{"id":23649,"date":"2009-11-27T18:20:13","date_gmt":"2009-11-27T18:20:13","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23649"},"modified":"2009-11-27T18:20:13","modified_gmt":"2009-11-27T18:20:13","slug":"em-proposta-minicom-diz-que-responsabilidade-sobre-o-pnbl-e-sua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23649","title":{"rendered":"Em proposta, Minicom diz que responsabilidade sobre o PNBL \u00e9 sua"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">S&atilde;o recorrentes os coment&aacute;rios no mercado de que o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es estaria sendo, indevidamente, deixado de lado no processo de elabora&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). As empresas, muito mais alinhadas com o projeto do Minicom, est&atilde;o incomodadas com a iniciativa de cria&ccedil;&atilde;o de uma nova estatal, ou de uso da rede estatal existente, para oferta de servi&ccedil;os de banda larga. As cr&iacute;ticas tornaram-se ainda mais duras depois que o presidente Lula manifestou a curiosidade de saber em que condi&ccedil;&otilde;es essa rede poderia ser usada tamb&eacute;m para acesso final ao cliente. Os estudos para isso ser&atilde;o entregues por volta do dia 15 de dezembro.<\/p>\n<p>Aqueles que se queixam do fato de o Minicom estar sendo deixado de lado poder&atilde;o usar, no pr&oacute;prio documento elaborado pelo minist&eacute;rio, palavras para endossar suas teses. A proposta do Minicom para um Plano Nacional de Banda Larga, tornada p&uacute;blica antes da reuni&atilde;o com o presidente Lula na ter&ccedil;a, 24, diz o seguinte:<\/p>\n<p>&quot;(&#8230;) este Plano Nacional de Banda Larga faz parte da incumb&ecirc;ncia do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, estabelecida no Decreto n&ordm; 4.733, de 10 de junho de 2003, que &eacute; o de formular e propor pol&iacute;ticas, diretrizes, objetivos e metas. Dessa forma, o presente PNBL elenca um conjunto de diretrizes que dever&atilde;o se desdobrar em a&ccedil;&otilde;es sob responsabilidade dos diversos atores envolvidos (&#8230;)&quot;. Em outra passagem, o mesmo documento diz o seguinte: &quot;os instrumentos regulat&oacute;rios voltados ao fomento da massifica&ccedil;&atilde;o da banda larga podem ser classificados em duas categorias: instrumentos para promo&ccedil;&atilde;o da oferta e instrumentos para promo&ccedil;&atilde;o da demanda. Dadas suas peculiaridades, ambas podem ser utilizadas simultaneamente. Da forma como se encontra organizado o setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es no Brasil, pode-se dividir tais instrumentos entre Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e ANATEL. Dito de outra forma, pela pr&oacute;pria atribui&ccedil;&atilde;o de cada &oacute;rg&atilde;o, instrumentos de fomento da demanda s&atilde;o claramente da esfera do MC, ao passo que instrumentos reguladores da oferta s&atilde;o objeto de formula&ccedil;&atilde;o por parte do MC e implementa&ccedil;&atilde;o por parte da ANATEL&quot;.<\/p>\n<p>Por outro lado, dentro do governo a leitura mais comum &eacute; a de que o Minicom se mostrou pouco flex&iacute;vel para negociar suas posi&ccedil;&otilde;es com os demais &oacute;rg&atilde;os incumbidos de elaborar estudos para o Plano Nacional de Banda Larga. Esta situa&ccedil;&atilde;o s&oacute; se agravou quando o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es abandonou, e depois retornou, ao grupo de trabalho criado pelo Comit&ecirc; de Inclus&atilde;o Digital.<br \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&atilde;o recorrentes os coment&aacute;rios no mercado de que o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es estaria sendo, indevidamente, deixado de lado no processo de elabora&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). 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