{"id":23717,"date":"2009-12-09T17:34:55","date_gmt":"2009-12-09T17:34:55","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23717"},"modified":"2009-12-09T17:34:55","modified_gmt":"2009-12-09T17:34:55","slug":"proposta-da-secom-e-regulamentar-o-que-ja-existe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23717","title":{"rendered":"&#8220;Proposta da Secom \u00e9 regulamentar o que j\u00e1 existe&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><em>[T&iacute;tulo original: Governo propor&aacute; na Confecom regulamenta&ccedil;&atilde;o de leis existentes}<\/em><\/p>\n<p>A poucos dias da realiza&ccedil;&atilde;o da 1&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o (Confecom), marcada para os dias 14, 15, 16 e 17 deste m&ecirc;s, no Centro de Conven&ccedil;&otilde;es de Bras&iacute;lia, o governo ainda pretende avan&ccedil;ar no debate de algumas propostas para o setor, que ser&atilde;o apreciadas no evento. &Eacute; o que conta ao Tele.S&iacute;ntese o secret&aacute;rio-executivo da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica (Secom), Ottoni Fernandes J&uacute;nior. Ele ressalta que as propostas apresentadas pelo Poder P&uacute;blico at&eacute; agora pedem a regulamenta&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o do que j&aacute; est&aacute; definido na legisla&ccedil;&atilde;o, mas que ainda n&atilde;o foi normatizado. &Eacute; o caso do tempo m&aacute;ximo de publicidade na TV aberta, limite de concess&atilde;o de outorgas e garantia de divulga&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos regionais. E garante: o controle social da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; defendido pelo governo. Tamb&eacute;m se diz contr&aacute;rio a imposi&ccedil;&atilde;o de limites &agrave; internet.<\/p>\n<p>Com o tema central &ldquo;Comunica&ccedil;&atilde;o: meios para a constru&ccedil;&atilde;o de direitos e de cidadania era digital&rdquo;, a 1&ordf; Confecom se desenvolver&aacute; em tr&ecirc;s eixos-tem&aacute;ticos: &ldquo;Produ&ccedil;&atilde;o de Conte&uacute;do&rdquo;, &ldquo;Meios de Distribui&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;Cidadania: direitos e deveres&rdquo;. Nas etapas regionais foram eleitos 1.680 delegados, sendo 40% representantes dos movimentos sociais, 40% das entidades empresariais e 20% do Poder P&uacute;blico. Outros 350 observadores de &oacute;rg&atilde;os nacionais, internacionais e de pessoas da sociedade v&atilde;o participar dos debates, mas sem direito a voto. Est&atilde;o previstas ainda a realiza&ccedil;&atilde;o de palestras sobre os eixos tem&aacute;ticos com o objetivo de enriquecer os debates. As propostas finais ser&atilde;o votadas na plen&aacute;ria da Confecom, marcada para o dia 17.<\/p>\n<p><strong>O receio do controle social da comunica&ccedil;&atilde;o ainda preocupa os empres&aacute;rios do setor. O governo pensa em propor algo semelhante na 1&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o?<br \/><\/strong>O governo nunca prop&ocirc;s o controle social da comunica&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o est&aacute; escrito em lugar algum. N&atilde;o tem uma men&ccedil;&atilde;o a controle social. [<a href=\"http:\/\/www.telesintese.ig.com.br\/images\/stories\/conteudo\/entrevista\/propostas1.pdf\" target=\"_blank\">Veja aqui as propostas do governo]<br \/><\/a><strong><br \/><\/strong><strong>O assunto &eacute; recorrente e tem preocupado os empres&aacute;rios, de um modo geral.<\/strong><br \/>O que n&oacute;s estamos propondo &eacute; s&oacute; um in&iacute;cio de propostas. Esta semana n&oacute;s vamos evoluir em algumas propostas. N&oacute;s n&atilde;o queremos um papel de protagonista. Achamos que esse papel &eacute; da sociedade, mas o governo n&atilde;o vai ficar omisso. Ele vai tomar posi&ccedil;&otilde;es. O que n&oacute;s fizemos at&eacute; agora, em primeiro lugar, foi um grande esfor&ccedil;o para que as entidades empresariais, que acabaram saindo, n&atilde;o sa&iacute;ssem. O ministro (Franklin Martins) fez apelo, eu fiz apelo para Abert, ABTA, ANJ. Conversei com todas, falei que era importante os empres&aacute;rios participarem porque esse &eacute; um espa&ccedil;o de constru&ccedil;&atilde;o de uma nova proposta para o setor. <\/p>\n<p><strong>Qual a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o dos empres&aacute;rios, j&aacute; que em confer&ecirc;ncias de outras &aacute;reas eles deixaram de participar?