{"id":23790,"date":"2010-01-06T17:34:24","date_gmt":"2010-01-06T17:34:24","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23790"},"modified":"2010-01-06T17:34:24","modified_gmt":"2010-01-06T17:34:24","slug":"balanco-da-confecom-por-veloso-saad-e-pieranti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23790","title":{"rendered":"Balan\u00e7o da Confecom por Veloso, Saad e Pieranti"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Ap&oacute;s entrevistar alguns delegados\/as da sociedade civil pernambucana rumo &agrave; I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o (Confecom), em Bras&iacute;lia, o Ombuds PE conversou com tr&ecirc;s representantes dos segmentos presentes na confer&ecirc;ncia, encerrada no &uacute;ltimo dia 17 de dezembro: Ana Veloso, Paulo Saad e Octavio Pieranti.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><em>Ana Veloso<\/em>, delegada por Pernambuco pela sociedade civil organizada, &eacute; jornalista e professora de Comunica&ccedil;&atilde;o Social. A pernambucana participou das plen&aacute;rias, como uma das representantes do F&oacute;rum de Mulheres do estado &ndash; entidade que trabalha com forma&ccedil;&atilde;o de comunicadoras populares (m&iacute;dia    advocacy) no interior e regi&atilde;o metropolitana.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><em>Paulo Saad<\/em>, vice-presidente do Grupo Bandeirantes de Comunica&ccedil;&atilde;o, foi delegado pelo estado de S&atilde;o Paulo no segmento sociedade civil empresarial. Saad integra, junto com a Rede TV, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Radiodifusores (Abra), fundada em 2005 e presente na Comiss&atilde;o Organizadora Nacional (CON), da Confer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Ao final, entrevistamos o delegado pelo poder p&uacute;blico <em>Octavio Pieranti<\/em>, coordenador geral de TV e plataformas digitais da Secretaria do Audiovisual do Minist&eacute;rio da Cultura( SAv\/MinC). O representante do MinC na confer&ecirc;ncia integrou a CON e conduziu parte dos trabalhos da etapa nacional da Confecom, que se encerrou em 17 de dezembro do ano passado.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\">   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Como voc&ecirc; avalia o processo da I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o?<\/strong><br \/><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Ana Veloso<\/strong>: O processo foi muito tumultuado e desorganizado, tanto nos estados, quanto em Bras&iacute;lia. Inclusive, tivemos delegados\/as de Pernambuco que n&atilde;o foram para a nacional por conta da falta de comunica&ccedil;&atilde;o, uma vez que n&atilde;o houve uma estrutura competente que assumisse a articula&ccedil;&atilde;o para mobilizar os\/as delegados locais para a etapa nacional. Compreendo que foi falta de sensibilidade por parte do Estado. Incluo, a&iacute;, o governo de Pernambuco, que n&atilde;o administrou o processo de modo eficiente. Isso prejudicou a delega&ccedil;&atilde;o da sociedade civil, principalmente, do interior. N&atilde;o podemos deixar de tornar p&uacute;blico o descaso e o destrato com os\/as delegados de Pernambuco.<\/p>\n<p><strong>Paulo Saad<\/strong>: O processo como um todo, desde o decreto presidencial, foi muito rico e interessante. Algumas pessoas podiam n&atilde;o estar preparadas para o dialogo sem preconceitos, mas, com a contribui&ccedil;&atilde;o dos que tinham a boa-vontade e o interesse genu&iacute;no em construir pontes e pavimentar estradas da compreens&atilde;o, acho que obtivemos &ecirc;xito. Pessoalmente, ap&oacute;s 40 anos de trabalho, j&aacute; tendo passado por diversas situa&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas em minha vida profissional, senti um prazer renovado em conviver com a diversidade e com esta nova gera&ccedil;&atilde;o de profissionais dos tr&ecirc;s segmentos.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Octavio Pieranti<\/strong>: O processo de constru&ccedil;&atilde;o da Confecom foi extremamente rico. Uma confer&ecirc;ncia, al&eacute;m de permitir a mobiliza&ccedil;&atilde;o e a reflex&atilde;o de todos os brasileiros em torno de um tema, deve ser entendida, tamb&eacute;m, como espa&ccedil;o para a gera&ccedil;&atilde;o de um grande painel das demandas da sociedade em rela&ccedil;&atilde;o a um campo espec&iacute;fico. Ao agregar, at&eacute; o fim das discuss&otilde;es, poder p&uacute;blico, empresariado e sociedade, a I Confecom cumpriu esse papel e sinalizou ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional expectativas realmente representativas em rela&ccedil;&atilde;o ao campo da comunica&ccedil;&atilde;o.<br \/><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Como foi o di&aacute;logo entre segmentos t&atilde;o diferentes da sociedade?