{"id":23445,"date":"2009-10-22T09:32:05","date_gmt":"2009-10-22T09:32:05","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23445"},"modified":"2009-10-22T09:32:05","modified_gmt":"2009-10-22T09:32:05","slug":"seae-defende-a-criacao-de-um-mercado-secundario-de-frequencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23445","title":{"rendered":"SEAE defende a cria\u00e7\u00e3o de um mercado secund\u00e1rio de freq\u00fc\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p> \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Em sua contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; consulta p&uacute;blica que prop&otilde;e novos usos &agrave; faixa de 2,5 GHz, a Secretaria de Acompanhamento Econ&ocirc;mico, &oacute;rg&atilde;o do Minist&eacute;rio da Fazenda, ap&oacute;ia a proposta da Anatel de destinar parte do espectro ao Servi&ccedil;o M&oacute;vel Pessoal (SMP). O &oacute;rg&atilde;o reconhece que a medida pode limitar a competi&ccedil;&atilde;o na TV paga, mas enfatiza que o MMDS n&atilde;o &eacute; significativo em termos de n&uacute;mero de assinantes. Al&eacute;m disso, pondera que j&aacute; h&aacute; consider&aacute;vel rivalidade entre o cabo e o sat&eacute;lite na oferta de TV por assinatura.<\/p>\n<p>A SEAE destaca que nada impede que os atuais operadores de MMDS se candidatem aos leil&otilde;es de radiofreq&uuml;&ecirc;ncia para oferecer o servi&ccedil;o de acesso &agrave; internet, o que poder&aacute; beneficiar a competi&ccedil;&atilde;o na banda larga m&oacute;vel. &ldquo;O uso dessa faixa de espectro para esse servi&ccedil;o (TV paga) n&atilde;o gera o direito adquirido para presta&ccedil;&atilde;o de outros servi&ccedil;os&rdquo;, acredita a secretaria. O &oacute;rg&atilde;o, no entanto, ressalta a import&acirc;ncia de a Anatel editar o regulamento voltado &agrave; fixa&ccedil;&atilde;o do uso eficiente do espectro para mitigar eventuais conflitos. Sem o regulamento n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel lidar com quest&otilde;es como a flexibiliza&ccedil;&atilde;o\/liberaliza&ccedil;&atilde;o no uso do espectro; cria&ccedil;&atilde;o de um mercado secund&aacute;rio de freq&uuml;&ecirc;ncias (arrendamento e transfer&ecirc;ncias); aproveitamento das freq&uuml;&ecirc;ncias n&atilde;o-licenciadas; e inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas que permitem o compartilhamento de freq&uuml;&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>A SEAE defende que o modelo brasileiro de gest&atilde;o do espectro migre gradualmente para um modelo que permita transa&ccedil;&otilde;es com faixas de espectro, o chamado spectrum trading. Mas enfatiza que a atua&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o regulador &eacute; extremamente necess&aacute;ria para intervir em direitos de propriedade sobre o espectro radioel&eacute;trico. &ldquo;A evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica torna necess&aacute;ria a redefini&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de como estabelecer separa&ccedil;&otilde;es no uso do espectro e nos seus direitos de propriedade. Por isso, &eacute; que n&atilde;o &eacute; aconselh&aacute;vel estabelecer direitos de propriedade permanentes sobre o uso das radiofreq&uuml;&ecirc;ncias do espectro radioel&eacute;trico&rdquo;, diz a SEAE em sua contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; consulta p&uacute;blica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sua contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; consulta p&uacute;blica que prop&otilde;e novos usos &agrave; faixa de 2,5 GHz, a Secretaria de Acompanhamento Econ&ocirc;mico, &oacute;rg&atilde;o do Minist&eacute;rio da Fazenda, ap&oacute;ia a proposta da Anatel de destinar parte do espectro ao Servi&ccedil;o M&oacute;vel Pessoal (SMP). 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