<br \/><\/strong>Embora o evento n&atilde;o tenha car&aacute;ter legislativo, ele vai informar as decis&otilde;es do Congresso, as plataformas de candidatos. N&oacute;s comentamos que era um erro os empres&aacute;rios sa&iacute;rem porque eles deixavam de influir nesse debate. N&oacute;s deixamos claro aos empres&aacute;rios que o governo faria um papel de ser justamente um facilitador do di&aacute;logo entre as partes, entre sociedade civil organizada e empresarial. E se for pegar o testemunho do Pauletti [Telebrasil], do C&eacute;sar e do Fl&aacute;vio Lara Resende [Abra], eu acho que elas est&atilde;o muito satisfeitas de terem ficado, porque est&atilde;o fazendo propostas, participaram de todas as confer&ecirc;ncias estaduais. No come&ccedil;o, o di&aacute;logo com os movimentos sociais foi dif&iacute;cil. Acontece, n&atilde;o havia experi&ecirc;ncia entre as partes. Mas hoje o di&aacute;logo flui, busca-se o consenso. E o governo cumpriu justamente esse papel. No in&iacute;cio ele foi o facilitador, ajudando no namoro. E hoje acho que tem um di&aacute;logo muito grande. Nas reuni&otilde;es da comiss&atilde;o organizadora, muitas decis&otilde;es que antes rachavam as partes, saem por consenso. E os empres&aacute;rios ganharam um espa&ccedil;o. Eles se organizaram nacionalmente para participar das confer&ecirc;ncias estaduais. N&atilde;o teve nenhum problema nessas confer&ecirc;ncias.<\/p>\n<p><strong>N&atilde;o houve resist&ecirc;ncias nos estados?<\/strong><br \/>No primeiro momento, na fase preparat&oacute;ria, algumas comiss&otilde;es organizadoras estaduais queriam evitar a presen&ccedil;a dos empres&aacute;rios, mas isso foi superado. Em todos os lugares saiu a representa&ccedil;&atilde;o de 40% dos empres&aacute;rios, 40% da sociedade civil organizada e 20% do poder p&uacute;blico municipal e estadual.  Em S&atilde;o Paulo, no come&ccedil;o, os pequenos empres&aacute;rios ligados aos movimentos sociais tiveram certa resist&ecirc;ncia, como Carta Capital e Vermelho. Mas houve o di&aacute;logo, se conciliaram. Ent&atilde;o isso &eacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de esp&iacute;rito democr&aacute;tico. Acho que est&aacute; sendo uma grande experi&ecirc;ncia. <\/p>\n<p><strong>E as propostas a serem apresentadas na plen&aacute;ria nacional, como ser&atilde;o organizadas?<br \/><\/strong>O Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es contratou a Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas para sistematizar as propostas. Tem cerca de 6.100. Algumas, na realidade, nem s&atilde;o propostas, s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o t&ecirc;m coisas substantivas, mais adjetivas. Essas v&atilde;o ser colocadas numa categoria &agrave; parte.<\/p>\n<p><strong>Como ser&aacute; a din&acirc;mica dos trabalhos?<\/strong><br \/>N&oacute;s vamos formar 15 grupos de trabalhos, cinco por cada eixo tem&aacute;tico. [&ldquo;Produ&ccedil;&atilde;o de Conte&uacute;do&rdquo;, &ldquo;Meios de Distribui&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;Cidadania: direitos e deveres&rdquo;]<\/p>\n<p><strong>Quais s&atilde;o as expectativas do governo com a Confecom?<\/strong><br \/>No governo Lula j&aacute; foram realizadas 61 confer&ecirc;ncias e as pessoas ainda n&atilde;o percebem a import&acirc;ncia delas. O pr&oacute;prio SUS [Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de] nasceu na oitava confer&ecirc;ncia de sa&uacute;de. &Eacute; uma proposta que vem da base e foi assumida pelo governo Fernando Henrique, passou pelo Congresso Nacional e hoje &eacute; considerada uma refer&ecirc;ncia mundial de articula&ccedil;&atilde;o dos tr&ecirc;s n&iacute;veis de governo. Ent&atilde;o as pessoas n&atilde;o est&atilde;o percebendo que, embora n&atilde;o tenha um car&aacute;ter legislativo, ela vai influir junto aos legisladores, ao Congresso. E mais, tem uma parte da confer&ecirc;ncia, posi&ccedil;&otilde;es, propostas que s&atilde;o aprovadas pelo plen&aacute;rio que v&atilde;o ser objetos apenas de regulamenta&ccedil;&atilde;o, de uma portaria, de uma norma, e por isso &eacute; ruim que os empres&aacute;rios fiquem de fora, porque deixam de influir numa coisa que pode avan&ccedil;ar para uma nova legisla&ccedil;&atilde;o.