<\/strong><br \/><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Ana Veloso<\/strong>: N&atilde;o houve di&aacute;logo em muitos momentos, principalmente quando uma parcela do empresariado vota contra a acessibilidade de pessoas com defici&ecirc;ncia &agrave; m&iacute;dia. Os empres&aacute;rios querem manter seu poder e a ditadura do mercado na comunica&ccedil;&atilde;o. A sociedade civil quer o oposto. Portanto, n&atilde;o acredito, como muitas organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil e at&eacute; o governo estava apregoando, que os empres&aacute;rios que permaneceram na Confecom, queriam  construir uma comunica&ccedil;&atilde;o mais democr&aacute;tica para todos\/as. Algumas pessoas sim, do segmento de empres&aacute;rios que atuam no setor social, tinham esse compromisso. Outros estavam na Confer&ecirc;ncia para aprovar propostas que abalassem o poderio da Rede Globo, o monop&oacute;lio de distribui&ccedil;&atilde;o da Editora Abril e as empresas de televis&atilde;o por assinatura.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">N&atilde;o era por uma quest&atilde;o de democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o, mas, de democratiza&ccedil;&atilde;o dos lucros, do faturamento. Eles, ainda, queriam refor&ccedil;ar a j&aacute; existente parceria p&uacute;blico-privada para obter mais recursos do Estado para suas produ&ccedil;&otilde;es e conseguir mais financiamento. Uma parcela do empresariado barganhou a participa&ccedil;&atilde;o o tempo todo com o governo e com entidades da comiss&atilde;o organizadora, para que as regras fossem adequadas ao seu segmento. Portanto, diante de uma rela&ccedil;&atilde;o assim, n&atilde;o percebo real compromisso com a democracia.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><strong>Paulo Saad<\/strong>: Afinal acho que foi muito bom, a t&atilde;o propalada batalha entre os contr&aacute;rios j&aacute; pode ser chamada de Batalha de Itarar&eacute;, a que n&atilde;o houve, pois o dialogo mostrou que os contr&aacute;rios n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o contr&aacute;rios assim. &Eacute; claro que algumas posi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o muito divergentes mas, se bem analisadas podem ser adaptadas aos pontos de vista de cada segmento. Como exemplo, explicito a quest&atilde;o do controle social que a n&oacute;s empres&aacute;rios de comunica&ccedil;&atilde;o soa como censura a circula&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias, de informa&ccedil;&atilde;o e de inger&ecirc;ncia na sua atividade &ndash; e para quem j&aacute; sofreu pessoalmente com este processo &eacute; fundamental, essencial que a liberdade seja duramente defendida, e ela come&ccedil;a, primordialmente, pela liberdade de informa&ccedil;&atilde;o &ndash; e para o segmento civil e governamental pode ser a necessidade de responsabiliza&ccedil;&atilde;o (no sentido adulto do termo) dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o e que &eacute; um tema muito sens&iacute;vel para todos, h&aacute; de haver uma forma de conciliar as posi&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">O setor empresarial j&aacute; tem meios de auto-controle (em organismos independentes) e de sua responsabiliza&ccedil;&atilde;o, devemos fortalecer esses meios e ter o aval dos outros segmentos da sociedade, preservadas sempre a liberdade de informa&ccedil;&atilde;o, a livre circula&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias e a livre iniciativa.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Como ponto comum, largamente defendido em nosso grupo de trabalho e em outros, &eacute; a defesa e o fortalecimento do mercado de produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do brasileiro. &Eacute; bom ter certeza de que aos meios de comunica&ccedil;&atilde;o interessa muito que a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do nacional seja forte.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Octavio Pieranti<\/strong>: h&aacute; quase quinze anos, desde a promulga&ccedil;&atilde;o da Lei do Cabo em 1995, poder p&uacute;blico, empresariado e sociedade civil n&atilde;o discutiam, juntos e durante tanto tempo, o campo da comunica&ccedil;&atilde;o no Brasil. Antes, um espa&ccedil;o de debate t&atilde;o duradouro quanto esse foi a Assembl&eacute;ia Nacional Constituinte de 1988. O di&aacute;logo entre os segmentos diferentes nem sempre &eacute; f&aacute;cil, mas &eacute; essencial para a democracia. &Eacute; claro que apareceram diverg&ecirc;ncias ao longo dos &uacute;ltimos meses, mas os segmentos entenderam que elas s&atilde;o naturais e que n&atilde;o podem ser empecilho para a constru&ccedil;&atilde;o de um debate franco e aberto sobre a comunica&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>O que voc&ecirc; espera que aconte&ccedil;a com as propostas elaboradas e aprovadas na Confecom?<\/strong><br \/><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Ana Veloso<\/strong>: Nossa miss&atilde;o, agora, &eacute; monitorar a implementa&ccedil;&atilde;o das propostas aprovadas. Isso vai ser um trabalho muito dif&iacute;cil, uma vez que a sociedade civil brasileira ainda n&atilde;o aprendeu que n&atilde;o basta, apenas, a realiza&ccedil;&atilde;o das confer&ecirc;ncias se o que foi apontado n&atilde;o sair do papel. Temos que ter for&ccedil;a pol&iacute;tica para cobrar, do Estado, o que foi proposto, com or&ccedil;amento para isso. Mas, o que ocorre, na pr&aacute;tica, at&eacute; hoje, &eacute; a negocia&ccedil;&atilde;o de pautas por segmento. Cada um coloca o pires na m&atilde;o e vai mendigar com o governo de plant&atilde;o.