{"id":22423,"date":"2009-01-23T17:47:23","date_gmt":"2009-01-23T17:47:23","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22423"},"modified":"2009-01-23T17:47:23","modified_gmt":"2009-01-23T17:47:23","slug":"google-recorre-ao-stf-para-nao-divulgar-informacoes-sem-ordem-judicial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22423","title":{"rendered":"Google recorre ao STF para n\u00e3o divulgar informa\u00e7\u00f5es sem ordem judicial"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Mais um round na quest&atilde;o da privacidade na Internet brasileira. O Google ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) a&ccedil;&atilde;o cautelar contra o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) que questiona decis&atilde;o da Justi&ccedil;a carioca de garantir acesso aos dados de usu&aacute;rios do site de relacionamento Orkut sem autoriza&ccedil;&atilde;o judicial.<\/p>\n<p>De acordo com informa&ccedil;&otilde;es publicadas pela assessoria do Supremo, a autoriza&ccedil;&atilde;o foi concedida pela 26&ordf; Vara C&iacute;vel do Rio de Janeiro &agrave; Promotoria e &agrave; Pol&iacute;cia Civil.<\/p>\n<p>No processo, o MP carioca alegou que &ldquo;a demora na concess&atilde;o do provimento jurisdicional pode gerar impunidade desses usu&aacute;rios, uma vez que os prazos prescricionais dos crimes praticados pela internet s&atilde;o ex&iacute;guos, dando margem &agrave; c&eacute;lere ocorr&ecirc;ncia da prescri&ccedil;&atilde;o&rdquo;. <\/p>\n<p>O Google questionou a decis&atilde;o em recurso junto ao Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que negou provimento ao pedido. Na a&ccedil;&atilde;o ajuizada no Supremo, a empresa pede que o tribunal carioca encaminhe um recurso extraordin&aacute;rio retido naquela inst&acirc;ncia ao STF, a fim de que os ministros discutam quest&otilde;es constitucionais envolvidas no caso.<\/p>\n<p>Os advogados do Google requisitam que o Supremo analise suposta viola&ccedil;&atilde;o ao artigo 5&ordm;, inciso X (intimidade e vida privada) e inciso XII (possibilidade de quebra de sigilo de dados de comunica&ccedil;&atilde;o telef&ocirc;nica) da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, a partir da decis&atilde;o de primeira inst&acirc;ncia.<\/p>\n<p>A defesa ressalta que &ldquo;a empresa Google n&atilde;o se recusa a fornecer os dados. J&aacute; os fornece ao MP-RJ, &agrave; Pol&iacute;cia Civil e a todas as demais autoridades brasileiras, mas h&aacute; necessidade de ordem judicial&rdquo;.<\/p>\n<p>O Orkut come&ccedil;ou a funcionar em janeiro de 2004 e possui cerca de 37 milh&otilde;es de usu&aacute;rios apenas no Brasil. Em junho do ano passado, a empresa Google celebrou um TAC (termo de ajustamento de conduta) com o MP-SP e a ONG SaferNet, por meio do qual foi disciplinada a forma de coopera&ccedil;&atilde;o entre a empresa e as autoridades brasileiras.<\/p>\n<p><em>*Com informa&ccedil;&otilde;es do Portal &Uacute;ltima Inst&acirc;ncia (www.ultimainstancia.com.br)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais um round na quest&atilde;o da privacidade na Internet brasileira. O Google ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) a&ccedil;&atilde;o cautelar contra o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) que questiona decis&atilde;o da Justi&ccedil;a carioca de garantir acesso aos dados de usu&aacute;rios do site de relacionamento Orkut sem autoriza&ccedil;&atilde;o judicial. 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