{"id":22513,"date":"2009-02-12T16:54:43","date_gmt":"2009-02-12T16:54:43","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22513"},"modified":"2009-02-12T16:54:43","modified_gmt":"2009-02-12T16:54:43","slug":"com-caixa-reforcado-telebras-pode-seguir-com-projeto-de-backbone-de-banda-larga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22513","title":{"rendered":"Com caixa refor\u00e7ado, Telebr\u00e1s pode seguir com projeto de backbone de banda larga"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Os recursos transferidos para o caixa da Telebr&aacute;s podem viabilizar a proposta de setores do governo de reativar a infraestrutura de cabos de fibra &oacute;ptica da Eletronet com o objetivo de expandir a estrutura de banda larga no pa&iacute;s para as popula&ccedil;&otilde;es isoladas ou de baixa renda. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; do secret&aacute;rio de Log&iacute;stica e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, do Minist&eacute;rio do Planejamento, Rog&eacute;rio Santanna. Segundo ele, o assunto vem sendo tratado no &acirc;mbito da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica e os ministros de Estado. Atualmente, Santanna comp&otilde;e o Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s.<\/p>\n<p>Santanna informa que o governo ainda n&atilde;o decidiu se, ap&oacute;s pagar as d&iacute;vidas da Telebr&aacute;s, ir&aacute; retomar as atividades para expandir e buscar novas aplica&ccedil;&otilde;es para a rede de fibras &oacute;pticas existente. Ele destaca que os R$ 200 milh&otilde;es, liberados em dezembro de 2008 para a empresa, podem ser utilizados para a extin&ccedil;&atilde;o quando forem &quot;honrados todos os compromissos e d&eacute;bitos do conjunto de d&iacute;vidas de todo o sistema de telefonia que foi privatizado&quot;.<\/p>\n<p>&quot;H&aacute; d&iacute;vidas com funcion&aacute;rios que pertenciam ao sistema Telebr&aacute;s ou que foram trazidos de outras empresas concession&aacute;rias privatizadas. Hoje, por exemplo, essas pessoas integram a Anatel [Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es] e o Minicom [Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es]&quot;, afirma. Segundo ele, s&atilde;o cerca de 230 funcion&aacute;rios, sendo 186 deles da ag&ecirc;ncia reguladora. &quot;Alguns deles comp&otilde;em quadros de comando da ag&ecirc;ncia&quot;.<\/p>\n<p>Essa destina&ccedil;&atilde;o dos recursos, segundo Santanna, pode fazer com que a Telebr&aacute;s cumpra outro papel: expandir a oferta de banda larga no pa&iacute;s. Para ele, o governo brasileiro tem a necessidade de dispor de sistemas pr&oacute;prios para oferecer conectividade, pois &quot;o mercado est&aacute; focado somente no universo entre 22 milh&otilde;es a 30 milh&otilde;es de pessoas, que n&atilde;o &eacute; o universo do Brasil que tem muito mais gente&quot;, disse.<\/p>\n<p>&quot;Tenho defendido h&aacute; muitos anos a tese de que &eacute; preciso usar melhor os ativos de fibra &oacute;ptica. Eles est&atilde;o pagos, amortizados, sobretudo, nos sistemas de distribui&ccedil;&otilde;es de energia el&eacute;trica&quot;, destaca Santanna. Ele ressalta que al&eacute;m da infraestrutura de fibra &oacute;ptica da Eletronet, h&aacute; um segunda op&ccedil;&atilde;o do governo que &eacute; utilizar os sistemas de transmiss&atilde;o de dados que est&atilde;o nas m&atilde;os de outras empresas p&uacute;blicas, como &eacute; o caso da Petrobr&aacute;s que possui redes de fibras &oacute;pticas.<\/p>\n<p>Santana estima que somente no sistema Telebr&aacute;s sejam mais de 16 mil quil&ocirc;metros de infra-estrutura. &quot;Ao todo s&atilde;o 27 mil quil&ocirc;metros no Brasil inteiro. Al&eacute;m disso, h&aacute; uma previs&atilde;o de nos pr&oacute;ximos cinco anos disponibilizar mais 5 mil quil&ocirc;metros com as novas linhas de distribui&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o sendo feitas&quot;, destacou. <\/p>\n<p>A proposta defendida por Santanna prev&ecirc; que a Telebr&aacute;s volte a operar oferecendo, ela pr&oacute;pria, a conex&atilde;o ou as companhias de energia el&eacute;trica que disp&otilde;em de licen&ccedil;as de SCM. Al&eacute;m dessas duas possibilidades, ele considera que empresas p&uacute;blicas como o Serpro ou a Data Prev t&ecirc;m a capacidade para oferecer o servi&ccedil;o. &quot;Cada uma delas disp&otilde;em de estatuto e um foco perfeito para faz&ecirc;-lo&quot;, disse.<\/p>\n<p>Santanna acredita que h&aacute; um desafio a ser superado no pa&iacute;s quanto &agrave; universaliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de conex&atilde;o atrav&eacute;s de novas alternativas. &quot;A banda larga no Brasil &eacute; um fen&ocirc;meno muito ligado &agrave;s classe A e B que representam somente 9% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. As classes D e E n&atilde;o acessam a banda larga, quando t&ecirc;m acesso &eacute; atrav&eacute;s de lan house&quot;, afirmou.<\/p>\n<p>Ele ainda destaca que a exclus&atilde;o n&atilde;o afeta somente as classe de baixa renda. Para ele, s&atilde;o comuns os casos de pessoas na zona rural, com renda alta provinda do agroneg&oacute;cio, que precisam se comunicar mas tamb&eacute;m n&atilde;o tem servi&ccedil;o de banda larga pelo simples fato de estarem em localidade de pouca concentra&ccedil;&atilde;o populacional. &quot;L&aacute; o mercado n&atilde;o tem interesse&quot;.<\/p>\n<p>Santanna participou nesta quarta-feira (11) do segundo dia do &quot;Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas&quot;, em Bras&iacute;lia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os recursos transferidos para o caixa da Telebr&aacute;s podem viabilizar a proposta de setores do governo de reativar a infraestrutura de cabos de fibra &oacute;ptica da Eletronet com o objetivo de expandir a estrutura de banda larga no pa&iacute;s para as popula&ccedil;&otilde;es isoladas ou de baixa renda. 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