<br \/><strong><br \/><\/strong><strong>Voltando &agrave;s propostas do governo, em que se baseiam?<br \/><\/strong>O que n&oacute;s temos de propostas, principalmente da Secom, n&atilde;o tratam ainda das quest&otilde;es macro de converg&ecirc;ncia, mas sim de regulamentar e fiscalizar decis&otilde;es j&aacute; tomadas ou na Constitui&ccedil;&atilde;o ou no C&oacute;digo de Telecomunica&ccedil;&otilde;es. Como o limite do n&uacute;mero de outorgas [de r&aacute;dio e TV], a garantia de veicula&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do regional, a produ&ccedil;&atilde;o independente, o limite de hora de publicidade nas concess&otilde;es de TV. Tudo isso j&aacute; est&aacute; na legisla&ccedil;&atilde;o, mas ningu&eacute;m controla. O que n&oacute;s estamos querendo &eacute; que se defina um &oacute;rg&atilde;o, se a Anatel ou outro, para regulamentar isso. Quanto &agrave; quest&atilde;o de &oacute;rg&atilde;o regulador, n&oacute;s ainda vamos discutir mais nesta semana com os representantes de todos os minist&eacute;rios, mas a minha posi&ccedil;&atilde;o pessoal &eacute; contra qualquer tipo de &oacute;rg&atilde;o de controle de conte&uacute;do naquilo que n&atilde;o for concess&atilde;o. N&oacute;s n&atilde;o temos que nos meter na liberdade de imprensa dos ve&iacute;culos que n&atilde;o s&atilde;o concedidos. Por que a concess&atilde;o de espa&ccedil;o eletromagn&eacute;tico &eacute; um bem p&uacute;blico e precisamos garantir que a programa&ccedil;&atilde;o seja basicamente de jornalismo, entretenimento, informa&ccedil;&atilde;o cultural, limitar cultos religiosos em determinados hor&aacute;rios. &Eacute; isso que n&oacute;s queremos. Um &oacute;rg&atilde;o que regulamente, fiscalize aquilo que j&aacute; existe. N&oacute;s somos contra a qualquer tipo de controle, de fiscaliza&ccedil;&atilde;o sobre a manifesta&ccedil;&atilde;o de imprensa livre.<br \/><strong><br \/><\/strong><strong>Esse &oacute;rg&atilde;o pode ser a Ancine?<\/strong><br \/>&Eacute; uma possibilidade. Eu temo que a Ancine n&atilde;o tenha capacidade para cumprir essa fun&ccedil;&atilde;o na TV aberta. Isso &eacute; um fator a discutir. Precisa ter um organismo. Hoje n&atilde;o tem. A Anatel n&atilde;o faz esse papel. O Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es n&atilde;o faz esse papel. O que precisa ficar bem claro &eacute; que esse trabalho de fiscaliza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; feito em concess&atilde;o de espa&ccedil;o eletromagn&eacute;tico e nunca sobre a qualidade do conte&uacute;do jornal&iacute;stico ou mesmo do entretenimento. Eu sou contra a baixaria na TV, por exemplo, mas acho que s&oacute; a sociedade organizada pode combater isso. Acho que tem que ter a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa dos programas, sim. Acho que &eacute; um absurdo ter propaganda de bebidas alco&oacute;licas num hor&aacute;rio que crian&ccedil;a esteja vendo televis&atilde;o. Acho que isso deveria tamb&eacute;m ser fiscalizado e j&aacute; existe proposta do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o a isso. Ent&atilde;o, essas propostas tratam do que j&aacute; existe e n&atilde;o &eacute; regulado nem fiscalizado. E n&atilde;o &eacute; regulado porque n&atilde;o foi feito o regulamento. Tem um n&uacute;mero grande de projetos na C&acirc;mara para regulamentar a produ&ccedil;&atilde;o independente e a produ&ccedil;&atilde;o regional, mas nada passou. Precisa organizar isso e a confer&ecirc;ncia pode fazer uma proposta de unifica&ccedil;&atilde;o deles. Depois tem um processo posterior de acompanhamento legislativo, por meio de uma comiss&atilde;o formada durante a Confecom, para poder avan&ccedil;ar.