{"id":22342,"date":"2009-01-07T17:06:57","date_gmt":"2009-01-07T17:06:57","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22342"},"modified":"2009-01-07T17:06:57","modified_gmt":"2009-01-07T17:06:57","slug":"tv-2009-sinceros-votos-de-sucesso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22342","title":{"rendered":"TV 2009 &#8211; Sinceros votos de sucesso"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Ao fazer uma an&aacute;lise da programa&ccedil;&atilde;o de televis&atilde;o de 2009, n&atilde;o d&aacute; para deixar de mencionar a surpreendente decis&atilde;o, logo do primeiro semestre, de apostar em programa&ccedil;&atilde;o infantil alicer&ccedil;ada em conte&uacute;dos que juntassem educa&ccedil;&atilde;o e entretenimento, tudo com o suporte de educadores, especialistas e pais. Que resultou em comportamento coletivo de mudan&ccedil;a. A concorr&ecirc;ncia, neste segmento, ficou mais acirrada, marcada pela contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais de reconhecida capacidade. Grandes nomes que trouxeram consigo uma renova&ccedil;&atilde;o inspiradora, nunca antes vista na programa&ccedil;&atilde;o infantil brasileira. O ano terminou com a agrad&aacute;vel certeza de que lugar de crian&ccedil;a pode ser, sim, na frente da televis&atilde;o, mas de forma educativa, construtiva e ben&eacute;fica.<\/p>\n<p>Dando continuidade ao movimento de mudan&ccedil;a, a iniciativa de eliminar alguns hor&aacute;rios de telenovelas acabou abrindo espa&ccedil;o para uma renova&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica. Alguns hor&aacute;rios hist&oacute;ricos da televis&atilde;o foram eliminados na tentativa de superar fracassos consecutivos. E em seus lugares a op&ccedil;&atilde;o foi pela produ&ccedil;&atilde;o independente, em alguns casos de conte&uacute;do regional, que foram capazes n&atilde;o apenas de recuperar a audi&ecirc;ncia de hor&aacute;rios problem&aacute;ticos, mas tamb&eacute;m de fazer com que as emissoras perdessem o medo de apostar em produ&ccedil;&otilde;es de menor custo, mas de maior potencial criativo.<\/p>\n<p><strong>Criatividade e responsabilidade<\/strong><\/p>\n<p>O maior aprofundamento do conte&uacute;do informativo nos telejornais foi a dire&ccedil;&atilde;o tomada por departamentos de jornalismo nas principais emissoras do pa&iacute;s. Aos poucos, o sensacionalismo foi dando espa&ccedil;o &agrave; sensatez e &agrave;s grandes pautas. O pa&iacute;s foi chamado a refletir sobre seu dia-a-dia e o fez de forma respons&aacute;vel e profunda.<\/p>\n<p>A oportunidade dada a novos talentos possibilitou a contrata&ccedil;&atilde;o de roteiristas e autores, iniciativa que parecia remota em outros momentos no mercado de televis&atilde;o. Uma nova gera&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a marcar territ&oacute;rio. 2008 foi o ano de uma febre criativa que contagiou praticamente todas as emissoras. E aquelas que ainda insistiam em n&atilde;o ceder acabavam sendo convencidas pelo interesse crescente do p&uacute;blico pelo novo.<\/p>\n<p>Dados apontam que o telespectador brasileiro conseguiu entender qual pode ser o papel da televis&atilde;o em seu cotidiano e qual &eacute; o seu papel enquanto telespectador. Entendeu tamb&eacute;m que querer uma programa&ccedil;&atilde;o melhor n&atilde;o significa terminar no simples ato de mudar de canal, dando espa&ccedil;o, assim, ao comportamento permissivo que caracterizou a televis&atilde;o brasileira ao longo de d&eacute;cadas.<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de queixas contra abusos por parte de emissoras aumentou de forma significativa. A puni&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; um mecanismo real e rotineiro para aqueles que insistem em colocar no ar o desrespeito, o abuso e a falta de &eacute;tica em nome de &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia. Neste sentido, foi penalizada tamb&eacute;m, e de forma sum&aacute;ria, todo tipo de inser&ccedil;&atilde;o que caracterizasse o que vinha sendo apontado como jogatina na televis&atilde;o, desrespeitos relacionados &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o indicativa e a uma s&eacute;rie de outras infra&ccedil;&otilde;es que passavam despercebidas atrav&eacute;s dos mecanismos sedutores da televis&atilde;o.<\/p>\n<p>[Talvez muito do que est&aacute; aqui n&atilde;o seja poss&iacute;vel neste ano que come&ccedil;a. Mas um ano mais criativo e de mais responsabilidade na televis&atilde;o brasileira s&atilde;o os nossos mais sinceros votos para 2009!]<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><br \/><\/span> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao fazer uma an&aacute;lise da programa&ccedil;&atilde;o de televis&atilde;o de 2009, n&atilde;o d&aacute; para deixar de mencionar a surpreendente decis&atilde;o, logo do primeiro semestre, de apostar em programa&ccedil;&atilde;o infantil alicer&ccedil;ada em conte&uacute;dos que juntassem educa&ccedil;&atilde;o e entretenimento, tudo com o suporte de educadores, especialistas e pais. Que resultou em comportamento coletivo de mudan&ccedil;a. 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