{"id":23679,"date":"2009-12-03T16:33:02","date_gmt":"2009-12-03T16:33:02","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23679"},"modified":"2009-12-03T16:33:02","modified_gmt":"2009-12-03T16:33:02","slug":"cctci-aprova-pl-29-e-vota-destaques-na-proxima-semana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23679","title":{"rendered":"CCTCI aprova PL-29 e vota destaques na pr\u00f3xima semana"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\"><em>[T&iacute;tulo original: PL 29\/2007 &eacute; aprovado na CCTCI; destaques ficam para a pr&oacute;xima semana]<\/em><\/p>\n<p>A Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados aprovou na noite desta quarta, dia 2 de dezembro, o substitutivo do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB\/CE) do PL 29\/2007. O projeto estabelece novas regras para o setor de TV por assinatura e do audiovisual. A aprova&ccedil;&atilde;o &eacute; um marco para o projeto, que tramita desde fevereiro de 2007 e j&aacute; passou por outras duas comiss&otilde;es. Com isso, ficam pendentes apenas a vota&ccedil;&atilde;o dos destaques na semana que vem e a vota&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) para que ele seja encaminhado ao Senado. Mas a aprova&ccedil;&atilde;o na CCTCI foi a etapa mais importante de todas, pois era a comiss&atilde;o de m&eacute;rito. <\/p>\n<p>O deputado relator apresentou antes da vota&ccedil;&atilde;o uma <a href=\"http:\/\/www.teletime.com.br\/arqs\/Outro\/13881.pdf\" target=\"_blank\">complementa&ccedil;&atilde;o de relat&oacute;rio<\/a> , com algumas mudan&ccedil;as no substitutivo. Elas est&atilde;o dispon&iacute;veis na homepage do site TELETIME, juntamente com o <a href=\"http:\/\/www.teletime.com.br\/arqs\/Outro\/14841.pdf\" target=\"_blank\">substitutivo aprovado<\/a> . Basicamente, a complementa&ccedil;&atilde;o do deputado ajusta algumas quest&otilde;es que haviam ficado pendentes, como a harmoniza&ccedil;&atilde;o da manuten&ccedil;&atilde;o de parte da Lei do Cabo com a possibilidade de entrada das teles no mercado de TV paga; modifica algumas atribui&ccedil;&otilde;es da Ancine e, principalmente, retira o v&iacute;nculo a empresas de radiodifus&atilde;o como impeditivo para que uma programadora seja considerada independente. <\/p>\n<p><strong>Cotas continuam <\/strong><\/p>\n<p>Por ora, o projeto aprovado mant&eacute;m o regime de cotas para a veicula&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do nacional nas TVs pagas. O sistema, no entanto, sofreu alguns ajustes importantes, especialmente no que toca &agrave;s cotas de programa&ccedil;&atilde;o dos canais. Inicialmente, o projeto continha uma cota de fomento aos programadores independentes combinada com uma regra de restri&ccedil;&atilde;o aos programadores relacionados, de alguma maneira, com as empresas distribuidoras dos pacotes. Essas regras acabavam for&ccedil;ando a exist&ecirc;ncia de um m&iacute;nimo de tr&ecirc;s (e em muitos casos, de quatro) programadores para que o sistema de organiza&ccedil;&atilde;o dos canais previsto na nova lei fosse respeitado. <\/p>\n<p>Isso porque, a regra definia que um ter&ccedil;o dos canais nacionais previstos para veicula&ccedil;&atilde;o via cota deveria ser programado por programadora independente. Al&eacute;m disso, estipulava que nenhuma programadora poderia ser respons&aacute;vel por mais de um ter&ccedil;o dos canais desse bloco. <\/p>\n<p>Ap&oacute;s muitas negocia&ccedil;&otilde;es, o relator entendeu que a cota, como estava, era muito restritiva e decidiu mud&aacute;-la. A restri&ccedil;&atilde;o &agrave; programa&ccedil;&atilde;o de mais de um ter&ccedil;o dos canais nacionais por uma mesma programadora foi retirada antes da vota&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Outra mudan&ccedil;a relevante com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; programa&ccedil;&atilde;o de canais tem a ver com o pr&oacute;prio conceito de programadora independente. At&eacute; hoje, nenhuma empresa ligada a operadoras de TV por assinatura ou a concession&aacute;rias de radiodifus&atilde;o era considerada &quot;independente&quot;. A ressalva com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; radiodifus&atilde;o foi retirada, garantindo assim que as emissoras de televis&atilde;o possam programar canais nacionais desde que estes n&atilde;o sejam comercializados na ponta por operadoras do mesmo grupo. <\/p>\n<p>Com essa mudan&ccedil;a, o relator fez uma &uacute;ltima altera&ccedil;&atilde;o no sistema de cotas para assegurar um espa&ccedil;o aos &quot;independentes totais&quot;, que nada mais s&atilde;o do que as empresas que n&atilde;o t&ecirc;m qualquer rela&ccedil;&atilde;o com as empresas de radiodifus&atilde;o: Lustosa tamb&eacute;m reinseriu no texto a cota j&aacute; existente hoje na Lei do Cabo, de veicula&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria de um canal nacional com veicula&ccedil;&atilde;o de, no m&iacute;nimo, 12 horas de produ&ccedil;&atilde;o independente. Al&eacute;m disso, essa cota foi ampliada para dois canais. O benef&iacute;cio aos programadores totalmente independentes &eacute; que caber&aacute; a eles, obrigatoriamente, a programa&ccedil;&atilde;o de um desses dois canais nacionais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[T&iacute;tulo original: PL 29\/2007 &eacute; aprovado na CCTCI; destaques ficam para a pr&oacute;xima semana] A Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados aprovou na noite desta quarta, dia 2 de dezembro, o substitutivo do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB\/CE) do PL 29\/2007. 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