{"id":22680,"date":"2009-04-22T16:08:08","date_gmt":"2009-04-22T16:08:08","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22680"},"modified":"2009-04-22T16:08:08","modified_gmt":"2009-04-22T16:08:08","slug":"todo-apoio-a-comissao-pro-conferencia-nacional-de-comunicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22680","title":{"rendered":"Todo apoio \u00e0 Comiss\u00e3o Pr\u00f3-Confer\u00eancia Nacional de Comunica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">A luta pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o em nosso pa&iacute;s n&atilde;o come&ccedil;ou hoje, nem no resto do mundo. Desde que o homem &eacute; homem, e principalmente a partir do momento em que ele se organiza em sociedade, a luta pela liberdade de express&atilde;o e pelo direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o contra toda e qualquer forma de censura faz parte das lutas sociais da humanidade. Assim foi no mundo, e a&iacute; est&aacute; a Declara&ccedil;&atilde;o Universal dos Direitos do Homem, que desde 1948 j&aacute; mencionava diretamente esta quest&atilde;o, assim tem sido tamb&eacute;m no Brasil, onde tanto no per&iacute;odo da ditadura do Estado Novo, como no da Ditadura Militar (64-85) estes temas estiveram umbilicalmente ligados &agrave; luta pelas liberdades democr&aacute;ticas.<\/p>\n<p>J&aacute; no per&iacute;odo em que antecedeu &agrave; Constituinte de 1988, a luta pela democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s ganha maior destaque e organicidade, a partir da atua&ccedil;&atilde;o decisiva de entidades como a FENAJ e a ABI, e ganha uma dimens&atilde;o organizativa nacional a partir de 1990, com a cria&ccedil;&atilde;o do FNDC &ndash; F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o, organizando in&uacute;meros comit&ecirc;s estaduais e municipais por todo o pa&iacute;s, tendo &agrave; frente entidades como a FENAJ, FITERT, ANEAT, ENECOS, FITTEL, CUT, e tantas outras. Com avan&ccedil;os e recuos, vit&oacute;rias e derrotas, os anos 90 trouxeram quest&otilde;es importantes como as legisla&ccedil;&otilde;es sobre o Conselho de Comunica&ccedil;&atilde;o Social e a Lei da Cabodifus&atilde;o, assim como o fortalecimento do movimento das r&aacute;dios comunit&aacute;rias. <\/p>\n<p>Na &uacute;ltima d&eacute;cada, em particular nos &uacute;ltimos 03 (tr&ecirc;s) anos, o movimento ganhou em organiza&ccedil;&atilde;o e capilaridade, e avan&ccedil;ou em suas lutas, ao adotar com maior firmeza a bandeira da campanha pela I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Para isso, foi fundamental a organiza&ccedil;&atilde;o de uma CNPC &ndash; Comiss&atilde;o Nacional Pr&oacute;-Confer&ecirc;ncia de Comunica&ccedil;&atilde;o, que desde seu in&iacute;cio teve a participa&ccedil;&atilde;o destacada de entidades como o FNDC, o Coletivo Intervozes, a ABRA&Ccedil;O, a ARPUB, o LapCom-UNB, o MNDH, a FENAJ, a ABCCOM, o CFP-Conselho Federal de Psicologia, a CUT, a AMARC, a FITERT, a ENECOS, entre outras, e de tr&ecirc;s importantes Comiss&otilde;es da C&acirc;mara Federal (CTCI, CDHM, CLP), e que ao longo do caminho conseguiu arregimentar o apoio de 36 entidades nacionais, do peso do MST, ABI, OAB, MNU, FENAJUFE, UNE, ABTU, etc, ajudando a organizar em v&aacute;rios Estados as Comiss&otilde;es Estaduais Pr&oacute;-Confer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Finalmente, no in&iacute;cio deste ano, o movimento teve retorno do Governo Federal, ap&oacute;s muita mobiliza&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o (abaixo-assinado, semin&aacute;rios, atos p&uacute;blicos, manifesta&ccedil;&otilde;es, audi&ecirc;ncias, confer&ecirc;ncia preparat&oacute;ria), com o an&uacute;ncio feito pelo Presidente Lula de que a I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o ser&aacute; efetivamente realizada ainda em 2009. Esta foi uma vit&oacute;ria do movimento, de todos n&oacute;s, de todas as entidades envolvidas, e em particular da CPC que coordenou este trabalho incansavelmente at&eacute; aqui. Para tal, foi fundamental a nossa unidade interna e o fortalecimento institucional da pr&oacute;pria CNPC, que se tornou importante interlocutor junto ao Governo Federal.