, jornalistas e articulistas mobilizados. &ldquo;J&aacute; era um exerc&iacute;cio de outro mundo poss&iacute;vel rejeitar a supremacia do jornalismo de mercado&rdquo;, reafirma.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Na opini&atilde;o de Bia Barbosa, um ano chave para o debate da comunica&ccedil;&atilde;o no F&oacute;rum Social Mundial foi 2005, quando o tema da comunica&ccedil;&atilde;o junto com a cultura ganhou espa&ccedil;o em um eixo espec&iacute;fico e as experi&ecirc;ncias de compartilhamento conseguiram aglutinar mais pessoas e transmitir mundialmente. Al&eacute;m da Ciranda, lembra Bia, &ldquo;em 2005, aconteceram o F&oacute;rum de R&aacute;dios, o F&oacute;rum de TVs e o Laborat&oacute;rio de Conhecimentos livres, que divulgaram outro olhar, muito mais plural e diverso do pr&oacute;prio FSM. E essa outra cobertura ganhou alcance, sendo difundida via sat&eacute;lite para v&aacute;rios continentes&rdquo;.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Rita, por sua vez, lembra que os resultados colhidos em 2005 tiveram in&iacute;cio em 2004,  na &Iacute;ndia. &ldquo;Tivemos uma a&ccedil;&atilde;o compartilhada em Mumbai, em 2004, e os movimentos de software livre, tanto do Brasil quanto da &Iacute;ndia, fizeram uma cobran&ccedil;a forte que resultou em alian&ccedil;as decisivas quanto &agrave; tecnologia e filosofia utilizada. Em 2005 foram diferentes projetos de acolhida feitos pela e para a imprensa alternativa, TVs e r&aacute;dios comunit&aacute;rias e desenvolvedores de tecnologias livres&rdquo;, pontua. A Ciranda, que foi a primeira experi&ecirc;ncia, j&aacute; n&atilde;o reunia s&oacute; m&iacute;dias e se somava a outras iniciativas colaborativas, como Vira&ccedil;&atilde;o, no Brasil, Minga na Am&eacute;rica Latina, Flamme D&#39;Afrique, na &Aacute;frica, e v&aacute;rias outras.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Essas experi&ecirc;ncias geraram, ainda de acordo com Rita, conceitos que influenciaram as pr&aacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o no universo FSM e ajudaram a organizar uma cobertura dif&iacute;cil, como em 2008, quando houve um F&oacute;rum sem centro algum e era preciso conectar atividades espalhadas pelo mundo de modo colaborativo e articulado.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Em 2008 &#8211; e em 2010 tamb&eacute;m dever&aacute; ser assim &#8211; a comunica&ccedil;&atilde;o e a cobertura compartilhada desempenharam um papel central para reunir o planeta na edi&ccedil;&atilde;o descentralizada do FSM. &ldquo;N&atilde;o fossem as iniciativas e a troca permanente de informa&ccedil;&atilde;o entre as v&aacute;rias cidades&nbsp;que estavam participando do Dia Global de A&ccedil;&atilde;o de Mobiliza&ccedil;&atilde;o, a repercuss&atilde;o e os resultados de 2008 seriam muito menores, e tudo nos leva a crer que este exerc&iacute;cio tamb&eacute;m ser&aacute; necess&aacute;rio para o sucesso das comemora&ccedil;&otilde;es dos 10 anos do FSM&rdquo;, avalia Bia Barbosa.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><strong>Constru&ccedil;&atilde;o de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Para al&eacute;m das experi&ecirc;ncias de comunica&ccedil;&atilde;o compartilhada, o debate das comunica&ccedil;&otilde;es no F&oacute;rum Social Mundial fez crescer tamb&eacute;m o debate em torno das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a comunica&ccedil;&atilde;o e o papel dos Estados Nacionais na garantia do direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o e &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o.  Na opini&atilde;o do Schr&ouml;der, esses dez anos de FSM consagraram um modelo que os movimentos sociais imaginaram de produ&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que a sociedade incide sobre os Estados Nacionais, articulando pol&iacute;ticas nacionais e internacionais.