{"id":23623,"date":"2009-11-23T18:04:16","date_gmt":"2009-11-23T18:04:16","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23623"},"modified":"2009-11-23T18:04:16","modified_gmt":"2009-11-23T18:04:16","slug":"telebrasil-consolida-11-propostas-para-a-conferencia-nacional-de-comunicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23623","title":{"rendered":"Telebrasil consolida 11 propostas para a Confer\u00eancia Nacional de Comunica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">A rodada das etapas estaduais da Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o (Confecom) marcada para este final de semana dos dias 21 e 22 &eacute; fundamental para o encaminhamento do encontro nacional, em dezembro. N&atilde;o s&oacute; pelo peso dos estados que realizar&atilde;o suas etapas nesse final de semana (como S&atilde;o Paulo e Distrito Federal), mas pela consolida&ccedil;&atilde;o das propostas para a plen&aacute;ria nacional.<\/p>\n<p>No que tange o segmento empresarial, a Telebrasil, que representa empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es, apresentar&aacute;, este final de semana, a &iacute;ntegra de suas propostas consolidadas para a Confecom. S&atilde;o 11 propostas divididas em temas. Algumas j&aacute; vinham sendo apresentadas, e outras foram fechadas apenas agora.<\/p>\n<p>As sugest&otilde;es da Telebrasil podem ser resumidas em grupos. H&aacute; uma proposta para o Plano Nacional de Banda Larga, que em ess&ecirc;ncia repete a Carta do Guaruj&aacute;; uma proposta para reforma tribut&aacute;ria setorial, que envolve o entendimento dos servi&ccedil;os de telecom como essenciais e a defini&ccedil;&atilde;o, pela Uni&atilde;o e n&atilde;o pelo Confaz, dos elementos que comp&otilde;em a receita dos servi&ccedil;os regulados sobre os quais incide tributa&ccedil;&atilde;o; uma proposta para que o governo amplie a utiliza&ccedil;&atilde;o de Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o (TICs); a reforma no marco regulat&oacute;rio da TV por assinatura, para permitir ampla competi&ccedil;&atilde;o; a racionaliza&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o dos tributos setoriais (Fistel, Fust e Funttel); e a proposta da retomada de um marco legal das ag&ecirc;ncias que garanta a independ&ecirc;ncia e n&atilde;o partidariza&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;o reguladores. Confira, em detalhe, as 11 propostas das teles para a Confecom, separadas por temas:<br \/><strong><br \/>Plano Nacional de Banda Larga: ampla participa&ccedil;&atilde;o empresarial<\/strong><\/p>\n<p>1) A associa&ccedil;&atilde;o prop&otilde;e o estabelecimento de um &ldquo;Plano Nacional de Banda Larga&rdquo;, com importante ades&atilde;o do setor privado, na forma de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica de inclus&atilde;o social, que incentive o investimento em redes, solu&ccedil;&otilde;es e aplica&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o das tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o. Nesse ponto, a Telebrasil repete os enunciados da Carta do Guaruj&aacute;, e pede desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria; redefini&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias federal, estaduais e municipais para quest&otilde;es urban&iacute;sticas e ambientais; equaliza&ccedil;&atilde;o das regras de direitos de passagem; aloca&ccedil;&atilde;o de espectro; e oferta de novas outorgas e elimina&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>2) A Telebrasil pede que o governo estabele&ccedil;a uma pol&iacute;tica p&uacute;blica &quot;que amplie o acesso banda larga &agrave; Internet da popula&ccedil;&atilde;o rural e situada em locais distantes do Brasil, utilizando tamb&eacute;m sat&eacute;lites de comunica&ccedil;&otilde;es, a ser incorporada ao Plano Nacional de Banda Larga&quot;.<br \/><strong><br \/>TV por assinatura: novo marco, com ampla concorr&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>3) A associa&ccedil;&atilde;o pede tamb&eacute;m a &quot;elabora&ccedil;&atilde;o de um novo marco regulat&oacute;rio para a televis&atilde;o por assinatura, que contemple a elimina&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es contidas na Lei do Cabo e na Lei Geral de Telecomunica&ccedil;&otilde;es que impedem a livre presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de TV a cabo por parte das prestadoras de servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;. A elimina&ccedil;&atilde;o de tal restri&ccedil;&atilde;o, diz a Telebrasil, deve assegurar &quot;tanto a entrada de novos prestadores de servi&ccedil;o no mercado de televis&atilde;o por assinatura quanto a amplia&ccedil;&atilde;o dos canais de distribui&ccedil;&atilde;o para os conte&uacute;dos nacionais, possibilitando em conseq&uuml;&ecirc;ncia o crescimento e aquecimento do mercado brasileiro de produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do audiovisual&quot;.