<\/p>\n<p><strong>A unidade na diversidade<br \/><\/strong><br \/>Nossa for&ccedil;a reside, exatamente, em sermos capazes de construir a nossa unidade respeitando a diversidade de opini&otilde;es, de lastro pol&iacute;tico, de representatividade social, de estilos de organiza&ccedil;&atilde;o e de milit&acirc;ncia, de n&iacute;veis de institucionalidade e de poder de mobiliza&ccedil;&atilde;o entre nossas entidades. Como em qualquer outro movimento ou luta social e pol&iacute;tica, nosso movimento tamb&eacute;m tem suas imperfei&ccedil;&otilde;es e insufici&ecirc;ncias, mas elas n&atilde;o tem sido capazes de nos derrotar ou de nos paralisar. <\/p>\n<p>Precisamos estar muito atentos, hoje mais do que nunca, para evitarmos entre n&oacute;s a ciz&acirc;nia e a divis&atilde;o interna. As diverg&ecirc;ncias pol&iacute;ticas s&atilde;o naturais e saud&aacute;veis, num movimento como o nosso, e devem ser tratadas com muito respeito. N&atilde;o podemos cometer o erro de superdimensionar nossas diverg&ecirc;ncias internas, permitindo que elas se cristalizem e nos dividam na hora da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica concreta, e tampouco devemos subestim&aacute;-las e desconhec&ecirc;-las, pois ao fazermos isso poderemos estar criando um caldo de cultura prop&iacute;cio &agrave; derrota ou &agrave; dilui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. <\/p>\n<p>Temos unidade interna em 90% das quest&otilde;es centrais do movimento, mas sempre haver&aacute; diverg&ecirc;ncias pontuais, nos demais 10%, quer sejam em quest&otilde;es de m&eacute;todo de dire&ccedil;&atilde;o, em quest&otilde;es organizativas e operacionais, ou mesmo em quest&otilde;es de conte&uacute;do pol&iacute;tico. Mas, tais diverg&ecirc;ncias n&atilde;o podem e n&atilde;o devem servir para criar entre n&oacute;s desentendimentos e desuni&atilde;o naquilo que &eacute; fundamental. Podemos e devemos ser capazes de preservar a unidade, t&atilde;o essencial &agrave; vit&oacute;ria da&nbsp; nossa luta, preservando tamb&eacute;m a identidade de cada entidade no interior do movimento.<\/p>\n<p>O que d&aacute; maior ou menor representatividade &agrave; CNPC &eacute; exatamente a capacidade de arregimentar&nbsp; um n&uacute;mero cada vez maior de apoio social e pol&iacute;tico, de agregar novas entidades ao movimento, de coesionar a nossa atua&ccedil;&atilde;o em torno de algumas premissas b&aacute;sicas, de auxiliar efetivamente na organiza&ccedil;&atilde;o das Comiss&otilde;es Estaduais. O que d&aacute; maior ou menor representatividade &agrave; CNPC &eacute; a maior participa&ccedil;&atilde;o efetiva de todas as entidades nacionais que aderiram ao movimento (j&aacute; s&atilde;o 36), em todas as suas reuni&otilde;es e delibera&ccedil;&otilde;es. Todos n&oacute;s precisamos fazer um esfor&ccedil;o concentrado para participar de forma efetiva e presencial, de todas as reuni&otilde;es e atividades propostas e agendadas a partir da CNPC, pois sabemos que apenas isso dar&aacute; legitimidade &agrave;s nossas decis&otilde;es e encaminhamentos. Neste sentido, chamamos a aten&ccedil;&atilde;o para o aparente esvaziamento de algumas reuni&otilde;es da CNPC, que poder&atilde;o provocar questionamentos de legitimidade de futuras decis&otilde;es. <\/p>\n<p> Felizmente, isso ainda n&atilde;o ocorreu em momentos de importantes tomadas de decis&otilde;es estrat&eacute;gicas, quando conseguimos garantir a legitimidade em rela&ccedil;&atilde;o aos passos adotados. Tal foi o caso da decis&atilde;o referente &agrave; proposta de crit&eacute;rios para a composi&ccedil;&atilde;o do GT organizador da I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o, proposta essa entregue pelos representantes da CNPC aos representantes do Governo Federal, em fevereiro deste ano. Era necess&aacute;rio definir alguns crit&eacute;rios,&nbsp; e fazer uma proposta inicial de composi&ccedil;&atilde;o do GT. A CNPC era o f&oacute;rum leg&iacute;timo e privilegiado para discutir, decidir e encaminhar uma proposta que representasse o nosso movimento. Sabemos que,&nbsp; quando se trata de ocupar