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Pa&iacute;ses como o Uruguai e a Argentina, lembra o coordenador do FNDC, est&atilde;o repensando as suas pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o. A Argentina, por exemplo, j&aacute; fez mudan&ccedil;as e em 2009 aprovou uma nova lei para os servi&ccedil;os de radiodifus&atilde;o que atualizou o marco regulat&oacute;rio das comunica&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s. Schr&ouml;der acredita que esses avan&ccedil;os podem tamb&eacute;m ser atribu&iacute;dos &agrave;s id&eacute;ias geridas e difundidas pelos processos do F&oacute;rum Social Mundial e deve continuar pautando como uma onda as a&ccedil;&otilde;es de outros pa&iacute;ses nessa dire&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Entre as atividades que o F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o est&aacute; propondo para a edi&ccedil;&atilde;o do FSM que acontece na Grande Porto Alegre, uma delas &eacute; sobre os resultados da 1&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o e a agenda para 2010. &ldquo;A ideia desse painel &eacute; justamente trazer a Confer&ecirc;ncia, que foi um grande acerto dos movimentos sociais e do governo, para um debate internacional para consolidar o que l&aacute; foi discutido e quem sabe para pautar outros pa&iacute;ses que ainda n&atilde;o aderiram a essa agenda&rdquo;, pontua Schr&ouml;der. Ele ressalta ainda que &ldquo;precisamos de uma a&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-confer&ecirc;ncia a exemplo do que aconteceu na Argentina, quando os movimentos colocaram 40 mil pessoas nas ruas e s&oacute; depois disso a lei foi implementada. Precisamos dar essa for&ccedil;a, esse suporte para que as resolu&ccedil;&otilde;es tornem-se pol&iacute;ticas&rdquo;.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Um dos eventos mais esperados de comunica&ccedil;&atilde;o compartilhada, al&eacute;m da pr&oacute;pria produ&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias e informa&ccedil;&otilde;es, &eacute; o encontro das R&aacute;dios Koch, de Nair&oacute;bi, e Favela, de Belo Horizonte, h&aacute; muito esperado. A r&aacute;dio africana surgiu em um cont&ecirc;iner da favela de Korogocho porque seus criadores conheceram pelo filme Uma Onda no Ar a hist&oacute;ria de resist&ecirc;ncia da r&aacute;dio mineira. Essa atividade das r&aacute;dios comunit&aacute;rias, que vai se repetir em Salvador, j&aacute; &eacute; fruto de esfor&ccedil;os da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de R&aacute;dios Comunit&aacute;rias, Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de R&aacute;dios Comunit&aacute;rias, Ciranda e coletivos da comunica&ccedil;&atilde;o compartilhada. &ldquo;Em 2010 vamos compartilhar n&atilde;o s&oacute; a a&ccedil;&atilde;o midi&aacute;tica, mas reflex&otilde;es quanto ao futuro. Ser&aacute; o in&iacute;cio de uma articula&ccedil;&atilde;o com a &Aacute;frica, rumo &agrave; cobertura compartilhada do FSM 2011, em Senegal. E vamos cobrir as atividades do FSM 10 Anos de forma conjunta&rdquo;, anuncia Rita.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">J&aacute; o Intervozes far&aacute; uma atividade centrada na avalia&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es da m&iacute;dia tradicional frente &agrave;s mudan&ccedil;as que pretendem colocar o debate do direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o na ordem do dia. A ideia, segundo Bia Barbosa, &eacute; debater e analisar a cobertura e os pontos apresentados como pol&ecirc;micos da I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, do III Programa Nacional de Direitos Humanos e da Confer&ecirc;ncia Nacional de Cultura, pelos ve&iacute;culos da m&iacute;dia tradicional.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=23853\" target=\"_blank\">Veja a lista das atividades do FSM da Grande Porto Alegre.&nbsp;<\/a> <\/p>\n<p>  \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o passar do tempo, a pauta da comunica&ccedil;&atilde;o foi ganhando destaque nos F&oacute;runs; o tema estar&aacute; presente na Grande Porto Alegre e em Salvador<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[1199],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23852"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23852"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23852\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28080,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23852\/revisions\/28080"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23852"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23852"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23852"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}