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Quero dizer que vai ser muito grave se cada setor da sociedade civil se isolar em torno da implementa&ccedil;&atilde;o, apenas, das suas propostas espec&iacute;ficas, sem discutir com o conjunto dos sujeitos coletivos (fato que ocorreu durante a pr&oacute;pria Confecom), um projeto de comunica&ccedil;&atilde;o mais amplo.N&atilde;o estou querendo negar a autonomia dos sujeitos. Todavia, n&atilde;o teremos vit&oacute;rias significativas se a luta for fracionada, fragmentada.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Nosso desafio &eacute; construir uma unidade pol&iacute;tica, respeitando nossas diversidades, tamb&eacute;m no campo da comunica&ccedil;&atilde;o. Sim, tivemos vit&oacute;rias muito significativas no processo. Agora, precisamos distanciar nosso olhar das conquistas suadas e analisar os processos.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Para tanto, &eacute; preciso reconhecer quem s&atilde;o nossos\/as companheiros\/as e suas posturas na hora da negocia&ccedil;&atilde;o, bem como, compreender as posi&ccedil;&otilde;es do Estado e tra&ccedil;ar nossas metas para detectar onde ainda precisamos avan&ccedil;ar.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>Paulo Saad<\/strong>: Acredito que foi criada uma plataforma de discuss&atilde;o que deve ser analisada e reavaliada nos seus aspectos mais importantes para que possa seguir seu curso legislativo. N&atilde;o vejo como o total de propostas aprovadas, por consenso ou por vota&ccedil;&atilde;o, possa se tornar um projeto se n&atilde;o for organizada em termos mais din&acirc;micos e concretos at&eacute; porque acredito que muitas delas sejam duplicadas.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Como sugest&atilde;o para uma nova Confecom eu proponho que o numero de Grupos de Trabalho seja reduzido e o numero de delegados tamb&eacute;m, mantendo-se os princ&iacute;pios que nortearam esse. Acredito que assim teremos mais efici&ecirc;ncia e pouca superposi&ccedil;&atilde;o nas propostas.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">E por fim,mas n&atilde;o por ultimo, quando falamos de segmentos parece existir uma fragmenta&ccedil;&atilde;o na sociedade brasileira o que eu n&atilde;o acredito. N&atilde;o existem segmentos, existe o Brasil e sua sociedade como um todo.<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Para ficar claro aos empres&aacute;rios interessa:<\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">1- Liberdade de informa&ccedil;&atilde;o e de circula&ccedil;&atilde;o das id&eacute;ias.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">2- Defesa da livre iniciativa.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">3- Desenvolvimento econ&ocirc;mico.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">4- Distribui&ccedil;&atilde;o de renda e melhora do poder aquisitivo de todos.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">5- Respeito a democracia e a diversidade.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">6- Fortalecimento dos meios de produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do nacional.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Acredito que estes princ&iacute;pios e interesses s&atilde;o ou deveriam ser de toda a sociedade.<\/p>\n<p><strong>Octavio Pieranti<\/strong>: Uma confer&ecirc;ncia como a Confecom sinaliza aos Tr&ecirc;s Poderes quais s&atilde;o as demandas de todos os brasileiros. Assim, as propostas aprovadas passam a ser subs&iacute;dio importante para a tomada de decis&otilde;es, sempre se respeitando garantias e direitos constitucionais. A implementa&ccedil;&atilde;o de grande parte das propostas aprovadas depender&aacute; dos encaminhamentos do Congresso Nacional. Outra pode ser implementada pelo Poder Executivo, que j&aacute; desenvolve programas e pol&iacute;ticas aderentes a parte das propostas aprovadas na Confecom. Por fim, h&aacute; diversas propostas relativas &agrave; garantia de direitos fundamentais, cuja implementa&ccedil;&atilde;o depende de todos os segmentos presentes na Confer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p> <span class=\"padrao\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representantes dos tr&ecirc;s segmentos (poder p&uacute;blico, empresarial e n&atilde;o-empresarial) avaliam a Confecom<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[1189],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23790"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23790"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23790\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23790"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23790"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23790"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}