espa&ccedil;o pol&iacute;tico, &eacute; dif&iacute;cil agradar a todos e encontrar uma proposta de consenso. <\/p>\n<p>Temos tentado evitar votar quest&otilde;es pol&iacute;ticas importantes, no &acirc;mbito da CNPC, e buscamos construir o m&aacute;ximo de consenso em nossas decis&otilde;es. Mas o consenso total n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel sempre,&nbsp; e a democracia tamb&eacute;m se constr&oacute;i pelo voto. Se alguma entidade nacional que ap&oacute;ia o movimento e que integra a CNPC se sentiu prejudicada, pela decis&atilde;o final, pode e deve fazer o debate e manifestar as suas diverg&ecirc;ncias nos f&oacute;runs leg&iacute;timos do pr&oacute;prio movimento. O que n&atilde;o pode, sob hip&oacute;tese alguma, &eacute; desqualificar ou criticar a CNPC publicamente, pois isso s&oacute; levaria a deslegitim&aacute;-la, e a enfraquecer a nossa luta.<\/p>\n<p><strong>O novo papel da CNPC na atual conjuntura<\/strong> <\/p>\n<p>O principal objetivo da CNPC at&eacute; o momento era organizar a sociedade para pressionar o Governo Federal no sentido da convoca&ccedil;&atilde;o da I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Tudo indica que, nos pr&oacute;ximos dias, sair&aacute; o Decreto Presidencial e a Portaria do MiniCom, convocando oficialmente a Confer&ecirc;ncia. Possivelmente a composi&ccedil;&atilde;o formal do GT a ser indicado pela Portaria do MiniCom n&atilde;o ter&aacute; exatamente o perfil e os crit&eacute;rios sugeridos pela CNPC. N&atilde;o importa. Fomos vitoriosos no nosso objetivo principal. Quais dever&atilde;o ser os pr&oacute;ximos passos, e qual o papel da CNPC a partir da&iacute;?<\/p>\n<p>&Eacute; &oacute;bvio que ser&aacute; o GT institu&iacute;do a partir da Portaria do MiniCom quem dever&aacute; organizar e dirigir todo o processo formal de montagem da Confer&ecirc;ncia, acompanhando as suas etapas regionais e estaduais, at&eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o da I Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Isso significa que esgotou-se o papel da CNPC, na atual conjuntura?&nbsp; De jeito nenhum, muito pelo contr&aacute;rio. A CNPC continuar&aacute; a ter um papel importante e privilegiado na organiza&ccedil;&atilde;o deste luta, e este papel n&atilde;o se confunde com o papel formal do GT a ser institu&iacute;do. <\/p>\n<p>Em primeiro lugar, a CNPC sempre foi o espa&ccedil;o de articula&ccedil;&atilde;o da sociedade civil e dos movimentos sociais e populares, al&eacute;m de representantes do Poder Legislativo e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal. E, nos parece, que ela dever&aacute; continuar a cumprir este papel. Na CNPC n&atilde;o est&atilde;o sentados o Governo Federal (Poder Executivo), nem o empresariado do setor (Poder Econ&ocirc;mico), ambos setores presentes no futuro GT, e com os quais teremos que dialogar. E, neste caso, &eacute; muito melhor travar esse di&aacute;logo (e conseq&uuml;ente negocia&ccedil;&otilde;es), buscando construir uma razo&aacute;vel unidade entre os setores que representam a sociedade civil organizada, para podermos obter melhores condi&ccedil;&otilde;es e maiores vit&oacute;rias no &acirc;mbito das negocia&ccedil;&otilde;es que ocorrer&atilde;o dentro do GT.<\/p>\n<p>Isso n&atilde;o restringe nem co&iacute;be a atua&ccedil;&atilde;o individual desta ou daquela entidade. Em toda a democracia, a constru&ccedil;&atilde;o de uma determinada hegemonia, passa pela conquista de maiorias expl&iacute;citas, dentro de movimentos ou de organiza&ccedil;&otilde;es sociais. Num movimento amplo como o nosso, devemos priorizar o consenso e a constru&ccedil;&atilde;o de posi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas unit&aacute;rias, o que s&oacute; se consegue ap&oacute;s muita discuss&atilde;o, debate e di&aacute;logo no interior da CNPC. Quanto mais unidos pudermos atuar, no &acirc;mbito do GT, melhor para a nossa luta.