{"id":23188,"date":"2009-08-13T16:27:48","date_gmt":"2009-08-13T16:27:48","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=23188"},"modified":"2009-08-13T16:27:48","modified_gmt":"2009-08-13T16:27:48","slug":"modelo-hibrido-pago-e-gratuito-pode-incentivar-tv-movel-diz-qualcomm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=23188","title":{"rendered":"Modelo h\u00edbrido pago e gratuito pode incentivar TV m\u00f3vel, diz Qualcomm"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Embora todas as operadoras m&oacute;veis j&aacute; ofere&ccedil;am algum modelo de entrega de v&iacute;deo utilizando redes celulares no Brasil, ainda falta um modelo de neg&oacute;cios para o servi&ccedil;o deslanche no Pa&iacute;s. Essa foi a conclus&atilde;o o que chegou o debate do painel &quot;TV paga de bolso&quot;, do segundo dia da ABTA 2009. A vice-presidente executiva da Qualcomm para Am&eacute;ricas e &Iacute;ndia, Peggy Johnson, afirma que as experi&ecirc;ncias mundiais mostram que o melhor modelo de TV m&oacute;vel &eacute; o que combina canais gratuitos no modelo free-to-air com canais pagos e interatividade para conseguir atingir o mercado de massa e gerar receita relevante. <\/p>\n<p>&quot;Acreditamos muito na TV m&oacute;vel, mas ainda n&atilde;o &eacute; uma realidade no Brasil. J&aacute; fizemos in&uacute;meras tentativas com streaming de programa&ccedil;&atilde;o ao vivo e download on demand, mas at&eacute; o momento n&atilde;o tem interface f&aacute;cil de acesso&quot;, desabafa Luis Renato Olivalves, diretor de novas m&iacute;dias do Grupo Bandeirantes.<\/p>\n<p>Nos EUA, a Qualcomm montou uma rede nacional para broadcast de TV m&oacute;vel por assinatura utilizando sua tecnologia propriet&aacute;ria MediaFLO e oferece o servi&ccedil;o para usu&aacute;rios das operadoras Verizon e At&amp;T. &quot;Os usu&aacute;rios norte-americanos do MediaFLO assistem em m&eacute;dia a 25 minutos de TV m&oacute;vel por dia e t&ecirc;m um ticket m&eacute;dio de US$ 15\/m&ecirc;s&quot;, afirma Peggy. Ela conta que para facilitar a integra&ccedil;&atilde;o entre servi&ccedil;os pagos e gratuitos de TV por assinatura, a Qualcomm passou a integrar em seus chips as tecnologias combinadas MediaFLO e o padr&atilde;o japon&ecirc;s de TV digital ISDB-T One Seg. &quot;J&aacute; embarcamos o padr&atilde;o brasileiro no chip e fizemos testes aqui para mostrar que funciona. O brasileiro gosta de televis&atilde;o e, se tiver oportunidade, vai assistir tamb&eacute;m no celular&quot;.<\/p>\n<p><strong>TV anal&oacute;gica<\/strong><\/p>\n<p>O fato &eacute; que &eacute; n&iacute;tida a populariza&ccedil;&atilde;o de celulares chamados de MP9 e MP10, que incluem a recep&ccedil;&atilde;o anal&oacute;gica de TV aberta. &quot;Sem d&uacute;vida essa populariza&ccedil;&atilde;o tem o lado positivo de criar a cultura de ver TV no celular. Com imagem digital, &aacute;udio de qualidade e ainda canais pagos em conjunto com a interatividade que n&atilde;o se tem na TV anal&oacute;gica, TV m&oacute;vel ser&aacute; um sucesso no Brasil, desde que haja ambiente regulat&oacute;rio que permita um modelo de neg&oacute;cios&quot;, ressalta o gerente s&ecirc;nior de desenvolvimento de neg&oacute;cios das divis&otilde;es MediaFLO Technologies e Qualcomm Internet Services (QIS), Jos&eacute; Luciano do Vale. Para o CEO da Participe TV, Alberto Blanco, o problema &eacute; a aus&ecirc;ncia de frequ&ecirc;ncias dispon&iacute;veis para uma opera&ccedil;&atilde;o de broadcast para TV m&oacute;vel que n&atilde;o envolva apenas o radiodifusor. <\/p>\n<p>&quot;O caminho que temos hoje s&atilde;o as licen&ccedil;as especiais de TV por Assinatura (TVA) na faixa de UHF. Se a Anatel autorizasse, poder&iacute;amos rapidamente ter o servi&ccedil;o lan&ccedil;ado e funcionando&quot;, conta Blanco, que montou um projeto para lan&ccedil;ar uma opera&ccedil;&atilde;o de TV m&oacute;vel no Brasil usando essas freq&uuml;&ecirc;ncias.<\/p>\n<p><strong>Padr&atilde;o brasileiro de TV digital<\/strong><\/p>\n<p>Para o gerente da Qualcomm, at&eacute; o momento, s&atilde;o poucos os celulares que v&ecirc;m com o receptor integrado da TV digital brasileira. &quot;N&atilde;o existe modelo de neg&oacute;cios para operadoras, que n&atilde;o t&ecirc;m incentivo imediato para fomentar esse mercado j&aacute; que TV aberta &eacute; gratuita e por isso n&atilde;o subsidiariam os aparelhos&quot;, argumenta. &quot;Existe mercado, mas operadoras s&oacute; entrar&atilde;o nesse neg&oacute;cio se tiver dinheiro na mesa, com um marco regulat&oacute;rio que permita evolu&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o&quot;, pontua Blanco.<\/p>\n<p>Contudo, vale destacar fabricantes como Samsung e LG j&aacute; contam com alguns modelos de celulares com recep&ccedil;&atilde;o de TV digital m&oacute;vel embutida que contam com subs&iacute;dio das operadoras. Entre os modelos est&atilde;o smartphones e mesmo alguns aparelhos com menos recursos e mais acess&iacute;veis. <\/p>\n<p>Para a diretora de m&iacute;dias digitais e novos neg&oacute;cios da MTV, Sandra Jimenez, al&eacute;m da troca dos aparelhos, &eacute; preciso tamb&eacute;m um novo modelo de tarifa&ccedil;&atilde;o do tr&aacute;fego de dados para permitir que os usu&aacute;rios acessem mais conte&uacute;dos no celular. &quot;Hoje temos quatro horas di&aacute;rias de programa&ccedil;&atilde;o de TV m&oacute;vel em todas as operadoras, al&eacute;m do sinal aberto para os celulares que recebem TV digital&quot;, comenta. Para ela, embora todos tenham de ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, respeitar os parceiros antigos, como as operadoras tradicionais de TV por assinatura, isso n&atilde;o deve impedir a distribui&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do aconte&ccedil;a. &quot;Temos de agregar o celular e a Internet para trazer mais assinantes para a TV por assinatura. Se n&atilde;o o fizermos, outro o far&aacute;, e de forma ilegal&quot;, enfatiza.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><br \/><\/span> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora todas as operadoras m&oacute;veis j&aacute; ofere&ccedil;am algum modelo de entrega de v&iacute;deo utilizando redes celulares no Brasil, ainda falta um modelo de neg&oacute;cios para o servi&ccedil;o deslanche no Pa&iacute;s. Essa foi a conclus&atilde;o o que chegou o debate do painel &quot;TV paga de bolso&quot;, do segundo dia da ABTA 2009. 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