<\/p>\n<p>4) Ainda com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; TV por assinatura, a Telebrasil prop&otilde;e o fim da regulamenta&ccedil;&atilde;o por tecnologia, &quot;com uniformiza&ccedil;&atilde;o de direitos e obriga&ccedil;&otilde;es entre prestadores que ofere&ccedil;am servi&ccedil;os similares&quot;. A Telebrasil pede esta mudan&ccedil;a mas quer que sejam mantidas as &quot;conquistas da Lei do Cabo, como a obrigatoriedade de carregamento de canais de acesso p&uacute;blico&quot;. E prop&otilde;e, por fim, a &quot;amplia&ccedil;&atilde;o de canais de distribui&ccedil;&otilde;es de conte&uacute;dos nacionais e independentes nas grades das programa&ccedil;&otilde;es&quot;.<br \/><strong><br \/>Governo eletr&ocirc;nico: massifica&ccedil;&atilde;o do uso das TICs<\/strong><\/p>\n<p>5) Para a Telebrasil, &eacute; importante estabelecer uma &quot;pol&iacute;tica p&uacute;blica visando a universaliza&ccedil;&atilde;o, a melhoria da qualidade e o aumento da transpar&ecirc;ncia de servi&ccedil;os do Estado para o cidad&atilde;o&quot;. A associa&ccedil;&atilde;o prega a plena utiliza&ccedil;&atilde;o de Tecnologias de comunica&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&atilde;o (TICs), &quot;suportadas por redes e servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es em banda larga, integrados em escala global, na forma de contratos de concess&atilde;o administrativa de parceria P&uacute;blico-Privada&quot;.<\/p>\n<p>6) Ainda na linha de pol&iacute;ticas a serem seguidas pelo estado, a Telebrasil sugere &quot;o aperfei&ccedil;oamento do seu Modelo Institucional de Comunica&ccedil;&otilde;es de forma a adaptar os atuais marco legislativo e regulat&oacute;rio &agrave;s novas necessidades da sociedade e do Estado brasileiro&quot;. Para a associa&ccedil;&atilde;o, &eacute; fundamental que se estabele&ccedil;am &quot;pol&iacute;ticas e incentivos para o uso intensivo de solu&ccedil;&otilde;es com TICs para a universaliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os do Estado&quot;; &quot;o estabelecimento de uma legisla&ccedil;&atilde;o moderna que estimule a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os integrados de comunica&ccedil;&otilde;es, assegurando o papel regulador do Estado, por meio de uma ag&ecirc;ncia estruturada para atuar em um ambiente convergente&quot;; o reconhecimento dos servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&otilde;es como essenciais para o desenvolvimento nacional, &quot;adotando tributa&ccedil;&atilde;o coerente com sua essencialidade&quot;; o fomento &agrave; produ&ccedil;&atilde;o nacional e regional de conte&uacute;dos, solu&ccedil;&otilde;es e aplica&ccedil;&otilde;es; e a fixa&ccedil;&atilde;o de &quot;diretrizes e metas para a universaliza&ccedil;&atilde;o, qualidade e transpar&ecirc;ncia dos servi&ccedil;os de compet&ecirc;ncia do Estado que proporcionem o pleno acesso da popula&ccedil;&atilde;o a esses servi&ccedil;os&quot;.<br \/><strong><br \/>Tributos setoriais: redu&ccedil;&atilde;o, racionaliza&ccedil;&atilde;o e efetiva aplica&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>7) A Telebrasil prop&otilde;e uma s&eacute;rie de medidas que dizem respeito aos tributos de telecomunica&ccedil;&otilde;es. Entre elas, est&aacute; a redu&ccedil;&atilde;o do valor &quot;das taxas de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, de forma a gerar um total que corresponda efetivamente &agrave;s necessidades da Anatel&quot;. Para a associa&ccedil;&atilde;o, &quot;dessa forma, seriam gerados menos &ocirc;nus aos diversos usu&aacute;rios dos servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;. A Telebrasil est&aacute; especialmente preocupada com a revis&atilde;o do valor para a cobran&ccedil;a da TFI incidente sobre os servi&ccedil;os atuais de telecomunica&ccedil;&otilde;es. &quot;Nesse caso, seriam feitas altera&ccedil;&otilde;es pontuais na tabela em vigor, aplicando redu&ccedil;&otilde;es no valor da Taxa de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Instala&ccedil;&atilde;o de Terminais M&oacute;veis e Terminais de Servi&ccedil;os de Suporte &agrave; Banda Larga&quot;, diz a associa&ccedil;&atilde;o, com a consequente &quot;redu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos servi&ccedil;os, induzindo o aumento do uso da telefonia celular e da banda larga, fixa e m&oacute;vel&quot;.<\/p>\n<p>8) Em rela&ccedil;&atilde;o ao Funttel, o Fundo de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico das Telecomunica&ccedil;&otilde;es, a Telebrasil prop&otilde;e que &quot;representantes dos diversos segmentos da cadeia de valor de servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es fa&ccedil;am parte do Conselho Gestor do Funttel, de modo parit&aacute;rio, para a defini&ccedil;&atilde;o de programas estruturantes do desenvolvimento de solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas para e com servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;.