&nbsp; <\/p>\n<p>Mas, se e quando, surgirem diverg&ecirc;ncias, se elas forem insan&aacute;veis e insuper&aacute;veis a partir do debate interno na CNPC, elas certamente aparecer&atilde;o dentro do GT, pois esta ou aquela entidade se sentir&aacute; a vontade para lutar por suas propostas, principalmente quando se tratarem de quest&otilde;es pol&iacute;ticas importantes. Essa din&acirc;mica j&aacute; acontece hoje, quando a CNPC tem se constitu&iacute;do na nossa principal interlocutora junto do Governo Federal, mas mesmo assim v&aacute;rias entidades que comp&otilde;em a CNPC buscam fazer sua interlocu&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria com os mesmos agentes do Governo Federal. Isso &eacute; normal e leg&iacute;timo, desde que nenhuma entidade que comp&otilde;e a CNPC esteja desautorizando ou deslegitimando a CNPC em seus encontros com os representantes do Governo Federal, pois isso sim seria &#39;dar um tiro no p&eacute;&#39;. <\/p>\n<p>Em segundo lugar, a CNPC &eacute;, e dever&aacute; continuar a ser, o f&oacute;rum privilegiado de mobiliza&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o dos setores populares e democr&aacute;ticos da sociedade civil, e de seus aliados no Poder Legislativo e no Minist&eacute;rio P&uacute;blico, a n&iacute;vel nacional. Isso significa dizer que, muito mais do que o poder formal do GT, ser&atilde;o as Comiss&otilde;es Estaduais, coordenadas pela CNPC, que conseguir&atilde;o dar uma maior capilaridade e representatividade nas etapas regionais e estaduais da Confer&ecirc;ncia, que ora se iniciam, mobilizando atrav&eacute;s de suas entidades e representa&ccedil;&otilde;es regionais e estaduais. <\/p>\n<p>Centrais, Confedera&ccedil;&otilde;es e Federa&ccedil;&otilde;es Sindicais, ong&#39;s e movimentos sociais e entidades nacionais com representa&ccedil;&otilde;es regionais, tem muito mais capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o do que o GT poder&aacute; ter.&nbsp; Por isso, o papel da CNPC de mobiliza&ccedil;&atilde;o (e, por tabela, de co-organiza&ccedil;&atilde;o) da Confer&ecirc;ncia, &eacute; fundamental. O Governo Federal (Poder Executivo) certamente ter&aacute; seus f&oacute;runs internos para definir sua estrat&eacute;gia e suas posi&ccedil;&otilde;es, e o mesmo dever&aacute; acontecer com o empresariado (o pr&oacute;ximo Congresso da ABERT est&aacute; convocado para 19 a 21 de maio). &Eacute; justo que a sociedade civil organizada e os movimentos populares tenham seus f&oacute;runs pr&oacute;prios de constru&ccedil;&atilde;o de propostas unificadas, mas principalmente de mobiliza&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o de suas bases de representa&ccedil;&atilde;o social.<\/p>\n<p>Isso n&atilde;o inibe e n&atilde;o restringe nenhuma iniciativa isolada que qualquer entidade possa e queira organizar, como processo de mobiliza&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o para a I&nbsp; Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. Cada entidade tem sua din&acirc;mica pr&oacute;pria, que deve ser respeitada, seus f&oacute;runs pr&oacute;prios de discuss&atilde;o e delibera&ccedil;&atilde;o, que devem ser preservados e fortalecidos. Isso n&atilde;o se confunde com a atua&ccedil;&atilde;o da CNPC, como uma esp&eacute;cie de coordena&ccedil;&atilde;o supra-entidades, ajudando a dar densidade, organicidade e visibilidade &agrave; nossa luta. <\/p>\n<p>Lembramos que cada entidade participante da CNPC tem um perfil de organiza&ccedil;&atilde;o social distinto, portanto n&atilde;o se trata de comparar a capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o ou a capilaridade desta entidade com a daquela, como se estiv&eacute;ssemos disputando um rali de representatividade. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel comparar federa&ccedil;&otilde;es e sindicatos, partidos pol&iacute;ticos e ong&#39;s, movimentos sociais e entidades. Todos temos a nossa import&acirc;ncia nesta luta, e cada uma de nossas entidades joga um papel fundamental neste processo. H&aacute; lugar para todos nessa luta, e podemos somar, ao inv&eacute;s de nos dividir.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A luta pela democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o em nosso pa&iacute;s n&atilde;o come&ccedil;ou hoje, nem no resto do mundo. 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