<\/p>\n<p><strong>A regulamenta&ccedil;&atilde;o da internet tem sido defendida por v&aacute;rios empres&aacute;rios. Qual a posi&ccedil;&atilde;o do governo sobre esse tema?<br \/><\/strong>Eu sou radicalmente contra. Acho que a proposta do marco civil da internet feita pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, que trata basicamente da prote&ccedil;&atilde;o do cibercrime. O caso dos provedores, para que eles tenham condi&ccedil;&otilde;es de fazer um rastreamento para evitar pedofilia, atentados contra a seguran&ccedil;a do pa&iacute;s, da sociedade, campanhas odiosas, preconceitos. Sou contra qualquer tipo de outro controle.<br \/><strong><br \/><\/strong><strong>H&aacute; um movimento, principalmente dos radiodifusores, de aplicar o artigo 222 da Constitui&ccedil;&atilde;o, que trata da propriedade dos ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o, nos portais da internet que veiculam not&iacute;cias. Voc&ecirc; &eacute; a favor disso?<br \/><\/strong>Sou contra isso. Acho que a internet tem que permanecer como um espa&ccedil;o liberado. &Eacute; importante para diversificar. A internet tem a grande vantagem de, nesse aparente caos, refletir a sociedade nas suas m&uacute;ltiplas vis&otilde;es. &Eacute; uma forma, no fundo, de democratizar a informa&ccedil;&atilde;o. Tem muito boato, tem muita lenda, mas tem informa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o pode ter controle, &eacute; assim no mundo inteiro. Toda vez que tem uma manifesta&ccedil;&atilde;o [contra problemas na internet] a Justi&ccedil;a resolve. A Justi&ccedil;a entrou no Orkut por causa de pedofilia e outros problemas. O pr&oacute;prio Google forneceu as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para identificar os autores. Ent&atilde;o cabe &agrave; justi&ccedil;a intervir, por exemplo, numa manifesta&ccedil;&atilde;o sect&aacute;ria, contra valores constitucionais, contra as liberdades. E tem acontecido. N&oacute;s temos mecanismos para isso. N&atilde;o precisa adotar limites por cima porque ai vai matar a diversidade.<br \/><strong><br \/><\/strong><strong>E quais as perspectivas para a Confecom? J&aacute; s&atilde;o mais de seis mil propostas&#8230;<br \/><\/strong>Eu acho que vamos chegar, depois de consolidar, a um n&uacute;mero bem menor porque uma mesma organiza&ccedil;&atilde;o, como a Telebrasil, por exemplo, entrou com propostas iguais em todas as regionais. Ao sistematizar, n&oacute;s vamos organizar por eixo e uma s&oacute; proposta, com pequenas varia&ccedil;&otilde;es, pode representar outras propostas. O que a FGV vai fazer &eacute; uma proposta unificadora, que vai receber um t&iacute;tulo breve e vai estar associada na internet a todas as propostas identificando o estado, a origem, e a pessoa vai poder ver todas as propostas e ver que foi atendida. Ent&atilde;o com isso a gente acha que vai enxugar bastante. A gente acha que, com esse trabalho, chegaremos a 1.500 a 2.000 propostas, que ser&atilde;o levadas para os grupos de discuss&atilde;o, que j&aacute; v&atilde;o passar um filtro muito grande, antes de ir para o plen&aacute;rio. De tal forma que a gente leve cerca de 200 a 100 propostas para o plen&aacute;rio, para que possam ser discutidas e votadas.<\/p>\n<p><strong>E o que acontecer&aacute; depois? J&aacute; existe uma proposta para dar periodicidade &agrave; Confecom, como j&aacute; existem para outras confer&ecirc;ncias?<br \/><\/strong>Ainda n&atilde;o. Mas acho que dev&iacute;amos seguir o modelo da sa&uacute;de, que &eacute; de dois em dois anos. Mas essa &eacute; uma opini&atilde;o pessoal. Vai caber ao pr&oacute;ximo presidente ou presidenta da Rep&uacute;blica definir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Secret&aacute;rio-executivo da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o fala das propostas e da atua&ccedil;&atilde;o do governo federal na Confecom<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[1081],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23717"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23717"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23717\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}