<\/p>\n<p>9) Para o Fust (Fundo de Universaliza&ccedil;&atilde;o das Telecomunica&ccedil;&otilde;es), a Telebrasil prop&otilde;e que o suo dos recursos do fundo &quot;sejam efetivamente empregados na implanta&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas aplic&aacute;veis aos servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot;. A prioridade, diz a Telebrasil, deve ser para as &aacute;reas de educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a p&uacute;blica. A associa&ccedil;&atilde;o que que os recursos possam ser aplicados para pagamento de &quot;bens e servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, prestados em regime p&uacute;blico e privado, e de outros bens e utilidades acess&oacute;rias&quot;. E pede a revis&atilde;o da lei do Fust para que estas propostas possam ser executadas e que os &quot;bilh&otilde;es de reais arrecadados (&#8230;) sejam de fato empregados e se insiram na prepara&ccedil;&atilde;o da sociedade brasileira no acesso &agrave; Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o&quot;.<\/p>\n<p><strong>Ag&ecirc;ncia reguladora: independente e sem partidariza&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>10) A Telebrasil prop&otilde;e a retomada das discuss&otilde;es &quot;de um novo marco legal para as ag&ecirc;ncias reguladoras, que leve em conta os riscos para sua autonomia&quot; decorrentes de quest&otilde;es como as restri&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias, o v&aacute;cuo administrativo criado pela demora na indica&ccedil;&atilde;o de conselheiros, a &quot;partidariza&ccedil;&atilde;o dos processos de escolhas recentes de conselheiros&quot;, as iniciativas de controle social das ag&ecirc;ncias com a aproxima&ccedil;&atilde;o delas aos &oacute;rg&atilde;os de defesa do consumidor e a tentativa de submiss&atilde;o das autarquias a contratos de gest&atilde;o. Interessante notar que a Telebrasil tamb&eacute;m critica a &quot;submiss&atilde;o de decis&otilde;es regulat&oacute;rios, no campo da defesa da concorr&ecirc;ncia, a outros organismos ministeriais; submiss&atilde;o administrativa da ag&ecirc;ncia a outros organismos governamentais, como Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Minist&eacute;rio da Fazenda, e Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o, inibindo sobremaneira o dispositivo legal que determina a subordina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o hier&aacute;rquica ao minist&eacute;rio supervisor, no caso o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es&quot;<br \/><strong><br \/>Carga tribut&aacute;ria: servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es essenciais<\/strong><\/p>\n<p>11) O tema tribut&aacute;rio n&atilde;o poderia ficar de fora das propostas da Telebrasil para a Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido, a associa&ccedil;&atilde;o prop&otilde;e que no modelo de tributa&ccedil;&atilde;o seja inserido o seguinte princ&iacute;pio: &ldquo;Os tributos incidentes sobre qualquer transa&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;vel ser&atilde;o sempre demonstrados com a m&aacute;xima transpar&ecirc;ncia e &lsquo;por fora&rsquo; do valor da transa&ccedil;&atilde;o tributada&rdquo;. Tamb&eacute;m pede para que n&atilde;o haja incid&ecirc;ncia de &quot;tributo sobre tributo; ou seja: nenhum tributo compor&aacute; a base de tributa&ccedil;&atilde;o de outro tributo&rdquo;. A associa&ccedil;&atilde;o quer ainda que a defini&ccedil;&atilde;o dos elementos que comp&otilde;em a receita de servi&ccedil;o regulado pela Uni&atilde;o seja de responsabilidade da respectiva ag&ecirc;ncia reguladora, e n&atilde;o do Confaz (Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria). A Telebrasil quer ainda que, definitivamente, se aplique o dispositivo previsto na Lei Kandir para que &quot;as empresas compensem o que &eacute; devido de ICMS com o montante cobrado nas fases anteriores da cadeia de produ&ccedil;&atilde;o, pelo mesmo ou por outro Estado&quot; e mais uma s&eacute;rie de altera&ccedil;&otilde;es na lei a fim de racionalizar a cobran&ccedil;a de ICMS. A Telebrasil quer ainda alterar os procedimentos referentes &agrave;s modalidades pr&eacute;-pagas de presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os de telefonia &quot;disponibilizados por fichas, cart&otilde;es ou assemelhados&quot; de modo que a base de c&aacute;lculo do imposto devido sejam os valores dos cr&eacute;ditos efetivamente consumidos e n&atilde;o os valores dos cr&eacute;ditos disponibilizados&quot;.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rodada das etapas estaduais da Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o (Confecom) marcada para este final de semana dos dias 21 e 22 &eacute; fundamental para o encaminhamento do encontro nacional, em dezembro. 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