{"id":23281,"date":"2009-08-31T16:53:51","date_gmt":"2009-08-31T16:53:51","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23281"},"modified":"2009-08-31T16:53:51","modified_gmt":"2009-08-31T16:53:51","slug":"controversa-lei-de-midia-segue-para-o-congresso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23281","title":{"rendered":"Controversa lei de m\u00eddia segue para o Congresso"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">A presidente Cristina Kirchner enviou ao Congresso argentino nesta quinta-feira [27\/8] um projeto de reforma das regula&ccedil;&otilde;es de m&iacute;dia no pa&iacute;s. Embora muitas pessoas concordem com a necessidade de reforma no setor, que ainda segue as regras impostas durante a ditadura militar iniciada na d&eacute;cada de 1970, a proposta do governo vem provocando bastante controv&eacute;rsia. Cristina afirma que o projeto ir&aacute; fortalecer a democracia ao reduzir o controle de um grupo pequeno de empresas que dominam os meio de comunica&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s. <\/p>\n<p>A legisla&ccedil;&atilde;o, apresentada em mar&ccedil;o deste ano, prop&otilde;e as freq&uuml;&ecirc;ncias de r&aacute;dio e televis&atilde;o em um ter&ccedil;o para companhias privadas, um ter&ccedil;o para transmissoras estatais e um ter&ccedil;o para organiza&ccedil;&otilde;es sem fins lucrativos, como universidades e igrejas. Tamb&eacute;m limitaria o n&uacute;mero de licen&ccedil;as por empresa e garantiria cotas para programas, m&uacute;sicas e filmes argentinos. Em discurso esta semana, Cristina afirmou que a &quot;liberdade de express&atilde;o n&atilde;o pode se tornar liberdade de extors&atilde;o e a liberdade de imprensa n&atilde;o pode ser confundida com liberdade para os empres&aacute;rios de m&iacute;dia&quot;. &quot;Este projeto de lei &eacute; para cada um de n&oacute;s que quer viver em uma Argentina mais democr&aacute;tica e plural&quot;, disse. <\/p>\n<p><strong>Cristina vs. Clar&iacute;n<\/strong><\/p>\n<p>A proposta recebeu apoio de grupos de esquerda, mas cr&iacute;ticos afirmam que a reforma tem motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. &quot;[Esta lei] foi aprovada por pessoas com o mesmo ponto de vista&quot;, afirma Julio Barbaro, ex-presidente da ag&ecirc;ncia reguladora estatal Comfer. &quot;Eles est&atilde;o buscando a guerra com esta proposta. Eu espero que o Congresso n&atilde;o a aprove&quot;. <\/p>\n<p>Um dos motivos para as acusa&ccedil;&otilde;es de motiva&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica &eacute; a m&aacute; rela&ccedil;&atilde;o da presidente Cristina com o Grupo Clar&iacute;n, um dos maiores conglomerados de m&iacute;dia da Am&eacute;rica Latina. O grupo ser&aacute; o mais prejudicado se a reforma entrar em vigor. O <em>Clar&iacute;n<\/em>, principal jornal da companhia, e o canal de televis&atilde;o TN se tornaram extremamente cr&iacute;ticos ao governo. H&aacute; quem argumente que a presidente tem pressa em aprovar a lei justamente para limitar a atua&ccedil;&atilde;o do grupo. <\/p>\n<p>O partido de Cristina perdeu a maioria no Congresso na elei&ccedil;&atilde;o parlamentar em junho, mas os legisladores rec&eacute;m-eleitos n&atilde;o tomar&atilde;o posse at&eacute; dezembro. A partir da&iacute; ser&aacute; muito mais dif&iacute;cil para o governo a aprova&ccedil;&atilde;o de medidas controversas. A pressa da presidente provocou rea&ccedil;&otilde;es de seus opositores, como noticiaram na sexta-feira (28\/8) os di&aacute;rios <em>La Naci&oacute;n<\/em> e <em>Clar&iacute;n<\/em>. <em>(Informa&ccedil;&otilde;es de Helen Popper &#8211; Reuters, 27\/8\/09)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presidente Cristina Kirchner enviou ao Congresso argentino nesta quinta-feira [27\/8] um projeto de reforma das regula&ccedil;&otilde;es de m&iacute;dia no pa&iacute;s. 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